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MINISTRO PODE AUTORIZAR GRAVAR MANIFESTAÇÕES

Escrito por RCM/ Lusa em 2012-10-26 09:15:56

MINISTRO PODE AUTORIZAR GRAVAR MANIFESTAÇÕES

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, admitiu ontem que poderá autorizar as forças de segurança a utilizarem câmaras de filmar portáteis em futuras manifestação, sempre que haja informação policial que o justifique. "O recurso a este mecanismo não é um recurso que deve ser afastado de qualquer forma e com preconceito", disse Miguel Macedo na Comissão Parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. O ministro adiantou que o recurso a câmaras de filmar está previsto na lei e "poderá favorecer o comportamento das forças de segurança" em determinadas situações. Na Comissão Parlamentar, Miguel Macedo foi questionado pelos deputados do BE e PCP sobre a utilização de câmaras de vídeo portáteis, pela PSP, nas manifestações de 21 e de 29 de setembro, após o parecer negativo da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD). O ministro explicou que autorizou as filmagens para essas manifestações, perante o pedido do diretor nacional da PSP, tendo remetido esse pedido para a CNPD, que recusou dar parecer positivo. Perante o parecer da CNPD, que não é vinculativo, Miguel Macedo mandou destruiu as imagens recolhidas nessas duas manifestações. No entanto, alertou para as consequências da destruição dessas imagens, sublinhando que "recusar por sistema o recurso que está previsto na lei pode significar, em determinados casos, a não responsabilização criminal de cidadãos que colocaram em perigo a integridade física de outras manifestantes". O ministro disse ainda que a realização de uma manifestação "não é razão automática" para que se proceda a filmagens, mas deve-se recorrer a esse mecanismo sempre que houver informação policial que o justifique.  

DURANTE TRÊS DIAS 22 ESCRITORES E ILUSTRADORES VÃO ÀS ESCOLAS DE CASTELO BRANCO

Escrito por RCM / Público em 2012-10-24 13:04:30

DURANTE TRÊS DIAS 22 ESCRITORES E ILUSTRADORES VÃO ÀS ESCOLAS DE CASTELO BRANCO

Desde esta quarta-feira e durante três dias, 22 autores portugueses vão espalhar-se por várias escolas de Castelo Branco para conversar com alunos de todos os níveis de escolaridade, do 1.º ciclo ao ensino superior. À noite, encontram-se no Cine-Teatro Avenida e no instituto politécnico da cidade, falam uns com os outros e com a plateia. Escutam guitarra clássica, guitarra portuguesa e viola beiroa. “A educação que não se preocupe com a literatura não é educação. A cultura que não se preocupe com a educação no seu todo não é cultura”, diz José Pires, professor, escritor e comissário do 1.º Festival Literário de Castelo Branco, que começa nesta quarta-feira.  Na cidade, vão estar os escritores Mário Zambujal, Teolinda Gersão, Ana Maria Magalhães, Adélia Carvalho, José Jorge Letria, Patrícia Reis, Isabel Stilwell, Afonso Cruz, entre outros; os ilustradores Alex Gozblau, Danuta Wojciechowska, André Letria e Yara Kono e o cenógrafo José Manuel Castanheira também marcam presença. A organização do festival foi partilhada entre a Câmara Municipal de Castelo Branco e a Booktailors, que escolheu os escritores e ilustradores participantes. O programa completo pode ser consultado no sitio da internet da autarquia.

MORREU MANUEL ANTÓNIO PINA JORNALISTA, POETA E ESCRITOR

Escrito por RCM em 2012-10-19 18:27:32

MORREU MANUEL ANTÓNIO PINA JORNALISTA, POETA E ESCRITOR

Manuel António Pina morreu hoje, aos 68 anos, no Porto. É sabido que os grandes escritores nunca chegam a morrer, e que nos socorremos das palavras que nos deixam como uma espécie de memória sempre viva. No caso de Manuel António Pina, que para além de escritor era um cidadão que usava as palavras para reflectir sobre o mundo que nos calhou em sorte e para ponderar formas de o fazermos um bocadinho melhor, não nos farão falta as palavras que deixou, porque essas continuarão a ser salva-vidas diários para respirarmos melhor, mas já nos estão a fazer muita falta as palavras que nunca chegou a escrever.

PENAMACOR: CENTRO DE SAÚDE VAI PASSAR A ENCERRAR DURANTE A NOITE

Escrito por RCM em 2012-10-16 12:57:02

PENAMACOR: CENTRO DE SAÚDE VAI PASSAR A ENCERRAR DURANTE A NOITE

O Centro de Saúde de Penamacor vai passar a encerrar às 20H00 nos dias de semana a partir de 12 de novembro. Segundo a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco a direcção do Lar Dona Bárbara Tavares da Silva "deixou de comparticipar as despesas do Centro de Saúde de Penamacor, invocando constrangimentos orçamentais da Câmara Municipal, que por acordo o subsidiava", diz o aviso emitido por esta entidade. Com esta decisão o centro de saúde passará a funcionar das 08H00 às 20H00 nos dias de semana e das 09H30 às 13H30 ao fim-de-semana e feriados. Fora deste horário os casos de urgência serão reencaminhados para o Hospital Amato Lusitano, em Castelo Branco.

RUI VIEIRA NERY CONDENA GOVERNO

Escrito por RCM/Público em 2012-10-14 18:08:50

RUI VIEIRA NERY CONDENA GOVERNO

O musicólogo Rui Vieira Nery afirmou neste sábado que o Governo está numa “situação de ilegitimidade absoluta” e que “a bomba atómica” dos cortes orçamentais na área da Cultura foi “irrelevante” para qualquer cenário macroeconómico. O investigador e ex-secretário de Estado da Cultura esteve entre os milhares de portugueses que participaram na manifestação cultural contra as medidas de austeridade na Praça de Espanha, em Lisboa.  “Estou solidário com o conjunto dos portugueses que estão a ver exercer um assalto sem precedentes na sua história aos seus direitos e contrariando tudo aquilo que foram as promessas eleitorais que a actual maioria governamental fez e que lhe retira legitimidade para governar”, disse. Para o musicólogo, “por muito menos do que isto caiu o Governo do doutor Santana Lopes”.  Quando às verbas do Orçamento do Estado para 2013 para a área da Cultura, Rui Vieira Nery disse que “todos os sinais são desastrosos não só pelo balanço do que foi feito até agora, ou sobretudo o que não foi feito”.  “Aquilo que se poupou com esta bomba atómica na cultura é irrelevante para qualquer cenário macroeconómico: não paga a dívida, não equilibra a balança de pagamentos e no entanto destrói um terreno que é essencial para a recuperação e para a simples felicidade dos cidadãos”, lamentou.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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