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IDANHA A NOVA: ÁLVARO ROCHA RENUNCIA AO MANDATO

Escrito por Lusa / RCM em 2013-05-02 13:02:13

IDANHA A NOVA: ÁLVARO ROCHA RENUNCIA AO MANDATO

O presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Álvaro Rocha, anunciou que vai renunciar ao seu mandato, com efeitos a partir de Junho. "Os limites de mandatos aplicam-se ao poder local, presidentes de câmara e de junta, todos os outros políticos podem continuar no poder", adiantou o autarca à Lusa. "Entrei como quis, saio por vontade própria", acrescentou. Álvaro Rocha disse não estar agarrado à cadeira do poder e que prefere sair pelo seu pé, em vez de esperar que a Lei o empurre. A partir de Junho o autarca deixa de exercer as suas funções e os destinos do concelho passam a ser comandados por Armindo Jacinto, actual vice-presidente e candidato do Partido Socialista às próximas autárquicas.

PAVIMENTO PORTUGUÊS QUE PRODUZ ENERGIA TESTADO NA COVILHÃ

Escrito por Lusa / RCM em 2013-04-26 15:20:27

PAVIMENTO PORTUGUÊS QUE PRODUZ ENERGIA TESTADO NA COVILHÃ

Um novo pavimento desenvolvido em Portugal, que produz electricidade quando é pressionado por viaturas ou peões, vai ser testado pela primeira vez na via pública numa alameda da Covilhã. O conceito já é usado noutros países, mas o mecanismo português - designado "Wayenergy" - consegue gerar até "três vezes mais energia", disse Francisco Duarte, um dos criadores, à agência Lusa. Prevê-se que as obras de instalação, já em curso numa faixa de rodagem e numa passadeira da Alameda Pêro da Covilhã, junto ao hospital da cidade, estejam concluídas nos primeiros dias de Maio. A electricidade gerada vai alimentar os semáforos e novos painéis electrónicos informativos da zona, tornando-os auto-sustentáveis. Este teste vai ser uma das "provas de conceito" para validar a invenção, antes de a produzir em série e comercializar.

CASTELO BRANCO INVESTE 12,5 MILHÕES NO SECTOR AGRO-ALIMENTAR E NA INOVAÇÃO

Escrito por Lusa / RCM em 2013-04-24 12:56:38

CASTELO BRANCO INVESTE 12,5 MILHÕES NO SECTOR AGRO-ALIMENTAR E NA INOVAÇÃO

A Câmara de Castelo Branco tem em curso uma estratégia de apoio ao sector agro-alimentar e à criação de empresas inovadoras, no valor de 12,5 milhões de euros, disse à Lusa o presidente da autarquia, Joaquim Morão. O projecto da autarquia está assente em vários vectores, alguns dos quais já no terreno. Joaquim Morão destaca o Centro Apoio Tecnológico Agro-alimentar (CATAA) e a Melaria. O CATAA está situado no Parque Empresarial da cidade e pretende dar apoio às empresas para melhorarem a sua produção e, ao mesmo tempo desenvolver trabalho de investigação, através dos laboratórios ali instalados. A Melaria, também já construída, entrará em funcionamento a curto prazo. Será nessa estrutura que a autarquia vai instalar um Centro de Produção de Abelhas Rainhas. No sector agro-alimentar, o presidente do município explica que está também a ser implementado o projecto Terras da Beira Baixa.

UMA PANELA DE PRESSÃO – Por Ferreira Fernandes – DN

Escrito por Ferreira Fernandes - DN/RCM em 2013-04-20 15:33:15

UMA PANELA DE PRESSÃO  – Por Ferreira Fernandes – DN

A dona Ermelinda, da minha rua, tem uma panela de pressão Fagor. As panelas de pressão Fagor são espanholas e vendem-se muito em Portugal. E em Boston também, soube-se agora pelos irmãos Tamerlan e Dzhokhar. O mais velho, Tamerlan, tinha o hábito de usar um boné preto, de pala para os olhos. O caçula tinha boné branco, mas pala para trás, clássico. No meu bairro também há rapazes com bonés americanos. Olha, aproveitando aquilo das bombas na maratona, dava uma grande reportagem, aqui, com o Fagulhas, esse é pala sempre para trás, e o Tony do mercado, de pala à frente. É pena não serem irmãos, mas a coincidência é tremenda. Ainda por cima, o Fagulhas viveu em Boston. Quer dizer, não foi bem assim, mas quase: um primo é que esteve para ir para Newark e não teve visto. Nisto de reportagens precisamos de ser rigorosos, por isso não meto o Bertinho porque esse põe a pala de lado e não tenho nenhum checheno para comparar. Outra coisa que falha: por cá ninguém anda com panelas de pressão nas mochilas. Mas tendo chegado à fala com a dona Ermelinda, ela revelou-me: "Na mochila, não, mas quando fui comprar a minha Fagor ao Continente trouxe-a num saco de plástico." Parem as máquinas: tenho uma grande história! Num saco de plástico, dona Ermelinda? "Isso, e atrás vinha a minha cunhada com outra Fagor. Estavam em promoção", disse ela. Incrível, eram só cunhadas e não usavam boné, mas é uma história igualzinha à da América.    

VILA DE REI: TRIBUNAL ABSOLVE IRENE BARATA E OUTROS QUATRO ARGUIDOS

Escrito por Lusa / RCM em 2013-04-19 13:21:53

VILA DE REI: TRIBUNAL ABSOLVE IRENE BARATA E OUTROS QUATRO ARGUIDOS

O Tribunal da Sertã decidiu esta semana absolver os cinco arguidos no processo que envolvia a presidente da Câmara de Vila de Rei por alegados benefícios ilegais atribuídos a instituições sociais do concelho. O colectivo de juízes não atribuiu às provas documentais e testemunhais apresentadas pelo Ministério Público a mesma intenção de praticar prevaricação ou falsificação, dois dos crimes de que eram acusados a presidente Irene Barata e o vereador Paulo César. "O tribunal não conseguiu chegar lá, só se especulássemos ou fizéssemos uma caça as bruxas", referiu Augusta Palma, juíza presidente do colectivo. Por outro lado, em relação ao crime de peculato de que a autarca também era acusada, o tribunal entendeu que Irene Barata agiu de forma legítima, "em prol da acção social" no âmbito da qual os municípios têm "liberdade de escolher as formas" de apoio a instituições

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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