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9 DE ABRL DE 1918

Escrito por RCM em 2017-04-09 19:52:04

9 DE ABRL DE 1918

Uma data que à maioria das pessoas nada dirá. Todavia, uma data que nunca poderá passar despercebida. 09 de Abril de 1918 Evoca a tragédia da batalha de La Lys, onde as tropas portuguesas foram dizimadas pelos alemães na I Guerra. 100.000 alemães, superiormente equipados, causaram centenas de mortos e fizeram milhares de prisioneiros, feridos e desaparecidos entre os 20.000 portugueses que lhes fizeram frente.  

Encontro de Cantares Quaresmais no Forum Cultural, no dia 7 de Abril, em Idanha-a-Nova

Escrito por RCM em 2017-04-03 13:14:25

Encontro de Cantares Quaresmais no Forum Cultural, no dia 7 de Abril, em Idanha-a-Nova

O X Encontro de Cantares Quaresmais vai trazer a singular riqueza destes rituais ao Forum Cultural de Idanha-a-Nova, no próximo dia 7 de abril (sexta-feira). O Encontro tem entrada livre e é promovido pelo Município de Idanha-a-Nova, Cidade Criativa da UNESCO, na área da Música. A partir das 21h00, participam o Grupo de Cantares de Ínsua (Penalva do Castelo); o Grupo de Encomendação das Almas de Corgas (Proença-a-Nova); o Grupo da Amentação das Almas de Paranhos da Beira (Seia); e as Adufeiras de Monsanto (Idanha-a-Nova). Nesta noite, o Forum Cultural também é palco da recriação da Sarração da Velha, tradição ímpar de Idanha-a-Velha. Em seguida, junto a esse espaço cultural, nas ruínas do Castelo de Idanha-a-Nova, poderá acompanhar o Grupo de Encomendação das Almas de Idanha-a-Nova.

FESTIVAL DOS ESPARGOS TORTULHOS E CRIADILHAS EM ALCAFOZES

Escrito por em 2017-03-29 13:08:15

FESTIVAL DOS ESPARGOS TORTULHOS E CRIADILHAS EM ALCAFOZES

O Festival dos Espargos, Criadilhas e Tortulhos está de volta a Alcafozes no próximo fim de semana. A 5ª edição do Festival promete dois dias de muita animação e gastronomia. Os visitantes podem contar com os mais diversos pratos de produtos silvestres, cozinha ao vivo, workshops, oficinas para crianças e um passeio pedestre pela rota dos cogumelos (dia 2 de abril, com o especialista nacional José Luís Gravito Henriques, inscrições: 277 202 900 ou info@turismodenatureza.com). Conceituados chefs de cozinha voltam a marcar presença para confeccionarem pratos com produtos silvestres. Irão ser atribuídos prémios para o maior tortulho, maior criadilha, tasquinha mais original e melhor prato de produtos silvestres. As tardes têm muita música. Destaque para o músico popular Fernando Correia Marques, no sábado, e os Fanfarra Alfares (projecto de Zé Emídio), no domingo. Sobem também ao palco vários grupos tradicionais do concelho de Idanha-a-Nova, Cidade Criativa Música da UNESCO. O 5º Festival dos Espargos, Criadilhas e Tortulhos é coorganizado pelo Municipio de Idanha-a-Nova e a União das Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes.

CUSO LIVRE SOBRE RELIGIOSIDADE POPULAR E ENCONTRO DE CANTARES QUARESMAIS EM IDANHA-A-NOVA

Escrito por em 2017-03-24 16:05:59

CUSO LIVRE SOBRE RELIGIOSIDADE POPULAR E ENCONTRO DE CANTARES QUARESMAIS EM IDANHA-A-NOVA

A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova promove no dia 7 de abril o X Encontro de Cantares Quaresmais e o no dia 8 o IV Curso Livre sobre Religiosidade Popular. As iniciativas têm lugar no Forum Cultural, com entrada gratuita. O Curso Livre sobre Religiosidade Popular, sujeito a inscrição, apresenta um conjunto de palestras com vários especialistas, que tentarão responder à pergunta: “Será a Fé um bem patrimonializável e turistificável?”. A iniciativa decorre das 10 às 18 horas. De manhã, as intervenções estarão a cargo de António Silveira Catana (investigador idanhense), Sónia Martins (Câmara de Proença-a-Nova) e Donizete Rodrigues (UBI). Na parte da tarde, as atenções recaem sobre o projecto de salvaguarda e promoção do Ciclo da Páscoa em Idanha, a candidatar à UNESCO. Numa mesa redonda vão estar Paulo Lima (antropólogo), Rui Vieira Nery (musicólogo), Armindo Jacinto (presidente da Câmara de Idanha-a-Nova) e o fadista Carlos do Carmo, embaixador do Fado na candidatura a Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O Curso Livre encerra, pelas 18 horas, com o Concerto da Páscoa, antecedido por Encomendações das Almas de Fernando Lopes Graça, pelo Coro de Câmara Lisboa Cantat. Limitadas a 20 participantes, as inscrições estão abertas até ao dia 4 de abril, junto do Forum Cultural de Idanha-a-Nova: Tel./Fax: 277 208 029 ou Email: forumculturalidn@gmail.com. Na noite anterior, sexta-feira, não pode perder o X Encontro de Cantares Quaresmais. A partir das 21h00, participam o Grupo de Cantares de Ínsua (Penalva do Castelo – Beira Alta); Grupo de Encomendação das Almas de Corgas (Proença-a-Nova – Beira Baixa); Grupo da Amentação das Almas de Paranhos da Beira (Seia – Beira Alta); e o Grupo das Adufeiras de Monsanto (Idanha-a-Nova – Beira Baixa).  

VIISITA PASTORAL DE DOM ANTONINO A MONSANTO

Escrito por RCM em 2017-03-19 19:54:46

VIISITA PASTORAL DE DOM ANTONINO A MONSANTO

VISITA PASTORAL DE DOM ANTONINO (*), BISPO DA DIOCESE DE PORTALEGRE-CASTELO BRANCO A TERRAS RAIANAS. Na manhã de hoje, Domingo, dia 19 de Março, o senhor Bispo Dom Antonino Dias, ministrou o Sacramento do Crisma, na Igreja de São Salvador, em Monsanto, a 60 filhos de Deus. À tarde, cerca das 17 horas o senhor Bispo da Diocese de Portalegre-Castelo Branco concedeu à Rádio Clube de Monsanto uma interessante entrevista, versando este actual Tempo Quaresmal, tão arreigado nestas terras e gentes raianas. No final, também na companhia do senhor Padre Adelino Américo Lourenço e doutros populares, junto ao Memorial ao Combatente, o senhor Bispo fez uma emocionante prece em recordação da Alma dos Monsantinos, Combatentes na I Grande Guerra e nas Campanhas do Ultramar: FLANDRES António Guardado - (20/06/1917) GUINÉ  José de Oliveira Grencho - Soldado (10/08/1964)  Adelino Castanheira Dias - Soldado (4/07/1965)  ANGOLA José Martins Silvestre - 1º Cabo (3/04/1961)  António Pedroso Luzio - Soldado (17/07/1964)  José Adelino Santos Luzio - Furriel (18/09/1974)  MOÇAMBIQUE Fernando Luís Ramos Rocha - Alferes (24/05/1966)  Manuel Rodrigues Escarigo - Soldado (14/06/1967)  José Adelino Régio Lopes - Soldado (2/12/1973)  ……………………………………………… (*) Antonino Eugénio Fernandes Dias (nasceu em Longos Vales, Monção, a 15 de Dezembro de 1948) é o actual Bispo da Diocese de Portalegre-Castelo Branco Após os estudos de teologia, foi ordenado Presbítero em 13 de Junho de 1974 para a Arquidiocese de Braga, pelo Arcebispo Francisco Maria da Silva. Já Incardinado na Diocese de Viana do Castelo, foi nomeado Capelão de Sua Santidade com o título de Monsenhor, por João Paulo II. Licenciou-se em Teologia em 1991 pela Universidade Católica Portuguesa. Em 10 de Novembro de 2000 foi nomeado Bispo Titular de Tamata e Auxiliar de Braga, por João Paulo II. A ordenação episcopal decorreu em 21 de Janeiro de 2001, na Igreja de São Domingos, em Monserrate, Viana do Castelo e teve como ordenante principal, o Bispo José Augusto Martins Fernandes Pedreira , e como co-ordenantes, o Arcebispo D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga e D. Armindo Lopes Coelho. Foi apresentado em Braga, na Sé Catedral, em 18 de Fevereiro de 2001 e foi nomeado Vigário Geral da Arquidiocese e Moderador da Cúria em 22 de Março. Foi nomeado em 8 de Setembro de 2008 Bispo de Portalegre-Castelo Branco pelo Papa Bento XVI. Tomou posse em 7 de Outubro e fez a sua entrada solene em 12 de Outubro de 2008.  

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AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

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Escrito por RCM em 2019-07-14 14:24:24

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

CONTRA OS VAMPIROS DAS RÁDIOS LOCAIS LUTAR, LUTAR.   RÁDIO CLUBE DE MONSANTO - HÁ 34 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO, DA MÚSICA PORTUGUESA E DA MARCA IDANHA, NO PAÍS E NO MUNDO - INSTITUIÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO, SEM QUALQUER SUBSÍDIO DO ESTADO...   Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. O Estado Português não financia nem apoia as rádios! Sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências, taxas e taxinhas!  Até nos tempos de Antena somos excluídos pelo Estado. É verdade! O Estado discrimina a RCM e as outras rádios temáticas musicais… Temos direito à indignação por a PassMúsica querer entrar nos nossos bolsos já quase vazios… Concreta e objectivamente, para a fixação dos valores mínimos propostos exorbitantes, a pagar pelas Rádios, a PassMúsica levou em conta, segundo o seu critério, o valor mínimo de 3.000 € de receita mensal necessária para uma Rádio cobrir os custos mínimos para operar, em condições de mercado, variando a tarifa mínima em função da percentagem de música utilizada. Sendo mais explícitos: Pagamento mensal de música utilizada: 90% = 150,00 € - o caso, entre muitas outras, da RCM, como rádio temática musical… Já pagamos à Sociedade Portuguesa de Autores 55,54 euros mensais...e agora estes senhores da PassMúsica querem muito mais... As rádios divulgam - GRATUITAMENTE - os artistas e ainda têm de pagar para isso! “Os donos disto tudo”, com a conivência do Estado, devoram tudo e retractam bem o espírito desonesto e censório que se instalou em Portugal, que constitui uma ameaça à cultura, à verdadeira cultura, que não está nem pode estar confinada ao politicamente correcto e às narrativas situacionistas. Um Estado de direito só o é se for capaz de garantir a Justiça. Exigimos ao Estado que faça respeitar a lei, que proteja e dignifique as instituições que ele mesmo estabeleceu e regulou. Mas é bom também que sintamos como nossa inalienável obrigação de defender o que só a nós pertence, visto à luz do (algo esquecido) sentimento de Pudor, um dos mais legítimos pilares da Dignidade. Trago à colação uma frase do escritor Wole Soynca: “O poder é o domínio, o controlo, uma forma muito selectiva de verdade, que é uma mentira”. Talvez tenha razão. Também fica a dúvida. Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem. Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos”. Poderão os puristas achar estas palavras excessivas, dado que, aparentemente, há a liberdade para que cada um diga o que pensa, mesmos os maiores desvarios. Mas, a censura faz-se actualmente de modo subtil, passando pelo controlo dos Órgãos de Comunicação Social e respectivas linhas editoriais e por expedientes destinados a ostracizar quem não pactue com os factos deturpadas ou cor-de-rosa e as narrativas alinhadas. Só têm acesso à “mesa do orçamento”, com uma certa margem de tolerância (a fim de transmitir a ideia de democracia e pluralismo), os que tiverem posturas do agrado do regime, ou tolerados por este. As excepções a este quadro, como a Rádio Clube de Monsanto, têm de sobreviver fustigados constantemente por epítetos injustos, ausência de apoios, etc. Vamos resistir… só não sabendo até quando e como. Recordo a Grande Senhora Palmira Bastos, na frase inesquecível, dita levantada, contra a dor: “Morta por dentro, mas de pé! De pé, como as árvores!”    

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por RCM em 2019-07-07 15:26:58

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

É PRECISO AVIVAR A MEMÓRIA.   O FALSO APOIO DO ESTADO   É preciso dizer a verdade às pessoas, o Estado não dá nada às Rádios Locais, nem nunca deu, estas vivem apenas com as receitas da publicidade que emitem, sendo essa a sua única fonte de receitas. Mesmo a questão das migalhas dos incentivos que apoiam apenas 50% dos investimentos de uma minoria de Rádios tem de ser bem explicado para que não haja dúvidas ou equívocos. É também necessário dizer que a grande maioria das Rádios Locais nem sequer pode concorrer ao sistema de incentivos, porque tomara terem dinheiro para pagar ao Estado e aos fornecedores quanto mais para os restantes 50% necessários. Que seja dita toda a verdade e nada fique por dizer! Existe mesmo um mito que importa desmistificar. Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e todas as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. É mentira! O Estado português não financia nem apoia as rádios! TRANSPARÊNCIA   Sabia que, sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências!  Confesso-me muito “constrangido” só em pensar na eventualidade de a curto prazo ter de encerrar a emissora que ajudei a criar (com outros bons companheiros) e onde estou há já 34 anos, como modesto prestador de serviço (não remunerado) às populações raianas e não só…projectando a marca Idanha no País e no mundo.   DIREITOS DE AUTOR E CONEXOS   Sempre pagámos uma taxa mensal fixa aos autores das letras e músicas que emitimos na nossa antena. Sabia que agora os cantores, músicos e a poderosa indústria discográfica, querem 5% da facturação das rádios locais, mas com um valor mínimo garantido exorbitante? Será isto justo? E, sabia que esta imoralidade é incentivada pelas leis do Estado que lhes dá todos os direitos e os nega às rádios? É verdade. O Estado não defende os direitos das rádios! Assim está muito difícil manter no ar este Som Popular em prol da Música Portuguesa e das terras e gentes Raianas deste interior profundo.   Valha-nos Deus, que, com estes políticos, mais valia estarmos entregues aos bichos.   A Verdade, mais cedo do que se julga, virá à superfície.    

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AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

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Escrito por RCM em 2019-07-05 10:20:11

AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

  Um investimento de perto de 50 milhões de euros irá fazer com que o grupo luso-brasileiro Veracruz faça germinar, na Beira Baixa, um amendoal composto por mais de três milhões de amendoeiras e dois mil hectares de terra – os quais estarão espalhados por diversas herdades do Fundão e de Idanha-a-Nova.  Quando a plantação estiver totalmente instalada e a produção a decorrer normalmente, espera-se que saiam, destes campos, cerca de quatro mil toneladas anuais de amêndoa de variedades tradicionais mediterrânicas. No futuro, e através da abertura de capital a outros investidores, a Veracruz pretende chegar aos cinco mil hectares de amendoal implantados. Prevendo exportar cerca de 70% da sua produção, este novo amendoal irá permitir a criação de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos. O empreendimento da Veracruz prevê, até 2021, a instalação de uma fábrica de descasque e de processamento de amêndoa na mesma região. Além de parcerias científicas e tecnológicas com institutos e universidades locais, a Veracruz pretende apoiar startups de agrotech, disponibilizando parte das suas terras como campos de exploração e showroom para estes novos projectos.   A apresentação do projecto decorreu esta semana numa visita às plantações de amendoeiras da Veracruz, incluindo a maior propriedade do grupo, a Herdade Vale Serrano em Idanha-a-Nova, com a presença do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, e dos empresários da Veracruz, David Carvalho e Filipe Rosa. O Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, referiu que "a atribuição ao projecto do estatuto de Interesse Nacional demonstra a forma de estar do Estado perante quem quer fazer coisas que podem transformar territórios do país", uma vez que "encontramos neste investimento pioneiro um compromisso com a terra e uma dimensão social, bem como uma visão sustentável e inteligente da utilização dos recursos naturais, desde o solo à água ". A gestão da água, em particular, será um aspecto a privilegiar. Depois do autarca Armindo Jacinto ter manifestado disponibilidade para investir e apoiar a reabilitação do regadio da campina de Idanha no âmbito da sua inclusão no futuro Quadro Comunitário de Apoio, o governante Miguel Freitas respondeu positivamente ao repto, afirmando: "Vamos trabalhar em conjunto porque sinto que há aqui um momento novo que obrigará a um investimento para reabilitar este regadio". Na Herdade Vale Serrano, Filipe Rosa, sócio cofundador da Veracruz, adiantou que "Idanha é a área onde queremos expandir mais o nosso projecto por haver mais terra disponível e água em abundância". Com efeito, este responsável explica que a escolha da Beira Baixa se ficou a dever, não só ao clima e solos perfeitamente adaptados à cultura, como também “à disponibilidade de terra e de água. E, tão importante, à vontade política demonstrada pelos autarcas em acolherem o nosso projecto. Somos um ‘projecto-âncora’ que visa criar um cluster de produção para valorizar esta região. Vamos criar mais de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos e assumimos o compromisso de contratar, sempre que possível, mão-de-obra local”. Ainda em Idanha-a-Nova, David Carvalho, o outro sócio cofundador da Veracruz, disse que "pelas suas características edafoclimáticas, Portugal tem todo o potencial para se assumir como uma importante referência na cultura de amêndoa" e anunciou planos para a construção e extensão de barragens para garantir as condições de rega necessárias.

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CONTRA O LÍTIO

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Escrito por LUSA em 2019-06-01 10:14:07

CONTRA O LÍTIO

Idanha-a-Nova manifesta-se contra pedidos de prospecção mineira no concelho A Câmara de Idanha-a-Nova manifestou-se contra a possibilidade de prospecção e pesquisa de depósitos minerais no concelho por considerar que irá prejudicar a estratégia de desenvolvimento do município.   A nossa posição, nesta fase, foi de estar contra este tipo de acção, apesar de saber que estamos a falar de um fase inicial de prospecção", afirmou hoje à agência Lusa, o presidente deste município do distrito de Castelo Branco.   Armindo Jacinto explica que a autarquia tomou uma posição que teve em conta as questões técnicas do processo e teve em linha de conta a forma como poderia ser defendida a posição de Idanha-a-Nova.   "Tomámos uma posição pública contra [a prospecção] e tecnicamente defendemos esta nossa posição", sustentou. O autarca entende que, apesar de se falar de prospecção, o processo pode pôr em causa a estratégia de desenvolvimento delineada para o concelho. "O que temos conseguido em Idanha-a-Nova, de valorização do património histórico, cultural e natural, estes processos de prospecção, em tudo vem prejudicar a nossa estratégia de desenvolvimento sustentado e colocar em causa toda a estratégia delineada pelo município", concluiu. A área em causa é a denominada "Carrapeteiro" e abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão e Penamacor, num total de 429,014 quilómetros quadrados. A empresa Fortescue Metals Group Exploration Pty Ltd. requereu direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco, cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados neste concelho. LUSA

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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