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FUNDÃO PROMOVE ENSINO DO PORTUGUÊS JUNTO DOS IMIGRANTES

Escrito por RCM em 2017-01-15 19:32:51

FUNDÃO PROMOVE ENSINO DO PORTUGUÊS JUNTO DOS IMIGRANTES

Trinta imigrantes de várias nacionalidades que estão radicados no Fundão vão frequentar uma formação de português. A acção pretende contribuir para acolher e dar melhores ferramentas de integração àqueles que escolheram o concelho para residir. A iniciativa resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal do Fundão e o Instituto de Emprego e Formação Profissional. A informação foi avançada pela vereadora da Cultura, Alcina Cerdeira que revelou que estão inscritos participantes de sete nacionalidades diferentes. A formação começa na quarta feira e prolonga-se até junho, num total de 150 horas. Estão inscritas pessoas oriundas de países como França, Roménia, Ucrânia, Arménia, Inglaterra, Senegal e Irlanda.

SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE DIZ QUE APOIO À FIXAÇÃO DE MÉDICOS NO INTERIOR NÃO SE LIMITA A MAIS DINHEIRO

Escrito por LUSA em 2017-01-13 16:32:58

SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE DIZ QUE APOIO À FIXAÇÃO DE MÉDICOS NO INTERIOR NÃO SE LIMITA A MAIS DINHEIRO

O secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, disse esta semana que as medidas para a fixação de médicos no Interior do país não se restringem à majoração dos ordenados e que abarcam outras questões como a formação e valorização profissional. Manuel Delgado falava na Covilhã, distrito de Castelo Branco, à margem da inauguração da Unidade de Farmacovigilância que ficará instalada na Universidade da Beira Interior e que pretende contribuir para aumentar a segurança na utilização de medicamentos, dando resposta aos distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu. Questionado pela agência Lusa sobre a carência de médicos no Interior, o governante garantiu que a tutela está empenhada em dar resposta a este problema e sublinhou que as medidas vão muito além da mera questão de um aumento no ordenado. Manuel Delgado lembrou que o decreto-lei aprovado no último ano para a fixação dos médicos no Interior “engloba incentivos de instalação, incentivos de apoio à família (mulher e filhos), bem como incentivos remuneratórios e de formação”. Já no que concerne à eventual instalação da Unidade de Medicina Nuclear no Fundão e da Unidade de Hemodinâmica na Covilhã, duas reivindicações antigas da região, o governante explicou que “ainda não há decisões fechadas” sobre essas matérias.

QUERCUS QUER QUE O GOVERNO DIGA NÃO À CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ

Escrito por RCM em 2017-01-11 11:51:42

QUERCUS QUER QUE O GOVERNO DIGA NÃO À CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ

A associação ambientalista Quercus disse hoje que é fundamental que o Governo português diga, de forma inequívoca, que não quer a central nuclear de Almaraz a funcionar depois de 2020. Em comunicado a Quercus explica que vai estar presente na quinta-feira, a partir das 18:00, em frente ao consulado espanhol em Lisboa, na manifestação antinuclear, pelo encerramento da central nuclear espanhola de Almaraz. Esta acção de protesto foi convocada pelo Movimento Ibérico Antinuclear (MIA), de que a Quercus faz parte, e pretende mais uma vez exigir que os Governos português e espanhol tomem medidas no sentido de colocar em marcha o encerramento de Almaraz. A central de Almaraz tem tido incidentes com regularidade e Portugal pode vir a ser afectado, caso ocorra um acidente grave, quer por contaminação das águas, uma vez que a central se situa numa albufeira afluente do rio Tejo, quer por contaminação atmosférica, pela grande proximidade geográfica existente. Além disto, os ambientalistas referem que Portugal "não revela estar minimamente preparado para lidar com um cenário deste tipo, pelo que, a acontecer um acidente grave, isso traria certamente sérios impactes imediatos para toda a zona fronteiriça, em especial para os distritos de Castelo Branco e Portalegre".

MÁRIO SOARES PARTE AOS 92 ANOS

Escrito por ZAP/LUSA em 2017-01-07 18:33:16

MÁRIO SOARES PARTE AOS 92 ANOS

O antigo Presidente da República faleceu este sábado no hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, onde estava internado desde dezembro passado. De acordo com o diretor clínico do Hospital da Cruz Vermelha, Manuel Pedro Magalhães, o ex-Presidente da República faleceu este sábado, às 15h28m, aos 92 anos de idade, na“presença constante” dos seus filhos, Isabel e João Soares. Mário Alberto Nobre Lopes Soares nasceu a 7 de dezembro de 1924, na cidade de Lisboa, tendo estado omnipresente na vida pública do país, tanto nas décadas anteriores à revolução de 25 de Abril de 1974, como nos primeiros 40 anos da democracia portuguesa. Licenciou-se na Universidade de Lisboa, primeiro em Ciências Histórico-Filosóficas, em 1951, e depois em Direito, no ano de 1957. Desempenhou os mais altos cargos em Portugal e a sua vida confunde-se com a própria história da democracia: combateu a ditadura, foi fundador do PS e Presidente da República. Preso político e posteriormente exilado em São Tomé e Príncipe e em França durante a ditadura, Soares regressou “em ombros” à sua pátria em 1974 para desempenhar as pastas dos Negócios Estrangeiros dos primeiros governos provisórios, liderar os I, II e IX Governos Constitucionais (1976-78 e 1983-85), até chegar à Presidência da República, no Palácio de Belém, onde ficaria por dois mandatos (1986-1996). Foi o responsável por pedir a adesão à então Comunidade Económica Europeia (CEE), em 1977, e a assinar o respetivo tratado, em 1985. Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República recordou Soares como “um lutador pela liberdade” e prometeu que o seu legado vai ser honrado, “um combate que iremos vencer, dele nunca desistiremos, tal como Mário Soares nunca desistiu de um Portugal diferente, Europa livre no que era decisivo foi sempre vencedor“. António Costa, que está numa visita de seis dias à Índia, teve conhecimento da morte do histórico socialista em Nova Deli. O primeiro-ministro deixou os seus pêsames à família mas anunciou que não vai cancelar a visita de Estado. “Perdemos hoje aquele que tantas vezes foi o rosto e voz da nossa liberdade. (…) Ser-lhe-emos eternamente gratos”, afirmou Costa anunciou que vão ser decretados três dias de luto nacional e que serão prestadas “honras de funeral de Estado”. ZAP // Lusa

AS PRIMEIRAS AMEAÇAS DO ANO

Escrito por José Faustino em 2017-01-04 13:17:32

AS PRIMEIRAS AMEAÇAS DO ANO

Sem querer lançar o pânico, antes pelo contrário, vou falar das duas primeiras ameaças que desde já temos de enfrentar. Uma delas já era esperada, a outra é uma surpresa pela maneira e circunstâncias em que aparece. A esperada é o aumento do salário mínimo nacional – com todas as implicações que terá na massa salarial do sector – constituindo o primeiro desafio que as rádios têm pela frente, conseguindo vencê-lo, ou não, sem recorrerem ao despedimento de funcionários. Apesar de tudo, acredito que, com um esforço hercúleo, as rádios mais uma vez vencerão este desafio, pelo menos, nesta primeira investida de início de ano, mas como é facilmente previsível a ofensiva contra as micro empresas não vai ficar por aqui, sendo possível ainda um novo aumento durante este ano, tudo dependendo da força dos Sindicatos e dos parceiros da coligação que suportam parlamentarmente o Governo. As rádios têm conseguido aguentar até aqui, com grande sacrifício, as sucessivas investidas que o Estado tem infligido ao sector – constituído maioritariamente por micro e pequenas empresas – não se sabendo até quando será isso possível. A outra, inesperada, grande ameaça que paira sobre as rádios, não vindo do Governo, vem daqueles que deviam olhar para as rádios como suas parceiras e aliadas e não como mera fonte, de rendimentos, mas que o Estado tanto tem protegido através de diversa legislação produzida sobre a matéria ao longo dos tempos, ostracizando as rádios e prejudicando os seus direitos. Refiro-me às entidades representantes dos direitos conexos ao direito de autor, GDA – Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes ou Executantes, CRL e Audiogest – Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos (produtores fonográficos), unidas na plataforma “PassMúsica” que resolveram, após um silêncio de cinco anos, colocar as rádios locais perante uma enorme ameaça, apresentando a exigência da cobrança de direitos a estas pequenas rádios. É natural que cada sector defenda os seus interesses e que o Estado procure uma melhoria de vida para os cidadãos, mas os direitos de uns não podem ser o fim ou a morte de outros e o Estado deve defender todos por igual e quando tiver de discriminar que o faça em favor dos mais desprotegidos. Ora acontece que as rádios são a parte mais fraca e, infelizmente, a menos protegida. Como sabemos estamos sozinhos, por nossa própria conta e risco, não podemos contar com a ajuda do Estado, a única força que dispomos é a da nossa unidade e a capacidade que tivermos de mobilizar os cidadãos para as nossas causas. Temos de pensar bem na nossa vida e defender o nosso direito de existência.   JOSÉ FAUSTINO – Presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão

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FEIRA RAIANA EM IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2019-03-20 13:02:51

FEIRA RAIANA EM IDANHA-A-NOVA

IADNHA-A-NOVA ACOLHE MAIS UMA EDIÇÃO DA FEIRA RAIANA

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NOVO ANO – MELHORES DIAS PARA AS RÁDIOS LOCAIS?

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Escrito por RCM em 2018-12-31 16:34:21

NOVO ANO – MELHORES DIAS PARA AS RÁDIOS LOCAIS?

  Sendo a radiodifusão um serviço cultural de interesse público não tem merecido o devido reconhecimento pelo Estado Português, sendo até praticamente ignorado nos últimos anos.  Poderá dizer-se numa óptica optimista que o sector está estabilizado, mas também não será incorrecto afirmar que ele se encontra estagnado. É bom ter a noção da realidade. O Estado parece apostado na “morte lenta” das micro e pequenas empresas, onde se incluem a maioria das rádios portuguesas. Foi, aliás, aproveitando as leis desfavoráveis para as rádios, mas altamente benéficas para os representantes do direito de autor e direitos conexos, que a PassMúsica desencadeou uma ofensiva perante as rádios locais para além de tudo o que é razoável. Continua a ser correcto e actual afirmar-se que as rádios locais se encontram confrontadas com quatro grandes ameaças: 1. Ofensiva da PassMúsica, referente aos direitos conexos; 2. Constrangimentos causados pelo Estado, nomeadamente, excesso de regulamentação, regulação e fiscalização; 3. Dificuldades de mercado, causadas pela crise económica, sem perspécticas de regressão; 4. Concorrência de novos meios tecnológicos, através da internet. A Rádio Clube de Monsanto desde sempre tem sobrevivido com graves dificuldades financeiras e carência de recursos humanos, próprias duma aldeia do interior profundo. Esperamos que no Novo Ano de 2019 a situação melhore um pouquinho…para podermos comemorar os 34 anos ao serviço do Regionalismo e da Música Portuguesa, na sua companhia amiga. Vamos resistir enquanto tivermos forças, em homenagem e preito de reconhecimento ao nosso fiel auditório, que muito nos tem ajudado desde 1985. Bem hajam e votos de excelente Ano Novo, sobretudo com saúde, paz, esperança e luz, não esquecendo as comunidades da diáspora, que nos acompanham, em todo o mundo, através do nosso site www.radiomonsanto.pt já com 9.397.034 de visitas.  

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IDANHA APROVA ORÇAMENTO DE 24 MILHÕES PARA 2019

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Escrito por RCM em 2018-12-03 10:10:07

IDANHA APROVA ORÇAMENTO DE 24 MILHÕES PARA 2019

  A Câmara de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, aprovou a proposta de orçamento para 2019, no valor de 24 milhões de euros, mais dois milhões face ao orçamento deste ano, foi hoje anunciado. O orçamento foi aprovado por maioria pelo executivo de maioria socialista, com o voto contra do vereador do PSD. Segundo o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, o orçamento para 2019 reflecte o investimento na captação de programas comunitários que o executivo conseguiu durante este ano. "2019 será um ano de muita exigência para a concretização dos projectos que temos em curso, nomeadamente no âmbito da economia verde e na afirmação de Idanha-a-Nova como biorregião", disse. O autarca adianta que vai ser um orçamento de continuidade e de afirmação da estratégia definida pelo município em áreas como a social ou a economia, com destaque para sectores como a educação, saúde e habitação. "Estamos apostados na captação de empresas inovadoras no sentido de criar mais riqueza e emprego e trazer e fixar mais famílias para o concelho", sustentou. Armindo Jacinto sublinha ainda o "forte investimento" que vai ser feito na habitação, sobretudo com a implementação de planos de acção para a reabilitação urbana em todas as freguesias de Idanha-a-Nova e não apenas na sede de concelho.  

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NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO.

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Escrito por RCM em 2018-11-29 15:15:28

NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO.

SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÓS, COMO RÁDIO LOCAL, NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO. ................................................................................................. Queremos tão só e apenas que não nos castiguem com taxas e taxinhas, e cada dia com mais e mais exigências, inadmissíveis e absolutamente injustificadas. Até porque prestamos um SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA.   A Rádio Clube de Monsanto – A VOZ DA PORTUGALIDADE - tem um historial de 33 anos de sobrevivências com as maiores dificuldades financeiras e graves carências de recursos humanos. Simplesmente porque teimamos em resistir neste interior profundo e abandonado pelos mandantes do poder nacional e local. Estamos também a pagar o preço de sempre ter querido estar ao lado dos mais humildes, dos que lutam pela liberdade e pelos seus elementares direitos a uma digna vivência social. A liberdade é muito bonita…mas tem-nos dado muitas chatices. Mas queremos continuar a ser livres. Só não sabemos até quando temos forças para nos aguentar nesta dura batalha. Mas duma coisa temos a certeza: SÓ CAIREMOS DE PÉ. E se verdadeiramente quer ajudar a Comunicação Social, senhor Presidente da República, faça chegar este nosso angustiante apelo ao Governo que o senhor Professor Marcelo Rebelo de Sousa “teima em trazer ao colo”, com todo o devido respeito que nos merece o Supremo Magistrado da Nação.

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O MADEIRO EM PENAMACOR

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Escrito por RCM em 2018-11-22 09:36:09

O MADEIRO EM PENAMACOR

  Recorde-se o Penamacor Vila Madeiro ganhou fama de ser o maior do país. Todos os anos, com o aproximar do Natal, por todas as freguesias do concelho, os jovens em idade de cumprir o serviço militar unem-se para cortar e transportar os troncos que alimentarão a fogueira para aquecer o Menino Jesus. O grande monte de madeira, depositado no adro da igreja, é ateado ao cair da noite do dia 24, à excepção de Penamacor, que arde de 23 para 24, e mantém-se aceso durante vários dias. Depois da ceia de Natal, a população reúne-se em redor da fogueira, num gesto ritual de fraterno encontro. Em Penamacor, a chegada do Madeiro tem data marcada e o acto assume foros de festividade. De facto, no dia 8 de Dezembro, a população acorre generosamente à rua para saudar o cortejo de tractores e reboques, em número que procura sempre bater o antecedente, onde os jovens do ano, dantes só os rapazes e agora também as raparigas, empoleirados nos troncos, atiram à rebatina os frutos do ramo de laranjeira que a praxe manda trazer, cantando acompanhados à concertina.      

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