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IDANHA-A-NOVA CELEBRA DIA INTERNACIONAL DA MÚSICA COM A ORGANIZAÇÃO DE VÁRIAS INICIATIVAS

Escrito por RCM em 2016-09-28 14:37:11

IDANHA-A-NOVA CELEBRA DIA INTERNACIONAL DA MÚSICA COM A ORGANIZAÇÃO DE VÁRIAS INICIATIVAS

Em Idanha-a-Nova, as celebrações do Dia Internacional da Música começam no sábado com o Curso de Construção de Viola Beiroa segundo o modelo que era tocado por Manuel Moreira, de Penha Garcia. O curso começa às 10 horas no Mercado Municipal de Idanha. Pelas 18 horas, o Centro Cultural Raiano recebe o concerto "A Música Popular Tradicional em São Miguel d´Acha", pelo grupo Coral Stella Vitae, de Lisboa e pelo Grupo de cantares tradicionais da Associação de Defesa do Património Cultural de S. Miguel d´Acha. No Centro Cultural Raiano vai ainda ter lugar a inauguração da exposição “Eu hei-de cantar bem alto - 70 anos de música em São Miguel d’Acha”. Com um programa inteiramente dedicado a compositores do barroco português, a Orquestra Barroca apresenta-se no sábado, na Igreja de San Andrés, pelas 21h00, em Zarza La Mayor, Espanha.  

PENAMACOR VAI LIDERAR PROJECTO PARA REINTRODUÇÃO DO LINCE IBÉRICO

Escrito por RCM/Lusa em 2016-09-26 16:03:30

PENAMACOR VAI LIDERAR PROJECTO PARA REINTRODUÇÃO DO LINCE IBÉRICO

Penamacor vai liderar um projecto de reintrodução do lince-ibérico nas serras da Malcata, de São Mamede e na área de Moura/Barrancos. O investimento global previsto é de um milhão de euros. De acordo com o presidente da Câmara de Penamacor, António Luís Beites, este projecto envolve ainda os municípios do Sabugal (distrito da Guarda) e de Castelo de Vide (distrito de Portalegre), bem como a EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva. Denominado "Linx 2020", o projecto será candidatado ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), no âmbito da abertura de um aviso que se destina exactamente à preservação do lince-ibérico.  

QUERCUS DENUNCIA CRIMES AMBIENTAIS NA ALBUFEIRA DE SANTA ÁGUEDA

Escrito por RCM em 2016-09-21 16:14:46

QUERCUS DENUNCIA CRIMES AMBIENTAIS NA ALBUFEIRA DE SANTA ÁGUEDA

A Quercus disse esta semana em comunicado que continuam os crimes ambientais na Albufeira de Santa Águeda. Também conhecida por barragem da Marateca, a albufeira está localizada no rio Ocreza, um afluente do rio Tejo. Segundo os ambientalistas as obras destroem a biodiversidade e ameaçam a qualidade da água que abastece milhares de cidadãos dos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Rodão. A Quercus detectou no final de 2014 um conjunto de obras que estavam a decorrer ilegalmente junto da albufeira de Santa Águeda na área de protecção, nomeadamente mobilização de solos numa grande área, destruição de carvalhais, vegetação natural, implantação de espécies arbóreas exóticas e edificação de muros. No seguimento da denúncia realizada pela Quercus em Novembro passado, o SEPNA deslocou-se ao local e procedeu ao levantamento de um auto de contra-ordenação ao proprietário do terreno. Na altura uma parte dos muros entretanto construídos foram demolidos e parte das vedações foi retirada do domínio público. Contudo a Quercus denuncia  que esta semana foram retomadas grandes obras que violam novamente o Plano de Ordenamento e põem em causa a qualidade da água.  

IDANHA-A-NOVA: EXPOSIÇÃO DE PINTURA INCLUSIVA NO CENTRO CULTURAL RAIANO

Escrito por RCM em 2016-09-21 16:09:08

IDANHA-A-NOVA: EXPOSIÇÃO DE PINTURA INCLUSIVA NO CENTRO CULTURAL RAIANO

A exposição "Olha por Mim", da artista Tânia Bailão Lopes, está patente até 10 de outubro no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova. Em comunicado a autarquia idanhense diz que esta mostra de pintura multissensorial e inclusiva foi pensada para todos e concebida com cuidados de inclusão para cegos. "É um espaço para explorar com a ponta dos dedos onde as texturas e os aromas enriquecem a descoberta." A exposição decorre paralelamente ao Festival de Teatro Ajidanha 2016. No âmbito desta exposição, estão programadas as actividades multissensoriais “Conhecer a Cidade de Olhos Fechados” agendada para esta sexta-feira, dia 23 de setembro, às 19h00 e o concerto "Todo Ouvidos" que vai ter lugar na sexta-feira, dia 30 de setembro, às 21h30, no Centro Cultural Raiano. Entretanto, prossegue o Festival de Teatro Ajidanha 2016 que teve início no dia 10 de setembro. No sábado pode ver “O Belo Lápis Azul” em Aldeia de Santa Margarida às 21h30. Em São Miguel d’Acha no Domingo às 17h00 há stand up comedy. Rita Leitão apresenta “Meia Dose de Leitão”. No dia 1 de outubro, pelas 21h30 pode ver a peça “Acabaré” em Idanha-a-Nova, no Estúdio Teatro Ajidanha. Por fim no dia 10 de outubro, às 21h30, pode ver no Centro Cultural Raiano a curta-metragem “Jigging”, filmada em Idanha-a-Nova e recentemente apresentada no Motelx-Festival Internacional de Cinema de terror de Lisboa.

IDANHA-A-NOVA MANTÉM TAXA MÍNIMA DO IMI

Escrito por RCM em 2016-09-21 09:01:26

IDANHA-A-NOVA MANTÉM TAXA MÍNIMA DO IMI

A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova vai manter a taxa mínima do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e, além disso, aplicar deduções a famílias com filhos, para aliviar a carga fiscal dos munícipes. A proposta do executivo da autarquia, presidida por Armindo Jacinto, foi aprovada em Assembleia Municipal, no dia 16 de Setembro, por unanimidade. À taxa mínima de IMI, de 0,3%, acrescem as deduções do IMI Familiar que beneficiam famílias com filhos: 20 euros para agregados com um dependente, 40 euros para famílias com dois dependentes e 70 euros para famílias com três ou mais dependentes.  A Câmara de Idanha-a-Nova também volta a abdicar do IRS a que tem direito (5% das verbas do IRS cobrado no concelho), optando por devolver esse valor aos cidadãos. Além disso, a autarquia mantém as empresas do concelho isentas de derrama e continuar a não cobrar taxas municipais de direitos de passagem, medidas igualmente aprovadas em Assembleia Municipal. A adopção destas medidas representa um esforço financeiro para a Câmara de Idanha-a-Nova. Justifica-se, porém, com a determinação em beneficiar a população e as empresas do concelho, favorecendo quem opta por aqui viver e investir.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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