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TRÂNSITO CORTADO NAS ESTRADAS DE ACESSO À SERRA DA ESTRELA DEVIDO À QUEDA DE NEVE

Escrito por RCM / Lusa em 2013-01-13 16:47:36

TRÂNSITO CORTADO NAS ESTRADAS DE ACESSO À SERRA DA ESTRELA DEVIDO À QUEDA DE NEVE

O trânsito está cortado este Domingo nas estradas de acesso ao maciço central da Serra da Estrela devido à queda de neve, disse à agência Lusa uma fonte do Comando Geral da GNR. A mesma fonte precisou que a Estrada Nacional 338 que faz a ligação entre Piornos, Torre e Lagoa Comprida, no cimo da Serra da Estrela, está cortada nos dois sentidos. Também está cortada a via da Estrada Nacional 338 que liga Loriga à Lagoa Comprida, Manteigas e Piornos e a Estrada Nacional 339 que liga o Sabugueiro à Lagoa Comprida. O trânsito também está encerrado no troço da Estrada Nacional 553-2, que liga Bigorne a Resende. Segundo a fonte do Comando Geral da GNR, não há previsão de quando as estradas serão reabertas ao trânsito. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que substituiu o Instituto de Meteorologia, prevê para hoje queda de neve acima dos 600/800 metros, subindo para os 1.000/1.200 metros a partir do fim da manhã.

CASTELO BRANCO: PS JÁ TEM CANDIDATOS ÀS AUTÁRQUICAS EM 7 CONCELHOS DO DISTRITO

Escrito por RCM / Lusa em 2013-01-11 12:49:27

CASTELO BRANCO: PS JÁ TEM CANDIDATOS ÀS AUTÁRQUICAS EM 7 CONCELHOS DO DISTRITO

O Partido Socialista já escolheu os seus candidatos às autárquicas deste ano em sete dos 11 concelhos do distrito de Castelo Branco. A informação foi avançada pelo presidente da federação distrital, Joaquim Morão. O actual presidente da Câmara de Castelo Branco referiu que Luís Correia (Castelo Branco), Vítor Pereira (Covilhã), Armindo Jacinto (Idanha-a-Nova), João Paulo Catarino (Proença-a-Nova), Luís Pereira (Vila Velha de Ródão), Dias Rocha (Belmonte) e Ana Pires (Vila de Rei) são “os nomes escolhidos pelas estruturas do partido". Joaquim Morão afirmou que "as escolhas do PS para as próximas eleições autárquicas têm um denominador comum: a defesa intransigente do distrito e do interior contra os ataques violentos que estão a ser desferidos à região.

PADRE MOTARD PERSONALIDADE REGIONAL DO ANO

Escrito por RCM em 2012-12-31 18:26:24

PADRE MOTARD PERSONALIDADE REGIONAL DO ANO

José Fernando Cruz Lambelho Ramos o “padre motard” foi distinguido pela Rádio Clube de Monsanto como a personalidade regional do ano de 2012. Recordamos que o Padre José Fernando acompanhou em missão espiritual, no passado mês de Agosto, a meia centena de peregrinos à Terra Santa, em comemoração dos 27 anos da Rádio Clube de Monsanto, a todos tendo marcando de forma indelével e inesquecível. O Padre José Fernando luta desde 2005 contra uma doença grave e está a atravessar uma fase complicada e muito sofredora. O Padre José Fernando Cruz Lambelho é um ícone. Apaixonado por motos, conquistou milhares de fãs, que enchiam as suas megamissas. Um sacerdote único, que pode conhecer melhor no livro publicado pelas Edições Estrela Polar,  “PADRE MOTARD - BOAS CURVAS…SE DEUS QUISER” O livro é uma autobiografia. O padre José Fernando conseguiu conciliar o seu sacerdócio com o amor pelas motas, e foi o universo muito particular dos motards que, ao acolhê-lo, o retirou do anonimato, transformando-o numa figura de enorme popularidade a nível nacional. O seu carisma tem raízes numa profunda genuinidade, na fidelidade inabalável a si próprio, na capacidade de estar próximo das pessoas, de escutar sem julgar, sem nunca excluir e numa contagiante alegria de viver. "O padre Zé Fernando é o Sol!", dizem dele os "seus" motards. O surgimento de um cancro ("uma derrapagem…"), leva-o a fazer um desvio no seu percurso e a questionar-se, mas não à sua fé. Aceitando embora algumas limitações, vive agora um dia de cada vez, quase sem compromissos se não com os amigos, com a sua crença em Deus e na vida.  

GRANDE ROTA DO ZÊZERE PRONTA NO VERÃO DE 2013

Escrito por Lusa / RCM em 2012-12-28 13:20:14

GRANDE ROTA DO ZÊZERE PRONTA NO VERÃO DE 2013

A Grande Rota do Zêzere, com troços para fazer a pé, de bicicleta e canoa, deverá estar sinalizada e ter serviços instalados a partir do próximo verão. A informação foi avançada por Rui Simão, coordenador da rede de Aldeias do Xisto. A rota vai ligar a nascente, em Manteigas, no coração da Serra da Estrela, até à foz, em Constância. Actualmente decorre a marcação e delimitação de caminhos em vários concelhos, tais como Pampilhosa, Figueiró dos Vinhos, Pedrogão Grande, Sertã e Oleiros. Vai ser possível percorrer as paisagens que rodeiam o Rio Zêzere, que vão desde a mais alta e extensa cadeia montanhosa de Portugal, passando pelos campos cultivados e aldeias típicas até chegar ao Rio Tejo. Rui Simão explica que a Grande Rota do Zêzere está desenhada para ser feita "a pé, de bicicleta ou de canoa, quando houver aproximação a albufeiras".

VANDALISMOS NO CABEÇO DO CASTELO DE MONSANTO

Escrito por RCM em 2012-12-24 13:30:15

VANDALISMOS NO CABEÇO DO CASTELO DE MONSANTO

Foi recentemente vandalizada a placa de granito colocada no novo centro emissor da RCM, inaugurado no passado dia 8 de Junho, no cabeço do castelo de Monsanto, em homenagem ao sócio Reinaldo Serra. Do facto já foi apresentada queixa para procedimento judicial contra desconhecidos. Também há poucos dias a Capela de S. Miguel, um monumento românico do século XII foi alvo de vandalismo, na forma tentada de arrombamento para invasão do espaço, numa malvadez felizmente gorada de destruição do cadeado da porta principal. A pia baptismal ali existente foi destruída há anos, tendo sido igualmente profanada a sepultura de um bispo. De salientar que o Castelo de Monsanto e as suas capelas se situam numa zona classificada como reserva ecológica nacional mas não tem qualquer vigilância, encontrando-se em quase total abandono e à mercê de vândalos sem escrúpulos e sem respeito pelo nosso património histórico e secular. Isto já para não falar do mau gosto de certos "turistas" que se regalam em deitar a rebolar as pedras das muralhas, de paredes e de outros muros que encontram pelo caminho...

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CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

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Escrito por RCM em 2019-08-14 10:02:29

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985   BEM HAJA A TODOS OS AMIGOS DA RCM POR TANTA SIMPATIA E CARINHO   QUEREMOS CONTINUAR A SER A SUA COMPANHIA AMIGA   Fazer Rádio não é tarefa fácil, especialmente em comunidades onde todos se conhecem e onde os órgãos de comunicação social dependem, em maior ou menos grau, dos poderes instituídos, tantas vezes merecedores de reparo. Há até quem calcule os apoios, os louvores e a colaboração com a Rádio em função das referências elogiosas ou críticas. A RCM tem sabido, ao longo destes trinta e quatro anos ao serviço do concelho de Idanha-a-Nova e da região, resistir à tentação de se amesendar à conta do orçamento. Não queremos nenhuma medalha. “Dar medalhas a toda a gente tira o valor da medalha e tira o valor a quem a recebe”…Os exemplos recentes de condecorados escandalosamente devem levar-nos a meditar no verdadeiro país em que vivemos. Sabemos que certos senhores não gostam do nosso sentido crítico, que consideramos próprio do acto comunicativo. Informar não é apenas dizer. É também valorar, ajuizar… Em democracia todos têm direito a pensar pela sua própria cabeça. E este direito de cidadania não pode ser negado por aqueles que detêm, ainda que por algum tempo, o poder, seja ele político, económico ou religioso. Esta Estação Emissora teve, desde sempre, uma situação financeira frágil, agravada pela crise dos últimos tempos.  Nunca nos hipotecámos ou prostituímos e chegámos até aos dias de hoje cumprindo todos os compromissos e não devemos um cêntimo a ninguém.  Na actual conjuntura a nossa Emissora não reúne condições económicas para comprar foguetes e festejar mais um ano de vida. Assinalamos a passagem singela de mais um aniversário sem euforia, entremeada sim de preocupações sociais sem conta. Mas, mesmo contra ventos e marés, estamos animados a seguir em frente, pois esta emissora tem sido erguida, desde 1985, com um esforço ímpar sobre o milenário granito das serenas paisagens da Campina da Idanha.   Vamos continuar a ser um baluarte forte das coisas e dos valores verdadeiramente portugueses. Claro que o futuro da RCM depende, fundamentalmente, daquilo que os ouvintes e anunciantes forem capazes de dar ao seu Rádio Clube. Estamos confiantes de que o merecido e justo apoio não faltará, para bem da região e desta voz independente e livre. Não nos calaremos contra as injustiças e o abandono destas terras e gentes tão marginalizadas por parte dos “donos disto tudo”. A nossa luta não pára e a RCM quer continuar a ser a sua companhia amiga. Contamos, mais uma vez, com a sua ajuda, para que ninguém ouse calar esta voz popular ao serviço do regionalismo.

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AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

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Escrito por RCM em 2019-07-14 14:24:24

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

CONTRA OS VAMPIROS DAS RÁDIOS LOCAIS LUTAR, LUTAR.   RÁDIO CLUBE DE MONSANTO - HÁ 34 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO, DA MÚSICA PORTUGUESA E DA MARCA IDANHA, NO PAÍS E NO MUNDO - INSTITUIÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO, SEM QUALQUER SUBSÍDIO DO ESTADO...   Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. O Estado Português não financia nem apoia as rádios! Sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências, taxas e taxinhas!  Até nos tempos de Antena somos excluídos pelo Estado. É verdade! O Estado discrimina a RCM e as outras rádios temáticas musicais… Temos direito à indignação por a PassMúsica querer entrar nos nossos bolsos já quase vazios… Concreta e objectivamente, para a fixação dos valores mínimos propostos exorbitantes, a pagar pelas Rádios, a PassMúsica levou em conta, segundo o seu critério, o valor mínimo de 3.000 € de receita mensal necessária para uma Rádio cobrir os custos mínimos para operar, em condições de mercado, variando a tarifa mínima em função da percentagem de música utilizada. Sendo mais explícitos: Pagamento mensal de música utilizada: 90% = 150,00 € - o caso, entre muitas outras, da RCM, como rádio temática musical… Já pagamos à Sociedade Portuguesa de Autores 55,54 euros mensais...e agora estes senhores da PassMúsica querem muito mais... As rádios divulgam - GRATUITAMENTE - os artistas e ainda têm de pagar para isso! “Os donos disto tudo”, com a conivência do Estado, devoram tudo e retractam bem o espírito desonesto e censório que se instalou em Portugal, que constitui uma ameaça à cultura, à verdadeira cultura, que não está nem pode estar confinada ao politicamente correcto e às narrativas situacionistas. Um Estado de direito só o é se for capaz de garantir a Justiça. Exigimos ao Estado que faça respeitar a lei, que proteja e dignifique as instituições que ele mesmo estabeleceu e regulou. Mas é bom também que sintamos como nossa inalienável obrigação de defender o que só a nós pertence, visto à luz do (algo esquecido) sentimento de Pudor, um dos mais legítimos pilares da Dignidade. Trago à colação uma frase do escritor Wole Soynca: “O poder é o domínio, o controlo, uma forma muito selectiva de verdade, que é uma mentira”. Talvez tenha razão. Também fica a dúvida. Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem. Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos”. Poderão os puristas achar estas palavras excessivas, dado que, aparentemente, há a liberdade para que cada um diga o que pensa, mesmos os maiores desvarios. Mas, a censura faz-se actualmente de modo subtil, passando pelo controlo dos Órgãos de Comunicação Social e respectivas linhas editoriais e por expedientes destinados a ostracizar quem não pactue com os factos deturpadas ou cor-de-rosa e as narrativas alinhadas. Só têm acesso à “mesa do orçamento”, com uma certa margem de tolerância (a fim de transmitir a ideia de democracia e pluralismo), os que tiverem posturas do agrado do regime, ou tolerados por este. As excepções a este quadro, como a Rádio Clube de Monsanto, têm de sobreviver fustigados constantemente por epítetos injustos, ausência de apoios, etc. Vamos resistir… só não sabendo até quando e como. Recordo a Grande Senhora Palmira Bastos, na frase inesquecível, dita levantada, contra a dor: “Morta por dentro, mas de pé! De pé, como as árvores!”    

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por RCM em 2019-07-07 15:26:58

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

É PRECISO AVIVAR A MEMÓRIA.   O FALSO APOIO DO ESTADO   É preciso dizer a verdade às pessoas, o Estado não dá nada às Rádios Locais, nem nunca deu, estas vivem apenas com as receitas da publicidade que emitem, sendo essa a sua única fonte de receitas. Mesmo a questão das migalhas dos incentivos que apoiam apenas 50% dos investimentos de uma minoria de Rádios tem de ser bem explicado para que não haja dúvidas ou equívocos. É também necessário dizer que a grande maioria das Rádios Locais nem sequer pode concorrer ao sistema de incentivos, porque tomara terem dinheiro para pagar ao Estado e aos fornecedores quanto mais para os restantes 50% necessários. Que seja dita toda a verdade e nada fique por dizer! Existe mesmo um mito que importa desmistificar. Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e todas as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. É mentira! O Estado português não financia nem apoia as rádios! TRANSPARÊNCIA   Sabia que, sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências!  Confesso-me muito “constrangido” só em pensar na eventualidade de a curto prazo ter de encerrar a emissora que ajudei a criar (com outros bons companheiros) e onde estou há já 34 anos, como modesto prestador de serviço (não remunerado) às populações raianas e não só…projectando a marca Idanha no País e no mundo.   DIREITOS DE AUTOR E CONEXOS   Sempre pagámos uma taxa mensal fixa aos autores das letras e músicas que emitimos na nossa antena. Sabia que agora os cantores, músicos e a poderosa indústria discográfica, querem 5% da facturação das rádios locais, mas com um valor mínimo garantido exorbitante? Será isto justo? E, sabia que esta imoralidade é incentivada pelas leis do Estado que lhes dá todos os direitos e os nega às rádios? É verdade. O Estado não defende os direitos das rádios! Assim está muito difícil manter no ar este Som Popular em prol da Música Portuguesa e das terras e gentes Raianas deste interior profundo.   Valha-nos Deus, que, com estes políticos, mais valia estarmos entregues aos bichos.   A Verdade, mais cedo do que se julga, virá à superfície.    

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AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

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Escrito por RCM em 2019-07-05 10:20:11

AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

  Um investimento de perto de 50 milhões de euros irá fazer com que o grupo luso-brasileiro Veracruz faça germinar, na Beira Baixa, um amendoal composto por mais de três milhões de amendoeiras e dois mil hectares de terra – os quais estarão espalhados por diversas herdades do Fundão e de Idanha-a-Nova.  Quando a plantação estiver totalmente instalada e a produção a decorrer normalmente, espera-se que saiam, destes campos, cerca de quatro mil toneladas anuais de amêndoa de variedades tradicionais mediterrânicas. No futuro, e através da abertura de capital a outros investidores, a Veracruz pretende chegar aos cinco mil hectares de amendoal implantados. Prevendo exportar cerca de 70% da sua produção, este novo amendoal irá permitir a criação de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos. O empreendimento da Veracruz prevê, até 2021, a instalação de uma fábrica de descasque e de processamento de amêndoa na mesma região. Além de parcerias científicas e tecnológicas com institutos e universidades locais, a Veracruz pretende apoiar startups de agrotech, disponibilizando parte das suas terras como campos de exploração e showroom para estes novos projectos.   A apresentação do projecto decorreu esta semana numa visita às plantações de amendoeiras da Veracruz, incluindo a maior propriedade do grupo, a Herdade Vale Serrano em Idanha-a-Nova, com a presença do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, e dos empresários da Veracruz, David Carvalho e Filipe Rosa. O Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, referiu que "a atribuição ao projecto do estatuto de Interesse Nacional demonstra a forma de estar do Estado perante quem quer fazer coisas que podem transformar territórios do país", uma vez que "encontramos neste investimento pioneiro um compromisso com a terra e uma dimensão social, bem como uma visão sustentável e inteligente da utilização dos recursos naturais, desde o solo à água ". A gestão da água, em particular, será um aspecto a privilegiar. Depois do autarca Armindo Jacinto ter manifestado disponibilidade para investir e apoiar a reabilitação do regadio da campina de Idanha no âmbito da sua inclusão no futuro Quadro Comunitário de Apoio, o governante Miguel Freitas respondeu positivamente ao repto, afirmando: "Vamos trabalhar em conjunto porque sinto que há aqui um momento novo que obrigará a um investimento para reabilitar este regadio". Na Herdade Vale Serrano, Filipe Rosa, sócio cofundador da Veracruz, adiantou que "Idanha é a área onde queremos expandir mais o nosso projecto por haver mais terra disponível e água em abundância". Com efeito, este responsável explica que a escolha da Beira Baixa se ficou a dever, não só ao clima e solos perfeitamente adaptados à cultura, como também “à disponibilidade de terra e de água. E, tão importante, à vontade política demonstrada pelos autarcas em acolherem o nosso projecto. Somos um ‘projecto-âncora’ que visa criar um cluster de produção para valorizar esta região. Vamos criar mais de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos e assumimos o compromisso de contratar, sempre que possível, mão-de-obra local”. Ainda em Idanha-a-Nova, David Carvalho, o outro sócio cofundador da Veracruz, disse que "pelas suas características edafoclimáticas, Portugal tem todo o potencial para se assumir como uma importante referência na cultura de amêndoa" e anunciou planos para a construção e extensão de barragens para garantir as condições de rega necessárias.

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CONTRA O LÍTIO

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Escrito por LUSA em 2019-06-01 10:14:07

CONTRA O LÍTIO

Idanha-a-Nova manifesta-se contra pedidos de prospecção mineira no concelho A Câmara de Idanha-a-Nova manifestou-se contra a possibilidade de prospecção e pesquisa de depósitos minerais no concelho por considerar que irá prejudicar a estratégia de desenvolvimento do município.   A nossa posição, nesta fase, foi de estar contra este tipo de acção, apesar de saber que estamos a falar de um fase inicial de prospecção", afirmou hoje à agência Lusa, o presidente deste município do distrito de Castelo Branco.   Armindo Jacinto explica que a autarquia tomou uma posição que teve em conta as questões técnicas do processo e teve em linha de conta a forma como poderia ser defendida a posição de Idanha-a-Nova.   "Tomámos uma posição pública contra [a prospecção] e tecnicamente defendemos esta nossa posição", sustentou. O autarca entende que, apesar de se falar de prospecção, o processo pode pôr em causa a estratégia de desenvolvimento delineada para o concelho. "O que temos conseguido em Idanha-a-Nova, de valorização do património histórico, cultural e natural, estes processos de prospecção, em tudo vem prejudicar a nossa estratégia de desenvolvimento sustentado e colocar em causa toda a estratégia delineada pelo município", concluiu. A área em causa é a denominada "Carrapeteiro" e abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão e Penamacor, num total de 429,014 quilómetros quadrados. A empresa Fortescue Metals Group Exploration Pty Ltd. requereu direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco, cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados neste concelho. LUSA

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