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FILARMÓNICA DE ALDEIA DE JOÃO PIRES COMEMORA 110 ANOS.

Escrito por em 2018-08-29 13:28:00

FILARMÓNICA DE ALDEIA DE JOÃO PIRES COMEMORA 110 ANOS.

A Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires vai comemorar 110 anos de existência com um concerto que juntará cerca de duas centenas e meia de músicos no mesmo palco. As comemorações do 110º aniversário da Banda Filarmónica de Aldeia de João Pires incluem, no dia 8 de Setembro, um momento único que junta no mesmo concerto as cinco bandas presentes no evento. À União de Aldeia João Pires S.R.M juntam-se a Banda Municipal Alterense, a Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias, a Sociedade Filarmónica Louriçal do Campo e a Sociedade Filarmónica União Maçaense, que tocarão em simultâneo seis peças. Ao todo, serão cerca de 250 músicos a actuar no mesmo palco, sendo que a entrada para o concerto, com início marcado para as 16:00, é gratuita. As comemorações arrancam no dia 7 à noite, com a abertura do bar e com a actuação de Pedro Domingues (Coverkill). Integradas nas comemorações de Nª Srª da Graça, prosseguem, no dia 8 de manhã, com uma arruada, pelas 9:00, e pelas 11:00, acontece uma Eucaristia, seguida da Procissão, pelas 12:00. Da parte da tarde, regista-se a recepção às bandas participantes, seguida do desfile com as cinco bandas, pelas 15:00. O concerto comemorativo tem início às 16:00 e o dia termina com a actuação de Micael Simões. No domingo, dia 9, volta a actuar Pedro Domingues, com Coverkill. A iniciativa tem o apoio da Câmara Municipal de Penamacor.

Escrito por em 2018-08-27 18:39:28

UM NOVO CICLO PARA O JORNAL DO FUNDÃO

Escrito por Jornal do Fundão em 2018-08-24 14:57:58

UM NOVO CICLO PARA O JORNAL DO FUNDÃO

“…A partir de hoje o Jornal do Fundão inicia um novo ciclo na sua já longa história. Um grupo de jornalistas – onde se inclui o aatual director –, docentes universitários na área da Comunicação e também amigos de sempre deste semanário e dos valores que representa, adquiriram ao Global Media Group a maioria do capital da Jornal da Fundão Editora. Encerra-se assim um ciclo iniciado há cerca de duas décadas quando o agora denominado Global Media Group adquiriu a maioria do capital da empresa Jornal do Fundão Editora, assumindo a responsabilidade de gerir e manter um dos mais importantes órgãos de informação regional do país. A passagem do testemunho foi feita para a empresa Vereda das Letras, Lda., constituída com o fim de assegurar a continuidade do Jornal do Fundão e dos seus valores. Continuidade dos valores essenciais e humanistas que são o legado de António Paulouro no Jornal do Fundão e que são o seu mais inestimável património, sobre o qual se construiu a confiança de gerações de leitores.  

CAPELA EM IDANHA RECBE PRÉMIO INTERNACIONAL

Escrito por RCM em 2018-07-30 19:55:47

CAPELA EM IDANHA RECBE PRÉMIO INTERNACIONAL

A Capela de Nossa Senhora de Fátima, no Campo Nacional de Actividades Escutistas em Idanha-a-Nova, acaba de ganhar três galardões nos prémios internacionais Architizer A+Awards. Finalista em duas categorias, a Capela recebeu o Prémio do Júri e o Prémio do Público na categoria “Cultura - Edifícios Religiosos e Memoriais” e o Prémio do Público na categoria “Arquitectura em Madeira”. Os Prémios Architizer A+ são promovidos a nível mundial numa plataforma online que tem a sua sede em Nova Iorque e visam celebrar e divulgar a melhor arquitectura do ano. Os vencedores foram anunciados no dia 30 de Julho. O projecto da autoria do atelier Plano Humano Arquitectos competia ao lado de nomes da arquitectura mundial como o Studio Libeskind e Mayu Architects. O Prémio do Júri foi atribuído por um júri composto por nomes ilustres da área da arquitectura, do design e das artes, enquanto o Prémio Votação Popular resultou das escolhas do público que visita o site, numa audiência superior a 400 Milhões de pessoas. A Capela de Nossa Senhora de Fátima foi inaugurada no verão de 2017 e, desde então, tem sido destacada em publicações e prémios nacionais e internacionais de design e arquitectura. A inspiração para esta construção, dedicada a Nossa Senhora de Fátima, nasceu do âmago da experiência escutista: a vida ao ar livre, o acampamento, a tenda, a sobriedade e simplicidade das construções e estilo de vida. Também as extremas do edifício, de forma pontiaguda, fazem uma alusão ao lenço escutista, símbolo da promessa e compromisso neste movimento. Foi idealizada como uma grande tenda, de portas abertas a todos.

ADUFEIRAS DE MONSANTO NOS EUA

Escrito por RCM em 2018-07-20 15:20:04

ADUFEIRAS DE MONSANTO NOS EUA

ADUFEIRAS DE MONSANTO 22 ANOS A DIVULGAR A CULTURA POPULAR NO PAÍS E PELO MUNDO.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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