Saudações Cibernáuticas

Quando na década de sessenta do século passado nós começamos a fazer Rádio, estavamos muito longe de imaginar o que nos esperava no domínio da experiências destas novas tecnologias e das maneiras de comunicar!!!

 

Depois do homem pisar o espaço lunar pouco mais nos poderia espantar...
Mas, o espírito inventivo e criativo do género humano é, porém, uma permanente “caixinha de surpresas”. O que mais estará ainda por desvendar e ser colocado ao serviço e felicidade da humanidade ?
A grande virtude está em entendermos que, nesta vida, tudo, além de efémero, curto e passageiro, é sobretudo relativo. Mesmo assim há causas eternas e justas pelas quais vale a pena lutar em cada dia que passa.
As Descobertas dos portugueses de quinhentos deram novos mundos ao mundo!
No presente, entre outros povos, os americanos e os russos, teimam em penetrar nos segredos do espaço sideral !
Esta nossa modesta “Rádio de pequena aldeia”, há vinte anos , era apenas escutada num raio de poucos quilómetros... Hoje, em finais do ano 2005, graças à Internet, pode ser ouvida em todo o mundo !!! Parece um sonho poder a Rádio Clube de Monsanto ser sintonizada em qualquer parte do universo !
Por isso estamos, agora e aqui, nesta “Tribuna Cibernauta”, em atitude de respeito e muita gratidão para com todos os pioneiros do saber e do aperfeiçoamento das coisas e das gentes. A humanidade do século XXI beneficia, e de que maneira, do esforço científico de anos e anos de estudo e dedicação em prol das novas tecnologias. O que seria hoje o nosso mundo e as nossas vidas sem os computadores ?
Agradecemos à Associação Portuguesa de Radiodifusão os meios técnicos que colocou à nossa disposição para que esta voz regionalista possa chegar mais longe...
O nosso sincero bem-haja à Sandra Muralha e à competente equipa da sua empresa “Netvidade” pelo carinho e empenho profissional que puseram na implementação deste site da Rádio Clube de Monsanto, e, assim, promovermos, muito dignamente, a Rádio da “Aldeia Mais Portuguesa” e a nossa região.
Nesta oportunidade queremos abraçar, com sentida emoção todos os ouvintes do Planeta Terra, e, duma maneira muito particular e calorosa saudar, os nossos milhares e milhares de portugueses emigrantes, onde quer que se encontrem a viver e a lutar por uma vida melhor, certamente sempre com Portugal no coração.
A nossa Rádio quer ser uma presença deste Portugal à beira mar plantado, e, por esta via hertziana, suavizar um pouco as muitas saudades daqueles que um dia tiveram de deixar o seu torrão natal...
A partir de agora gostaríamos de fazer parte da vossa família e da vossa vida diária.
Desejamos ser a vossa Rádio preferida, porque somos a “Mais Portuguesa”.
Já sabem onde estamos. Podem contar com a Rádio Clube de Monsanto. Queremos merecer o vosso apoio e amizade. Pedimos, também, as vossas notícias. Para todos muita saúde, paz e amor.

 

Um forte abraço do:
Joaquim Manuel da Fonseca

FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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