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PARLAMENTO REJEITA ABOLIÇÃO DO HERBICIDA GLIFOSATO NA UNIÃO EUROPEIA

Escrito por RCM/ Expresso em 2016-04-15 13:56:03

PARLAMENTO REJEITA ABOLIÇÃO DO HERBICIDA GLIFOSATO NA UNIÃO EUROPEIA

Os projectos de resolução de BE, PAN e PEV para o Governo socialista se opor à autorização do recurso ao herbicida glifosato na União Europeia, foram esta semana rejeitados na Assembleia da República. As bancadas do PSD e CDS-PP votaram contra e o grupo parlamentar do PS absteve-se, sendo acompanhado pelo PCP. Este é o herbicida mais vendido em Portugal. A Organização Mundial de Saúde já declarou o glifosato junto com outros pesticidas, como "carcinogénio provável para o ser humano". Esta classificação significa que existem evidências suficientes de que o glifosato causa cancro em animais de laboratório e que existem também provas directas para o mesmo efeito em seres humanos. A Organização Mundial de Saúde refere que cabe aos governos e outras organizações internacionais tomar as medidas adequadas para proteger as populações. A situação em Portugal é particularmente grave. Em 2012 aplicaram-se no país, para fins agrícolas, mais de 1400 toneladas deste herbicida. O uso de glifosato na agricultura mais do que duplicou nos últimos anos. Comercializado em Portugal em diferentes formulações por empresas como a Monsanto, Dow, Bayer e Syngenta, entre outras, também é vendido livremente para uso doméstico em hipermercados e outras lojas. É usado com abundância por quase todas as autarquias para limpeza de arruamentos

IDANHA-A-NOVA RECEBE CONGRESSO INTERNACIONAL DE ICNOLOGIA

Escrito por RCM em 2016-04-12 14:42:19

IDANHA-A-NOVA RECEBE CONGRESSO INTERNACIONAL DE ICNOLOGIA

Idanha-a-Nova recebe de 6 a 9 de Maio o Congresso Internacional de Icnologia. O ICHNIA 2016 realiza-se na Escola Superior de Gestão. É organizado pelo Geopark Naturtejo, em colaboração com a Associação Internacional de Icnologia e o Museu Nacional de História Natural e da Ciência. Esta é a primeira vez que este evento vai ter lugar em Portugal. Em Idanha-a-Nova vão estar representados membros da comunidade científica de paleontologia de todo o mundo. Em comunicado o Geopark Naturtejo explica que o convite realizado pela Associação Internacional de Icnologia resulta do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela equipa do Serviço de Geologia da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e do Geopark Naturtejo, "com numerosos contributos nos últimos anos para a Icnologia enquanto ciência, em geral, e para a Icnologia de Portugal, em particular, nomeadamente no estudo e valorização dos icnofósseis de Penha Garcia".  

O NOVO MINISTRO DA CULTURA, EMBAIXADOR LUIS FILIPE CASTRO MENDES, NASCEU EM IDANHA-A-NOVA

Escrito por Jornal Público em 2016-04-10 12:51:37

O NOVO MINISTRO DA CULTURA, EMBAIXADOR LUIS FILIPE CASTRO MENDES, NASCEU EM IDANHA-A-NOVA

Luís Filipe Castro Mendes, nascido em 1950 em Idanha-a-Nova, não tem só carreira diplomática, sendo também poeta e ficcionista. O novo ministro da Cultura vai ser o embaixador Luís Filipe Castro Mendes, actual representante de Portugal junto do Conselho da Europa em Estrasburgo, foi anunciado neste domingo no site da Presidência da República. A tomada de posse terá lugar na próxima quinta-feira, dia 14, depois da deslocação do Presidente da República a Estrasburgo nos dias 12 e 13 – a ida de Marcelo Rebelo de Sousa ao Parlamento Europeu, onde vai intervir, foi anunciada há cerca de três semanas. Castro Mendes está no Conselho da Europa desde 2012, depois do então ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, ter levado a cabo uma renovação dos seus embaixadores. Antes, Luís Filipe Castro Mendes era o representante de Portugal junto da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Luís Filipe Castro Mendes, nascido em 1950 em Idanha-a-Nova, é um embaixador poeta que gosta de pensar esse duplo estatuto e a sua história respeitável, repleta de grandes nomes de escritores. A sua formação universitária é Direito, mas os ambientes em que se integrou, ainda enquanto estudante, foram os literários. Começou a publicar ainda muito cedo, adolescente, no suplemento juvenil do Diário de Lisboa, quando ainda não vivia em Lisboa (o pai era juíz, o que lhe ditou uma vida nómada pela província; essa é a razão pela qual nasceu em Idanha-a-Nova) e começou a estabelecer ligações com algumas pessoas de uma nova geração (por exemplo, Jorge Silva Melo), que foram determinantes também na sua consciência política.  

CENTRO DE ACOLHIMENTO DE TRABALHO TEMPORÁRIO NO FUNDÃO

Escrito por RCM/Lusa em 2016-04-08 13:10:45

CENTRO DE ACOLHIMENTO DE TRABALHO TEMPORÁRIO NO FUNDÃO

O Fundão vai ter um Centro de Acolhimento de Trabalho Temporário. Vai ficar instalado no seminário local e serve para acolher trabalhadores nacionais e estrangeiros que se deslocam para a região na época da colheita de fruta. O presidente da Câmara do Fundão, Paulo Fernandes afirmou que a autarquia quer que todas as pessoas que estejam associadas à fileira da produção da cereja tenham a sua situação legal regularizada, tenham os seus contractos de trabalho devidamente enquadrados na lei laboral e também que tenham as melhores condições para desenvolverem o seu trabalho. O autarca falava durante a assinatura de um protocolo de parceria, que permitirá implantar este projecto de iniciativa municipal e que conta com a colaboração da Diocese da Guarda (proprietária do Seminário do Fundão), da Cerfundão e do Alto Comissariado para as Migrações. Além deste protocolo foi também assinado o primeiro contrato com uma empresa de trabalho temporário que prevê a instalação, já no início da campanha da cereja, de 200 trabalhadores naquele espaço.      

FUTEBOL FEMININO: PORTUGAL RECEBE ESPANHA NA COVILHÃ

Escrito por RCM em 2016-04-08 12:27:06

FUTEBOL FEMININO: PORTUGAL RECEBE ESPANHA NA COVILHÃ

A selecção feminina de Portugal recebe, esta sexta-feira, a Espanha no Complexo Desportivo da Covilhã em jogo da fase de apuramento para o Campeonato da Europa. O seleccionador nacional sabe que será uma partida difícil, mas quer olhar a equipa «vizinha» olhos nos olhos. «Só um Portugal ao mais alto nível, altamente organizado e concentrado nas tarefas e comportamentos durante o jogo, é que poderá criar dificuldades à Espanha e jogar olhos nos olhos contra uma equipa poderosa, como é a espanhola», justificou Francisco Neto. Portugal é neste momento terceiro no Grupo 2, com apenas três pontos, e defronta a Espanha que lidera o grupo com 12 pontos. Na primeira volta, a selecção portuguesa perdeu por 2-0, mas exibiu-se de igual para igual e é isso que Francisco Neto espera novamente. «Sabemos que é teoricamente o jogo mais difícil que iremos fazer. No entanto, estamos em nossa casa. Lá conseguimos criar algumas dificuldades e em nossa casa temos de ter a ambição, o querer e acreditar que podemos voltar a criar esses problemas à equipa espanhola.»

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AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

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Escrito por RCM em 2019-07-14 14:24:24

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

CONTRA OS VAMPIROS DAS RÁDIOS LOCAIS LUTAR, LUTAR.   RÁDIO CLUBE DE MONSANTO - HÁ 34 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO, DA MÚSICA PORTUGUESA E DA MARCA IDANHA, NO PAÍS E NO MUNDO - INSTITUIÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO, SEM QUALQUER SUBSÍDIO DO ESTADO...   Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. O Estado Português não financia nem apoia as rádios! Sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências, taxas e taxinhas!  Até nos tempos de Antena somos excluídos pelo Estado. É verdade! O Estado discrimina a RCM e as outras rádios temáticas musicais… Temos direito à indignação por a PassMúsica querer entrar nos nossos bolsos já quase vazios… Concreta e objectivamente, para a fixação dos valores mínimos propostos exorbitantes, a pagar pelas Rádios, a PassMúsica levou em conta, segundo o seu critério, o valor mínimo de 3.000 € de receita mensal necessária para uma Rádio cobrir os custos mínimos para operar, em condições de mercado, variando a tarifa mínima em função da percentagem de música utilizada. Sendo mais explícitos: Pagamento mensal de música utilizada: 90% = 150,00 € - o caso, entre muitas outras, da RCM, como rádio temática musical… Já pagamos à Sociedade Portuguesa de Autores 55,54 euros mensais...e agora estes senhores da PassMúsica querem muito mais... As rádios divulgam - GRATUITAMENTE - os artistas e ainda têm de pagar para isso! “Os donos disto tudo”, com a conivência do Estado, devoram tudo e retractam bem o espírito desonesto e censório que se instalou em Portugal, que constitui uma ameaça à cultura, à verdadeira cultura, que não está nem pode estar confinada ao politicamente correcto e às narrativas situacionistas. Um Estado de direito só o é se for capaz de garantir a Justiça. Exigimos ao Estado que faça respeitar a lei, que proteja e dignifique as instituições que ele mesmo estabeleceu e regulou. Mas é bom também que sintamos como nossa inalienável obrigação de defender o que só a nós pertence, visto à luz do (algo esquecido) sentimento de Pudor, um dos mais legítimos pilares da Dignidade. Trago à colação uma frase do escritor Wole Soynca: “O poder é o domínio, o controlo, uma forma muito selectiva de verdade, que é uma mentira”. Talvez tenha razão. Também fica a dúvida. Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem. Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos”. Poderão os puristas achar estas palavras excessivas, dado que, aparentemente, há a liberdade para que cada um diga o que pensa, mesmos os maiores desvarios. Mas, a censura faz-se actualmente de modo subtil, passando pelo controlo dos Órgãos de Comunicação Social e respectivas linhas editoriais e por expedientes destinados a ostracizar quem não pactue com os factos deturpadas ou cor-de-rosa e as narrativas alinhadas. Só têm acesso à “mesa do orçamento”, com uma certa margem de tolerância (a fim de transmitir a ideia de democracia e pluralismo), os que tiverem posturas do agrado do regime, ou tolerados por este. As excepções a este quadro, como a Rádio Clube de Monsanto, têm de sobreviver fustigados constantemente por epítetos injustos, ausência de apoios, etc. Vamos resistir… só não sabendo até quando e como. Recordo a Grande Senhora Palmira Bastos, na frase inesquecível, dita levantada, contra a dor: “Morta por dentro, mas de pé! De pé, como as árvores!”    

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por RCM em 2019-07-07 15:26:58

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

É PRECISO AVIVAR A MEMÓRIA.   O FALSO APOIO DO ESTADO   É preciso dizer a verdade às pessoas, o Estado não dá nada às Rádios Locais, nem nunca deu, estas vivem apenas com as receitas da publicidade que emitem, sendo essa a sua única fonte de receitas. Mesmo a questão das migalhas dos incentivos que apoiam apenas 50% dos investimentos de uma minoria de Rádios tem de ser bem explicado para que não haja dúvidas ou equívocos. É também necessário dizer que a grande maioria das Rádios Locais nem sequer pode concorrer ao sistema de incentivos, porque tomara terem dinheiro para pagar ao Estado e aos fornecedores quanto mais para os restantes 50% necessários. Que seja dita toda a verdade e nada fique por dizer! Existe mesmo um mito que importa desmistificar. Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e todas as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. É mentira! O Estado português não financia nem apoia as rádios! TRANSPARÊNCIA   Sabia que, sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências!  Confesso-me muito “constrangido” só em pensar na eventualidade de a curto prazo ter de encerrar a emissora que ajudei a criar (com outros bons companheiros) e onde estou há já 34 anos, como modesto prestador de serviço (não remunerado) às populações raianas e não só…projectando a marca Idanha no País e no mundo.   DIREITOS DE AUTOR E CONEXOS   Sempre pagámos uma taxa mensal fixa aos autores das letras e músicas que emitimos na nossa antena. Sabia que agora os cantores, músicos e a poderosa indústria discográfica, querem 5% da facturação das rádios locais, mas com um valor mínimo garantido exorbitante? Será isto justo? E, sabia que esta imoralidade é incentivada pelas leis do Estado que lhes dá todos os direitos e os nega às rádios? É verdade. O Estado não defende os direitos das rádios! Assim está muito difícil manter no ar este Som Popular em prol da Música Portuguesa e das terras e gentes Raianas deste interior profundo.   Valha-nos Deus, que, com estes políticos, mais valia estarmos entregues aos bichos.   A Verdade, mais cedo do que se julga, virá à superfície.    

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AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

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Escrito por RCM em 2019-07-05 10:20:11

AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

  Um investimento de perto de 50 milhões de euros irá fazer com que o grupo luso-brasileiro Veracruz faça germinar, na Beira Baixa, um amendoal composto por mais de três milhões de amendoeiras e dois mil hectares de terra – os quais estarão espalhados por diversas herdades do Fundão e de Idanha-a-Nova.  Quando a plantação estiver totalmente instalada e a produção a decorrer normalmente, espera-se que saiam, destes campos, cerca de quatro mil toneladas anuais de amêndoa de variedades tradicionais mediterrânicas. No futuro, e através da abertura de capital a outros investidores, a Veracruz pretende chegar aos cinco mil hectares de amendoal implantados. Prevendo exportar cerca de 70% da sua produção, este novo amendoal irá permitir a criação de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos. O empreendimento da Veracruz prevê, até 2021, a instalação de uma fábrica de descasque e de processamento de amêndoa na mesma região. Além de parcerias científicas e tecnológicas com institutos e universidades locais, a Veracruz pretende apoiar startups de agrotech, disponibilizando parte das suas terras como campos de exploração e showroom para estes novos projectos.   A apresentação do projecto decorreu esta semana numa visita às plantações de amendoeiras da Veracruz, incluindo a maior propriedade do grupo, a Herdade Vale Serrano em Idanha-a-Nova, com a presença do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, e dos empresários da Veracruz, David Carvalho e Filipe Rosa. O Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, referiu que "a atribuição ao projecto do estatuto de Interesse Nacional demonstra a forma de estar do Estado perante quem quer fazer coisas que podem transformar territórios do país", uma vez que "encontramos neste investimento pioneiro um compromisso com a terra e uma dimensão social, bem como uma visão sustentável e inteligente da utilização dos recursos naturais, desde o solo à água ". A gestão da água, em particular, será um aspecto a privilegiar. Depois do autarca Armindo Jacinto ter manifestado disponibilidade para investir e apoiar a reabilitação do regadio da campina de Idanha no âmbito da sua inclusão no futuro Quadro Comunitário de Apoio, o governante Miguel Freitas respondeu positivamente ao repto, afirmando: "Vamos trabalhar em conjunto porque sinto que há aqui um momento novo que obrigará a um investimento para reabilitar este regadio". Na Herdade Vale Serrano, Filipe Rosa, sócio cofundador da Veracruz, adiantou que "Idanha é a área onde queremos expandir mais o nosso projecto por haver mais terra disponível e água em abundância". Com efeito, este responsável explica que a escolha da Beira Baixa se ficou a dever, não só ao clima e solos perfeitamente adaptados à cultura, como também “à disponibilidade de terra e de água. E, tão importante, à vontade política demonstrada pelos autarcas em acolherem o nosso projecto. Somos um ‘projecto-âncora’ que visa criar um cluster de produção para valorizar esta região. Vamos criar mais de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos e assumimos o compromisso de contratar, sempre que possível, mão-de-obra local”. Ainda em Idanha-a-Nova, David Carvalho, o outro sócio cofundador da Veracruz, disse que "pelas suas características edafoclimáticas, Portugal tem todo o potencial para se assumir como uma importante referência na cultura de amêndoa" e anunciou planos para a construção e extensão de barragens para garantir as condições de rega necessárias.

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CONTRA O LÍTIO

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Escrito por LUSA em 2019-06-01 10:14:07

CONTRA O LÍTIO

Idanha-a-Nova manifesta-se contra pedidos de prospecção mineira no concelho A Câmara de Idanha-a-Nova manifestou-se contra a possibilidade de prospecção e pesquisa de depósitos minerais no concelho por considerar que irá prejudicar a estratégia de desenvolvimento do município.   A nossa posição, nesta fase, foi de estar contra este tipo de acção, apesar de saber que estamos a falar de um fase inicial de prospecção", afirmou hoje à agência Lusa, o presidente deste município do distrito de Castelo Branco.   Armindo Jacinto explica que a autarquia tomou uma posição que teve em conta as questões técnicas do processo e teve em linha de conta a forma como poderia ser defendida a posição de Idanha-a-Nova.   "Tomámos uma posição pública contra [a prospecção] e tecnicamente defendemos esta nossa posição", sustentou. O autarca entende que, apesar de se falar de prospecção, o processo pode pôr em causa a estratégia de desenvolvimento delineada para o concelho. "O que temos conseguido em Idanha-a-Nova, de valorização do património histórico, cultural e natural, estes processos de prospecção, em tudo vem prejudicar a nossa estratégia de desenvolvimento sustentado e colocar em causa toda a estratégia delineada pelo município", concluiu. A área em causa é a denominada "Carrapeteiro" e abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão e Penamacor, num total de 429,014 quilómetros quadrados. A empresa Fortescue Metals Group Exploration Pty Ltd. requereu direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco, cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados neste concelho. LUSA

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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