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ENCONTRO NACIONAL DE CARAVANISMO EM IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM/Lusa em 2016-06-09 16:32:15

ENCONTRO NACIONAL DE CARAVANISMO EM IDANHA-A-NOVA

Idanha-a-Nova recebe até domingo o oitavo encontro nacional de caravanismo de Portugal. O evento junta por estes dias cerca de 220 participantes no parque de campismo desta vila raiana. Associação de Caravanismo de Portugal (CDP/ACP), organizadora da iniciativa, sublinha dois dos objectivos destes encontros de caravanismo são deixar “uma marca positiva” e dar a conhecer a região, que recebe anualmente o evento, nomeadamente através de passeios e de iniciativas culturais, que fazem parte do programa preparado para os três dias. Dados da Federação Portuguesa de Autocaravanismo dizem que há entre quatro a cinco mil destas viaturas e que cerca de 80% dos autocaravanistas são reformados. A prática do autocaravanismo está a crescer em Portugal e estimam-se entre 4.000 a 5.000 as autocaravanas nacionais que já circulam pelas estradas do país, um segmento do turismo que reclama mais legislação e melhores infraestruturas de apoio. José Pires frisa que o autocaravanismo, conhecido como "turismo itinerante", é um segmento do mercado turístico "em franco desenvolvimento" e projecta que neste ano se ultrapassem os dois milhões de dormidas - cerca de 5% do total de dormidas turísticas no país.

ÓBIDOS E IDANHA-A-NOVA PREPARAM PROGRAMA QUE LIGA MÚSICA E LITERATURA

Escrito por RCM/Lusa em 2016-06-05 16:10:06

ÓBIDOS E IDANHA-A-NOVA PREPARAM PROGRAMA QUE LIGA MÚSICA E LITERATURA

Óbidos e Idanha-a-Nova, as duas cidades criativas reconhecidas pela UNESCO na zona centro do país, participam na cimeira mundial de Pequim onde acordarão uma programação conjunta no âmbito dos respectivos festivais de literatura e de música. "Sendo as duas únicas cidades criativas [em Portugal] e ambas localizadas na região centro do país consideramos interessante desenvolver uma estratégia conjunta de promoção e enriquecimentos dos programas culturais", disse à agência Lusa a vereadora da Cultura da câmara de Óbidos, Celeste Afonso. A ideia é criar uma programação comum com eventos produzidos no âmbito do Festival Fora do Lugar (realizado em Idanha-a-Nova e dedicado à música antiga) e do Fólio (Festival de literatura de Óbidos). A par, "haverá lugar a novas iniciativas, como por exemplo, residências literárias, de âmbito nacional, a realizar em Idanha e outras, no campo da música, a realizar em Óbidos", explicou a vereadora. A parceria vai ser definida durante a segunda Cimeira Mundial das Cidades Criativas da UNESCO, que decorre em Pequim, República Popular da China, entre segunda e quarta feira, sob o tema "Rede de Cidades Criativas da UNESCO: uma alavanca para o desenvolvimento urbano sustentável ".    

TERMAS DE MONFORTINHO VÃO SER ADQUIRIDAS POR SOCIEDADE COM SEDE EM IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM/Lusa em 2016-06-02 12:19:28

TERMAS DE MONFORTINHO VÃO SER ADQUIRIDAS POR SOCIEDADE COM SEDE EM IDANHA-A-NOVA

O complexo termal de Monfortinho vai ser adquirido pela Xipu, uma sociedade com sede em Idanha-a-Nova, liderada por António Trigueiros de Aragão. O objectivo imediato passa pela manutenção do seu funcionamento. "A sociedade prometeu adquirir as termas de Monfortinho e o objectivo passa por manter o complexo termal em funcionamento e estudar a viabilidade da industrialização das águas", disse hoje à agência Lusa António Trigueiros de Aragão. As termas de Monfortinho, em Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, tinham como proprietários uma sociedade ligada ao universo do grupo Espírito Santo. "Trata-se de uma operação entre privados que envolve um investimento avultado para a região", sublinhou António Trigueiros de Aragão. Este responsável adianta que a Beira Baixa necessita de manter e desenvolver projectos que tenham a ver com os atributos e potencialidades da região. António Trigueiros de Aragão não esconde que a sociedade que lidera quer potenciar as termas de Monfortinho tendo em mira o mercado ibérico.  

IDANHA-A-NOVA: ORGANIZAÇÃO DO BOOM FESTIVAL REJEITA ACUSAÇÕES SOBRE POLUIÇÃO

Escrito por RCM em 2016-06-02 12:13:33

IDANHA-A-NOVA: ORGANIZAÇÃO DO BOOM FESTIVAL REJEITA ACUSAÇÕES SOBRE POLUIÇÃO

O Boom Festival foi recentemente alvo de acusações sobre as suas práticas ambientais, designadamente referentes à poluição da água da Albufeira Marechal Carmona, bem como do solo da Herdade da Granja. Agora em comunicado a organização do Festival rejeita as acusações e defende que "as mesmas são falsas e sem qualquer fundamento, visando unicamente denegrir a imagem do festival na vertente em que mais tem trabalhado e pela qual é mais reconhecido internacionalmente". No mesmo comunicado, os organizadores do festival que tem lugar em Agosto em Idanha dizem ainda que no "âmbito da investigação subsequente a tais acusações foram chamadas a intervir várias entidades, mais concretamente, o Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SPNA), a Polícia Judiciária e a Agência Portuguesa do Ambiente que concluíram pela qualidade da água e do solo e pelo total respeito da legislação em vigor referentes a estas matérias. Em consequência, tais acusações não mereceram provimento, tendo sido arquivadas pelas instâncias judiciais. O Boom Festival é o evento nacional com maior reconhecimento mundial em termos de ambiente e um dos internacionais mais premiados pela sua política de sustentabilidade ambiental, tendo sido distinguido em 2008, 2010, 2012 e 2014 com o “Outstanding Greener Festival Award”, o prémio mundial mais importante de eventos sustentáveis atribuído por uma instituição sem fins lucrativos."

CANÇÕES DO CANTE EM IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM em 2016-05-27 15:45:36

CANÇÕES DO CANTE EM IDANHA-A-NOVA

A Filarmónica Idanhense apresenta no próximo dia 11 de Junho, pelas 21h30, no Centro Cultural Raiano em Idanha-a-Nova, o concerto “Canções do Cante”. Neste espectáculo, construído em Idanha-a-Nova pela Filarmónica Idanhense, encontram-se no mesmo palco a própria Filarmónica e as vozes de Janita Salomé, Vitorino Salomé e dos Cantadores do Redondo, unindo duas distinções da UNESCO: o Cante (Património Imaterial da Humanidade em 2014) e Idanha-a-Nova (Cidade Criativa no âmbito da Música). Participam também como convidadas especiais as Adufeiras de Idanha-a-Nova. “Canções do Cante” é a 11ª produção do projecto “Canções…”, um evento pioneiro em Portugal no âmbito da música filarmónica, que, iniciado em 2011 pela Filarmónica Idanhense, é dedicado única e exclusivamente à música portuguesa, aos seus autores, cantores e múltiplas formas de execução. Após o Canções ter dedicado concertos à música da Beira Baixa (2012) e ao Fado (2013), dedica este concerto ao Cante Alentejano. Os bilhetes podem ser adquiridos na Filarmónica Idanhense (dias úteis das 09:00 às 18:00) ou através dos contactos 926 938 535 e geral@filarmonicaidn.com.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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