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FESTIVAL DA PAISAGEM NO TERRITÓRIO DA NATURTEJO

Escrito por RCM em 2016-05-27 15:42:43

FESTIVAL DA PAISAGEM NO TERRITÓRIO DA NATURTEJO

O Geopark Naturtejo promove a partir deste sábado e até ao dia 12 de junho o Festival da Paisagem 2016. O evento apresenta 15 iniciativas que representam e promovem a natureza, cultura e produtos locais do território. Em comunicado, o Geopark Naturtejo explica que o festival começa este sábado com a realização da GeoRota do Orvalho, na Serra do Muradal, em Oleiros, distrito de Castelo Branco, e termina com um jantar teatralizado no miradouro do Cabeço Mosqueiro do Orvalho. Durante todo fim-de-semana, os apreciadores dos sabores locais têm no Rosmaninhal (Idanha-a-Nova) o Festival do Borrego e, no domingo, em Penamacor, decorre uma caminhada na Aldeia de João Pires em busca das suas geoformas graníticas. Esta é uma das várias propostas lançadas pelo município de Penamacor em associação com juntas de freguesia e empresas locais para conhecer o seu património geológico recentemente reconhecido pela UNESCO no âmbito do Geopark Naturtejo. Ainda em Penamacor, no dia 03 de junho decorre a Oficina dos Fósseis, no Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches, e a 12 de junho, realiza-se a caminhada "Natureza sem Fronteiras", na Serra da Malcata. No dia 05 de junho realiza-se em Oleiros a Festa da Espiga do Estreito e no último fim-de-semana do Festival da Paisagem decorre a Rota dos Fósseis de Penha Garcia. A fechar o Festival, a freguesia de Segura, em Idanha-a-Nova, recebe a II Festa das Migas para celebrar um dos contextos gastronómicos regionais mais diversificados e populares. Este ano, o Festival da Paisagem celebra também os 10 anos de reconhecimento internacional do Geopark Naturtejo como território UNESCO.

PARQUE DE CAMPISMO DE IDANHA PROMOVE DIA ABERTO COM ENTRADA GRATUITA

Escrito por RCM em 2016-05-24 21:12:27

PARQUE DE CAMPISMO DE IDANHA PROMOVE DIA ABERTO COM ENTRADA GRATUITA

O Parque de Campismo Municipal de Idanha-a-Nova vai realizar um Dia Aberto, com entrada gratuita neste espaço. É já no próximo sábado que vai ter lugar esta iniciativa que pretende celebrar o início da época balnear de 2016. O Dia Aberto procura dar a conhecer todas as novidades deste espaço que é gerido pelo Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento (CMCD), em parceria com o Município de Idanha-a-Nova e a Escola Superior de Gestão. As três entidades colaboraram na recuperação de vários equipamentos, nomeadamente dos balneários, das diferentes zonas de lazer e de nove bungalows. As condições de funcionamento do bar, do restaurante, do minimercado e da lavandaria foram igualmente reforçadas e está a ser criado um novo espaço com churrasqueira comunitária de acesso livre aos campistas. Este ano o Parque de Campismo de Idanha-a-Nova acolhe o 8º Encontro Nacional de Caravanismo, promovido pela Associação de Caravanismo de Portugal, de 10 a 12 de junho.

CPCJ DE IDANHA-A-NOVA ASSINALA 13º ANIVERSÁRIO COM ESPECTÁCULO E EXPOSIÇÃO

Escrito por RCM em 2016-05-24 21:09:10

CPCJ DE IDANHA-A-NOVA ASSINALA 13º ANIVERSÁRIO COM ESPECTÁCULO E EXPOSIÇÃO

A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Idanha-a-Nova comemorou no Centro Cultural Raiano, os 13 anos de actividade com o espectáculo “Idanha tem Talento!”, que contou com a participação de crianças de jovens do concelho. Foi ainda inaugurada a exposição “Prevenir com Arte – Maus Tratos na Infância”, patente no CCR. Trata-se de uma mostra de trabalhos realizados pelo artista plástico João Domingos, de nome artístico BIGOD, com a colaboração da população escolar. O artista utilizou a arte do Stencil num conjunto de telas que retractam várias formas de violência, designadamente violência doméstica, violência no namoro, violência psicológica, bullying, maus-tratos pré-natais, exploração do trabalho infantil e abuso sexual.

IDANHA-A-NOVA: GRUPO DE TEATRO AJIDANHA VENCE PRÉMIO EM ESPANHA

Escrito por RCM em 2016-05-18 14:24:27

IDANHA-A-NOVA: GRUPO DE TEATRO AJIDANHA VENCE PRÉMIO EM ESPANHA

A peça “À Deriva”, do grupo de teatro Ajidanha, acaba de ganhar o prémio de Melhor Espectáculo no 8º Certame Nacional de Teatro Aficionado de Villa de Olvera (Cádis), em Espanha. A entrega dos prémios decorreu no passado sábado, dia 14, e também galardoou Joana Poejo, uma das protagonistas de “À Deriva”, com o prémio de Melhor Actriz. A companhia de Idanha-a-Nova era uma das cinco finalistas do festival de teatro, e única representação portuguesa, após ter sido seleccionada entre 92 grupos concorrentes. Os dois troféus arrecadados são ainda mais admiráveis por a Ajidanha ter estreado, neste certame, uma nova vertente da sua produção teatral, com a apresentação do espectáculo “À Deriva” totalmente interpretado em castelhano. Com esta aposta, a Ajidanha aumenta o seu universo de destinos e o seu potencial internacional, em particular em países de língua espanhola. De referir que a peça "À Deriva" tem arrecadado prémios nacionais e internacionais, desde a estreia em 2013. Entre as distinções contam-se os troféus ganhos no 8º Festival Internacional de Teatro CALE-se (melhor espectáculo, melhor encenação, melhor cenografia e melhor sonoplastia) e no 2º Certame Iberoamericano de Teatro "Ciudad de Trujillo" (melhor actor secundário e 2º melhor espectáculo).

CENTRAL DE ALMARAZ: MOVIMENTO EXIGE DISTRIBUIÇÃO DE PASTILHAS DE IODO PELA POPULAÇÃO

Escrito por RCM/Lusa em 2016-05-18 13:31:46

CENTRAL DE ALMARAZ: MOVIMENTO EXIGE DISTRIBUIÇÃO DE PASTILHAS DE IODO PELA POPULAÇÃO

O Movimento Ibérico Anti-Nuclear (MIA) alertou o Governo para a necessidade de se disponibilizar pastilhas de iodo à população que está a 100 quilómetros da central nuclear espanhola de Almaraz. “É todavia crucial que desde já as populações da fronteira, a cerca de 100 quilómetros de Almaraz, tenham à sua disposição estas pastilhas [iodo] e que as farmácias, centros de saúde e unidades de protecção civil estejam abastecidas delas”, lê-se numa carta aberta dirigida ao Governo a que a agência Lusa teve acesso. O MIA dá como exemplo o caso da Bélgica, país onde, por decreto governamental, foi decidido que todos os habitantes num raio de 100 quilómetros das centrais nucleares devem ser abastecidos de pastilhas de iodo com o objectivo de saturar a tiróide em caso de acidente nuclear. O MIA alerta ainda para a “ligeireza” com que o Governo português está a encarar esta situação e apela para a necessidade de mobilização de todos em torno da questão de Almaraz. À Lusa, António Eloy disse que a central nuclear de Almaraz tem um historial de acidentes que classificou como “impressionante”. A funcionar desde o início da década de 1980, a central está situada junto ao Rio Tejo e faz fronteira com os distritos portugueses de Castelo Branco e Portalegre, sendo Vila Velha de Ródão a primeira povoação portuguesa banhada pelo Tejo depois de o rio entrar em Portugal.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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