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A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

Escrito por LUSA em 2017-09-25 12:05:59

A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está pessimista e "muito preocupado com o panorama do jornalismo em Portugal" e aconselhou cuidado numa eventual intervenção do Estado a apoiar os 'media' em crise.   O debate era sobre o futuro do jornalismo, e decorreu no passado sábado, nos jardins do Palácio de Belém, em Lisboa, numa conversa entre jornalistas, Clara Ferreira Alves, Isabel Lucas e Paulo Moura, moderada por outro jornalista, Carlos Vaz Marques.   Sentado na quinta fila, entre a assistência, Marcelo Rebelou de Sousa pediu a palavra para fazer uma intervenção em que alertou para os muitos riscos que o jornalismo atravessa, seja por culpa das novas tecnologias, da crise económica ou das transferências para estrangeiros de empresas portuguesas.   Assistiu-se, enumerou, à "multiplicação" e "à morte das rádios locais", as que não se associaram "em cadeias", à crise da imprensa não diária, à da imprensa diária e, mais recente, à das televisões.   A última crise económica, admitiu, "teve efeitos devastadores", o negócio no ‘online’ nem a TV por cabo, por exemplo, compensou as perdas nos media tradicionais.   Marcelo Rebelo de Sousa apontou uma dificuldade para Portugal, que não dispõe de muitas fundações, ou mecenas, que apoiem o jornalismo.   E recordou a precarização, os baixos ordenados e perda de condições e meios dos jornalistas e das redacções ao longo dos últimos anos.   Chegados aqui, disse o Presidente, "a situação é crítica", em que se chega a admitir, como aconteceu durante o debate, com Clara Ferreira Alves e Paulo Moura, que o Estado tenha um papel de apoio à comunicação social em crise.   Pode chegar-se a "situações que não são boas para a democracia", face à "degradação ou esvaziamento do papel do jornalismo", alertou.   Em primeiro lugar, devem ser os jornalistas a tentar dar respostas ao problema, mas depois "há uma responsabilidade pública, do poder político, em si mesmo".   Uma responsabilidade que, acrescentou, pode ser feita "com todas as precauções". "Porque quando o poder político é chamado a intervir não resiste a intervir com uma mão pesada. E a pretexto de salvar a liberdade, pode não o fazer", afirmou, entre sorrisos, embora tenha dado o bom exemplo da RTP, em que o Estado está presente "respeitando o pluralismo e a liberdade de informação".   Em todo este processo de crise, a transferência para mãos estrangeiras de empresas portuguesas, sejam ou não de comunicação social, também tem as suas implicações. Implicações que, exemplificou, chegam à comunicação social "pela via publicitária ou pela via da influência nos operadores ou por influência da disputa da propriedade da comunicação social".   O problema é mais vasto, deve implicar o empenhamento dos jornalistas e da sociedade em geral e Marcelo Rebelo de Sousa expressa algum pessimismo.   "Temo que, a não generalizar-se o debate e a não ser levado a sério pelos jornalistas e pela sociedade como um todo, se chegue muito tarde", disse, e terminou a sua intervenção com a frase "era só isto que eu queria dizer".   LUSA  

FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

Escrito por LUSA em 2017-09-14 15:54:05

FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

A vila de Alpedrinha, no concelho do Fundão, recebe de sexta-feira a domingo mais uma edição do Chocalhos - Festival dos Caminhos da Transumância, que mantém a aposta na diferenciação e qualidade. "Queremos passar do tempo em que se falava essencialmente no elevado número de participantes para um tempo em que o destaque se prende com a qualidade, a fruição e o grau de satisfação que os visitantes podem tirar da variadíssima oferta que se lhes apresenta", referiu, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes. Organizado em parceria pela autarquia e pela Junta de Freguesia de Alpedrinha, este festival dedica grande atenção à temática da pastorícia e à rota que, outrora, os pastores tinham de fazer para procurarem novas pastagens para os rebanhos. Uma tradição que todos os anos é recriada neste festival, com a realização de uma caminha acompanhada por um rebanho e na qual se faz a ligação entre o Fundão e Alpedrinha, percorrendo um trilho da Serra da Gardunha, que este ano foi dizimada por um violento incêndio.

CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

Escrito por MadreMedia / Lusa em 2017-09-12 13:45:25

CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

Os arquitectos e antigos escuteiros Pedro Ferreira e Helena Vieira são os autores do projecto da nova capela construída no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE), no Monte Trigo, em Idanha-a-Nova. "Para além do formato de tenda, as formas apontam também para o próprio lenço escutista e o modo como este assenta no pescoço", explica, em comunicado, Helena Vieira. A arquitecta realça ainda os sentimentos potenciados pelo lugar: "A protecção, o encontro, o silêncio perante a paisagem, tudo é espectacular perante este sistema de vistas tão interessante". O projecto pretende valorizar o ambiente intimista do local, aliado ao espírito escutista de comunhão com a natureza, sendo que a nova capela encontra-se no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE) em Idanha-a-Nova e teve a sua cerimónia de dedicação durante o 23.º acampamento nacional de escuteiros (ACANAC). Este novo templo, dedicado a Nossa Senhora de Fátima, assenta numa estrutura de madeira, símbolo também das construções dos escuteiros, protegida apenas por um revestimento em zinco escuro.

FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM em 2017-09-12 13:43:53

FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

Idanha-a-Nova recebe até 17 de setembro mais uma edição do Festival de Teatro Ajidanha. Aproximar a cultura do público continua a ser a aposta deste festival, com a realização de espectáculos em palcos espalhados por Idanha-a-Nova, nomeadamente na sede de concelho, em Medelim, na Aldeia de Santa Margarida, em São Miguel D’Acha e no Ladoeiro. Serão apresentadas nove peças de sete companhias oriundas da Madeira, Esposende, Esmoriz, Lagos, Pombal, da Galiza e de Lanzarote. Destaque ainda para o concerto musical de abertura e para a exibição do filme “O Canto do Galo”, do realizador Ramón de los Santos. A segunda semana do festival prossegue com "O Anexo" (Ajidanha) dia 11 em Idanha-a-Nova; "Até ao Canto do Galo" (filme de Ramón de los Santos) dia 12 em Idanha-a-Nova; "La Novia de D. Quixote" (EME2) dia 13 em Idanha-a-Nova; "Posta de Leitão" (stand-up comedy) dia 14 na Aldeia de Santa Margarida; "Gaviotas Subterraneas" (Comik Teatro) dia 15 em Idanha-a-Nova; "As Minhas Sogras" (Teatro Renascer de Esmoriz) dia 16 no Ladoeiro; e "O Lobo Vermelho" (Teatro Experimental de Lagos) dia 17 em São Miguel D'Acha. O Festival de Teatro da Ajidanha é uma organização conjunta da Ajidanha e da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, com o apoio das freguesias que recebem os espectáculos. O programa completo está disponível na internet em: www.ajidanha.com.

INSCRIÇÕES ABERTAS NA ACADEMIA DE ARTES CATARINA CHITAS

Escrito por RCM em 2017-09-07 14:04:39

INSCRIÇÕES ABERTAS NA ACADEMIA DE ARTES CATARINA CHITAS

Em Idanha-a-Nova, estão abertas as inscrições na Academia de Artes Catarina Chitas. O projecto é gratuito e desenvolvido pela Filarmónica Idanhense em parceria com a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.  Em termos de Teoria Musical, poderá inscrever-se em aulas de Formação Musical (todas as idades), Informática Aplicada à Música (todas as idades), Música Tradicional (todas as idades), Iniciação Rítmica (dos 2 aos 5 anos) e Musicalização Infantil (dos 0 aos 5 anos).  Há ainda disciplinas dedicadas a instrumentos: Sopros (flauta, clarinete, saxofone, trompete, trompa, trombone e tuba), Percussão (bateria e glockenspiel), Cordas (guitarra clássica e cavaquinho) e Instrumentos Tradicionais (viola beiroa, palheta e adufe).   As aulas começam no dia 25 de setembro.  Pode obter mais informações através do e-mail geral@filarmonicaidn.com ou do telefone 926 938 535.

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NOVO ANO – MELHORES DIAS PARA AS RÁDIOS LOCAIS?

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Escrito por RCM em 2018-12-31 16:34:21

NOVO ANO – MELHORES DIAS PARA AS RÁDIOS LOCAIS?

  Sendo a radiodifusão um serviço cultural de interesse público não tem merecido o devido reconhecimento pelo Estado Português, sendo até praticamente ignorado nos últimos anos.  Poderá dizer-se numa óptica optimista que o sector está estabilizado, mas também não será incorrecto afirmar que ele se encontra estagnado. É bom ter a noção da realidade. O Estado parece apostado na “morte lenta” das micro e pequenas empresas, onde se incluem a maioria das rádios portuguesas. Foi, aliás, aproveitando as leis desfavoráveis para as rádios, mas altamente benéficas para os representantes do direito de autor e direitos conexos, que a PassMúsica desencadeou uma ofensiva perante as rádios locais para além de tudo o que é razoável. Continua a ser correcto e actual afirmar-se que as rádios locais se encontram confrontadas com quatro grandes ameaças: 1. Ofensiva da PassMúsica, referente aos direitos conexos; 2. Constrangimentos causados pelo Estado, nomeadamente, excesso de regulamentação, regulação e fiscalização; 3. Dificuldades de mercado, causadas pela crise económica, sem perspécticas de regressão; 4. Concorrência de novos meios tecnológicos, através da internet. A Rádio Clube de Monsanto desde sempre tem sobrevivido com graves dificuldades financeiras e carência de recursos humanos, próprias duma aldeia do interior profundo. Esperamos que no Novo Ano de 2019 a situação melhore um pouquinho…para podermos comemorar os 34 anos ao serviço do Regionalismo e da Música Portuguesa, na sua companhia amiga. Vamos resistir enquanto tivermos forças, em homenagem e preito de reconhecimento ao nosso fiel auditório, que muito nos tem ajudado desde 1985. Bem hajam e votos de excelente Ano Novo, sobretudo com saúde, paz, esperança e luz, não esquecendo as comunidades da diáspora, que nos acompanham, em todo o mundo, através do nosso site www.radiomonsanto.pt já com 9.397.034 de visitas.  

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IDANHA APROVA ORÇAMENTO DE 24 MILHÕES PARA 2019

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Escrito por RCM em 2018-12-03 10:10:07

IDANHA APROVA ORÇAMENTO DE 24 MILHÕES PARA 2019

  A Câmara de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, aprovou a proposta de orçamento para 2019, no valor de 24 milhões de euros, mais dois milhões face ao orçamento deste ano, foi hoje anunciado. O orçamento foi aprovado por maioria pelo executivo de maioria socialista, com o voto contra do vereador do PSD. Segundo o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, o orçamento para 2019 reflecte o investimento na captação de programas comunitários que o executivo conseguiu durante este ano. "2019 será um ano de muita exigência para a concretização dos projectos que temos em curso, nomeadamente no âmbito da economia verde e na afirmação de Idanha-a-Nova como biorregião", disse. O autarca adianta que vai ser um orçamento de continuidade e de afirmação da estratégia definida pelo município em áreas como a social ou a economia, com destaque para sectores como a educação, saúde e habitação. "Estamos apostados na captação de empresas inovadoras no sentido de criar mais riqueza e emprego e trazer e fixar mais famílias para o concelho", sustentou. Armindo Jacinto sublinha ainda o "forte investimento" que vai ser feito na habitação, sobretudo com a implementação de planos de acção para a reabilitação urbana em todas as freguesias de Idanha-a-Nova e não apenas na sede de concelho.  

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NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO.

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Escrito por RCM em 2018-11-29 15:15:28

NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO.

SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÓS, COMO RÁDIO LOCAL, NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO. ................................................................................................. Queremos tão só e apenas que não nos castiguem com taxas e taxinhas, e cada dia com mais e mais exigências, inadmissíveis e absolutamente injustificadas. Até porque prestamos um SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA.   A Rádio Clube de Monsanto – A VOZ DA PORTUGALIDADE - tem um historial de 33 anos de sobrevivências com as maiores dificuldades financeiras e graves carências de recursos humanos. Simplesmente porque teimamos em resistir neste interior profundo e abandonado pelos mandantes do poder nacional e local. Estamos também a pagar o preço de sempre ter querido estar ao lado dos mais humildes, dos que lutam pela liberdade e pelos seus elementares direitos a uma digna vivência social. A liberdade é muito bonita…mas tem-nos dado muitas chatices. Mas queremos continuar a ser livres. Só não sabemos até quando temos forças para nos aguentar nesta dura batalha. Mas duma coisa temos a certeza: SÓ CAIREMOS DE PÉ. E se verdadeiramente quer ajudar a Comunicação Social, senhor Presidente da República, faça chegar este nosso angustiante apelo ao Governo que o senhor Professor Marcelo Rebelo de Sousa “teima em trazer ao colo”, com todo o devido respeito que nos merece o Supremo Magistrado da Nação.

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O MADEIRO EM PENAMACOR

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Escrito por RCM em 2018-11-22 09:36:09

O MADEIRO EM PENAMACOR

  Recorde-se o Penamacor Vila Madeiro ganhou fama de ser o maior do país. Todos os anos, com o aproximar do Natal, por todas as freguesias do concelho, os jovens em idade de cumprir o serviço militar unem-se para cortar e transportar os troncos que alimentarão a fogueira para aquecer o Menino Jesus. O grande monte de madeira, depositado no adro da igreja, é ateado ao cair da noite do dia 24, à excepção de Penamacor, que arde de 23 para 24, e mantém-se aceso durante vários dias. Depois da ceia de Natal, a população reúne-se em redor da fogueira, num gesto ritual de fraterno encontro. Em Penamacor, a chegada do Madeiro tem data marcada e o acto assume foros de festividade. De facto, no dia 8 de Dezembro, a população acorre generosamente à rua para saudar o cortejo de tractores e reboques, em número que procura sempre bater o antecedente, onde os jovens do ano, dantes só os rapazes e agora também as raparigas, empoleirados nos troncos, atiram à rebatina os frutos do ramo de laranjeira que a praxe manda trazer, cantando acompanhados à concertina.      

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7º FESTIVAL FORA DO LUGAR 2018 POR TERRAS DE IDANHA

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Escrito por CMIN em 2018-11-14 18:32:30

7º FESTIVAL FORA DO LUGAR  2018 POR TERRAS DE IDANHA

A sexta edição do Fora do Lugar volta a "ocupar" Idanha-a-Nova - UNESCO Cidade Criativa da Música - de 23 de Novembro a 8 de Dezembro de 2018 - com música, histórias, passeios, desenho, viagens, conversa, troca e aprendizagem, bagagem de cá e de lá e descoberta no "lugar mais bonito do mundo"! Resultado da parceria entre a Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova (e com o apoio do Ministério da Cultura e da Direcção Geral das Artes), este Festival assume-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa.  Com a direcção artística de Filipe Faria, o Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas é hoje um dos projectos culturais mais relevantes na área da música no país. Pondo em diálogo diferentes formas e tempos da música desafia a uma atitude perante as músicas antigas, e aborda, de um forma inovadora, os diálogos decorrentes dos conceitos binómios de erudito/popular e antigo/contemporâneo.   

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