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ARMINDO JACINTO REELEITO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM em 2017-10-01 22:07:06

ARMINDO JACINTO REELEITO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE IDANHA-A-NOVA

Sem qualquer surpresa Armindo Jacinto, candidato do PS ao município de Idanha, foi reeleito com uma maioria esmagadora e arrasadora para a continuação do seu trabalho à frente da edilidade. De realçar que com esta votação o partido socialista conseguiu, assim, um dos melhores resultados de sempre nesta câmara raiana, conquistando 4 vereadores em 5 lugares. Relembramos que, já nas últimas eleições, Idanha passou de 7 para apenas cinco vereadores, como penalização pela perda de habitantes no concelho. O PSD elegeu um vereador.  

A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

Escrito por LUSA em 2017-09-25 12:05:59

A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está pessimista e "muito preocupado com o panorama do jornalismo em Portugal" e aconselhou cuidado numa eventual intervenção do Estado a apoiar os 'media' em crise.   O debate era sobre o futuro do jornalismo, e decorreu no passado sábado, nos jardins do Palácio de Belém, em Lisboa, numa conversa entre jornalistas, Clara Ferreira Alves, Isabel Lucas e Paulo Moura, moderada por outro jornalista, Carlos Vaz Marques.   Sentado na quinta fila, entre a assistência, Marcelo Rebelou de Sousa pediu a palavra para fazer uma intervenção em que alertou para os muitos riscos que o jornalismo atravessa, seja por culpa das novas tecnologias, da crise económica ou das transferências para estrangeiros de empresas portuguesas.   Assistiu-se, enumerou, à "multiplicação" e "à morte das rádios locais", as que não se associaram "em cadeias", à crise da imprensa não diária, à da imprensa diária e, mais recente, à das televisões.   A última crise económica, admitiu, "teve efeitos devastadores", o negócio no ‘online’ nem a TV por cabo, por exemplo, compensou as perdas nos media tradicionais.   Marcelo Rebelo de Sousa apontou uma dificuldade para Portugal, que não dispõe de muitas fundações, ou mecenas, que apoiem o jornalismo.   E recordou a precarização, os baixos ordenados e perda de condições e meios dos jornalistas e das redacções ao longo dos últimos anos.   Chegados aqui, disse o Presidente, "a situação é crítica", em que se chega a admitir, como aconteceu durante o debate, com Clara Ferreira Alves e Paulo Moura, que o Estado tenha um papel de apoio à comunicação social em crise.   Pode chegar-se a "situações que não são boas para a democracia", face à "degradação ou esvaziamento do papel do jornalismo", alertou.   Em primeiro lugar, devem ser os jornalistas a tentar dar respostas ao problema, mas depois "há uma responsabilidade pública, do poder político, em si mesmo".   Uma responsabilidade que, acrescentou, pode ser feita "com todas as precauções". "Porque quando o poder político é chamado a intervir não resiste a intervir com uma mão pesada. E a pretexto de salvar a liberdade, pode não o fazer", afirmou, entre sorrisos, embora tenha dado o bom exemplo da RTP, em que o Estado está presente "respeitando o pluralismo e a liberdade de informação".   Em todo este processo de crise, a transferência para mãos estrangeiras de empresas portuguesas, sejam ou não de comunicação social, também tem as suas implicações. Implicações que, exemplificou, chegam à comunicação social "pela via publicitária ou pela via da influência nos operadores ou por influência da disputa da propriedade da comunicação social".   O problema é mais vasto, deve implicar o empenhamento dos jornalistas e da sociedade em geral e Marcelo Rebelo de Sousa expressa algum pessimismo.   "Temo que, a não generalizar-se o debate e a não ser levado a sério pelos jornalistas e pela sociedade como um todo, se chegue muito tarde", disse, e terminou a sua intervenção com a frase "era só isto que eu queria dizer".   LUSA  

FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

Escrito por LUSA em 2017-09-14 15:54:05

FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

A vila de Alpedrinha, no concelho do Fundão, recebe de sexta-feira a domingo mais uma edição do Chocalhos - Festival dos Caminhos da Transumância, que mantém a aposta na diferenciação e qualidade. "Queremos passar do tempo em que se falava essencialmente no elevado número de participantes para um tempo em que o destaque se prende com a qualidade, a fruição e o grau de satisfação que os visitantes podem tirar da variadíssima oferta que se lhes apresenta", referiu, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes. Organizado em parceria pela autarquia e pela Junta de Freguesia de Alpedrinha, este festival dedica grande atenção à temática da pastorícia e à rota que, outrora, os pastores tinham de fazer para procurarem novas pastagens para os rebanhos. Uma tradição que todos os anos é recriada neste festival, com a realização de uma caminha acompanhada por um rebanho e na qual se faz a ligação entre o Fundão e Alpedrinha, percorrendo um trilho da Serra da Gardunha, que este ano foi dizimada por um violento incêndio.

CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

Escrito por MadreMedia / Lusa em 2017-09-12 13:45:25

CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

Os arquitectos e antigos escuteiros Pedro Ferreira e Helena Vieira são os autores do projecto da nova capela construída no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE), no Monte Trigo, em Idanha-a-Nova. "Para além do formato de tenda, as formas apontam também para o próprio lenço escutista e o modo como este assenta no pescoço", explica, em comunicado, Helena Vieira. A arquitecta realça ainda os sentimentos potenciados pelo lugar: "A protecção, o encontro, o silêncio perante a paisagem, tudo é espectacular perante este sistema de vistas tão interessante". O projecto pretende valorizar o ambiente intimista do local, aliado ao espírito escutista de comunhão com a natureza, sendo que a nova capela encontra-se no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE) em Idanha-a-Nova e teve a sua cerimónia de dedicação durante o 23.º acampamento nacional de escuteiros (ACANAC). Este novo templo, dedicado a Nossa Senhora de Fátima, assenta numa estrutura de madeira, símbolo também das construções dos escuteiros, protegida apenas por um revestimento em zinco escuro.

FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM em 2017-09-12 13:43:53

FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

Idanha-a-Nova recebe até 17 de setembro mais uma edição do Festival de Teatro Ajidanha. Aproximar a cultura do público continua a ser a aposta deste festival, com a realização de espectáculos em palcos espalhados por Idanha-a-Nova, nomeadamente na sede de concelho, em Medelim, na Aldeia de Santa Margarida, em São Miguel D’Acha e no Ladoeiro. Serão apresentadas nove peças de sete companhias oriundas da Madeira, Esposende, Esmoriz, Lagos, Pombal, da Galiza e de Lanzarote. Destaque ainda para o concerto musical de abertura e para a exibição do filme “O Canto do Galo”, do realizador Ramón de los Santos. A segunda semana do festival prossegue com "O Anexo" (Ajidanha) dia 11 em Idanha-a-Nova; "Até ao Canto do Galo" (filme de Ramón de los Santos) dia 12 em Idanha-a-Nova; "La Novia de D. Quixote" (EME2) dia 13 em Idanha-a-Nova; "Posta de Leitão" (stand-up comedy) dia 14 na Aldeia de Santa Margarida; "Gaviotas Subterraneas" (Comik Teatro) dia 15 em Idanha-a-Nova; "As Minhas Sogras" (Teatro Renascer de Esmoriz) dia 16 no Ladoeiro; e "O Lobo Vermelho" (Teatro Experimental de Lagos) dia 17 em São Miguel D'Acha. O Festival de Teatro da Ajidanha é uma organização conjunta da Ajidanha e da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, com o apoio das freguesias que recebem os espectáculos. O programa completo está disponível na internet em: www.ajidanha.com.

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FAMÍLIA PAULOURO SAI DO “JORNAL DO FUNDÃO”

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Escrito por RCM em 2018-04-22 12:51:56

FAMÍLIA PAULOURO SAI DO “JORNAL DO FUNDÃO”

Na quinta-feira, 12 de Abril, a família Paulouro vendeu à Global Media Group os 39% de capital que mantinha no Jornal do Fundão (JF). Termina, deste modo, a história ímpar de uma publicação, nascida em 1946, que, pela defesa da Beira interior e, sobretudo, pela qualidade dos seus suplementos culturais, teve uma dimensão nacional e de referência na luta contra a ditadura. Há tempos calaram a Rádio Jornal do Fundão...por sinal ligada, directa ou indirectamente, ao mesmo grupo. ………………………………………… “Agora, pela primeira vez, a família de António Paulouro deixará, com mágoa, de ter qualquer responsabilidade nos destinos do “Jornal do Fundão”, que configura um património inestimável na história da imprensa portuguesa. Termina um ciclo de 72 anos.” Aqui fica o nosso muito sincero abraço solidário.

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DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

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Escrito por RCM em 2018-04-17 18:56:45

DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

PATRIMÓNIO CULTURAL E TURISMO SUSTENTÁVEL DE GERAÇÃO PARA GERAÇÃO   O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que se celebra a 18 de Abril, este ano tem como tema “Conhecer, Explorar, Partilhar”, pretende promover os monumentos e sítios históricos e valorizar o património português, ao mesmo tempo que tenta alertar para a necessidade da sua conservação e protecção. Em cada terra, erguem-se monumentos que nos levam para as nossas origens, para as nossas raízes.  Castelos, muralhas, pelourinhos, pontes, museus, igrejas, alminhas e casas senhoriais dão forma e beleza a tantos povos espalhados nas encostas, nas planícies e nos vales de um território tão esquecido.  “Património Cultural e Turismo Sustentável” é o desafio do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que se assinala, na quarta-feira, 18 de Abril de 2018. A data pretende promover os monumentos e sítios históricos e valorizar o património português, ao mesmo tempo que tenta alertar para a necessidade da sua conservação e protecção. Instituída a 18 de Abril de 1982 pelo ICOMOS – Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios, uma associação de profissionais da conservação do património, esta data foi aprovada pela UNESCO em 1983.  

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MONSANTO ELEITO DESTINO CINCO ESTRELAS

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Escrito por RCM em 2018-04-14 20:38:50

MONSANTO ELEITO DESTINO CINCO ESTRELAS

A aldeia histórica de Monsanto foi distinguida com o galardão Portugal Cinco Estrelas, que visa premiar o que de melhor existe no país, desde marcas empresariais aos ícones do património nacional. O galardão foi entregue a 12 de Abril em Lisboa, numa gala no Teatro Thalia, e recebido por Armindo Jacinto, Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova. “Este é mais um reconhecimento de Monsanto como destino de excelência, a somar a outros igualmente espontâneos como a eleição de Monsanto nas 30 aldeias e vilas mais bonitas da Europa por 300 profissionais da Associação de Agências de Viagem do Japão ou a reportagem elogiosa que a BBC dedica este mês a Monsanto”, refere Armindo Jacinto. Após as distinções internacionais que Monsanto tem merecido nos últimos anos, o reconhecimento acontece agora também no mercado interno. O prémio Cinco Estrelas vem reforçar o prestígio e a notoriedade de Monsanto, mas também do concelho de Idanha-a-Nova e do território do Geopark Naturtejo – Geoparque Mundial da UNESCO, que tem na “Aldeia Mais Portuguesa” um dos seus principais ícones. Esta foi a primeira edição do galardão Portugal Cinco Estrelas, criado para distinguir os principais recursos patrimoniais que caracterizam e valorizam o nosso país e o tornam num destino verdadeiramente cinco estrelas, bem como as marcas exclusivamente de origem portuguesa. Monsanto foi um dos vencedores ao nível do património nacional, na categoria “Aldeias e Vilas”, após mais de 200 mil votos online.

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RECONHECIMENTO E GRATIDÃO

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Escrito por rcm em 2018-04-06 10:58:10

RECONHECIMENTO E GRATIDÃO

RECONHECIMENTO E GRATIDÃO EM MONSANTO...Vale mais tarde do que nunca... Maria Leonor Carvalhão Buescu (1932-1999), investigadora, ensaísta e professora universitária, foi homenageada, a título póstumo, com a atribuição do seu nome a um largo em Monsanto, sua terra natal. A cerimónia teve lugar no passado dia 31 de Março, reunindo familiares e amigos num largo junto da casa onde residiram os seus falecidos pais. Pelo seu trabalho em prol da cultura portuguesa, o nome desta Monsantina, já há muito que também faz parte da toponímia de Lisboa e da Amadora.  

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PALESTRA " A CULTURA CELTA NA BEIRA BAIXA"

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Escrito por RCM em 2018-04-02 16:19:08

PALESTRA

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