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ADUFEIRAS DE MONSANTO na GRANDE REPORTAGEM da SIC no dia 14

Escrito por RCM em 2012-10-10 10:15:18

ADUFEIRAS DE MONSANTO na GRANDE REPORTAGEM da SIC no dia 14

Guardiãs das tradições de Monsanto, monumentos vivos da história e da música da aldeia que foi eleita, em 1938, a "mais portuguesa de Portugal", elas levaram o som poderoso dos adufes a palcos de todo o país e a algumas das melhores salas da Europa. Mas continuam desconhecidas para a maioria dos portugueses.   A Grande Reportagem SIC foi conhecer as Adufeiras de Monsanto – uma das poucas terras da Beira Baixa em que ainda não se perdeu o toque deste instrumento feminino, de origem árabe, que em tempos se ouviu de Norte a Sul do país.   Entre o trabalho no campo, a ordenha das cabras e as ocupações da reforma, as adufeiras guiam-nos pela tradição de uma das mais belas aldeias portuguesas, templo de antigas civilizações. E partilham os rituais quase perdidos das grandes festas da aldeia.   Com mais de 15 anos de um surpreendente percurso artístico, as Adufeiras de Monsanto enfrentam agora o grande dilema: a quem passar o testemunho?   AS ADUFEIRAS DE MONSANTO é um trabalho de Miriam Alves, Hugo Neves e Ricardo Tenreiro. Grande Reportagem SIC para ver este Domingo, no Jornal da Noite, a partir das 20h45.  

MAIS UMA RÁDIO EM RISCO DE FECHAR

Escrito por RCM em 2012-10-09 09:59:16

MAIS UMA RÁDIO EM RISCO DE FECHAR

A rádio é de todos! De todos os que a ouvem, todos os que a fazem, todos os que a sentem. Emitindo a partir de Santiago do Cacém, a Rádio Antena Miróbriga é a voz do litoral alentejano há mais de 25 anos e, devido à grave situação financeira em que se encontra, foi votada na última assembleia geral de cooperantes, a autorização para a venda do alvará e imóvel da mesma, pressupondo o fechar dos seus microfones e dando lugar a um retransmissor de um grupo nacional. Esta decisão levou à criação de um Manifesto subscrito por 78 antigos e actuais colaboradores que se opõem à venda, sem um derradeiro esforço final em massa, apelando ao apoio de todos nesse sentido. Este difundiu-se rapidamente por toda a comunidade, gerando um movimento de apoio à continuidade da rádio, despertando consciências e vontade de fazer algo para que tal não aconteça. O Manifesto refreou a venda, mas será necessário o contributo global de colaboradores, organismos e empresas, forças vivas de toda a região que lutam para o seu desenvolvimento, com o olhar projectado no futuro. Esta voz não se pode apagar! A comissão do Manifesto, em conjunto com a direcção da Antena Miróbriga, está a iniciar uma série de acções no sentido de salvar a rádio, como uma reunião alargada para debate de ideias e soluções com várias entidades da região. A Antena Miróbriga precisa de ser falada em todos meios, de atrair investidores, não só para a rádio em si e seus funcionários, mas como sendo um bem que pertence a todos, um importante meio de comunicação na região que não se pode perder! Hoje falamos da Antena Miróbriga, mas amanhã esta história pode ser a nossa história e afinal… a rádio é de todos!  

IDANHA-A-NOVA: BTT-TRILHOS DA RAIA PERCORRE CONCELHO NO PRÓXIMO DOMINGO

Escrito por em 2012-10-08 12:33:15

IDANHA-A-NOVA: BTT-TRILHOS DA RAIA PERCORRE CONCELHO NO PRÓXIMO DOMINGO

A Associação de Cicloturismo de Idanha-a-Nova (ACIN) realiza no próximo domingo, a 8ª Maratona BTT – Trilhos da Raia. Em apenas dois dias inscreveram-se 800 pessoas.  A iniciativa tem vindo a crescer ano após ano, “muitos daqueles que eramos nós a convidar, agora são dos primeiros a inscrever-se” diz João Afonso da ACIN. A prova que tem como padrinho o ciclista, Marco Chagas, tem este ano como novidade o facto de a organização ter aumentado a quilometragem. Com todas as mais-valias que a prova trás para o concelho, e pelo elevado número de participantes que envolve, número que pode triplicar com os acompanhantes, a ACIN não esconde alguma tristeza pela falta de reconhecimento das entidades responsáveis do concelho, e lamenta que “em cima da hora” não tenha havido ninguém do executivo presente na conferência de imprensa para apresentar a prova. 

JOAQUIM MORÃO ACREDITA QUE DEIXA CASTELO BRANCO MELHOR E SEM DÍVIDAS

Escrito por Lusa / RCM em 2012-10-04 13:47:33

JOAQUIM MORÃO ACREDITA QUE DEIXA CASTELO BRANCO MELHOR E SEM DÍVIDAS

O presidente da Câmara de Castelo Branco acredita que vai deixar o concelho “incomparavelmente melhor” e “sem dívidas“, após quatro mandatos a liderar o município. Ao fazer um balanço da actividade, refere que aquilo que mais o satisfaz é o modo como vai deixar a cidade. Tal como a maioria dos autarcas do país, Joaquim Morão está impedido pela lei de limitação de mandatos de se recandidatar à câmara local nas eleições autárquicas de 2013. O autarca sublinha a concretização de um “forte investimento” na regeneração urbana, com destaque para as obras na zona antiga de Castelo Branco, onde está em marcha um programa de recuperação de habitações.

ALDEIA DO CONCELHO DE IDANHA CERCADA POR TOUROS

Escrito por DN/Ferreira Fernandes em 2012-10-01 11:40:27

ALDEIA DO CONCELHO DE IDANHA CERCADA POR TOUROS

Se há lugar para nos contar, hoje, talvez seja a aldeia de Segura, Idanha-a-Nova. A melhor lenda, na esteira de O Leão de Rio Maior, de Fernando Pessa. De capote alentejano e bicicleta, Pessa interrogando para a RTP os aldeões, se viram o leão. E alguns: "Que sim, ali mesmo..." Eram tempos como os de hoje, também difusos, sem saber para onde íamos, mas indo. Eram vésperas do 25 de Abril e nem depois a democracia conseguiu pôr a claro o leão, ficando a convicção de que ele existiu, embora sem provas provadas. Tão português. Mas era um leão, um felino e só um - normal que desaparecesse. Mas uma manada selvagem de touros, como em Segura? A história surgiu nos jornais há semanas e, ontem, o Público fez uma reportagem cheia de dados. Serão 250 animais (fontes oficiais), mais de mil (na boca do povo), e cercando a aldeia. De noite ouvem-se os cascos no empedrado das ruas, já mataram um pastor, perseguem tratores, marram nos jipes e violam vacas domésticas (como os vampiros, eles entram pelo nosso mundo dentro). O bando é de uma herdade abandonada, de cercas derrubadas. Eles estão aí e o povo, impotente. Vieram campinos do Ribatejo e apanharam oito. A GNR montou um genocídio a tiro e recuou. O povo põe bala nas carabinas para lebres, e já há carcaças do inimigo, pasto de abutres. O outro de Nova Iorque dizia que havia que cuidar de um vidro partido para parar o banditismo. Nós deixamos a refogar uma guerra civil numa aldeia.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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