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RCM COM MAIS DE 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES

Escrito por RCM em 2019-09-08 19:54:23

RCM COM MAIS DE 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES

O SITE DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO JÁ ULTRAPASSOU OS 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES DE CIBERNAUTAS DO PAÍS E DO MUNDO.     Pode escutar a RCM em :   FM: 98.7 Mhz e 107.8 Mhz   em:   www.radiomonsanto.pt   ou:   www.radiomonsanto.radios.pt   e ainda acompanhar a RCM na página:   www.facebook.com/radiomonsanto                

TOLERÂNCIA ZERO PARA A PROPAGANDA DOS POLÍTICOS

Escrito por RCM em 2019-09-03 17:49:33

TOLERÂNCIA ZERO PARA A PROPAGANDA DOS POLÍTICOS

  A RÁDIO CLUBE DE MONSANTO não vai acompanhar as iniciativas locais no âmbito das eleições do próximo dia 6 de Outubro. A RCM decidiu voltar a boicotar a cobertura jornalística às iniciativas desenvolvidas localmente pelos vários candidatos às eleições legislativas.  À semelhança daquela que foi a posição assumida noutras circunstâncias por esta emissora, e por várias outras rádios locais do país, e recentemente na campanha para as eleições europeias, a RCM vai continuar sem acompanhar as acções de campanha promovidas localmente pelos candidatos a deputados à Assembleia da República. Na base desta decisão estão uma série de entraves que têm vindo a ser colocados às rádios locais, com decisões que podem levar, no limite, ao fechar de portas de várias estações emissoras.  “Os problemas das rádios portuguesas já são há muito tempo conhecidos pela classe política, mas a situação das rádios de proximidade está, em nosso entender, numa fase crítica, decisiva até". A não emissão de tempos de antena e a situação dos pagamentos dos direitos conexos são apenas duas das matérias referidas, sendo que "O Estado não defende os direitos das rádios locais", e que "os políticos não ouvem as rádios", por isso, "chegou o momento das rádios não ouvirem os políticos".

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

Escrito por RCM em 2019-08-14 10:02:29

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985   BEM HAJA A TODOS OS AMIGOS DA RCM POR TANTA SIMPATIA E CARINHO   QUEREMOS CONTINUAR A SER A SUA COMPANHIA AMIGA   Fazer Rádio não é tarefa fácil, especialmente em comunidades onde todos se conhecem e onde os órgãos de comunicação social dependem, em maior ou menos grau, dos poderes instituídos, tantas vezes merecedores de reparo. Há até quem calcule os apoios, os louvores e a colaboração com a Rádio em função das referências elogiosas ou críticas. A RCM tem sabido, ao longo destes trinta e quatro anos ao serviço do concelho de Idanha-a-Nova e da região, resistir à tentação de se amesendar à conta do orçamento. Não queremos nenhuma medalha. “Dar medalhas a toda a gente tira o valor da medalha e tira o valor a quem a recebe”…Os exemplos recentes de condecorados escandalosamente devem levar-nos a meditar no verdadeiro país em que vivemos. Sabemos que certos senhores não gostam do nosso sentido crítico, que consideramos próprio do acto comunicativo. Informar não é apenas dizer. É também valorar, ajuizar… Em democracia todos têm direito a pensar pela sua própria cabeça. E este direito de cidadania não pode ser negado por aqueles que detêm, ainda que por algum tempo, o poder, seja ele político, económico ou religioso. Esta Estação Emissora teve, desde sempre, uma situação financeira frágil, agravada pela crise dos últimos tempos.  Nunca nos hipotecámos ou prostituímos e chegámos até aos dias de hoje cumprindo todos os compromissos e não devemos um cêntimo a ninguém.  Na actual conjuntura a nossa Emissora não reúne condições económicas para comprar foguetes e festejar mais um ano de vida. Assinalamos a passagem singela de mais um aniversário sem euforia, entremeada sim de preocupações sociais sem conta. Mas, mesmo contra ventos e marés, estamos animados a seguir em frente, pois esta emissora tem sido erguida, desde 1985, com um esforço ímpar sobre o milenário granito das serenas paisagens da Campina da Idanha.   Vamos continuar a ser um baluarte forte das coisas e dos valores verdadeiramente portugueses. Claro que o futuro da RCM depende, fundamentalmente, daquilo que os ouvintes e anunciantes forem capazes de dar ao seu Rádio Clube. Estamos confiantes de que o merecido e justo apoio não faltará, para bem da região e desta voz independente e livre. Não nos calaremos contra as injustiças e o abandono destas terras e gentes tão marginalizadas por parte dos “donos disto tudo”. A nossa luta não pára e a RCM quer continuar a ser a sua companhia amiga. Contamos, mais uma vez, com a sua ajuda, para que ninguém ouse calar esta voz popular ao serviço do regionalismo.

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

Escrito por RCM em 2019-07-14 14:24:24

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

CONTRA OS VAMPIROS DAS RÁDIOS LOCAIS LUTAR, LUTAR.   RÁDIO CLUBE DE MONSANTO - HÁ 34 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO, DA MÚSICA PORTUGUESA E DA MARCA IDANHA, NO PAÍS E NO MUNDO - INSTITUIÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO, SEM QUALQUER SUBSÍDIO DO ESTADO...   Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. O Estado Português não financia nem apoia as rádios! Sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências, taxas e taxinhas!  Até nos tempos de Antena somos excluídos pelo Estado. É verdade! O Estado discrimina a RCM e as outras rádios temáticas musicais… Temos direito à indignação por a PassMúsica querer entrar nos nossos bolsos já quase vazios… Concreta e objectivamente, para a fixação dos valores mínimos propostos exorbitantes, a pagar pelas Rádios, a PassMúsica levou em conta, segundo o seu critério, o valor mínimo de 3.000 € de receita mensal necessária para uma Rádio cobrir os custos mínimos para operar, em condições de mercado, variando a tarifa mínima em função da percentagem de música utilizada. Sendo mais explícitos: Pagamento mensal de música utilizada: 90% = 150,00 € - o caso, entre muitas outras, da RCM, como rádio temática musical… Já pagamos à Sociedade Portuguesa de Autores 55,54 euros mensais...e agora estes senhores da PassMúsica querem muito mais... As rádios divulgam - GRATUITAMENTE - os artistas e ainda têm de pagar para isso! “Os donos disto tudo”, com a conivência do Estado, devoram tudo e retractam bem o espírito desonesto e censório que se instalou em Portugal, que constitui uma ameaça à cultura, à verdadeira cultura, que não está nem pode estar confinada ao politicamente correcto e às narrativas situacionistas. Um Estado de direito só o é se for capaz de garantir a Justiça. Exigimos ao Estado que faça respeitar a lei, que proteja e dignifique as instituições que ele mesmo estabeleceu e regulou. Mas é bom também que sintamos como nossa inalienável obrigação de defender o que só a nós pertence, visto à luz do (algo esquecido) sentimento de Pudor, um dos mais legítimos pilares da Dignidade. Trago à colação uma frase do escritor Wole Soynca: “O poder é o domínio, o controlo, uma forma muito selectiva de verdade, que é uma mentira”. Talvez tenha razão. Também fica a dúvida. Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem. Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos”. Poderão os puristas achar estas palavras excessivas, dado que, aparentemente, há a liberdade para que cada um diga o que pensa, mesmos os maiores desvarios. Mas, a censura faz-se actualmente de modo subtil, passando pelo controlo dos Órgãos de Comunicação Social e respectivas linhas editoriais e por expedientes destinados a ostracizar quem não pactue com os factos deturpadas ou cor-de-rosa e as narrativas alinhadas. Só têm acesso à “mesa do orçamento”, com uma certa margem de tolerância (a fim de transmitir a ideia de democracia e pluralismo), os que tiverem posturas do agrado do regime, ou tolerados por este. As excepções a este quadro, como a Rádio Clube de Monsanto, têm de sobreviver fustigados constantemente por epítetos injustos, ausência de apoios, etc. Vamos resistir… só não sabendo até quando e como. Recordo a Grande Senhora Palmira Bastos, na frase inesquecível, dita levantada, contra a dor: “Morta por dentro, mas de pé! De pé, como as árvores!”    

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

Escrito por RCM em 2019-07-07 15:26:58

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

É PRECISO AVIVAR A MEMÓRIA.   O FALSO APOIO DO ESTADO   É preciso dizer a verdade às pessoas, o Estado não dá nada às Rádios Locais, nem nunca deu, estas vivem apenas com as receitas da publicidade que emitem, sendo essa a sua única fonte de receitas. Mesmo a questão das migalhas dos incentivos que apoiam apenas 50% dos investimentos de uma minoria de Rádios tem de ser bem explicado para que não haja dúvidas ou equívocos. É também necessário dizer que a grande maioria das Rádios Locais nem sequer pode concorrer ao sistema de incentivos, porque tomara terem dinheiro para pagar ao Estado e aos fornecedores quanto mais para os restantes 50% necessários. Que seja dita toda a verdade e nada fique por dizer! Existe mesmo um mito que importa desmistificar. Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e todas as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. É mentira! O Estado português não financia nem apoia as rádios! TRANSPARÊNCIA   Sabia que, sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências!  Confesso-me muito “constrangido” só em pensar na eventualidade de a curto prazo ter de encerrar a emissora que ajudei a criar (com outros bons companheiros) e onde estou há já 34 anos, como modesto prestador de serviço (não remunerado) às populações raianas e não só…projectando a marca Idanha no País e no mundo.   DIREITOS DE AUTOR E CONEXOS   Sempre pagámos uma taxa mensal fixa aos autores das letras e músicas que emitimos na nossa antena. Sabia que agora os cantores, músicos e a poderosa indústria discográfica, querem 5% da facturação das rádios locais, mas com um valor mínimo garantido exorbitante? Será isto justo? E, sabia que esta imoralidade é incentivada pelas leis do Estado que lhes dá todos os direitos e os nega às rádios? É verdade. O Estado não defende os direitos das rádios! Assim está muito difícil manter no ar este Som Popular em prol da Música Portuguesa e das terras e gentes Raianas deste interior profundo.   Valha-nos Deus, que, com estes políticos, mais valia estarmos entregues aos bichos.   A Verdade, mais cedo do que se julga, virá à superfície.    

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LEI DA TRANSPARÊNCIA

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Escrito por RCM em 2019-11-23 18:07:32

LEI DA TRANSPARÊNCIA

LEI DA TRANSPARÊNCIA   NFORMAÇÃO INSTITUCIONAL DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO (Publica-se nos termos da Lei da transparência nos meios da comunicação social) Director Executivo: Professor Joaquim Manuel da Fonseca a) - Capital Social: 142.047,72 €; b) - Sócio único e detentor da totalidade do capital social da empresa MONSANTORÁDIO; c) - Administrador e Gestor da RCM: http://www.radiomonsanto.pt/…/pdf/administrador_e_gestor.pdf d) - Responsável pela orientação e pela supervisão do conteúdo das emissões da RCM; e) - Estatuto Editorial da RCM: http://www.radiomonsanto.pt/ficheiros/pdf/estatuto.pdf

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SECRETARIA DE ESTADO DAS FLORESTAS EM CASTELO BRANCO

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Escrito por RCM em 2019-11-20 13:53:13

SECRETARIA DE ESTADO DAS FLORESTAS EM CASTELO BRANCO

    O Governo vai instalar em Castelo Branco a Secretaria de Estado Conservação da Natureza, Florestas e do Ordenamento do Território. O antigo Presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova regressa assim a Castelo Branco, onde no último ano trabalhou como Secretário de Estado da Valorização do Interior. O Governo retirou a Secretaria de Estado da Valorização do Interior de Castelo Branco, transferindo-a para Bragança, onde começou a funcionar na segunda-feira.

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DESPREZO PELA BEIRA INTERIOR

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Escrito por RCM em 2019-11-19 10:29:56

DESPREZO PELA BEIRA INTERIOR

DESPREZO PELA BEIRA INTERIOR   O Governo extinguiu a Secretaria de Estado da Valorização do Interior em Castelo Branco pouco mais de um ano depois de ter anunciado a sua instalação na cidade. A União dos Sindicatos de Castelo Branco diz que o interior "fica a ver navios". O organismo passa a estar sediado em Bragança, terra da nova titular da pasta, Isabel Ferreira. A ministra da Coesão Territorial, afirmou que este “é um sinal de que o Governo quer associar o conhecimento, as instituições de ensino superior, as autarquias e as associações empresariais para o desenvolvimento do Interior”, dizendo ainda que com a escolha de Bragança “é muito mais fácil aos actores que temos aqui no território ir bater à porta da Senhora Secretária de Estado e da sua equipa, e porque para nós é mais fácil acompanhar o que se passa no território, sempre de braço dado com os actores locais”. No comunicado em que anuncia a nova morada não é feita qualquer referência à anterior localização em Castelo Branco. A Secretaria de Estado da Valorização do Interior foi criada em Outubro do ano passado e teve como titular João Paulo Catarino, que com o novo Governo transitou para a pasta das florestas. Para os sindicatos da CGTP não faz sentido instalar a secretaria de estado consoante a origem do titular da pasta e demonstra a “ausência de uma verdadeira politica para o Interior e de coesão territorial”, com uma “lógica de ziguezague, traduzida em constantes mudanças de sedes e de rumo” com o objectivo de “esconder o falhanço das políticas e fazer crer que algo está a ser feito, com o único fito de criar expectativas (falsas) nas populações e fazer que anda sem andar”.   Reconquista - 18/11/2019

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ARMINDO JACINTO JÁ ANUNCIOU QUE SE VAI RECANDIDATAR À CAMARA MUNICIPAL DE IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2019-11-16 14:26:07

ARMINDO JACINTO JÁ ANUNCIOU QUE SE VAI RECANDIDATAR À CAMARA MUNICIPAL DE IDANHA-A-NOVA

  O Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, é bacharel em engenharia de produção agrícola, pela Escola Superior Agrária de Castelo Branco e antigo funcionário da CGD, será de novo candidato nas próximas Eleições Autárquicas, que irão ocorrer em 2021, como informou, de maneira informal, a uma rádio local da região. É a sua terceira e última candidatura ao Município raiano, em conformidade com a legislação em vigor. O autarca socialista foi vereador e vice-Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, em regime de permanência, de Janeiro de 2002 até Junho de 2013. Assumiu nessa data as funções de Presidente interino, após a renúncia de Álvaro Rocha. Três meses depois realizaram-se as eleições Autárquicas e Armindo Jacinto foi a votos, tendo ganho aquele que foi o seu primeiro mandato como Presidente eleito. Em 2017 voltou a ser eleito.  “A educação tem sido uma estratégia política seguida no concelho de Idanha-a-Nova, desde o berçário ao ensino superior. Uma estratégia que já deu frutos, pois a título de exemplo, passamos de zero para uma centena de bebés inscritos no berçário, pois fizemos já a matrícula 107”. Recordamos que este foi também o tema que levou à reabertura da escola de Monsanto. “A escola de Monsanto foi fechada pelo Ministério da Educação, mas conseguimos que fosse reaberta e, como resultado, já aumentarem os alunos de uma para duas turmas, tal como aconteceu em Penha Garcia”, acrescentando que “o investimento numa educação de qualidade aumenta também a qualidade de vida”.

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ESTAÇÃO REPETIDORA DA RCM NAS TERMAS DE MONFORTINHO

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Escrito por RCM em 2019-11-15 14:47:17

ESTAÇÃO REPETIDORA DA RCM NAS TERMAS DE MONFORTINHO

  ...................................................... Por motivos de ordem técnica a estação repetidora da Rádio Clube de Monsanto, a operar na Serra de Monfortinho, nos 107.8 Mhz, não esteve no ar nestes últimos dias. ................................................... Devido aos maus acessos os técnicos tiveram dificuldades em proceder às necessárias reparações em tempo mais célere, dado que também levaram os equipamentos a pé e às costas num percurso de cerca de dois quilómetros. .................................................. Do facto pedimos desculpas e a melhor compreensão aos habituais ouvintes da zona da fronteira Luso-Espanhola, que foram privados da nossa emissão.

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