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FAUSTO COUTINHO É O NOVO DIRECTOR DE INFORMAÇÃO DA ANTENA 1

Escrito por RCM/Joaquim Fonseca em 2012-03-24 16:09:38

FAUSTO COUTINHO É O NOVO DIRECTOR DE INFORMAÇÃO DA ANTENA 1

O jornalista Fausto Coutinho vai ser o novo Director de Informação da Antena 1. Natural da cidade da Guarda, Fausto Coutinho, era até agora editor de Economia naquele canal da rádio pública. Aquele jornalista começou a sua actividade radiofónica na Rádio Altitude da Guarda, tendo passado pela RDP-Rádio Guarda, Rádio F e TSF. Fausto Coutinho vai ser o próximo director de informação da Antena 1, e terá como directora-adjunta Rosário Lira, e como subdirectores José Guerreiro, Paulo Sérgio e Vítor Oliveira. Fausto Coutinho substitui João Barreiros, que se demitiu no início de Fevereiro na sequência do denominado “caso Pedro Rosa Mendes”. Este caso, de alegada censura na Antena 1, ocorreu no final de Janeiro, na sequência de uma crónica de Pedro Rosa Mendes onde este, na rubrica “Este Tempo”, criticou o programa da RTP, “Reencontro”, gravado e emitido em Luanda a 16 de Janeiro. A direcção interina da Antena 1 foi entretanto assumida por Rosário Lira, que será a futura número dois na equipa dirigente. A nomeação seguirá para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), que tem parecer vinculativo.

RESULTADOS DAS PRESIDENCIAIS DE TIMOR-LESTE

Escrito por Jornalista Rui Pedro Fonseca em Dili - TIMOR-LESTE em 2012-03-20 16:35:31

RESULTADOS DAS PRESIDENCIAIS DE TIMOR-LESTE

José Ramos Horta, actual Presidente e vencedor do prémio Nobel da paz já reconheceu a derrota nas eleições depois de um resultado fraco no acto eleitoral do fim de semana. Ramos Horta ficou em terceiro lugar depois de mais de 70 por cento dos votos já estarem contados, disse hoje o secretário oficial das eleições Luiz Fernando Valls. "Há meia noite do dia 19 de Maio vou entregar a liderança do país ao novo Presidente, um dos dois que agora vão a segunda volta" disse hoje Ramos Horta aos jornalistas na capital Dili. Os dois candidatos vencedores, Francisco "Lu Olo" Guterres da Fretilin e o ex-Chefe Militar Taur Matan Ruak, vão disputar a segunda ronda das eleições Presidenciais de Timor-Leste na terceira semana de Abril.

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS EM TIMOR-LESTE

Escrito por Rui Pedro Fonseca em DiIi - TIMOR-LESTE em 2012-03-19 12:13:04

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS EM TIMOR-LESTE

O candidato às Presidenciais de Timor-Leste Francisco Guterres Lu Olo, que venceu a primeira volta disse, em conferência de imprensa, estar optimista com os resultados das eleições de sábado e preparado para ir a uma segunda volta com o General Taur Matan Ruak. "Os resultados dos votos que obtive na primeira ronda satisfazem-me de certa maneira e que naturalmente me deixam optimista para uma segunda ronda, que vai acontecer brevemente", afirmou aos jornalistas. Francisco Guterres Lu Olo, também Presidente do Partido Revolucionário do Timor-Leste Independente (Fretilin), disse que as eleições, em que ficou posicionado em primeiro lugar, decorreram num clima de paz e estabilidade. Como consequência de Taur Matan Ruak ter obtido um segundo lugar, o actual Presidente da República, Ramos Horta e que foi, também, candidato, não poderá entrar na segunda volta, a disputar na terceira semana de Abril.  

ALUMÍNIOS NA RECONSTRUÇÃO DE CASA SECULAR JUDAICA

Escrito por RCM em 2012-03-14 10:35:17

ALUMÍNIOS NA RECONSTRUÇÃO DE CASA SECULAR JUDAICA

No dia 31 de Dezembro de 2011, a RCM publicou uma notícia com o título em epígrafe, ilustrada com duas fotos, dando conta da colocação de portas em alumínio, na sua totalidade na cor branca, numa Casa Secular Judaica. Tais portas estiveram lá implantadas apenas pouco mais de 24 horas. Há dias foram substituídas por outro formato de portas, na sua totalidade já na cor verde, em conformidade com o aprovado no projecto. Convicta do seu dever de prestar uma informação verdadeira e rigorosa, a Rádio Clube de Monsanto notícia hoje e aplaude tal mudança, ao mesmo tempo que reafirma e lamenta a forma, pouco feliz e descaracterizadora, como continua a ser feita a recuperação e a reconstrução da referida Casa Secular Judaica, nesta aldeia histórica, protegida por legislação especial e múltipla. A única preocupação que move a actuação da RCM é a preservação da riqueza edificada pelos nossos antepassados. Pelo menos não se dirá no futuro que não combatemos, com lealdade e sensibilidade, até ao último fôlego, para evitar adulterações no conjunto arquitectónico neste território classificado como Monumento Nacional. A RCM pautou a sua conduta, sempre na convicção de ter actuado sob o estrito respeito pela lei e pelos direitos, liberdades e garantias consignadas na Constituição da República.

ATAQUE PIRATA AO SITE DA RCM

Escrito por RCM em 2012-03-13 10:23:09

O site da RCM foi alvo de um "ataque pirata cirúrgico",  tendo sido APAGADAS todas as NOTÍCIAS e os COMENTÁRIOS, em arquivo, da TRIBUNA LIVRE , relacionados com a destruição do Património Secular Judaico em Monsanto.

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CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

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Escrito por RCM em 2019-08-14 10:02:29

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985   BEM HAJA A TODOS OS AMIGOS DA RCM POR TANTA SIMPATIA E CARINHO   QUEREMOS CONTINUAR A SER A SUA COMPANHIA AMIGA   Fazer Rádio não é tarefa fácil, especialmente em comunidades onde todos se conhecem e onde os órgãos de comunicação social dependem, em maior ou menos grau, dos poderes instituídos, tantas vezes merecedores de reparo. Há até quem calcule os apoios, os louvores e a colaboração com a Rádio em função das referências elogiosas ou críticas. A RCM tem sabido, ao longo destes trinta e quatro anos ao serviço do concelho de Idanha-a-Nova e da região, resistir à tentação de se amesendar à conta do orçamento. Não queremos nenhuma medalha. “Dar medalhas a toda a gente tira o valor da medalha e tira o valor a quem a recebe”…Os exemplos recentes de condecorados escandalosamente devem levar-nos a meditar no verdadeiro país em que vivemos. Sabemos que certos senhores não gostam do nosso sentido crítico, que consideramos próprio do acto comunicativo. Informar não é apenas dizer. É também valorar, ajuizar… Em democracia todos têm direito a pensar pela sua própria cabeça. E este direito de cidadania não pode ser negado por aqueles que detêm, ainda que por algum tempo, o poder, seja ele político, económico ou religioso. Esta Estação Emissora teve, desde sempre, uma situação financeira frágil, agravada pela crise dos últimos tempos.  Nunca nos hipotecámos ou prostituímos e chegámos até aos dias de hoje cumprindo todos os compromissos e não devemos um cêntimo a ninguém.  Na actual conjuntura a nossa Emissora não reúne condições económicas para comprar foguetes e festejar mais um ano de vida. Assinalamos a passagem singela de mais um aniversário sem euforia, entremeada sim de preocupações sociais sem conta. Mas, mesmo contra ventos e marés, estamos animados a seguir em frente, pois esta emissora tem sido erguida, desde 1985, com um esforço ímpar sobre o milenário granito das serenas paisagens da Campina da Idanha.   Vamos continuar a ser um baluarte forte das coisas e dos valores verdadeiramente portugueses. Claro que o futuro da RCM depende, fundamentalmente, daquilo que os ouvintes e anunciantes forem capazes de dar ao seu Rádio Clube. Estamos confiantes de que o merecido e justo apoio não faltará, para bem da região e desta voz independente e livre. Não nos calaremos contra as injustiças e o abandono destas terras e gentes tão marginalizadas por parte dos “donos disto tudo”. A nossa luta não pára e a RCM quer continuar a ser a sua companhia amiga. Contamos, mais uma vez, com a sua ajuda, para que ninguém ouse calar esta voz popular ao serviço do regionalismo.

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AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

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Escrito por RCM em 2019-07-14 14:24:24

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

CONTRA OS VAMPIROS DAS RÁDIOS LOCAIS LUTAR, LUTAR.   RÁDIO CLUBE DE MONSANTO - HÁ 34 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO, DA MÚSICA PORTUGUESA E DA MARCA IDANHA, NO PAÍS E NO MUNDO - INSTITUIÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO, SEM QUALQUER SUBSÍDIO DO ESTADO...   Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. O Estado Português não financia nem apoia as rádios! Sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências, taxas e taxinhas!  Até nos tempos de Antena somos excluídos pelo Estado. É verdade! O Estado discrimina a RCM e as outras rádios temáticas musicais… Temos direito à indignação por a PassMúsica querer entrar nos nossos bolsos já quase vazios… Concreta e objectivamente, para a fixação dos valores mínimos propostos exorbitantes, a pagar pelas Rádios, a PassMúsica levou em conta, segundo o seu critério, o valor mínimo de 3.000 € de receita mensal necessária para uma Rádio cobrir os custos mínimos para operar, em condições de mercado, variando a tarifa mínima em função da percentagem de música utilizada. Sendo mais explícitos: Pagamento mensal de música utilizada: 90% = 150,00 € - o caso, entre muitas outras, da RCM, como rádio temática musical… Já pagamos à Sociedade Portuguesa de Autores 55,54 euros mensais...e agora estes senhores da PassMúsica querem muito mais... As rádios divulgam - GRATUITAMENTE - os artistas e ainda têm de pagar para isso! “Os donos disto tudo”, com a conivência do Estado, devoram tudo e retractam bem o espírito desonesto e censório que se instalou em Portugal, que constitui uma ameaça à cultura, à verdadeira cultura, que não está nem pode estar confinada ao politicamente correcto e às narrativas situacionistas. Um Estado de direito só o é se for capaz de garantir a Justiça. Exigimos ao Estado que faça respeitar a lei, que proteja e dignifique as instituições que ele mesmo estabeleceu e regulou. Mas é bom também que sintamos como nossa inalienável obrigação de defender o que só a nós pertence, visto à luz do (algo esquecido) sentimento de Pudor, um dos mais legítimos pilares da Dignidade. Trago à colação uma frase do escritor Wole Soynca: “O poder é o domínio, o controlo, uma forma muito selectiva de verdade, que é uma mentira”. Talvez tenha razão. Também fica a dúvida. Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem. Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos”. Poderão os puristas achar estas palavras excessivas, dado que, aparentemente, há a liberdade para que cada um diga o que pensa, mesmos os maiores desvarios. Mas, a censura faz-se actualmente de modo subtil, passando pelo controlo dos Órgãos de Comunicação Social e respectivas linhas editoriais e por expedientes destinados a ostracizar quem não pactue com os factos deturpadas ou cor-de-rosa e as narrativas alinhadas. Só têm acesso à “mesa do orçamento”, com uma certa margem de tolerância (a fim de transmitir a ideia de democracia e pluralismo), os que tiverem posturas do agrado do regime, ou tolerados por este. As excepções a este quadro, como a Rádio Clube de Monsanto, têm de sobreviver fustigados constantemente por epítetos injustos, ausência de apoios, etc. Vamos resistir… só não sabendo até quando e como. Recordo a Grande Senhora Palmira Bastos, na frase inesquecível, dita levantada, contra a dor: “Morta por dentro, mas de pé! De pé, como as árvores!”    

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por RCM em 2019-07-07 15:26:58

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

É PRECISO AVIVAR A MEMÓRIA.   O FALSO APOIO DO ESTADO   É preciso dizer a verdade às pessoas, o Estado não dá nada às Rádios Locais, nem nunca deu, estas vivem apenas com as receitas da publicidade que emitem, sendo essa a sua única fonte de receitas. Mesmo a questão das migalhas dos incentivos que apoiam apenas 50% dos investimentos de uma minoria de Rádios tem de ser bem explicado para que não haja dúvidas ou equívocos. É também necessário dizer que a grande maioria das Rádios Locais nem sequer pode concorrer ao sistema de incentivos, porque tomara terem dinheiro para pagar ao Estado e aos fornecedores quanto mais para os restantes 50% necessários. Que seja dita toda a verdade e nada fique por dizer! Existe mesmo um mito que importa desmistificar. Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e todas as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. É mentira! O Estado português não financia nem apoia as rádios! TRANSPARÊNCIA   Sabia que, sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências!  Confesso-me muito “constrangido” só em pensar na eventualidade de a curto prazo ter de encerrar a emissora que ajudei a criar (com outros bons companheiros) e onde estou há já 34 anos, como modesto prestador de serviço (não remunerado) às populações raianas e não só…projectando a marca Idanha no País e no mundo.   DIREITOS DE AUTOR E CONEXOS   Sempre pagámos uma taxa mensal fixa aos autores das letras e músicas que emitimos na nossa antena. Sabia que agora os cantores, músicos e a poderosa indústria discográfica, querem 5% da facturação das rádios locais, mas com um valor mínimo garantido exorbitante? Será isto justo? E, sabia que esta imoralidade é incentivada pelas leis do Estado que lhes dá todos os direitos e os nega às rádios? É verdade. O Estado não defende os direitos das rádios! Assim está muito difícil manter no ar este Som Popular em prol da Música Portuguesa e das terras e gentes Raianas deste interior profundo.   Valha-nos Deus, que, com estes políticos, mais valia estarmos entregues aos bichos.   A Verdade, mais cedo do que se julga, virá à superfície.    

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AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

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Escrito por RCM em 2019-07-05 10:20:11

AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

  Um investimento de perto de 50 milhões de euros irá fazer com que o grupo luso-brasileiro Veracruz faça germinar, na Beira Baixa, um amendoal composto por mais de três milhões de amendoeiras e dois mil hectares de terra – os quais estarão espalhados por diversas herdades do Fundão e de Idanha-a-Nova.  Quando a plantação estiver totalmente instalada e a produção a decorrer normalmente, espera-se que saiam, destes campos, cerca de quatro mil toneladas anuais de amêndoa de variedades tradicionais mediterrânicas. No futuro, e através da abertura de capital a outros investidores, a Veracruz pretende chegar aos cinco mil hectares de amendoal implantados. Prevendo exportar cerca de 70% da sua produção, este novo amendoal irá permitir a criação de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos. O empreendimento da Veracruz prevê, até 2021, a instalação de uma fábrica de descasque e de processamento de amêndoa na mesma região. Além de parcerias científicas e tecnológicas com institutos e universidades locais, a Veracruz pretende apoiar startups de agrotech, disponibilizando parte das suas terras como campos de exploração e showroom para estes novos projectos.   A apresentação do projecto decorreu esta semana numa visita às plantações de amendoeiras da Veracruz, incluindo a maior propriedade do grupo, a Herdade Vale Serrano em Idanha-a-Nova, com a presença do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, e dos empresários da Veracruz, David Carvalho e Filipe Rosa. O Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, referiu que "a atribuição ao projecto do estatuto de Interesse Nacional demonstra a forma de estar do Estado perante quem quer fazer coisas que podem transformar territórios do país", uma vez que "encontramos neste investimento pioneiro um compromisso com a terra e uma dimensão social, bem como uma visão sustentável e inteligente da utilização dos recursos naturais, desde o solo à água ". A gestão da água, em particular, será um aspecto a privilegiar. Depois do autarca Armindo Jacinto ter manifestado disponibilidade para investir e apoiar a reabilitação do regadio da campina de Idanha no âmbito da sua inclusão no futuro Quadro Comunitário de Apoio, o governante Miguel Freitas respondeu positivamente ao repto, afirmando: "Vamos trabalhar em conjunto porque sinto que há aqui um momento novo que obrigará a um investimento para reabilitar este regadio". Na Herdade Vale Serrano, Filipe Rosa, sócio cofundador da Veracruz, adiantou que "Idanha é a área onde queremos expandir mais o nosso projecto por haver mais terra disponível e água em abundância". Com efeito, este responsável explica que a escolha da Beira Baixa se ficou a dever, não só ao clima e solos perfeitamente adaptados à cultura, como também “à disponibilidade de terra e de água. E, tão importante, à vontade política demonstrada pelos autarcas em acolherem o nosso projecto. Somos um ‘projecto-âncora’ que visa criar um cluster de produção para valorizar esta região. Vamos criar mais de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos e assumimos o compromisso de contratar, sempre que possível, mão-de-obra local”. Ainda em Idanha-a-Nova, David Carvalho, o outro sócio cofundador da Veracruz, disse que "pelas suas características edafoclimáticas, Portugal tem todo o potencial para se assumir como uma importante referência na cultura de amêndoa" e anunciou planos para a construção e extensão de barragens para garantir as condições de rega necessárias.

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CONTRA O LÍTIO

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Escrito por LUSA em 2019-06-01 10:14:07

CONTRA O LÍTIO

Idanha-a-Nova manifesta-se contra pedidos de prospecção mineira no concelho A Câmara de Idanha-a-Nova manifestou-se contra a possibilidade de prospecção e pesquisa de depósitos minerais no concelho por considerar que irá prejudicar a estratégia de desenvolvimento do município.   A nossa posição, nesta fase, foi de estar contra este tipo de acção, apesar de saber que estamos a falar de um fase inicial de prospecção", afirmou hoje à agência Lusa, o presidente deste município do distrito de Castelo Branco.   Armindo Jacinto explica que a autarquia tomou uma posição que teve em conta as questões técnicas do processo e teve em linha de conta a forma como poderia ser defendida a posição de Idanha-a-Nova.   "Tomámos uma posição pública contra [a prospecção] e tecnicamente defendemos esta nossa posição", sustentou. O autarca entende que, apesar de se falar de prospecção, o processo pode pôr em causa a estratégia de desenvolvimento delineada para o concelho. "O que temos conseguido em Idanha-a-Nova, de valorização do património histórico, cultural e natural, estes processos de prospecção, em tudo vem prejudicar a nossa estratégia de desenvolvimento sustentado e colocar em causa toda a estratégia delineada pelo município", concluiu. A área em causa é a denominada "Carrapeteiro" e abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão e Penamacor, num total de 429,014 quilómetros quadrados. A empresa Fortescue Metals Group Exploration Pty Ltd. requereu direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco, cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados neste concelho. LUSA

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