Notícias

REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO RETOMOU AS EMISSÕES DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO

Escrito por RCM em 2020-04-11 15:31:54

REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO RETOMOU AS EMISSÕES DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO

REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO RETOMOU AS EMISSÕES DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO     Desde o passado dia 6 (segunda-feira) que, por motivos de grave avaria técnica, a estação repetidora da RCM, instalada no cume da serra das Termas de Monfortinho, estava inoperacional.   Só hoje conseguimos proceder à sua reparação (muito dispendiosa) e já está em funcionamento normal e GRATUITO, particular e especialmente para as populações da zona fronteiriça.   (Devido ao mau estado dos acessos, lá fomos, mais uma vez, a pé, deste o Hotel Fonte Santa até ao alto da serra, com os equipamentos às costas…)   A nossa prioridade é manter, enquanto possível, este repetidor no ar, levando até si o melhor da nossa Música Portuguesa e as notícias da região, do país e do mundo.   Queremos contribuir com o nosso redobrado ânimo e o continuado esforço constituindo um estímulo no progredir para um futuro que queremos se tornará tão risonho quanto nós e vós queridos ouvintes acreditarmos nele.   Muitos foram aqueles que, nestes dias, nos telefonaram manifestando a falta da sua rádio preferida. BEM-HAJA pelas palavras de alento e de esperança em dias melhores.   A todos o nosso obrigado, e não levem a mal por aqui deixarmos uma saudação especial para a ouvinte Maria Jose, de setenta anos de idade, e que muito nos agradeceu por sermos a sua companhia diária.   Felizmente que temos por essas terras de Monfortinho muitas e outras boas pessoas como a senhora Maria José…   Os tempos difíceis que presentemente se vivem e os que seguramente se avizinham da mesma faceta, fazem-nos reflectir profundamente, reavaliando a nossa permanência em antena.   Em boa verdade, as dificuldades financeiras, agora agravadas com a pandemia, são mesmo muitas e não sabemos até quando vamos poder resistir.   Apesar desta tragédia que a disseminação do COVID-19 está a ter na vida de todos – os nossos anunciantes e ouvintes em geral, ligados mormente ao sector das rádios locais levam-nos a fazer, embora com redobrados sacrifícios, o dia-a-dia, com a regularidade que nos é peculiar ao longo destes quase 35 anos.   CONTAMOS CONSIGO PARA SEGUIR EM FRENTE.    

AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE

Escrito por RCM em 2020-04-09 12:50:29

AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE

AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE   É imperiosa a concretização de apoios estatais “cegos” ao sector dos media, numa altura em que os meios de comunicação social foram obrigados a reduzir ou mesmo suspender a actividade devido às medidas de contenção da pandemia que foram decretadas pelo Governo.   Essas medidas têm de avançar urgentemente, socorrendo um sector que enfrenta dificuldades sem precedentes, após a queda abrupta, de quase 100%, no investimento publicitário, como é o caso da Rádio Clube de Monsanto, a nossa única fonte financeira.

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA

Escrito por Jornal do Fundão em 2020-03-20 15:23:27

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA JORNAL DO FUNDÃO – 19/03/2020     A Quercus considera que o projeto de instalação de novo amendoal superintensivo na biorregião de Idanha-a-Nova, em pleno Geoparque Naturtejo e nas proximidades do Parque Natural do Tejo Internacional, ameaça a saúde pública e o ambiente.   “A Quercus exige que o Governo não autorize a instalação de mais um amendoal [em Idanha-a-Nova] e apela a todos os cidadãos e empresas para participarem e contestarem esta nova área no âmbito do processo de avaliação de impacte ambiental que se encontra em consulta publica”, refere, em comunicado, aquela associação ambientalista.   Em causa está um projeto para a instalação de mais de 300 hectares de amendoal superintensivo na propriedade de Vale Serrano, em Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, à qual se pretende somar uma área com mais de 2.000 hectares, iniciativa que tem em consulta pública, até ao dia 20 de abril, a Avaliação de Impacte Ambiental.   Os ambientalistas explicam que o projeto em consulta pública prevê gastar 100 mil euros por ano em pesticidas e tratamentos agrotóxicos, e adiantam que só em glifosato está previsto a aplicação de mais de 600 quilos por ano.   “Os pesticidas e fertilizantes utilizados poderão ser lixiviados e arrastados para estes rios e para os aquíferos subterrâneos, aquífero este que apresenta uma vulnerabilidade padrão média a alta à contaminação e uma vulnerabilidade média a alta aos pesticidas. Estes impactes estão identificados no EIA e poderão ter um impacto muito maior e cumulativo com outras áreas adjacentes. O próprio projeto prevê uma área total no futuro de 2.000 hectares na região”, sustentam.   Adiantam ainda que a região de Idanha-a-Nova tem atraído, nos últimos anos, empresas e cidadãos nacionais e estrangeiros que procuram um modelo de desenvolvimento sustentável baseado nos recursos endógenos desta região raiana que tem um património natural e cultural singular, apostando na agricultura e pecuária biológica, na permacultura, no turismo, na organização de eventos e outras atividades sustentáveis.   “A instalação de grandes áreas com estas monoculturas intensivas vem por em causa este modelo de desenvolvimento mais sustentável e os cidadãos e empresas que procuravam esta região classificada e nela fizeram uma aposta de vida e investimentos nesta região”, sublinham.   A Quercus realça que a área de projeto, pela sua grande dimensão, apresenta uma sensibilidade relativamente alta e interfere inevitavelmente com o equilíbrio dos ecossistemas naturais presentes.   “São vários os problemas ambientais que têm vindo a ser relatados devido à instalação destas monoculturas superintensivas e que tem a ver com a contaminação do ar, dos solos e da água, diminuição de biodiversidade e degradação dos solos, entre outros, sobretudo derivados às práticas utilizadas e aos produtos agrotóxicos usados regularmente nos tratamentos”, concluem.

AMÊNDOAL NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM em 2020-03-17 18:01:44

AMÊNDOAL NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

A produção de amêndoa em Idanha-a-Nova é o objectivo do Memorando de Entendimento que acabam de assinar a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e a empresa HVCZ Industries, do Grupo Vera Cruz, que está a investir 50 milhões de euros na região. “Este Memorando de Entendimento visa criar condições para que o Grupo Vera Cruz instale em Idanha um equipamento industrial para descasque de amêndoa, numa propriedade com cerca de 194 hectares que o Município de Idanha-a-Nova irá ceder, no âmbito da estratégia de acolhimento empresarial do nosso Green Valley Food Lab”, refere Armindo Jacinto, Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova. Armindo Jacinto explica que o “amendoal a instalar será convertido em amendoal intensivo biológico, com o apoio dos membros do CoLab (Laboratório Colaborativo) que tem sede em Idanha e junta cerca de 15 entidades a colaborar no desenvolvimento de técnicas de produção alimentar saudável e sustentável, incluindo instituições académicas, grandes empresas e startups”. Refira-se que o Grupo Vera Cruz tem um projecto de investimento para os municípios de Idanha-a-Nova e do Fundão, iniciado no ano passado, que é um dos mais significativos alguma vez realizados na região, envolvendo a plantação de 3 milhões de amendoeiras, numa área até 5 mil hectares, dos quais até 2 mil hectares estão localizados no concelho de Idanha-a-Nova. Com um investimento total estimado de 50 milhões de euros, o Grupo Vera Cruz prevê a produção de 4 mil toneladas anuais de amêndoas, colocando-o assim entre os maiores produtores de amêndoa da Europa. Para além do impacto directo no sector, o projecto movimentará de forma decisiva a economia da região com a criação de emprego e a atracção de população qualificada. A empresa irá privilegiar postos de trabalho residentes no concelho de Idanha-a-Nova; recorrer a prestadores de serviço locais; colaborar com a Câmara de Idanha-a-Nova e outras entidades públicas locais na promoção da região; apoiar o desenvolvimento do ecossistema empresarial local; e a desenvolver os necessários estudos económicos e financeiros com vista à implementação, em conjunto com a Câmara de Idanha-a-Nova, da conversão da cultura de amêndoas para modo de produção biológico.

ALDEAMENTO SUSTENTÁVEL “MONSANTO VERDE”

Escrito por CMIN em 2020-01-29 19:03:18

ALDEAMENTO SUSTENTÁVEL “MONSANTO VERDE”

    Turismo de Portugal dá ‘luz verde’ ao aldeamento sustentável Monsanto Verde Grupo francês investe dez milhões em aldeamento sustentável em Monsanto- Idanha-a-Nova.   Um grupo francês vai construir um aldeamento sustentável com 44 moradias ecológicas em Monsanto-Idanha-a-Nova, chamado "Monsanto Verde".     Perto da aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, a sociedade de gestão "Monsanto Verde, Lda." acaba de ver aprovada a sua candidatura ao Turismo de Portugal para instalação de um aldeamento de 4 estrelas, composto por 44 moradias ecológicas e um edifício de apoio existente definido como ‘Casa da Herdade’. O complexo de 160 camas, situado numa herdade agrícola de 238 hectares, propriedade de Henri Salas, propõe um modo de vida sustentável, combinando o activo de residentes e turistas com uma envolvente total de agricultura biológica participativa. Rui Gomes-Pedro, gestor do projecto, doutorado em Estratégias Empresariais de Desenvolvimento Sustentável e docente na Universidade Sorbonne, em Paris, adianta que Monsanto Verde representa “um investimento de mais de 10 milhões de euros que contempla residências, hotelaria, restauração e explorações agrícolas diversas, todas elas biologicamente certificadas desde a sua produção à transformação para produto de consumo final. Oferecemos uma vida em plena natureza, seja para quem ali queira residir em permanência ou fazer turismo num território que é reserva natural e protegido pela UNESCO”. O número de moradias previstas responde à capacidade adequada para o território. As moradias de construção bioclimática garantem total conforto e são construídas com as mais recentes tecnologias, técnicas e metodologias ecológicas, usam materiais locais e respeitam os códigos de herança rural da região. De forma a habitar em comunhão com a natureza, houve um cuidado especial em cada localização que, de forma equilibrada, abraça a vegetação espontânea garantindo elevada privacidade e facultando também a cada posição um excelente horizonte de natureza. A privacidade e a comunhão com a natureza foram, provavelmente, os temas mais difíceis de todo o projecto face às inúmeras condições impostas para boa execução do complexo. Os acessos às moradias fazem-se pelos caminhos de outrora, parte deles já recuperados e reabilitados com a matéria local. Especialista de renome na aplicação do desenvolvimento sustentável nas empresas, Rui Gomes-Pedro explica que a escolha de Monsanto para instalação deste projecto teve em consideração factores estratégicos como a boa imagem de Portugal no mercado francófono, a centralidade ibérica da região – a meio caminho entre Lisboa e Madrid –, boas acessibilidades e políticas locais alinhadas com a promoção dos valores ambientais. Para o presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, “o empreendimento Monsanto Verde foi, desde logo, acarinhado por ir de encontro à estratégia de sustentabilidade que temos para o território. A mesma assenta na criação de riqueza e emprego, através da aposta na economia verde, na economia circular e nos circuitos curtos de comercialização, valorizando os nossos recursos naturais e o nosso património”. O projecto Monsanto Verde pretende deixar uma marca positiva na comunidade. Para além do impacto na economia local, os promotores pretendem colaborar na formação de estudantes, nos sectores da hotelaria e da restauração, em parceria com escolas de ensino profissional e superior. Reinventar a “arte de viver do futuro” é, em suma, a frase chave da Monsanto Verde. Capaz de combinar conhecimento ancestral e tecnologias recentes, mais do que vender casas ecológicas, este projecto que tem a assinatura do arquitecto Mário Benjamim, oferece um conceito de vida em harmonia com a natureza, num território inserido na rede europeia de Bio-Regiões (Eco-Regions) e com três classificações da UNESCO.  

Páginas: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 | 32 | 33 | 34 | 35 | 36 | 37 | 38 | 39 | 40 | 41 | 42 | 43 | 44 | 45 | 46 | 47 | 48 | 49 | 50 | 51 | 52 | 53 | 54 | 55 | 56 | 57 | 58 | 59 | 60 | 61 | 62 | 63 | 64 | 65 | 66 | 67 | 68 | 69 | 70 | 71 | 72 | 73 | 74 | 75 | 76 | 77 | 78 | 79 | 80 | 81 | 82 | 83 | 84 | 85 | 86 | 87 | 88 | 89 | 90 | 91 | 92 | 93 | 94 | 95 | 96 | 97 | 98 | 99 | 100 | 101 | 102 | 103 | 104 | 105 | 106 | 107 | 108 | 109 | 110 | 111 | 112 | 113 | 114 | 115 | 116 | 117 | 118 | 119 | 120 | 121 | 122 | 123 | 124 | 125 | 126 | 127 | 128 | 129 | 130 | 131 | 132 | 133 | 134 | 135 | 136 | 137 | 138 | 139 | 140 | 141 | 142 | 143 | 144 | 145 | 146 | 147 | 148 | 149 | 150 | 151 | 152 | 153 | 154 | 155 | 156 | 157 | 158 | 159 | 160 | 161 | 162 | 163 | 164 | 165 | 166 | 167 | 168 | 169 | 170 | 171 | 172 | 173 | 174 | 175 | 176 | 177 | 178 | 179 | 180 | 181 | 182 | 183 | 184 | 185 | 186 | 187 | 188 | 189 | 190 | 191 | 192 | 193 | 194 | 195 | 196 | 197 | 198 | 199 | 200 | 201 | 202 | 203 | 204 | 205 | 206 | 207 | 208 | 209 | 210 | 211 | 212 | 213 | 214 | 215 | 216 | 217 | 218 | 219 | 220 | 221 | 222 | 223 | 224 | 225 | 226 | 227 | 228 | 229 | 230 | 231 | 232 | 233 | 234 | 235 | 236 | 237 | 238 | 239 | 240 | 241 | 242 | 243 | 244 | 245 | 246 | 247 | 248 | 249 | 250 | 251 | 252 | 253 | 254 | 255 | 256 | 257 |

RÁDIOS LOCAIS ESTÃO NO LIMIAR DO ENCERRAMENTO

Facebook

Escrito por "JORNAL DA MADEIRA" em 2020-07-17 00:00:00

RÁDIOS LOCAIS ESTÃO NO LIMIAR DO ENCERRAMENTO

RÁDIOS LOCAIS ESTÃO NO LIMIAR DO ENCERRAMENTO “JORNAL DA MADEIRA”  - 17 DE JULHO DE 2020 ............................................................   Segundo informações recolhidas pela ARIC – Associação de Rádios muitas estações de rádio local de norte a sul do continente e regiões autónomas, estarão a ponderar fechar nas próximas semanas. O diminuto volume de receitas e o avolumar de custos durante estes meses de pandemia, isso vai obrigar. Em nota publicada, a ARIC diz que "os empresários não conseguem suportar mais o volume crescente de despesas e as Associações ou Cooperativas proprietárias das licenças de emissão radiofónica, só esperam a realização das respectivas Assembleias Gerais para uma tomada de decisão". Refere também que, "depois dos funcionários e colaboradores terem desistido de apoiar projectos, onde existem vários meses de salários em atraso e muitas contas para pagar, chegou agora altura dos fornecedores de energia eléctrica considerarem a hipótese de cortar o fornecimento, pois a paciência e a solidariedade também têm os seus limites. E sem energia, os emissores calar-se-ão de vez". Sobre as comunicações, a ARIC diz saber de redacções sem telefone há vários meses, e que para obtenção de notícias ou confirmação de informações, são os próprios jornalistas que recorrem a meios próprios e telemóveis particulares. Em contacto com a Secretaria de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, esta Associação não conseguiu obter uma resposta sobre o timing efectivo de concretização do apoio do Estado aos media, através da compra de publicidade institucional antecipada. Cinco meses depois de apresentadas as primeiras medidas de apoio às empresas devido à Covid-19, o dia a dia das empresas de comunicação social em geral e para as rádios em particular, já passou pelos estágios de emergência, aflição, pânico e está prestes a passar para o estágio de fecho iminente. Entretanto, a ARIC já elaborou um conjunto de medidas muito concretas que apresentou ao Governo, que se aceites suavizariam as dificuldades vividas. "Porém, até agora nada aconteceu e, assim, as rádios não conseguem continuar", avisa.   .............................................................. A LENTA ASFIXIA DAS RÁDIOS LOCAIS.   TEMOS QUE DENUNCIAR:     CADA DIA ESTÁ MAIS DIFÍCIL DE CONTINUAR A MANTER NO AR A RÁDIO CLUBE DE MONSANTO. TEMOS DE VENDER OU MESMO FECHAR, COM NATURAL DESENCANTO E DESAGRADO. AS DIMINUTAS RECEITAS NÃO DÃO PARA AGUENTAR POR MUITO MAIS TEMPO. A SITUAÇÃO FOI DRASTICAMENTE AGRAVADA COM A PANDEMIA. E AS PROMETIDAS AJUDAS (MESMO AS MIGALHAS) TARDAM EM CHEGAR.  

Ler mais

Transportes dentro do concelho e ligação a Castelo Branco recomeçam a 6 de Julho

Facebook

Escrito por CMIN em 2020-07-03 17:38:23

Transportes dentro do concelho e ligação a Castelo Branco recomeçam a 6 de Julho

Transportes dentro do concelho e ligação a Castelo Branco recomeçam a 6 de Julho   O transporte de autocarro dentro do concelho de Idanha-a-Nova e a ligação rodoviária entre Idanha-a-Nova e Castelo Branco vão recomeçar no dia 6 de Julho, após interrupção forçada devido à pandemia de COVID-19. A disponibilização das carreiras será faseada de acordo com a evolução da situação epidemiológica, sabendo-se que os transportes públicos são fundamentais para a qualidade de vida das pessoas, mas potenciam a transmissão da COVID-19 e a salvaguarda da saúde da população é a grande prioridade desta autarquia. A Carreira Intermunicipal, entre Idanha-a-Nova e Castelo Branco, tem saída do terminal rodoviário de Idanha-a-Nova pelas 8h10 e saída do terminal de Castelo Branco pelas 17h15, de segunda a sexta-feira (dias úteis). Este transporte é gerido pela Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, enquanto Autoridade de Transporte competente quanto aos serviços públicos de transporte de passageiros intermunicipais na área geográfica que abrange. A rede de transportes rodoviários do Cartão Raiano também vai retomar no dia 6 de Julho. Liga todas as localidades do concelho à vila de Idanha-a-Nova, com horários e itinerários que permitem dar resposta às necessidades de mobilidade da população e minimizar a concentração de passageiros. Os percursos e horários vão estar disponíveis na Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, nas Juntas de Freguesias, nos Postos de Turismo e nos sites oficiais do Município, nomeadamente em www.cm-idanhanova.pt e www.idanha.pt. Importa referir que a legislação em vigor limita o número de pessoas nos autocarros e determina a adoção de normas preventivas de segurança e higiene, nomeadamente a obrigatoriedade do uso de máscara e o distanciamento social entre os passageiros. Estão ainda previstos transportes excepcionais de acordo com necessidades pontuais da população (consultas médicas, por exemplo), sujeitos a marcação prévia junto da Linha de Apoio Psicossocial (966 032 484), com a antecedência mínima de oito dias e condicionados à disponibilidade dos serviços do Município.

Ler mais

PROGRAMA AFIRMA-TE

Facebook

Escrito por RCM em 2020-07-01 14:08:28

PROGRAMA AFIRMA-TE

"Desde abril deste ano, durante praticamente todo o período de confinamento pela Covid 19, o Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento de Idanha-a-Nova, através do Projeto Afirma-te (co-financiado pelo SICAD - Serviço de Intervenção em Comportamentos e Dependências), tem mantido contacto com as crianças, jovens e famílias com quem trabalha habitualmente em meio escolar. Este contacto à distância tem ocorrido através da difusão semanal de programas de rádio, nas quintas-feiras pelas 19h10m,  na frequência da Rádio Clube de Monsanto. Os conteúdos radiofónicos foram preparados e produzidos graças ao envolvimento e à colaboração dos educadores, professores, parceiros, famílias e suas crianças.   Amanhã poderão escutar uma emissão relacionada com o final do ano letivo 2019/2020 e também com a abertura das fronteiras terrestres entre Portugal e Espanha. Apelamos também à audição dos programas das próximas semanas com a colaboração do psicólogo Alfredo Leite do Mundo Brilhante e de Maria João Andrade da FEPODELE - Federação Portuguesa de Desporto Eletrónico. Os temas a abordar nas duas próximas semanas serão: Como Motivar e Estar Motivado na Escola e na Vida; Competências Essenciais: Do que é que os jovens precisam para serem felizes e terem sucesso.   Consultem outras informações do Afirma-te em: https://www.facebook.com/Afirmate-275486142621483/?hc_ref=ARQqkQqPm7T4V2qhCdkq3__UlqUSqGPzNjNA9y5ewFM0QGLH5ojomhRCh5wvwyeGahE&ref=nf_target&__tn__=kC-R "

Ler mais

COMUNICAÇÃO SOCIAL EM GESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

Facebook

Escrito por RCM em 2020-04-16 10:48:01

COMUNICAÇÃO SOCIAL EM GESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

COMUNICAÇÃO SOCIAL EM GESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA   ...........Apenas num mês, a pandemia está a infectar, e muito, a comunicação social regional e local. Uma situação de agonia que se agrava a cada dia que passa. Está a ter sérios problemas de sobrevivência por causa do forte impacto da pandemia da Covid-19. As poucas receitas de publicidade escasseiam agora ainda mais, e estão a fazer com que várias emissoras ponderem o seu encerramento a curto prazo. Sabemos que algumas até já suspenderam mesmo as suas emissões. Numa altura em que muita gente só tem acesso a este tipo de informação e companhia, as direcções das rádios locais contam os cêntimos para poderem continuar em antena. E o que se passa com os companheiros dos jornais, a quem manifestamos a nossa solidariedade? O semanário Nordeste, de Bragança, esteve para não sair. Só uma compra de última hora, de duas páginas, pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, evitou o pior. "Que fez com que nós pudéssemos manter a impressão do jornal e cumprir os nossos compromissos, pelo menos as próximas duas edições", desabafa Paulo Afonso, director do jornal, que fala numa gestão de sobrevivência que poderá extinguir muitos órgãos de comunicação social no país. "Não é um negócio rentável, que se está a fazer na medida da possibilidade e numa gestão de sobrevivência. Não quero arriscar números mas dezenas de jornais no nosso país, de âmbito regional, julgo que irão desaparecer depois desta crise". Em Bragança, o Mensageiro é o outro semanário. Está registado, como mais 180 publicações portuguesas na AIIC- Associação de Imprensa de Inspiração Cristã. Já fizeram chegar às Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia um pedido de "sensibilidade" para ajudarem com publicações das acções que fazem e informações à comunidade "muito importantes neste tempo de Pandemia", salienta o director António Rodrigues que é também vogal da direcção da Associação de Imprensa de Inspiração Cristã. "Uma publicidade institucional de forma a compensar graves perdas de receitas e que possa permitir algum desafogo para que mantenham a sua actividade porque é importante para os cidadãos terem acesso a informação credível e verificada". Os dois semanários são impressos numa gráfica em Braga, pertença do Diário do Minho que imprime cerca de 100 títulos nacionais. Luís Carlos é o responsável e lembra que 15 desses jornais já suspenderam as edições por dificuldades de tesouraria. Também têm reduzido significativamente o número de páginas. Tudo isso está a ter um impacto bastante negativo na comunicação de proximidade". Apenas num mês, a pandemia está a infectar, e muito, a comunicação social regional e local.   Ajude se quiser e puder. O nosso bem-haja a todos os estimados ouvintes e anunciantes. E, sinceros desejos de muita saúde e paz, sobretudo com esperança e confiança em dias melhores, na companhia da família e amigos.  

Ler mais

MAIS UMA DISTINÇÃO PARA MONSANTO

Facebook

Escrito por RCM em 2020-04-15 18:56:44

MAIS UMA DISTINÇÃO PARA MONSANTO

MAIS UMA DISTINÇÃO PARA MONSANTO   A aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, acaba de vencer o Prémio Nacional “Cinco Estrelas” Regiões 2020, pelo terceiro ano consecutivo. Numa votação nacional que envolveu mais de 300 mil participantes, Monsanto foi novamente eleito Ícone de Referência Nacional na categoria de Aldeias e Vilas. Em 2018 e 2019, a denominada ‘Aldeia Mais Portuguesa de Portugal’ já havia conquistado o Prémio Cinco Estrelas, renovando o título nesta terceira edição do concurso. A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova expressa, em nota de imprensa que nos foi enviada, a sua satisfação por mais este prémio atribuído a Monsanto e congratula-se com todos os monsantinos, idanhenses, empresários, investidores, agentes culturais e turísticos, visitantes e turistas que orgulhosamente fazem de Monsanto um destino de referência em todo o Mundo. De acordo com a organização, o Prémio Cinco Estrelas Regiões é um sistema de avaliação que identifica, segundo a população portuguesa, o melhor que existe em cada uma das 20 regiões (18 distritos + 2 regiões autónomas) ao nível de recursos naturais, gastronomia, arte e cultura, património e outros ícones regionais de referência nacional; bem como premeia empresas portuguesas que se diferenciam a nível regional. Através de uma votação nacional, que contou com 313 450 participantes, os portugueses identificaram, para cada região, o que consideram Cinco Estrelas a vários níveis. Tendo em conta a actual conjuntura em Portugal e no Mundo, a organização adianta que este ano não se irá realizar a habitual Cerimónia de Entrega dos Prémios.

Ler mais

Mais Notícias

© Rádio Clube de Monsanto 2020 | 98.7 e 107.8 FM | CSB 652 / RDS

Amigos da RCM | Discos Pedidos | Programação | Contactos | Opiniões | Livro de Visitas | Compras On-Line