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IDANHA-A-NOVA COMEÇA SEGUNDA-FEIRA A ABATER TOUROS SELVAJENS

Escrito por Lusa / RCM em 2012-11-02 12:11:23

IDANHA-A-NOVA COMEÇA SEGUNDA-FEIRA A ABATER TOUROS SELVAJENS

Uma operação de «acantonamento e abate» de touros em Segura, Idanha-a-Nova, vai começar na segunda-feira e decorrer até final do mês de Novembro, adiantou à agência Lusa o presidente do município, Álvaro Rocha. A Direcção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) estima que existam 250 animais sem controlo há vários anos naquela zona, ameaçando propriedades e população. A meio de Setembro foi encontrado morto um pastor com sinais de ter sido atacado por touros e no início do mês de Outubro um caçador foi ferido com gravidade depois da investida de um dos animais que entrou numa zona de caça. De acordo com o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, a autarquia recebeu na quarta-feira um edital da DGAV que anuncia o início de uma operação com vista ao «acantonamento e abate dos animais que por ali andam sem dono».

CÁRITAS DE PORTALEGRE E CASTELO BRANCO ESTÁ QUASE SEM DINHEIRO

Escrito por Lusa / RCM em 2012-11-01 20:53:37

CÁRITAS DE PORTALEGRE E CASTELO BRANCO ESTÁ QUASE SEM DINHEIRO

As receitas da Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco registam um «decréscimo cada vez maior», situação que a está a deixar sem fundos para ajudar os mais carenciados, alertou esta quarta-feira o presidente da instituição. Em declarações à agência Lusa, o presidente da Cáritas de Portalegre e Castelo Branco, Elicídio Bilé, afirmou que tem havido «um decréscimo cada vez maior» nas receitas, o que está a deixar a instituição «praticamente sem fundos». Indicando que a instituição não se encontra com o saldo a zero, o responsável alertou que esse cenário está «quase» a concretizar-se, uma vez que as pessoas «dão cada vez menos» e as receitas têm vindo a «diminuir substancialmente». A Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco apoia, em regime de acompanhamento e só em Portalegre, «mais de 410 famílias», mas, nos últimos meses, o número de atendimentos pontuais tem vindo a aumentar.

MORREU JOSÉ DA SILVA GOMES AMANTE DA ARQUEOLOGIA

Escrito por RCM em 2012-10-31 11:46:09

MORREU JOSÉ DA SILVA GOMES AMANTE DA ARQUEOLOGIA

Faleceu ontem, dia 30 de Outubro, José da Silva Gomes, um dos maiores impulsionadores da arqueologia na região do Médio Tejo. Nascido na freguesia do Paço (Torres Novas), em 25 de Janeiro de 1942, José da Silva Gomes esteve ligado à Arqueologia desde a adolescência, tendo sido o fundador do núcleo de Arqueologia do Grupo Recreativo Soudoense. O Sr. Gomes não era doutor; tinha sido ranger e ferroviário. Fez carreira na arqueologia por paixão e dedicação. Calmo, metódico, com o sorriso debaixo de uma barba branca cerrada, falava pausadamente. Conseguia assim que as suas palavras ficassem pregadas na memória a quem se dirigia e ganhar o seu respeito.   Este era o Professor Gomes...apesar de não ser Doutor, Professor de muitos doutores e acima de tudo uma boa pessoa. O seu jeitão militar pôs na linha uma geração de putos e alguns deles são hoje profissionais em arqueologia por que a velha paixão do Gomes os contagiou.   O Sr. Gomes, como respeitosamente lhe chamavam, era um daqueles verdadeiros heróis da arqueologia portuguesa. Sem estudos superiores era o exemplo vivo de como a experiência e a inteligência podem valer muitos "canudos". Conhecia o seu território como ninguém e ensinou a gerações de jovens os princípios da prospecção e da arqueologia. Morreu no seu gabinete no CIAR, em Vila Nova da Barquinha, o que nos deixa uma certa consolação nestes tempo de doentes abandonados em corredores de hospitais ou sem cuidados médicos, afirmou Mila Simões de Abreu, da Unidade de Arqueologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

IDANHA-A-NOVA: DEPUTADOS DO PS QUESTIONAM ASSUNÇÃO CRISTAS SOBRE MEDIDAS PARA CONTER TOUROS SELVAGENS

Escrito por Lusa / RCM em 2012-10-30 13:10:56

IDANHA-A-NOVA: DEPUTADOS DO PS QUESTIONAM ASSUNÇÃO CRISTAS SOBRE MEDIDAS PARA CONTER TOUROS SELVAGENS

Um grupo de deputados socialistas questionou esta semana a ministra da Agricultura sobre que medidas vão ser tomadas para conter touros selvagens que estão a ameaçar a população e já terão matado um pastor em Segura, Idanha-a-Nova. Numa pergunta escrita enviada à ministra da Agricultura, Assunção Cristas, cuja primeira subscritora é a deputada socialista Hortense Martins, questionam a governante sobre "quando poderá a situação ficar definitivamente resolvida". Um pastor foi encontrado morto, em setembro, com sinais de ter sido atacado por gado bravo e já no início deste mês um caçador foi ferido com gravidade por um outro animal. A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) estima que haja 250 cabeças de gado a vaguear sem controlo pela zona, numa situação de abandono de gado que se prolonga há vários anos e que já originou várias contraordenações ao alegado proprietário.

A VERGONHA DAS EQUIVALÊNCIAS

Escrito por Jornal de Notícias em 2012-10-27 11:44:17

A VERGONHA DAS EQUIVALÊNCIAS

Miguel Relvas teve equivalência a cadeiras que não existiam em 2006/2007, segundo revela, este sábado, o jornal Expresso. O semanário escreve que a Inspeção-geral da Educação e Ciência analisou os processos de 120 alunos que desde 2006 obtiveram a licenciatura na Universidade Lusófona com créditos atribuídos por reconhecimento da experiência profissional, onde se inclui o atual ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. Na auditoria, Miguel Relvas é apontado como não só o aluno a quem foram atribuídas mais equivalências (32 num total de 36) como o estudante a quem foram dadas equivalências a disciplinas que nem sequer existiam no ano em que estava matriculado. Recorde-se que o ministro da Educação já admitiu que a Universidade Lusófona venha a anular graus de licenciatura ou outros que tenha atribuído, se ficar comprovado que houve ilegalidades no processo de atribuição de creditações a alunos. O Ministério da Educação e Ciência aplicou uma sanção de advertência formal à Universidade Lusófona pelo não cumprimento das recomendações feitas em 2009 pela Inspeção Geral a respeito dos procedimentos de creditação profissional. O processo de creditações atribuídas pela Universidade Lusófona esteve envolvido em polémica no verão, quando se conheceu o caso da licenciatura do ministro Miguel Relvas, a quem foram atribuídos 160 créditos no ano letivo 2006/2007.  

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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