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ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO AUMENTOU EM 95% DOS MUNICÍPIOS ENTRE 2011 E 2016

Escrito por LUSA em 2017-10-09 16:04:26

ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO AUMENTOU EM 95% DOS MUNICÍPIOS ENTRE 2011 E 2016

O índice de envelhecimento aumentou, entre 2011 e 2016, em 95% dos municípios portugueses e apenas 15 dos 308 concelhos do país registaram um decréscimo, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje revelados. De acordo com a 5.ª edição do Retrato Territorial de Portugal, publicação bienal do INE, o agravamento do índice de envelhecimento naquele período atingiu, sobretudo, municípios das sub-regiões do Interior Norte (Alto Tâmega, Terras de Trás-os-Montes e Douro) e Centro (Beiras e Serra da Estrela, Beira Baixa e Médio Tejo), com destaque para Almeida (Guarda), Vila de Rei, Oleiros e Penamacor (Castelo Branco) e Castanheira de Pera (Leiria), "que registaram um aumento em mais de 100 idosos por 100 jovens". O INE sustenta ainda que o ano passado o índice de envelhecimento "era mais elevado nos territórios rurais do que nos territórios urbanos, sendo esta assimetria mais acentuada nas sub-regiões Beira Baixa e Terras de Trás-os-Montes".  

ÁREA ARDIDA NOS INCÊNCIOS FLORESTAIS É A MAIOR DOS ÚLTIMOS 10 ANOS

Escrito por CM/RCM em 2017-10-06 09:19:33

ÁREA ARDIDA NOS INCÊNCIOS FLORESTAIS É A MAIOR DOS ÚLTIMOS 10 ANOS

Os incêndios florestais queimaram este ano mais de 215 mil hectares, o valor mais elevado dos últimos 10 anos, segundo o mais recente relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), esta sexta-feira divulgado. O distrito mais afectado, no que respeita à área ardida, é Castelo Branco, com 38.962 hectares, cerca de 18% da área total ardida até à data, seguido de Santarém, com 34.705 hectares (16% do total), e Coimbra, com 25.526 hectares (12% do total). O incêndio que provocou maior área ardida no distrito de Castelo Branco teve a sua origem na freguesia de Várzea dos Cavaleiros, concelho da Sertã, no dia 23 de julho, e consumiu 29.758 hectares de espaços florestais (76% do total ardido no distrito). No final de setembro, o Governo prolongou até 15 de outubro o período crítico do Sistema de Defesa da Floresta, que prevê a proibição de lançar foguetes e fazer queimadas e fogueiras nos espaços florestais, por causa das condições meteorológicas. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o mês de setembro em Portugal continental foi o mais quente dos últimos 87 anos. 

PS VENCE NA MAIORIA DOS MUNICÍPIOS DO DISTRITO DE CASTELO BRANCO

Escrito por RCM em 2017-10-02 11:20:36

PS VENCE NA MAIORIA DOS MUNICÍPIOS DO DISTRITO DE CASTELO BRANCO

O distrito de Castelo Branco continua a ser dominado pelo Partido Socialista, que nas eleições autárquicas de domingo voltou a vencer em sete dos 11 municípios, mantendo o panorama eleitoral verificado em 2013. O PSD manteve também os quatro municípios que tinha conquistado em 2013. Em Idanha-a-Nova, o PS foi o grande vencedor destas eleições autárquicas. Armindo Jacinto foi reeleito presidente da Câmara Municipal com 61,08% dos votos, o PS consegue assim 4 mandatos. O PSD elege um vereador, consegui 20,09% dos votos. De sublinhar que já nas últimas eleições, Idanha passou de 7 para apenas cinco vereadores, como penalização pela perda de habitantes no concelho. Em Monsanto, o PS também venceu. Paulo Monteiro foi reeleito presidente da União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha com 72.07% dos votos. A CDU consegue 1 mandato, obteve cerca de 13 por cento com 55 votos. Em Monsanto a abstenção rondou os 44% e a percentagem de votos em branco foi de 9.73%. Mais de 4% dos votos foram considerados nulos. Nas eleições de ontem há ainda um dado a registar, o PS concorreu sozinho em mais de metade das 13 Juntas de Freguesia do concelho de Idanha-a-Nova.

ARMINDO JACINTO REELEITO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM em 2017-10-01 22:07:06

ARMINDO JACINTO REELEITO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE IDANHA-A-NOVA

Sem qualquer surpresa Armindo Jacinto, candidato do PS ao município de Idanha, foi reeleito com uma maioria esmagadora e arrasadora para a continuação do seu trabalho à frente da edilidade. De realçar que com esta votação o partido socialista conseguiu, assim, um dos melhores resultados de sempre nesta câmara raiana, conquistando 4 vereadores em 5 lugares. Relembramos que, já nas últimas eleições, Idanha passou de 7 para apenas cinco vereadores, como penalização pela perda de habitantes no concelho. O PSD elegeu um vereador.  

A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

Escrito por LUSA em 2017-09-25 12:05:59

A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está pessimista e "muito preocupado com o panorama do jornalismo em Portugal" e aconselhou cuidado numa eventual intervenção do Estado a apoiar os 'media' em crise.   O debate era sobre o futuro do jornalismo, e decorreu no passado sábado, nos jardins do Palácio de Belém, em Lisboa, numa conversa entre jornalistas, Clara Ferreira Alves, Isabel Lucas e Paulo Moura, moderada por outro jornalista, Carlos Vaz Marques.   Sentado na quinta fila, entre a assistência, Marcelo Rebelou de Sousa pediu a palavra para fazer uma intervenção em que alertou para os muitos riscos que o jornalismo atravessa, seja por culpa das novas tecnologias, da crise económica ou das transferências para estrangeiros de empresas portuguesas.   Assistiu-se, enumerou, à "multiplicação" e "à morte das rádios locais", as que não se associaram "em cadeias", à crise da imprensa não diária, à da imprensa diária e, mais recente, à das televisões.   A última crise económica, admitiu, "teve efeitos devastadores", o negócio no ‘online’ nem a TV por cabo, por exemplo, compensou as perdas nos media tradicionais.   Marcelo Rebelo de Sousa apontou uma dificuldade para Portugal, que não dispõe de muitas fundações, ou mecenas, que apoiem o jornalismo.   E recordou a precarização, os baixos ordenados e perda de condições e meios dos jornalistas e das redacções ao longo dos últimos anos.   Chegados aqui, disse o Presidente, "a situação é crítica", em que se chega a admitir, como aconteceu durante o debate, com Clara Ferreira Alves e Paulo Moura, que o Estado tenha um papel de apoio à comunicação social em crise.   Pode chegar-se a "situações que não são boas para a democracia", face à "degradação ou esvaziamento do papel do jornalismo", alertou.   Em primeiro lugar, devem ser os jornalistas a tentar dar respostas ao problema, mas depois "há uma responsabilidade pública, do poder político, em si mesmo".   Uma responsabilidade que, acrescentou, pode ser feita "com todas as precauções". "Porque quando o poder político é chamado a intervir não resiste a intervir com uma mão pesada. E a pretexto de salvar a liberdade, pode não o fazer", afirmou, entre sorrisos, embora tenha dado o bom exemplo da RTP, em que o Estado está presente "respeitando o pluralismo e a liberdade de informação".   Em todo este processo de crise, a transferência para mãos estrangeiras de empresas portuguesas, sejam ou não de comunicação social, também tem as suas implicações. Implicações que, exemplificou, chegam à comunicação social "pela via publicitária ou pela via da influência nos operadores ou por influência da disputa da propriedade da comunicação social".   O problema é mais vasto, deve implicar o empenhamento dos jornalistas e da sociedade em geral e Marcelo Rebelo de Sousa expressa algum pessimismo.   "Temo que, a não generalizar-se o debate e a não ser levado a sério pelos jornalistas e pela sociedade como um todo, se chegue muito tarde", disse, e terminou a sua intervenção com a frase "era só isto que eu queria dizer".   LUSA  

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Convenção Nacional de Rádios 2019

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Escrito por RCM em 2019-10-10 18:27:51

Convenção Nacional de Rádios 2019

    A Associação Portuguesa de Radiodifusão organiza, no próximo dia 26 de Outubro, na Vila de Mafra, a Convenção Nacional de Rádios 2019.   Este evento no salão Nobre do Edifício Municipal de Serviços (Loja do Cidadão), conta com o apoio da Rádio do Concelho de Mafra, da Câmara Municipal de Mafra, da ERC, da Sitemaster, da Delta Cafés e da Fastprint.   Neste dia de trabalho destinado apenas aos associados da APR serão analisadas as seguintes matérias:   Manhã:   - Análise da situação actual; - Medidas a tomar; - Contencioso com a PassMúsica.   Tarde:   - Galgar o futuro próximo; - Da programação linear para a não linear; - Produção de conteúdos híbridos; - Plataforma digital.

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TAMBÉM NA BEIRA INTERIOR O PS GANHA

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Escrito por RCM em 2019-10-07 10:07:17

TAMBÉM NA BEIRA INTERIOR O PS GANHA

FELICITAÇÕES E PARABÉNS AOS VENCEDORES. Aos “derrotados” desejamos que tenham energia e motivação para continuarem na luta em prol dum Portugal mais justo e próspero, em paz social. Os 45,5 % de abstencionistas que meditem nas consequências por não terem cumprido o seu dever cívico… O Partido Socialista, vencedor das eleições legislativas de ontem, é também o grande dominador nos resultados da Beira Interior, ganhando nos distritos de Castelo Branco e Guarda e aumentando o número de deputados de quatro para cinco. O PSD elege apenas dois. Se em Castelo Branco o triunfo é uma repetição do que aconteceu em 2015, na Guarda é uma reviravolta, pois há quatro anos tinha sido o PSD a vencer. No distrito de Castelo Branco, o PS reforçou ainda mais o seu domínio, conseguindo este ano uma vitória esmagadora com 40,88% dos votos, contra apenas 26,33% do PSD. É uma diferença superior a 14 por cento, quando em 2015 tinha sido apenas de três por cento. Em termos de eleição de deputados pelo círculo, os socialistas elegem Hortense Martins, Eurico Brilhante Dias e Nuno Fazenda. O PSD elege apenas Cláudia André. Na terceira posição continua o Bloco de Esquerda (11,05%), seguido de CDU (4,75%), CDS (3,71%), PAN (2,38%) e Chega (1,27%). Por concelho, os socialistas mantêm as vitórias no Fundão, Covilhã, Belmonte, Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila velha de Ródão e conquistam Penamacor e Proença-a-Nova (que há quatro anos haviam votado PSD). O PSD vence em três concelhos “habituais” na zona do Pinhal: Oleiros, Sertã e Vila de Rei. A abstenção no distrito subiu e foi de 44,91% (em 2015 foi 42,54%).  

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RCM COM MAIS DE 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES

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Escrito por RCM em 2019-09-14 13:04:30

RCM COM MAIS DE 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES

             O SITE DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO JÁ ULTRAPASSOU OS 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES DE CIBERNAUTAS DO PAÍS E DO MUNDO.     Pode escutar a RCM em :   FM: 98.7 Mhz e 107.8 Mhz   em   www.radiomonsanto.pt   ou:   www.radiomonsanto.radios.pt   e ainda acompanhar a RCM na página   www.facebook.com/radiomonsanto    

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Escrito por RCM em 2019-09-08 19:54:23

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TOLERÂNCIA ZERO PARA A PROPAGANDA DOS POLÍTICOS

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Escrito por RCM em 2019-09-03 17:49:33

TOLERÂNCIA ZERO PARA A PROPAGANDA DOS POLÍTICOS

  A RÁDIO CLUBE DE MONSANTO não vai acompanhar as iniciativas locais no âmbito das eleições do próximo dia 6 de Outubro. A RCM decidiu voltar a boicotar a cobertura jornalística às iniciativas desenvolvidas localmente pelos vários candidatos às eleições legislativas.  À semelhança daquela que foi a posição assumida noutras circunstâncias por esta emissora, e por várias outras rádios locais do país, e recentemente na campanha para as eleições europeias, a RCM vai continuar sem acompanhar as acções de campanha promovidas localmente pelos candidatos a deputados à Assembleia da República. Na base desta decisão estão uma série de entraves que têm vindo a ser colocados às rádios locais, com decisões que podem levar, no limite, ao fechar de portas de várias estações emissoras.  “Os problemas das rádios portuguesas já são há muito tempo conhecidos pela classe política, mas a situação das rádios de proximidade está, em nosso entender, numa fase crítica, decisiva até". A não emissão de tempos de antena e a situação dos pagamentos dos direitos conexos são apenas duas das matérias referidas, sendo que "O Estado não defende os direitos das rádios locais", e que "os políticos não ouvem as rádios", por isso, "chegou o momento das rádios não ouvirem os políticos".

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