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FESTIVAL SALVA A TERRA DE VOLTA

Escrito por RCM em 2015-06-21 16:41:17

FESTIVAL SALVA A TERRA DE VOLTA

2 A 5 DE JULHO. ................................São 4 dias de muita música, cultura, natureza, consciencialização ambiental, workshops, conferências e muita animação na freguesia de Salvaterra do Extremo, no concelho de Idanha-a-Nova. É a prioridade da organização manter a qualidade nas actividades, concertos, conferências e workshops do Salva a Terra, pelo que a lotação será mais uma vez limitada a 1000 bilhetes gerais! As receitas obtidas revertem a 100% para o CERAS - Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens -, fazendo do Eco Festival Salva a Terra o seu principal mecenas. Mais informações em http://salvaterra.pt/bilhetes.htm

VIAGEM LITERÁRIA FERNANDO NAMORA - 20 de Junho, sábado

Escrito por Elsa Ligeiro em 2015-06-17 15:37:40

VIAGEM LITERÁRIA FERNANDO NAMORA - 20 de Junho, sábado

A Alma Azul e a Casa Museu Fernando Namora organizam uma Viagem Literária entre Condeixa-a-Nova e Monsanto com a obra e a vida de Fernando Namora como tema. A Viagem Literária Fernando Namora visitará Tinalhas, Idanha-a-Velha, Penha Garcia e Monsanto, onde o percurso pela casa onde viveu o autor de Retalhos da Vida de Um Médico e o seu consultório será comentado pelo Director da Rádio Clube de Monsanto, Professor Joaquim Manuel da Fonseca. Fernando Namora nasceu a 15 de Abril de 1919, em Condeixa. Formou-se em Medicina na Universidade de Coimbra e é já como clínico que se estabelece em Tinalhas, Castelo Branco, em 1943. Em Outubro de 1944, assume funções de Médico Municipal em Monsanto, aldeia que marcará a obra literária de Fernando Namora. Será com a escrita, a que se dedica desde jovem, que influenciará a vida cultural portuguesa, com livros de grande sucesso como “Deuses e Demónios da Medicina”, “Domingo à Tarde”, “Retalhos da Vida de Um Médico”, “O Trigo e o Joio” e “O Rio Triste”, entre outros, e com muitas destas obras a serem adaptadas ao cinema e à televisão. O seu prestígio e reconhecimento no Brasil, e outros países, marcam a sua carreira literária, pela qual recebe inúmeros prémios nacionais e internacionais. Em 1981, é proposto para o Prémio Nobel da Literatura. Fernando Namora morre em Lisboa aos 69 anos, no dia 31 de Janeiro de 1989. A Viagem Literária Fernando Namora está integrada no programa Património Cultural, do projecto Em Nome da Beira, que a Alma Azul desenvolve desde Outubro de 2014, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova. ................................................................ A Rádio Clube de Monsanto, que se orgulha ter tido o saudoso Amigo Dr. Fernando Namora como seu ilustre Sócio Fundador, tem elevada honra em poder receber e saudar esta distinta comitiva de mais de meia centena de admiradores de tão insigne Humanista e Escritor, que muito amou e divulgou a Aldeia Mais Portuguesa, no país e no mundo.

RÁDIO CLUBE DE MONSANTO – O SOM POPULAR HÁ 30 ANOS CONSIGO A DIVULGAR MONSANTO E A REGIÃO EM PORTUGAL E NO MUNDO

Escrito por RCM em 2015-06-08 09:47:54

RÁDIO CLUBE DE MONSANTO – O SOM POPULAR HÁ 30 ANOS CONSIGO A DIVULGAR MONSANTO E A REGIÃO EM PORTUGAL E NO MUNDO

Foi no dia 8 de Junho de 1985 que começaram as primeiras emissões experimentais da Rádio Clube de Monsanto. Como prioridades a defesa e a promoção da Música Portuguesa e dos valores tradicionais. Por vezes contra “velhos do Restelo”, mas sempre vencendo os “ventos e marés” da inqualificável mesquinhez de alguns.... A divulgação do riquíssimo Património Musical Nacional é justo orgulho da emissora da “Aldeia Mais Portuguesa”. A Mensagem da Portugalidade, transmitida pela Antena altaneira da RCM, é nobre e querida companhia de boas e de más horas para milhares de ouvintes nos cinco continentes, e, especialmente para os Portugueses da Diáspora.  

RÁDIO CLUBE DE MONSANTO NA TERRA SANTA

Escrito por RCM em 2015-03-20 12:05:05

RÁDIO CLUBE DE MONSANTO NA TERRA SANTA

HÁ AINDA ALGUMAS VAGAS ....................................... A RCM informa que deseja assinalar os seus 30 anos de actividade radiofónica num local muito especial: em Jerusalém. Nessa actividade cultural e religiosa à Terra Santa, de 10 a 17 de Agosto de 2015, pretende a RCM levar não apenas quarenta amigos, mas sim cinquenta, face à vontade manifestada por aderentes de última hora. Serão acompanhados pelo senhor Cónego António Rego, prestigiado jornalista e produtor de programas religiosos em diversos órgãos da comunicação social (nomeadamente na TVI). O preço é de 1.495 euros, com facilidade de pagamento em duas prestações, tudo incluindo: viagens, hotéis de primeira categoria, refeições e visitas a Telavive, Jaffa, Cesareia, Nazaré, Haifa, Cana, Cafarnaum, Belém, Monte Tabor, Jericó, Mar Morto, Jerusalém e outros sítios Sagrados.  A primeira prestação, de 495 euros, é paga no acto da inscrição e a segunda prestação poderá ser paga até 1 de Julho.  Para mais informações os interessados podem ligar para o telefone 277 314 415 ou para o telemóvel 969 216 305, ou escrever para a  Rádio Clube de Monsanto, Rua dos Cebolinhos, n.º 4 - 6060-091 MONSANTO IDN  ou contactar-nos pelo e-mail: geral@radiomonsanto.pt

CONCURSO DE FOTOGRAFIA - PRIMAVERA NA MALCATA

Escrito por RCM em 2015-03-09 18:58:21

CONCURSO DE FOTOGRAFIA - PRIMAVERA NA MALCATA

A Câmara Municipal de Penamacor, em colaboração com a Reserva Natural da Serra da Malcata, vai levar a efeito o evento PRIMAVERA NA MALCATA. A iniciativa irá decorrer entre 27 de Abril e 3 de Maio e, a seu tempo, brevemente, daremos a conhecer em pormenor as diversas acções, que certamente constituirão aliciantes suficientes para uma passagem por Penamacor, ou até, quem sabe, para a estadia de uma semana. Para já fica o desafio aos fotógrafos: é concorrer! Veja o regulamento aqui:  http://www.cm-penamacor.pt/00_malcata/pmalcata.html  

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CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

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Escrito por RCM em 2019-08-14 10:02:29

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985   BEM HAJA A TODOS OS AMIGOS DA RCM POR TANTA SIMPATIA E CARINHO   QUEREMOS CONTINUAR A SER A SUA COMPANHIA AMIGA   Fazer Rádio não é tarefa fácil, especialmente em comunidades onde todos se conhecem e onde os órgãos de comunicação social dependem, em maior ou menos grau, dos poderes instituídos, tantas vezes merecedores de reparo. Há até quem calcule os apoios, os louvores e a colaboração com a Rádio em função das referências elogiosas ou críticas. A RCM tem sabido, ao longo destes trinta e quatro anos ao serviço do concelho de Idanha-a-Nova e da região, resistir à tentação de se amesendar à conta do orçamento. Não queremos nenhuma medalha. “Dar medalhas a toda a gente tira o valor da medalha e tira o valor a quem a recebe”…Os exemplos recentes de condecorados escandalosamente devem levar-nos a meditar no verdadeiro país em que vivemos. Sabemos que certos senhores não gostam do nosso sentido crítico, que consideramos próprio do acto comunicativo. Informar não é apenas dizer. É também valorar, ajuizar… Em democracia todos têm direito a pensar pela sua própria cabeça. E este direito de cidadania não pode ser negado por aqueles que detêm, ainda que por algum tempo, o poder, seja ele político, económico ou religioso. Esta Estação Emissora teve, desde sempre, uma situação financeira frágil, agravada pela crise dos últimos tempos.  Nunca nos hipotecámos ou prostituímos e chegámos até aos dias de hoje cumprindo todos os compromissos e não devemos um cêntimo a ninguém.  Na actual conjuntura a nossa Emissora não reúne condições económicas para comprar foguetes e festejar mais um ano de vida. Assinalamos a passagem singela de mais um aniversário sem euforia, entremeada sim de preocupações sociais sem conta. Mas, mesmo contra ventos e marés, estamos animados a seguir em frente, pois esta emissora tem sido erguida, desde 1985, com um esforço ímpar sobre o milenário granito das serenas paisagens da Campina da Idanha.   Vamos continuar a ser um baluarte forte das coisas e dos valores verdadeiramente portugueses. Claro que o futuro da RCM depende, fundamentalmente, daquilo que os ouvintes e anunciantes forem capazes de dar ao seu Rádio Clube. Estamos confiantes de que o merecido e justo apoio não faltará, para bem da região e desta voz independente e livre. Não nos calaremos contra as injustiças e o abandono destas terras e gentes tão marginalizadas por parte dos “donos disto tudo”. A nossa luta não pára e a RCM quer continuar a ser a sua companhia amiga. Contamos, mais uma vez, com a sua ajuda, para que ninguém ouse calar esta voz popular ao serviço do regionalismo.

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AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

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Escrito por RCM em 2019-07-14 14:24:24

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

CONTRA OS VAMPIROS DAS RÁDIOS LOCAIS LUTAR, LUTAR.   RÁDIO CLUBE DE MONSANTO - HÁ 34 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO, DA MÚSICA PORTUGUESA E DA MARCA IDANHA, NO PAÍS E NO MUNDO - INSTITUIÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO, SEM QUALQUER SUBSÍDIO DO ESTADO...   Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. O Estado Português não financia nem apoia as rádios! Sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências, taxas e taxinhas!  Até nos tempos de Antena somos excluídos pelo Estado. É verdade! O Estado discrimina a RCM e as outras rádios temáticas musicais… Temos direito à indignação por a PassMúsica querer entrar nos nossos bolsos já quase vazios… Concreta e objectivamente, para a fixação dos valores mínimos propostos exorbitantes, a pagar pelas Rádios, a PassMúsica levou em conta, segundo o seu critério, o valor mínimo de 3.000 € de receita mensal necessária para uma Rádio cobrir os custos mínimos para operar, em condições de mercado, variando a tarifa mínima em função da percentagem de música utilizada. Sendo mais explícitos: Pagamento mensal de música utilizada: 90% = 150,00 € - o caso, entre muitas outras, da RCM, como rádio temática musical… Já pagamos à Sociedade Portuguesa de Autores 55,54 euros mensais...e agora estes senhores da PassMúsica querem muito mais... As rádios divulgam - GRATUITAMENTE - os artistas e ainda têm de pagar para isso! “Os donos disto tudo”, com a conivência do Estado, devoram tudo e retractam bem o espírito desonesto e censório que se instalou em Portugal, que constitui uma ameaça à cultura, à verdadeira cultura, que não está nem pode estar confinada ao politicamente correcto e às narrativas situacionistas. Um Estado de direito só o é se for capaz de garantir a Justiça. Exigimos ao Estado que faça respeitar a lei, que proteja e dignifique as instituições que ele mesmo estabeleceu e regulou. Mas é bom também que sintamos como nossa inalienável obrigação de defender o que só a nós pertence, visto à luz do (algo esquecido) sentimento de Pudor, um dos mais legítimos pilares da Dignidade. Trago à colação uma frase do escritor Wole Soynca: “O poder é o domínio, o controlo, uma forma muito selectiva de verdade, que é uma mentira”. Talvez tenha razão. Também fica a dúvida. Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem. Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos”. Poderão os puristas achar estas palavras excessivas, dado que, aparentemente, há a liberdade para que cada um diga o que pensa, mesmos os maiores desvarios. Mas, a censura faz-se actualmente de modo subtil, passando pelo controlo dos Órgãos de Comunicação Social e respectivas linhas editoriais e por expedientes destinados a ostracizar quem não pactue com os factos deturpadas ou cor-de-rosa e as narrativas alinhadas. Só têm acesso à “mesa do orçamento”, com uma certa margem de tolerância (a fim de transmitir a ideia de democracia e pluralismo), os que tiverem posturas do agrado do regime, ou tolerados por este. As excepções a este quadro, como a Rádio Clube de Monsanto, têm de sobreviver fustigados constantemente por epítetos injustos, ausência de apoios, etc. Vamos resistir… só não sabendo até quando e como. Recordo a Grande Senhora Palmira Bastos, na frase inesquecível, dita levantada, contra a dor: “Morta por dentro, mas de pé! De pé, como as árvores!”    

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por RCM em 2019-07-07 15:26:58

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

É PRECISO AVIVAR A MEMÓRIA.   O FALSO APOIO DO ESTADO   É preciso dizer a verdade às pessoas, o Estado não dá nada às Rádios Locais, nem nunca deu, estas vivem apenas com as receitas da publicidade que emitem, sendo essa a sua única fonte de receitas. Mesmo a questão das migalhas dos incentivos que apoiam apenas 50% dos investimentos de uma minoria de Rádios tem de ser bem explicado para que não haja dúvidas ou equívocos. É também necessário dizer que a grande maioria das Rádios Locais nem sequer pode concorrer ao sistema de incentivos, porque tomara terem dinheiro para pagar ao Estado e aos fornecedores quanto mais para os restantes 50% necessários. Que seja dita toda a verdade e nada fique por dizer! Existe mesmo um mito que importa desmistificar. Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e todas as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. É mentira! O Estado português não financia nem apoia as rádios! TRANSPARÊNCIA   Sabia que, sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências!  Confesso-me muito “constrangido” só em pensar na eventualidade de a curto prazo ter de encerrar a emissora que ajudei a criar (com outros bons companheiros) e onde estou há já 34 anos, como modesto prestador de serviço (não remunerado) às populações raianas e não só…projectando a marca Idanha no País e no mundo.   DIREITOS DE AUTOR E CONEXOS   Sempre pagámos uma taxa mensal fixa aos autores das letras e músicas que emitimos na nossa antena. Sabia que agora os cantores, músicos e a poderosa indústria discográfica, querem 5% da facturação das rádios locais, mas com um valor mínimo garantido exorbitante? Será isto justo? E, sabia que esta imoralidade é incentivada pelas leis do Estado que lhes dá todos os direitos e os nega às rádios? É verdade. O Estado não defende os direitos das rádios! Assim está muito difícil manter no ar este Som Popular em prol da Música Portuguesa e das terras e gentes Raianas deste interior profundo.   Valha-nos Deus, que, com estes políticos, mais valia estarmos entregues aos bichos.   A Verdade, mais cedo do que se julga, virá à superfície.    

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AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

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Escrito por RCM em 2019-07-05 10:20:11

AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

  Um investimento de perto de 50 milhões de euros irá fazer com que o grupo luso-brasileiro Veracruz faça germinar, na Beira Baixa, um amendoal composto por mais de três milhões de amendoeiras e dois mil hectares de terra – os quais estarão espalhados por diversas herdades do Fundão e de Idanha-a-Nova.  Quando a plantação estiver totalmente instalada e a produção a decorrer normalmente, espera-se que saiam, destes campos, cerca de quatro mil toneladas anuais de amêndoa de variedades tradicionais mediterrânicas. No futuro, e através da abertura de capital a outros investidores, a Veracruz pretende chegar aos cinco mil hectares de amendoal implantados. Prevendo exportar cerca de 70% da sua produção, este novo amendoal irá permitir a criação de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos. O empreendimento da Veracruz prevê, até 2021, a instalação de uma fábrica de descasque e de processamento de amêndoa na mesma região. Além de parcerias científicas e tecnológicas com institutos e universidades locais, a Veracruz pretende apoiar startups de agrotech, disponibilizando parte das suas terras como campos de exploração e showroom para estes novos projectos.   A apresentação do projecto decorreu esta semana numa visita às plantações de amendoeiras da Veracruz, incluindo a maior propriedade do grupo, a Herdade Vale Serrano em Idanha-a-Nova, com a presença do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, e dos empresários da Veracruz, David Carvalho e Filipe Rosa. O Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, referiu que "a atribuição ao projecto do estatuto de Interesse Nacional demonstra a forma de estar do Estado perante quem quer fazer coisas que podem transformar territórios do país", uma vez que "encontramos neste investimento pioneiro um compromisso com a terra e uma dimensão social, bem como uma visão sustentável e inteligente da utilização dos recursos naturais, desde o solo à água ". A gestão da água, em particular, será um aspecto a privilegiar. Depois do autarca Armindo Jacinto ter manifestado disponibilidade para investir e apoiar a reabilitação do regadio da campina de Idanha no âmbito da sua inclusão no futuro Quadro Comunitário de Apoio, o governante Miguel Freitas respondeu positivamente ao repto, afirmando: "Vamos trabalhar em conjunto porque sinto que há aqui um momento novo que obrigará a um investimento para reabilitar este regadio". Na Herdade Vale Serrano, Filipe Rosa, sócio cofundador da Veracruz, adiantou que "Idanha é a área onde queremos expandir mais o nosso projecto por haver mais terra disponível e água em abundância". Com efeito, este responsável explica que a escolha da Beira Baixa se ficou a dever, não só ao clima e solos perfeitamente adaptados à cultura, como também “à disponibilidade de terra e de água. E, tão importante, à vontade política demonstrada pelos autarcas em acolherem o nosso projecto. Somos um ‘projecto-âncora’ que visa criar um cluster de produção para valorizar esta região. Vamos criar mais de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos e assumimos o compromisso de contratar, sempre que possível, mão-de-obra local”. Ainda em Idanha-a-Nova, David Carvalho, o outro sócio cofundador da Veracruz, disse que "pelas suas características edafoclimáticas, Portugal tem todo o potencial para se assumir como uma importante referência na cultura de amêndoa" e anunciou planos para a construção e extensão de barragens para garantir as condições de rega necessárias.

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CONTRA O LÍTIO

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Escrito por LUSA em 2019-06-01 10:14:07

CONTRA O LÍTIO

Idanha-a-Nova manifesta-se contra pedidos de prospecção mineira no concelho A Câmara de Idanha-a-Nova manifestou-se contra a possibilidade de prospecção e pesquisa de depósitos minerais no concelho por considerar que irá prejudicar a estratégia de desenvolvimento do município.   A nossa posição, nesta fase, foi de estar contra este tipo de acção, apesar de saber que estamos a falar de um fase inicial de prospecção", afirmou hoje à agência Lusa, o presidente deste município do distrito de Castelo Branco.   Armindo Jacinto explica que a autarquia tomou uma posição que teve em conta as questões técnicas do processo e teve em linha de conta a forma como poderia ser defendida a posição de Idanha-a-Nova.   "Tomámos uma posição pública contra [a prospecção] e tecnicamente defendemos esta nossa posição", sustentou. O autarca entende que, apesar de se falar de prospecção, o processo pode pôr em causa a estratégia de desenvolvimento delineada para o concelho. "O que temos conseguido em Idanha-a-Nova, de valorização do património histórico, cultural e natural, estes processos de prospecção, em tudo vem prejudicar a nossa estratégia de desenvolvimento sustentado e colocar em causa toda a estratégia delineada pelo município", concluiu. A área em causa é a denominada "Carrapeteiro" e abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão e Penamacor, num total de 429,014 quilómetros quadrados. A empresa Fortescue Metals Group Exploration Pty Ltd. requereu direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco, cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados neste concelho. LUSA

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