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FESTIVAL DE FOLCLORE EM IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM / Diário Digital Castelo Branco em 2014-06-19 14:07:17

FESTIVAL DE FOLCLORE EM IDANHA-A-NOVA

O auditório exterior do Centro Cultural Raiano esteve praticamente cheio no passado sábado, onde teve lugar o XIII Festival de Folclore de Idanha-a-Nova. A noite foi marcada pelo regresso aos palcos dos antigos tocadores e dançarinos do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova, inactivo há cerca de 20 anos. O festival foi organizado pelo Grupo de Adufeiras do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova. A presidente do grupo, Manuela Catana, referiu que o evento procurou “sensibilizar e incentivar os jovens e a população em geral a defender, preservar e valorizar o folclore da vila de Idanha-a-Nova”. O presidente da Câmara Municipal, Armindo Jacinto, enalteceu a grande riqueza etnográfica e etnológica do concelho de Idanha-a-Nova. O autarca afirmou que essa mesma riqueza dá suporte à candidatura que o município vai apresentar à Rede de Cidades Criativas da Unesco, na vertente da Música. Até ao final de Março do próximo ano deverá ser submetida a candidatura, que vai ter o adufe como símbolo.

ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS SÃO A CAUSA DE DOENÇAS DEGENERATIVAS MODERNAS

Escrito por RCM/ Lusa em 2014-06-18 12:57:58

ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS SÃO A CAUSA DE DOENÇAS DEGENERATIVAS MODERNAS

Os alimentos industrializados são apontados como causa de algumas das doenças degenerativas modernas, como o cancro, a diabetes ou as falhas cardiovasculares, defendem alguns especialistas da área da saúde e nutrição contactados pela agência Lusa. «Há alimentos que tendem a criar distúrbios ou deficiências» no organismo humano, avança Francisco Varatojo, director do Instituto Macrobiótico de Portugal (IMP), que pretende promover a saúde e desenvolvimento, elencando «os lacticínios, a carne, o açúcar e os produtos químicos e refinados». No dia em que se realiza em Lisboa o seminário «Nutrição: Factos e Mitos», Francisco Varatojo explicou à Lusa que estes alimentos são difíceis de metabolizar pelo organismo, defendendo que se devia «parar de os ingerir ou reduzir drasticamente a sua ingestão», não apenas «por razões de saúde, mas também por questões ambientais e sociais».

FARMÁCIA DE MONSANTO EM RISCO DE FECHAR OU DE SER DESLOCALIZADA

Escrito por RCM em 2014-06-16 12:45:16

FARMÁCIA DE MONSANTO EM RISCO DE FECHAR OU DE SER DESLOCALIZADA

A detentora do alvará das farmácias de Monsanto e de Idanha-a-Nova diz que a actual situação financeira é insustentável. Marta Tavares refere que a farmácia desta aldeia histórica está a retirar todo o lucro à farmácia de Idanha-a-Nova e que por isso tem de ser tomada uma decisão o mais rápido possível ou então a única solução é mesmo fechar as portas. A detentora do alvará da farmácia monsantina disse à RCM que apenas com os habitantes de Monsanto a farmácia não é viável economicamente e acredita que a última hipótese é a deslocalização para um sítio que possa ser acessível para os habitantes de outras localidades, como o Salvador ou Penha Garcia. Em Monsanto as opiniões estão divididas quanto a uma eventual deslocalização da farmácia local.  A autarquia diz que nada está decidido quanto ao local escolhido, mas parece certo que a farmácia vai mesmo ser deslocalizada eventualmente para um pré-fabricado, que será construído e instalado na Eugénia, Monsanto. A escolha deste local está a gerar diferentes opiniões entre os habitantes desta aldeia.      

IDANHA-A-NOVA: ALUNOS USAM ARTE URBANA CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Escrito por RCM/ Lusa em 2014-06-12 15:34:13

IDANHA-A-NOVA: ALUNOS USAM ARTE URBANA CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Os alunos das escolas de Idanha-a-Nova inauguraram esta semana um mural de arte urbana contra a violência. A ideia passa por sensibilizar toda a população para as questões da violência doméstica e de género. "Esta iniciativa faz parte do projecto 'Muda-te', cujo objectivo é sensibilizar a comunidade escolar e a população em geral para a prevenção da violência doméstica e de género", disse à agência Lusa Antónia Silvestre, da Coolabora. O mural de arte urbana contra a violência inaugurado no Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, é o culminar de um processo que envolveu os alunos da Escola Profissional da Raia de Idanha-a-Nova (Eprin) e do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro.    

MONSANTO: AUTARQUIA INAUGURA REQUALIFICAÇÂO DO COMPLEXO ESCOLAR

Escrito por RCM em 2014-06-10 19:26:03

MONSANTO: AUTARQUIA INAUGURA REQUALIFICAÇÂO DO COMPLEXO ESCOLAR

“Com os olhos postos no futuro” a câmara de Idanha-a-Nova inaugurou esta segunda-feira a requalificação do complexo escolar de Monsanto para dar melhores condições aos futuros habitantes desta aldeia histórica. Armindo Jacinto diz que a autarquia de Idanha está a apostar nas crianças que amanhã serão os futuros decisores políticos, sociais e culturais. A fachada do edifício foi requalificada, o mesmo aconteceu com o interior da escola. As casas de banho foram adaptadas às necessidades dos mais pequenos e foi construído um parque infantil no exterior do edifício.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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