Tribuna Livre

SAUDAÇÃO AOS OUVINTES DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO EM QUALQUER PARTE DO MUNDO

Escrito por RCM em 2016-11-05 19:05:13

SAUDAÇÃO AOS OUVINTES DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO EM QUALQUER PARTE DO MUNDO

Em cada manhã, transmitimos uma saudação para os ouvintes da Frequência Modulada, e também para todo o mundo, e especialmente para os povos da Lusofonia, que escutam a Rádio Clube de Monsanto através da internet em:   www.radiomonsanto.pt     PARA OUVIR VÁ PARA O LINK :   https://soundcloud.com/joaquim-manuel-da-fonseca/saudacao-de-abertura-de-emissao-da-radio-clube-de-monsanto-aldeia-mais-portuguesa?utm_source=soundcloud&utm_campaign=share&utm_medium=facebook

O BICHINHO DA RÁDIO…já lá vai mais de meio século.

Escrito por RCM em 2016-08-23 18:09:48

O BICHINHO DA RÁDIO…já lá vai mais de meio século.

No nosso meio, fala-se em se apanhar, ou não, o bichinho da rádio como se de uma doença se tratasse. Ainda que não se conheça com exactidão os contornos desta “doença” pode dizer-se que há muita gente contaminada por ela e só isso pode explicar a dedicação que a rádio merece por muitos dos seus fazedores, apesar das diversas vicissitudes que sobre ela se têm abatido. É curioso que na comunicação social não se fala do bichinho da imprensa ou da televisão, mas é frequente entre os seus profissionais que já tiveram ligação à rádio, falar-se do tal bichinho, mas da rádio. Continuando a analogia com a medicina, esta “doença” parece tratar-se de um síndroma pois, na minha opinião, são vários os sinais e os sintomas que a caracterizam. O gosto pela comunicação é talvez o primeiro motivo deste apego desmesurado à rádio, com maior ou menor proximidade com os ouvintes – ainda que a rádio dê, para quem a faz, sempre a sensação de grande proximidade, mesmo que ela não exista – tanto no aspecto informativo como de entretenimento, o jornalista ou radialista fica emocionalmente afectado por aquela relação forte, mas misteriosa, com os ouvintes. Depois, sendo a rádio o reconhecido parente pobre da Comunicação Social e sendo cada vez mais prejudicada, é merecedora de afecto e de grande dedicação por parte de todos aqueles que a fazem. Também a envolvente técnica contribui para uma paixão exacerbada pelo meio, mas não é uma paixão totalmente semelhante à verdadeira paixão, é qualquer coisa de inexplicavelmente atractivo que se entranha e puxa para novos e sucessivos desafios. O desafio da descoberta, construção e desenvolvimento de novos produtos radiofónicos também é apaixonante e doentio. Como facilmente se compreenderá a existência deste síndroma chamado de “bichinho” tem sido de grande utilidade para a Rádio e pode ser a chave do mistério que subsiste em saber porque é que os fazedores da rádio apesar de mal tratados, ignorados e, aquilo que mais dói, humilhados, pelos vários poderes, com grande destaque para o político, por si, ou com a sua conivência e responsabilidade e de todas as dificuldades económicas, causadas pela crise económica, continuam a votar-lhe tão grande dedicação e a dar-lhe horas e horas de trabalho, muito para além da respectiva retribuição. Quem trabalhou, ou colaborou, numa rádio e adquiriu o “bichinho da rádio” jamais esquece esse maravilhoso meio de comunicação social e sempre que a oportunidade o permite volta com a mesma vontade e dedicação como se fosse a primeira vez. Estou convencido de que os próprios ouvintes conhecem este fenómeno e sabem distinguir entre quem do outro lado sofre, ou não, deste síndroma e isso aumenta ainda mais o seu gosto pela rádio e contribui decisivamente para a sua credibilidade.   José Faustino  PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE RADIODIFUSÃO

VIVER A COMUNICAR

Escrito por Ana Carvalho (Mestre em Comunicação e Jornalismo) em 2016-02-24 15:31:54

VIVER A COMUNICAR

  A história de Joaquim Manuel da Fonseca, um comunicador que partilha conhecimento, afeto e alegria de Monsanto para o mundo.

HISTÓRIA DO CÃO MONSANTINO MEDALHADO EM PROVA INTERNACIONAL

Escrito por João Carlos Fonseca e Rui Pedro Fonseca em 2015-05-04 11:24:28

HISTÓRIA DO CÃO MONSANTINO MEDALHADO EM PROVA INTERNACIONAL

Um cão de Monsanto, sem raça definida, foi a principal estrela de uma ultramaratona de 277km que passou por esta aldeia histórica. The Crossroads é o nome do formato português da prova que faz parte de um dos mais conhecidos eventos de ultra trail em todo o mundo, o Trans Pangaea Challenge. 

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

Escrito por Joaquim Manuel da Fonseca em 2015-01-12 14:22:34

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

Penso eu que neste ano de 2015 continuaremos a viver num cenário de dificuldades e de desemprego, pintado com cores sombrias e negras. Muitas rádios locais vão mesmo ter que parar as suas emissões. Nomeadamente ao nível dalguns concelhos do interior, onde certos caciques não resistem à tentação de impor a sua força e a sua vontade discricionária e prepotente, os detentores de Alvarás de Radiodifusão Sonora estão a ser empurrados para o encerramento definitivo duma actividade reconhecida e querida pelas populações. Porém, e, de forma impiedosa, as Rádios Locais estão a fechar e curiosamente alguns responsáveis do território parecem pouco se preocupar. Claro que é difícil resistir, em tais condições, à asfixia financeira, às pressões e às chantagens, ainda que veladas, mormente nesta complexa altura de grave crise económica, que teima em não passar…Nós não temos MEDO. Jamais viveremos de joelhos. Quando chegar a nossa hora morreremos de pé, com toda a DIGNIDADE. Ansiamos poder celebrar, com alguma tranquilidade, os 30 anos em prol da divulgação e da promoção da nossa terra e da Música Portuguesa, no país e no mundo. Se as coisas não se alterarem, para melhor, no final de Dezembro, admitimos fazer um balanço, para jamais ser importunados pelos senhores do fisco, da Segurança Social ou por qualquer vampiro. Se as Rádios das grandes cidades vão fechando, mesmo estando encostadas a poderosos grupos económicos ou políticos...qual a sorte das Rádios das pequenas aldeias? Recordamos que a RCM sempre sobreviveu com sérias dificuldades humanas e financeiras desde 1985... Uma luta diária caldeada com muitos sacrifícios e renúncias. Mas com ORGULHO. Não queremos subsídios do Estado. Pedimos que não nos castiguem com impostos e taxas injustas e insuportáveis, e, assim podermos continuar, por mais alguns meses ou anos, a prestar um serviço de utilidade pública e a ser a voz dos que não têm voz e a ajudar a combater a SOLIDÃO das gentes simples destas terras do interior profundo, desertificado e abandonado...onde tudo parece estar condenado a ENCERRAR... Queremos continuar a prestar um SERVIÇO DE INTERESSE PÚBLICO e temos direito ao reconhecimento e estímulo institucional. Deixem-nos trabalhar em paz.

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-11 10:16:54

HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA

HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA NO CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO (15 DE ABRIL DE 1919 - 2019)       A Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior promove na sexta-feira, pelas 18 horas, uma homenagem a Fernando Namora.   A apresentação de “A medicina em Fernando Namora como celebração dos valores humanos” está a cargo de António Lourenço Marques Gonçalves da Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior e director dos cadernos de Cultura : Medicina da Beira Interior.   A cerimónia de homenagem do centenário de nascimento de Fernando Namora vai contar também com o testemunho de Joaquim Manuel da Fonseca, amigo de Fernando Namora e director da Rádio Clube de Monsanto.   Vai ainda ser feita uma leitura de textos do escritor por Otília Duarte, Mariana Galeano e Ana Celeste Azevedo.   O Museu de Francisco Tavares Proença Júnior tem no seu acervo, duas telas de Fernando Namora que revelam uma das suas facetas artística mais desconhecida e um raro e original relatório médico da sua passagem pela freguesia de Tinalhas, documento que será editado num dos próximos números da revista da “Materiaes”, órgão da Sociedade dos Amigos do Museu.   O ano de 2019 vai também trazer a reedição das obras de Fernando Namora, como a “A noite e a madrugada”, drama que decorre na fronteira de Penha Garcia.   Fernando Namora nasceu a 15 de Abril de 1919 em Condeixa-a-Nova.   Faleceu em Lisboa em 1989.   Médico de profissão foi autor de uma extensa obra, bastante divulgada e traduzida em várias línguas nas décadas de 70 e 80 do século XX , que tiveram nas paisagens geográficas e humanas da Beira Baixa , principalmente a aldeia de Monsanto os seus cenários literários.  

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-08 13:44:37

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

EM CASTELO BRANCO ASSINALA-SE O CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA,  QUE FOI GRANDE AMIGO DE MONSANTO, ONDE TEVE CASA E A FAMÍLIA AINDA MORA.

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MONSANTO CINCO ESTRELAS

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Escrito por CMIN em 2019-04-05 11:51:26

MONSANTO CINCO ESTRELAS

A aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, voltou a ganhar o Prémio Cinco Estrelas Regiões, que distingue ícones regionais de referência nacional que são reconhecidos pelos portugueses como sendo extraordinários. Monsanto, que já havia sido considerado um destino Cinco Estrelas em 2018, renova o título este ano. O Município de Idanha-a-Nova congratula todos os monsantinos, idanhenses, visitante e turistas que estão na origem desta segunda vitória consecutiva no Prémio Cinco Estrelas. Este galardão é mais um reconhecimento de Monsanto como destino de excelência, na linha de outras distinções como é a eleição frequente para listas de melhores vilas e aldeias do mundo. De acordo com a organização do concurso, o Prémio Cinco Estrelas Regiões “é um sistema de avaliação que identifica o melhor que existe em cada uma das 20 regiões (18 distritos + regiões autónomas) ao nível de recursos naturais, gastronomia, arte e cultura, empresas, património e outros ícones regionais de referência nacional”. Através de uma votação nacional os portugueses identificaram, para cada um dos distritos, o que consideram extraordinário a vários níveis. A cerimónia de entrega dos prémios deste ano terá lugar na cidade de Viseu, no dia 17 de Maio.

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FEIRA RAIANA EM IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2019-03-20 13:02:51

FEIRA RAIANA EM IDANHA-A-NOVA

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