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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

Escrito por RCM em 2019-07-07 15:26:58

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

É PRECISO AVIVAR A MEMÓRIA.   O FALSO APOIO DO ESTADO   É preciso dizer a verdade às pessoas, o Estado não dá nada às Rádios Locais, nem nunca deu, estas vivem apenas com as receitas da publicidade que emitem, sendo essa a sua única fonte de receitas. Mesmo a questão das migalhas dos incentivos que apoiam apenas 50% dos investimentos de uma minoria de Rádios tem de ser bem explicado para que não haja dúvidas ou equívocos. É também necessário dizer que a grande maioria das Rádios Locais nem sequer pode concorrer ao sistema de incentivos, porque tomara terem dinheiro para pagar ao Estado e aos fornecedores quanto mais para os restantes 50% necessários. Que seja dita toda a verdade e nada fique por dizer! Existe mesmo um mito que importa desmistificar. Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e todas as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. É mentira! O Estado português não financia nem apoia as rádios! TRANSPARÊNCIA   Sabia que, sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências!  Confesso-me muito “constrangido” só em pensar na eventualidade de a curto prazo ter de encerrar a emissora que ajudei a criar (com outros bons companheiros) e onde estou há já 34 anos, como modesto prestador de serviço (não remunerado) às populações raianas e não só…projectando a marca Idanha no País e no mundo.   DIREITOS DE AUTOR E CONEXOS   Sempre pagámos uma taxa mensal fixa aos autores das letras e músicas que emitimos na nossa antena. Sabia que agora os cantores, músicos e a poderosa indústria discográfica, querem 5% da facturação das rádios locais, mas com um valor mínimo garantido exorbitante? Será isto justo? E, sabia que esta imoralidade é incentivada pelas leis do Estado que lhes dá todos os direitos e os nega às rádios? É verdade. O Estado não defende os direitos das rádios! Assim está muito difícil manter no ar este Som Popular em prol da Música Portuguesa e das terras e gentes Raianas deste interior profundo.   Valha-nos Deus, que, com estes políticos, mais valia estarmos entregues aos bichos.   A Verdade, mais cedo do que se julga, virá à superfície.    

AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

Escrito por RCM em 2019-07-05 10:20:11

AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

  Um investimento de perto de 50 milhões de euros irá fazer com que o grupo luso-brasileiro Veracruz faça germinar, na Beira Baixa, um amendoal composto por mais de três milhões de amendoeiras e dois mil hectares de terra – os quais estarão espalhados por diversas herdades do Fundão e de Idanha-a-Nova.  Quando a plantação estiver totalmente instalada e a produção a decorrer normalmente, espera-se que saiam, destes campos, cerca de quatro mil toneladas anuais de amêndoa de variedades tradicionais mediterrânicas. No futuro, e através da abertura de capital a outros investidores, a Veracruz pretende chegar aos cinco mil hectares de amendoal implantados. Prevendo exportar cerca de 70% da sua produção, este novo amendoal irá permitir a criação de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos. O empreendimento da Veracruz prevê, até 2021, a instalação de uma fábrica de descasque e de processamento de amêndoa na mesma região. Além de parcerias científicas e tecnológicas com institutos e universidades locais, a Veracruz pretende apoiar startups de agrotech, disponibilizando parte das suas terras como campos de exploração e showroom para estes novos projectos.   A apresentação do projecto decorreu esta semana numa visita às plantações de amendoeiras da Veracruz, incluindo a maior propriedade do grupo, a Herdade Vale Serrano em Idanha-a-Nova, com a presença do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, e dos empresários da Veracruz, David Carvalho e Filipe Rosa. O Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, referiu que "a atribuição ao projecto do estatuto de Interesse Nacional demonstra a forma de estar do Estado perante quem quer fazer coisas que podem transformar territórios do país", uma vez que "encontramos neste investimento pioneiro um compromisso com a terra e uma dimensão social, bem como uma visão sustentável e inteligente da utilização dos recursos naturais, desde o solo à água ". A gestão da água, em particular, será um aspecto a privilegiar. Depois do autarca Armindo Jacinto ter manifestado disponibilidade para investir e apoiar a reabilitação do regadio da campina de Idanha no âmbito da sua inclusão no futuro Quadro Comunitário de Apoio, o governante Miguel Freitas respondeu positivamente ao repto, afirmando: "Vamos trabalhar em conjunto porque sinto que há aqui um momento novo que obrigará a um investimento para reabilitar este regadio". Na Herdade Vale Serrano, Filipe Rosa, sócio cofundador da Veracruz, adiantou que "Idanha é a área onde queremos expandir mais o nosso projecto por haver mais terra disponível e água em abundância". Com efeito, este responsável explica que a escolha da Beira Baixa se ficou a dever, não só ao clima e solos perfeitamente adaptados à cultura, como também “à disponibilidade de terra e de água. E, tão importante, à vontade política demonstrada pelos autarcas em acolherem o nosso projecto. Somos um ‘projecto-âncora’ que visa criar um cluster de produção para valorizar esta região. Vamos criar mais de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos e assumimos o compromisso de contratar, sempre que possível, mão-de-obra local”. Ainda em Idanha-a-Nova, David Carvalho, o outro sócio cofundador da Veracruz, disse que "pelas suas características edafoclimáticas, Portugal tem todo o potencial para se assumir como uma importante referência na cultura de amêndoa" e anunciou planos para a construção e extensão de barragens para garantir as condições de rega necessárias.

CONTRA O LÍTIO

Escrito por LUSA em 2019-06-01 10:14:07

CONTRA O LÍTIO

Idanha-a-Nova manifesta-se contra pedidos de prospecção mineira no concelho A Câmara de Idanha-a-Nova manifestou-se contra a possibilidade de prospecção e pesquisa de depósitos minerais no concelho por considerar que irá prejudicar a estratégia de desenvolvimento do município.   A nossa posição, nesta fase, foi de estar contra este tipo de acção, apesar de saber que estamos a falar de um fase inicial de prospecção", afirmou hoje à agência Lusa, o presidente deste município do distrito de Castelo Branco.   Armindo Jacinto explica que a autarquia tomou uma posição que teve em conta as questões técnicas do processo e teve em linha de conta a forma como poderia ser defendida a posição de Idanha-a-Nova.   "Tomámos uma posição pública contra [a prospecção] e tecnicamente defendemos esta nossa posição", sustentou. O autarca entende que, apesar de se falar de prospecção, o processo pode pôr em causa a estratégia de desenvolvimento delineada para o concelho. "O que temos conseguido em Idanha-a-Nova, de valorização do património histórico, cultural e natural, estes processos de prospecção, em tudo vem prejudicar a nossa estratégia de desenvolvimento sustentado e colocar em causa toda a estratégia delineada pelo município", concluiu. A área em causa é a denominada "Carrapeteiro" e abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão e Penamacor, num total de 429,014 quilómetros quadrados. A empresa Fortescue Metals Group Exploration Pty Ltd. requereu direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco, cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados neste concelho. LUSA

FESTIVAL GIACOMETTI

Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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CONFIRMADO IC31 VIA TERMAS DE MONFORTINHO

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Escrito por RCM em 2020-10-13 18:05:07

CONFIRMADO IC31 VIA TERMAS DE MONFORTINHO

CONFIRMADO IC31 VIA TERMAS DE MONFORTINHO Cimeira Luso-Espanhola confirma IC31   O IC31 (ligação da auto-estrada A23 a Espanha via Termas de Monfortinho) está confirmado no acordo entre os governos de Portugal e de Espanha para uma estratégia comum de desenvolvimento da fronteira nos próximos anos. O compromisso foi anunciado na 31ª Cimeira Luso-Espanhola, que decorreu no dia 9 de Outubro, na Guarda, com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa, e do seu homólogo espanhol, Pedro Sánchez. A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, que tem acompanhado os desenvolvimentos recentes no processo, congratula-se com este acordo para construção do IC31, uma ligação rodoviária que vai fazer de Termas de Monfortinho a grande porta de entrada do Centro de Portugal. A obra é assim confirmada no acordo entre os governos de Portugal e de Espanha sobre a rede de ligações rodoviárias a desenvolver nos dois países. O IC31 irá unir a autovia espanhola EX-A1 (através de Moraleja) e a auto-estrada portuguesa A23, com travessia da fronteira em Termas de Monfortinho.

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CONCRETIZAÇÃO DO IC31...FINALMENTE ?

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Escrito por CMIN/RCM em 2020-08-27 18:10:27

CONCRETIZAÇÃO DO IC31...FINALMENTE ?

CONCRETIZAÇÃO DO IC31…FINALMENTE?       A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, em comunicado que nos foi enviado, congratula-se por a via IC31 – Castelo Branco/Termas de Monfortinho, que ligará a A23 a Espanha, constar entre as obras previstas no Plano Nacional de Investimentos 2030.   Na próxima cimeira luso-espanhola, que deverá realizar-se na Guarda, entre o final de Setembro e início de Outubro, espera-se que o IC31 seja apresentado como um dos projectos que vão melhorar as ligações transfronteiriças, que têm previsto um investimento de cerca de 80 milhões de euros e um prazo de construção entre 2024 e 2030.   O Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, adianta que “o projecto do IC31 é estruturante para a região Centro de Portugal e para o país no seu todo. É um investimento que irá gerar desenvolvimento económico e social, aproximar Portugal da Europa, aumentar a competitividade territorial e reforçar a coesão interna do nosso país”. “Trata-se de uma infra-estrutura rodoviária da maior importância e a sua concretização irá afirmar as Termas de Monfortinho como a grande porta de entrada do Centro de Portugal, para turistas e mercadorias”, afirma o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.   Saúda-se, assim, o facto do IC31 estar entre os investimentos estratégicos que Portugal decidiu lançar esta década, num compromisso que não deve ficar condicionado às alterações de ciclo político.   A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova compromete-se a acompanhar a evolução da implementação do plano rodoviário nacional.   Em articulação com o Programa de Coesão Territorial, este plano define o IC31 nos investimentos públicos necessários para fomentar a economia e aumentar a coesão territorial e a dinamização da mobilidade nas regiões do interior.   …………………………………………………......   A Rádio Clube de Monsanto tem no seu site www.radiomonsanto.pt um inquérito sobre esta matéria da concretização do IC31 e num universo de já 31. 876 votantes, o resultado é o seguinte:   SIM…………..2,6% NÃO………..94,4% Talvez……….....3%   …………………………………………………......   Portanto vamos confiar e esperar para ver…

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BEM-HAJA AOS AMIGOS DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO

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Escrito por RCM em 2020-08-15 18:03:08

BEM-HAJA AOS AMIGOS DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO

BEM-HAJA AOS AMIGOS DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO ……………………………………………............................. Um sincero bem-haja a quantos se associaram, pessoalmente, por telefone ou por outros meios, ao dia de mais um aniversário da Rádio Clube de Monsanto, e nos felicitaram pela passagem dos 35 anos desta modesta Voz da Portugalidade ao serviço da Aldeia Histórica de Monsanto, do concelho de Idanha-a-Nova, da região e do país. Julgo que concordarão que tentámos, com esforço e dedicação, cumprir a nossa Missão, o melhor que sabíamos, podíamos, e… nos deixaram levar a “Carta a Garcia”. Essas cativantes gentilezas e generosidades, da parte de inúmeros amigos-ouvintes, dalgumas entidades oficiais e de associações culturais, etc., muito nos sensibilizam e nos estimulam a CONTINUAR EM FRENTE. Que Deus nos proteja e os nossos ouvintes e anunciantes nos ajudem a chegar até aos 36 anos… o que está a ser muito difícil. Em boa verdade temos que o dizer... com imensa pena, pois prezamos e temos a maior consideração e respeito pelos melhores ouvintes do mundo, os quais sempre estiveram connosco desde 1985. Obrigado, saúde e prosperidade para todo o nosso maravilhoso auditório.

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14 DE AGOSTO DE 1985

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Escrito por RCM em 2020-08-14 09:17:34

14 DE AGOSTO DE 1985

14 DE AGOSTO DE 1985 – 14 DE AGOSTO DE 2020       35 ANOS DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO ao Serviço do Regionalismo, da Música Portuguesa e da marca IDANHA.   BEM HAJA PELA SUA COMPANHIA AMIGA.

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RÁDIOS LOCAIS ESTÃO NO LIMIAR DO ENCERRAMENTO

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Escrito por "JORNAL DA MADEIRA" em 2020-07-17 00:00:00

RÁDIOS LOCAIS ESTÃO NO LIMIAR DO ENCERRAMENTO

RÁDIOS LOCAIS ESTÃO NO LIMIAR DO ENCERRAMENTO “JORNAL DA MADEIRA”  - 17 DE JULHO DE 2020 ............................................................   Segundo informações recolhidas pela ARIC – Associação de Rádios muitas estações de rádio local de norte a sul do continente e regiões autónomas, estarão a ponderar fechar nas próximas semanas. O diminuto volume de receitas e o avolumar de custos durante estes meses de pandemia, isso vai obrigar. Em nota publicada, a ARIC diz que "os empresários não conseguem suportar mais o volume crescente de despesas e as Associações ou Cooperativas proprietárias das licenças de emissão radiofónica, só esperam a realização das respectivas Assembleias Gerais para uma tomada de decisão". Refere também que, "depois dos funcionários e colaboradores terem desistido de apoiar projectos, onde existem vários meses de salários em atraso e muitas contas para pagar, chegou agora altura dos fornecedores de energia eléctrica considerarem a hipótese de cortar o fornecimento, pois a paciência e a solidariedade também têm os seus limites. E sem energia, os emissores calar-se-ão de vez". Sobre as comunicações, a ARIC diz saber de redacções sem telefone há vários meses, e que para obtenção de notícias ou confirmação de informações, são os próprios jornalistas que recorrem a meios próprios e telemóveis particulares. Em contacto com a Secretaria de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, esta Associação não conseguiu obter uma resposta sobre o timing efectivo de concretização do apoio do Estado aos media, através da compra de publicidade institucional antecipada. Cinco meses depois de apresentadas as primeiras medidas de apoio às empresas devido à Covid-19, o dia a dia das empresas de comunicação social em geral e para as rádios em particular, já passou pelos estágios de emergência, aflição, pânico e está prestes a passar para o estágio de fecho iminente. Entretanto, a ARIC já elaborou um conjunto de medidas muito concretas que apresentou ao Governo, que se aceites suavizariam as dificuldades vividas. "Porém, até agora nada aconteceu e, assim, as rádios não conseguem continuar", avisa.   .............................................................. A LENTA ASFIXIA DAS RÁDIOS LOCAIS.   TEMOS QUE DENUNCIAR:     CADA DIA ESTÁ MAIS DIFÍCIL DE CONTINUAR A MANTER NO AR A RÁDIO CLUBE DE MONSANTO. TEMOS DE VENDER OU MESMO FECHAR, COM NATURAL DESENCANTO E DESAGRADO. AS DIMINUTAS RECEITAS NÃO DÃO PARA AGUENTAR POR MUITO MAIS TEMPO. A SITUAÇÃO FOI DRASTICAMENTE AGRAVADA COM A PANDEMIA. E AS PROMETIDAS AJUDAS (MESMO AS MIGALHAS) TARDAM EM CHEGAR.  

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