A Rádio local na defesa da identidade de um Povo

Joaquim Fonseca, Fundador e Director da RCM (1985)

Joaquim Manuel da Fonseca

Director da RCM

A Rádio Clube de Monsanto começou por ser uma cooperativa de responsabilidade limitada, fundada em 1985, com um capital social de 100.000 escudos. Presentemente é uma Sociedade Unipessoal, com um capital social de 40.500 euros.

Citando os seus estatutos,
o objecto é “... Criar e manter, nos termos da Lei, uma estação emissora de radiodifusão em Monsanto, com características regionais ”.

Na prossecução dos seus fins, a Rádio Clube de Monsanto procurará, nomeadamente:

- Promover e defender a identidade nacional, contribuindo para o prestígio e fortalecimento dos valores da Beira Interior;
- Divulgar e promover a música portuguesa e, sobretudo, os valores culturais de Monsanto – “a Aldeia Mais Portuguesa “;
- Organizar e patrocinar, no respeito pelo rigor e pluralidade de opiniões, programas formativos e informativos sobre assuntos reputados de interesse para a comunidade regional;

Volvidos estes vinte e quatro, permanece inalterável a motivação e incentivo que levaram à sua criação, com o objectivo de preencher um espaço vazio nesta zona da Beira Interior, tão depauperada e esquecida e com uma história e cultura valiosas, abundando os vestígios dum passado de valor inestimável, havendo ainda por descobrir um considerável espólio secular.
Esta zona é riquíssima em tradições muito ancestrais, transmitidas de geração em geração, e que, pouco a pouco, vão caindo no esquecimento, como consequência da evolução, e neste aspecto negativa, da nossa sociedade, em que se propagandeia e publicita mais outras culturas, sendo disto exemplo o caudal de música anglo-americana com que são “bombardeados” os ouvintes da maioria das rádios, obrigando-os, em geral, a negligenciar os padrões e cultura do nosso povo, levando, sob certa forma, à perda gradual da nossa identidade tão Portuguesa.

Desde 1985 que vivemos em constante luta diária. O licenciamento ou legalização da RCM foi um processo delicado. O esforço valeu a pena pois estamos no ar vinte quatro horas por dia e temos um grande auditório, que desde sempre nos tem sido fiel. Só assim foi possível vencer os sucessivos desafios: novos emissores, instalações adequadas e obter o alvará, o qual foi pago, por subscrição pública, pela comunidade regional. Exclusivamente, graças à generosidade dos nossos ouvintes e anunciantes, reconstruímos a Casa da Rádio, onde se gastaram vários milhares de euros. Somos das poucas emissoras da região com instalações próprias, nossa propriedade. Estamos equipados com a mais moderna e funcional tecnologia. Não temos qualquer dívida financeira e ao longo destes 24 anos conseguimos um considerável património, naturalmente à custa de muita  dedicação e renúncia.
Foi-nos reconhecido, em 1996, o Estatuto de Utilidade Pública. O nosso caminho foi percorrido com humildade, com seriedade, com determinação e sem hipotecar o futuro, com muito sacrifício, tendo que ultrapassar os meandros difíceis das crises sem estarmos ligados ou debaixo do chapéu de nenhum grupo económico como hoje acontece com a maioria das rádios locais. A emissora da "Aldeia Mais Portuguesa" , alicerçada em princípios de verdade e responsabilidade, com realismo, força e abnegação tem sabido ultrapassar "ventos e marés".

Após a escolha dum edifício, com os devidos requisitos e boa localização geográfica, com linha de vista para o cabeço do Castelo de Monsanto, para a indispensável linkagem, comprámos um apartamento em Castelo Branco. Em 20 de Janeiro de 2005 demos início às emissões no novo Centro de Produção, com algumas horas semanais dedicadas, exclusivamente, à informação e aos debates. Fizemos investimentos na aquisição de mais equipamentos para o estúdio da Delegação, no valor de alguns milhares de euros. Contamos com duas dezenas de colaboradores especializados em diversas áreas do conhecimento e do pensamento.
Porém, continuaremos a produzir conteúdos de cariz popular e tradicional, dentro da nossa maneira pessoal e singela de estar na Rádio, com a simplicidade que nos caracteriza, há vinte e quatro anos em Monsanto, e, o timbre de mais de quarenta anos ao serviço da causa radiofónica, sempre na defesa intransigente da música portuguesa e dos nossos valores culturais.

A aldeia de Monsanto, com muita mágoa o afirmamos, está condenada a uma desertificação humana. Os poucos jovens não recebem qualquer estímulo à sua fixação no torrão natal, e, depois de concluídos os estudos, partem para Lisboa ou para o estrangeiro. E, por isso, a Casa da Rádio em Monsanto, e, também a Delegação em Castelo Branco, integram habitação, para apoio aos colaboradores. Só com pessoal, devidamente, preparado e qualificado, poderemos melhorar a nossa ”grelha” de programas, sobretudo ao nível da informação e da cultura. Temos a consciência plena de que neste campo a RCM tem um longo caminho a percorrer. A informação não deverá continuar limitada aos noticiários, nacional e internacional, conforme protocolo com a RDP e a um serviço local de produção própria.
Os acontecimentos da região justificam uma cobertura mais ampla. Porém, para isso, são precisos outros recursos financeiros e humanos.

Julgo que, nestas duas dúzias de anos, já muito se fez e não vamos desanimar, pois acreditamos e confiamos nos verdadeiros amigos da RCM que, graças a Deus, são muitos, como se comprovou com o estudo da Marktest, ao creditar-nos como líder distrital de audiência. Somos a segunda rádio portuguesa mais ouvida na Internet. Além do cunho assumidamente popular, que nos tem caracterizado, vamos empenhar-nos, igualmente, na conquista doutro tipo de auditório, disperso pela Beira Alta, Beira Baixa, Alto Alentejo, Estremadura Espanhola, e, agora, também, pelo mundo.
Dentro da vocação regionalista a RCM tem patrocinado e realizado a edição de registos sonoros do cancioneiro tradicional a diversos agrupamentos da zona e a sua posterior transmissão regular. Pela estação emissora passaram já dezenas de artistas profissionais e amadores que têm sido entrevistados para divulgação e promoção dos seus trabalhos. Autarcas, responsáveis de instituições culturais, sociais, desportivas, sindicais, religiosas, artesãos, etc., têm encontrado nos 98.7. e nos 107.8 MHz do F.M., uma autêntica tribuna do povo, onde se fala com o povo e para o povo.

Versando prioritariamente a salvaguarda, valorização, divulgação e defesa da identidade cultural das nossas gentes e terras, a RCM tem, sempre no respeito pelo rigor e pluralismo de opiniões, produzido e transmitido programas reputados de importância e enquadrados numa acção de sensibilização com vista a uma participação mais directa e intensa no aproveitamento das potencialidades naturais, turísticas e históricas, contribuindo, assim, para a fixação das camadas mais jovens na região, animar e estimular pólos de desenvolvimento em mais um fim e propósito de atenuar a desertificação humana desta zona raiana.
Tem sido dado o maior enfoque ao folclore, artesanato, gastronomia, festas, feiras e romarias, ambiência e vivência social, económica e tradicional das nossas populações, cumprindo-se, deste modo, os propósitos implícitos e explícitos nos Estatutos da RCM.

Nas linhas gerais da nossa programação, conforme se comprova pelo mapa tipo, continua a ter prioridade absoluta a divulgação da Música Nacional e dos nossos valores culturais. Assim, a RCM transmite mais de oitenta por cento de Música Portuguesa, nas suas diversas vertentes: Música Portuguesa Ligeira, Músicas e Histórias Infantis, Música Popular, Música Folclórica, Melodias de Sempre, Fado de Lisboa, Fado de Coimbra, Música Moderna Portuguesa, etc.
A Música Brasileira e a Música Africana não são esquecidas, merecendo, também, uma atenção muito especial. Há também lugar para algumas horas semanais de Música Espanhola, Música Francesa, Música Italiana, Música Anglo-Americana, Música Latino-Americana, Música Instrumental e Clássica, Discos Pedidos, etc.
De realçar que o arquivo sonoro da RCM, é constituído por mais de 100.000 títulos, em cassetes, discos de vinil e CDs. Destacamos que mais de 50.000 músicas e 6.500 artistas nacionais e estrangeiros, já estão em disco rígido, sendo tudo gerido e controlado, automaticamente e em simultâneo com  a publicidade e notícias regionais, através dum sofisticado sistema de computadores e servidores, com uma autonomia de emissão para mais de 100 dias.
Na “grelha” de programação da RCM incluem-se as notícias nacionais e internacionais, em cadeia com a Antena 1, transmitidas de hora a hora, entre as 8 da manhã e as 23 horas e as notícias locais, de produção própria, às 7.30, 9, 11, 14, 17, 20, 21, 22 e 23 horas.
A RCM não tem na sua programação qualquer espaço vendido a agências ou produtores independentes. A publicidade, predominantemente regional, referente ao comércio, indústria e serviços da zona, é a principal fonte de receita na manutenção da estação emissora e ocupa um pequeno espaço no mapa de emissão, sendo transmitida, de meia em meia hora, em blocos de 2 a 4 minutos, normalmente, entre as 7 e as 23 horas.

Com optimismo e confiança queremos continuar esta caminhada em prol do regionalismo e da nossa terra, na defesa intransigente dos seus interesses e aspirações, a que é bem possível associar a tradição e a cultura, não renegando a história, mas lutando sempre por novas realizações que constituam real progresso, que torne a vida menos difícil e mais bela, nestas terras tão marginalizadas e esquecidas, deste interior profundo, onde, mesmo assim, gostamos e teimamos em querer viver.
Hoje, que estamos integrados na CE, a nossa gente, sem abdicar de usos e costumes, mantendo no essencial as características da vetusta aldeia, reivindica o acesso a uma vida melhor, construindo um futuro risonho, que bem merece.
A nossa cultura popular tem de ser uma mais valia, no contexto da comunidade europeia. O nosso património musical e a riqueza das nossas tradições, devem ganhar, dentro da dinâmica da integração, um espaço próprio, que nos distinga e nos identifique no seio da tão falada “aldeia global” deste velho continente e do Planeta Terra. Com a simplicidade dos lírios do campo se faz a RCM, o som popular ao serviço do regionalismo, tendo assegurado a distinção entre as emissoras suas congéres. Como disse o escritor e poeta Manuel da Fonseca "a Rádio é sempre uma companhia". A força desta Rádio, uma companhia amiga, de muitos que não têm outra companhia, consiste sobretudo em fazer renascer uma forma de "estar no ar" diferente da grande maioria das rádios de hoje, pela tranquilidade que se sente em toda a emissão: tempo para pequenas conversas, notícias da região, músicas que não se ouvem noutras rádios e muita proximidade com os ouvintes, num contributo de serviço público para a coesão social das regiões, rompendo isolamentos e solidões.

A Rádio Clube de Monsanto, no coração da Beira-Baixa, quer ser, cada vez mais, uma "Ponte de Amizade" com as comunidades portuguesas, espalhadas nas sete partidas do mundo e com os povos da Lusofonia, porque temos orgulho da nossa História.
É muito gratificante saber que essas gentes, em paragens tão distantes, se sentem mais próximas de Portugal quando escutam a RCM, uma das poucas ligações afectivas à  sua terra de origem, à  língua, à  música e aos artistas que cantam em português. Graças a esta "Ponte de Amizade" fazemos o longe perto e a vida de saudade dos nossos irmãos da Diáspora , quando em sintonia com a rádio on-line, é mais amenizada, estejam no Canadá, na Austrália ou na Índia.

Desde o ano de 2005  o sítio  www.radiomonsanto.pt  já foi visitado por mais de meio milhão de pessoas de todo o mundo!
Como resultado da recente e sofisticada remodelação operada no sítio mais português de Portugal as nossas páginas da Internet irão receber, por certo, um ainda maior interesse da parte dos milhares de cibernautas espalhados pelos cinco continentes.

Desta forma a Rádio Clube de Monsanto, como uma verdadeira Rádio de Proximidade,  também, com o prestimoso contributo do sítio  www.radiomonsanto.pt  e a sua emissão on-line, quer estar sempre na primeira linha deste combate em prol da Lusitanidade, para que jamais se perca a identidade do nosso povo, de rija têmpera, como rijo é o granito que caracteriza e tipifica a “ Aldeia Mais Portuguesa”, a “Nave de Pedra”, como lhe chamou, em livro, o saudoso escritor e grande amigo de Monsanto, Dr. Fernando Namora.
Para Fernando Namora, que foi um dos sócios fundadores da RCM e um lutador pela defesa da identidade e da cultura do Povo Português, aqui fica a expressão do nosso mais profundo e sentido reconhecimento, envolto numa infinita saudade.
E para sublinhar o exemplo de Fernando Namora a RCM continuará a ser um verdadeiro arauto e a voz dos que não têm voz. Sabemos que alguns não gostam que a RCM toque nas feridas, denuncie situações menos correctas ou mesmo ilegais. Sabemos que, com isso, a emissora está sujeita a perder publicidade junto dos visados ou das pessoas próximas dos atingidos. É por respeito aos ouvintes que a RCM mantém, desde 1985, esta postura de dizer a verdade, doa a quem doer.
Passados que são vinte e quatro anos de actividade radiofónica, somos hoje na realidade da comunicação social regional portuguesa um caso que pode ser encarado como singular.
A RCM é justamente considerada e reconhecida como o maior promotor e difusor de Monsanto e do concelho de Idanha-a-Nova, em todo o mundo e isso nos consola e nos anima a seguir em frente para, em 2010, celebrarmos, com toda a dignidade e orgulho, as "Bodas de Prata".

 14 de Agosto de 2009

FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

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Escrito por LUSA em 2017-09-14 15:54:05

FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

A vila de Alpedrinha, no concelho do Fundão, recebe de sexta-feira a domingo mais uma edição do Chocalhos - Festival dos Caminhos da Transumância, que mantém a aposta na diferenciação e qualidade. "Queremos passar do tempo em que se falava essencialmente no elevado número de participantes para um tempo em que o destaque se prende com a qualidade, a fruição e o grau de satisfação que os visitantes podem tirar da variadíssima oferta que se lhes apresenta", referiu, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes. Organizado em parceria pela autarquia e pela Junta de Freguesia de Alpedrinha, este festival dedica grande atenção à temática da pastorícia e à rota que, outrora, os pastores tinham de fazer para procurarem novas pastagens para os rebanhos. Uma tradição que todos os anos é recriada neste festival, com a realização de uma caminha acompanhada por um rebanho e na qual se faz a ligação entre o Fundão e Alpedrinha, percorrendo um trilho da Serra da Gardunha, que este ano foi dizimada por um violento incêndio.

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CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

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Escrito por MadreMedia / Lusa em 2017-09-12 13:45:25

CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

Os arquitectos e antigos escuteiros Pedro Ferreira e Helena Vieira são os autores do projecto da nova capela construída no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE), no Monte Trigo, em Idanha-a-Nova. "Para além do formato de tenda, as formas apontam também para o próprio lenço escutista e o modo como este assenta no pescoço", explica, em comunicado, Helena Vieira. A arquitecta realça ainda os sentimentos potenciados pelo lugar: "A protecção, o encontro, o silêncio perante a paisagem, tudo é espectacular perante este sistema de vistas tão interessante". O projecto pretende valorizar o ambiente intimista do local, aliado ao espírito escutista de comunhão com a natureza, sendo que a nova capela encontra-se no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE) em Idanha-a-Nova e teve a sua cerimónia de dedicação durante o 23.º acampamento nacional de escuteiros (ACANAC). Este novo templo, dedicado a Nossa Senhora de Fátima, assenta numa estrutura de madeira, símbolo também das construções dos escuteiros, protegida apenas por um revestimento em zinco escuro.

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FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2017-09-12 13:43:53

FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

Idanha-a-Nova recebe até 17 de setembro mais uma edição do Festival de Teatro Ajidanha. Aproximar a cultura do público continua a ser a aposta deste festival, com a realização de espectáculos em palcos espalhados por Idanha-a-Nova, nomeadamente na sede de concelho, em Medelim, na Aldeia de Santa Margarida, em São Miguel D’Acha e no Ladoeiro. Serão apresentadas nove peças de sete companhias oriundas da Madeira, Esposende, Esmoriz, Lagos, Pombal, da Galiza e de Lanzarote. Destaque ainda para o concerto musical de abertura e para a exibição do filme “O Canto do Galo”, do realizador Ramón de los Santos. A segunda semana do festival prossegue com "O Anexo" (Ajidanha) dia 11 em Idanha-a-Nova; "Até ao Canto do Galo" (filme de Ramón de los Santos) dia 12 em Idanha-a-Nova; "La Novia de D. Quixote" (EME2) dia 13 em Idanha-a-Nova; "Posta de Leitão" (stand-up comedy) dia 14 na Aldeia de Santa Margarida; "Gaviotas Subterraneas" (Comik Teatro) dia 15 em Idanha-a-Nova; "As Minhas Sogras" (Teatro Renascer de Esmoriz) dia 16 no Ladoeiro; e "O Lobo Vermelho" (Teatro Experimental de Lagos) dia 17 em São Miguel D'Acha. O Festival de Teatro da Ajidanha é uma organização conjunta da Ajidanha e da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, com o apoio das freguesias que recebem os espectáculos. O programa completo está disponível na internet em: www.ajidanha.com.

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INSCRIÇÕES ABERTAS NA ACADEMIA DE ARTES CATARINA CHITAS

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Escrito por RCM em 2017-09-07 14:04:39

INSCRIÇÕES ABERTAS NA ACADEMIA DE ARTES CATARINA CHITAS

Em Idanha-a-Nova, estão abertas as inscrições na Academia de Artes Catarina Chitas. O projecto é gratuito e desenvolvido pela Filarmónica Idanhense em parceria com a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.  Em termos de Teoria Musical, poderá inscrever-se em aulas de Formação Musical (todas as idades), Informática Aplicada à Música (todas as idades), Música Tradicional (todas as idades), Iniciação Rítmica (dos 2 aos 5 anos) e Musicalização Infantil (dos 0 aos 5 anos).  Há ainda disciplinas dedicadas a instrumentos: Sopros (flauta, clarinete, saxofone, trompete, trompa, trombone e tuba), Percussão (bateria e glockenspiel), Cordas (guitarra clássica e cavaquinho) e Instrumentos Tradicionais (viola beiroa, palheta e adufe).   As aulas começam no dia 25 de setembro.  Pode obter mais informações através do e-mail geral@filarmonicaidn.com ou do telefone 926 938 535.

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OBRIGADO A TODOS QUE, COM EMPENHO E AMOR, VOTARAM EM MONSANTO

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Escrito por RCM em 2017-09-04 12:04:27

OBRIGADO A TODOS QUE, COM EMPENHO E AMOR, VOTARAM EM MONSANTO

As aldeias de Dornes, Sistelo, Fajã dos Cubres, Piódão, Castelo Rodrigo, Monsaraz e Rio de Onor foram, na noite de ontem domingo, as vencedoras do concurso Sete Maravilhas de Portugal. A organização da iniciativa revelou, numa cerimónia no Piódão, no concelho de Arganil (distrito de Coimbra), transmitida pela RTP, as sete vencedoras, das 14 finalistas, duas por categoria: Dornes na categoria de Aldeias Ribeirinhas, Sistelo de Aldeias Rurais, Fajã dos Cubres de Aldeias de Mar, Piódão na categoria de Aldeias Remotas, Castelo Rodrigo de Aldeias Autênticas, Monsaraz na categoria de Aldeias Monumento e Rio de Onor de Aldeias em Áreas Protegidas. PARABÉNS ÁS ALDEIAS VENCEDORAS. A edição das Sete Maravilhas dedicada às aldeias portuguesas teve como objectivo promover o património histórico, natural e gastronómico. INDEPENDENTEMENTE DESTE E DOUTROS CONCURSOS, MONSANTO CONTINUARÁ SEMPRE A SER A ALDEIA MAIS PORTUGUESA – VERDADEIRO MONUMENTO NATURAL DA HUMANIDADE, COM JUSTO RECONHECIMENTO NACIONAL E INTERNACIONAL.

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