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TRADIÇÕES DE IDANHA-A-NOVA NA CATEDERAL DE MANCHESTER

Escrito por RCM / Diário Digital Castelo Branco em 2014-06-27 12:29:25

TRADIÇÕES DE IDANHA-A-NOVA NA CATEDERAL DE MANCHESTER

A exposição “Mulheres do Meu País”, da artista Cristina Rodrigues, vai ser inaugurada no próximo dia 3 de Julho na Catedral de Manchester, no Reino Unido, onde permanecerá aberta ao público até 21 de Setembro. É composta por três instalações de arte contemporânea inspiradas pelas tradições de Idanha-a-Nova, produzidas em colaboração com artesãs do concelho e com portuguesas a residir no Reino Unido. Serão exibidas as obras “A Manta”, "A Rainha" e "Enlightenment”. A primeira é a instalação mais icónica da artista, sendo feita de adufes unidos com coloridas fitas de seda entrançadas e renda portuguesa. "A Rainha" é definida por Cristina Rodrigues como um tributo ao sublime na mulher. Utiliza as flores em papel características de Aldeia de Santa Margarida e irá coroar a entrada da Catedral de Manchester que tradicionalmente é reservada à Rainha de Inglaterra. "Enlightenment", a mais recente criação da artista, será estreada nesta exposição.    

PROGRAMA CINEMA PORTUGUÊS EM MOVIMENTO VAI LEVAR FILMES AO INTERIOR DO PAÍS

Escrito por RCM em 2014-06-26 14:44:46

PROGRAMA CINEMA PORTUGUÊS EM MOVIMENTO VAI LEVAR FILMES AO INTERIOR DO PAÍS

O ciclo Cinema Português em Movimento vai voltar a percorrer no verão as aldeias e vilas do interior do país para «levar a cultura às populações mais isoladas», afirmou o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier. Este ano, a iniciativa engloba onze autarquias entre as quais estão, Idanha-a-Nova, Penamacor, Sabugal, Mêda e Oleiros. Durante o verão, quarenta localidades destes onze municípios no interior do país vão receber sessões de cinema com «dez filmes nacionais e uma curta-metragem alusiva aos 40 anos do 25 de Abril», exibidas ao ar livre e gratuitas. A programação inclui películas como «Amália - O Filme», «Aquele Querido Mês de Agosto», «Fados» ou «A Bela e o Paparazzo».

DISTRITO DE CASTELO BRANCO PERDE 11 ESCOLAS NO PRÓXIMO ANO LECTIVO

Escrito por RCM em 2014-06-25 15:59:16

DISTRITO DE CASTELO BRANCO PERDE 11 ESCOLAS NO PRÓXIMO ANO LECTIVO

Na lista dos estabelecimentos de ensino básico que o Ministério da Educação pretende que não abram no próximo ano lectivo, estão onze escolas do distrito de Castelo Branco. Desta lista fazem parte as escolas de Relva em Monsanto, Aldeia do Bispo em Penamacor, Cebolais de Cima e Freixial em Castelo Branco, Barco e Erada na Covilhã, Maçainhas, Carvalhal Formoso e Colmeal da Torre em Belmonte e Serra de São Domingos na Sertã. Em vários concelhos, os presidentes das câmaras municipais garantem no entanto que algumas escolas não fecham. Já os Sindicatos apelam à luta enquanto houver “escolas que não podem encerrar”.    

TRIBUNAL INDEFERIU PROVIDÊNCIA DA QUERCUS SOBRE NAVEGABILIDADE NO TEJO INTERNACIONAL

Escrito por RCM em 2014-06-24 21:07:51

TRIBUNAL INDEFERIU PROVIDÊNCIA DA QUERCUS SOBRE NAVEGABILIDADE NO TEJO INTERNACIONAL

O Supremo Tribunal Administrativo de Lisboa indeferiu a providência cautelar interposta pela associação ambientalista Quercus para impedir a navegabilidade durante todo o ano no Parque Natural do Tejo Internacional (PNTI). Samuel Infante explicou que a associação ambientalista "não concorda com esta interpretação [do Tribunal] e já recorreu". A Quercus avançou, no final de Março, com uma providência cautelar para impedir a navegabilidade durante todo o ano no PNTI, sobretudo durante o período de nidificação da cegonha preta que está agora a decorrer. Esta acção tinha como objectivo tentar parar uma resolução do Conselho de Ministros do final de 2013, que introduz alterações que, do ponto de vista da associação ambientalista, "violam a legislação".      

FEIRA DOS SABORES DO TEJO EM VILA VELHA DE RODÃO

Escrito por RCM em 2014-06-23 17:10:41

FEIRA DOS SABORES DO TEJO EM VILA VELHA DE RODÃO

A Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão realiza esta semana a «Feira dos Sabores do Tejo», um evento mais institucional, com cerca de 120 expositores de qualidade tendo em conta o melhor que se produz na região. Tudo sempre com um ponto em comum, o rio Tejo. O mote é «Sentir o Rio e Viver a Terra» e a Feira decorrerá entre os dias 27 e 29 de Junho. Serão apresentadas várias áreas, actividades, serviços, produtos relacionados com o Tejo e com a produtividade e a animação que ele gera. A Feira ganhou uma dinâmica mais abrangente que pretende envolver a família, aliando o melhor dos expositores, da animação infantil e dos artistas musicais. São várias as actividades que decorrerão em paralelo de forma a potenciar ao máximo a Feira e a Região.    

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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