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AUTARCA CONSIDERA ESTRANHO NOVAS CHAMAS NA ALDEIA DE MONSANTO

Escrito por TSF em 2013-08-13 13:05:32

AUTARCA CONSIDERA ESTRANHO NOVAS CHAMAS NA ALDEIA DE MONSANTO

O presidente da câmara de Idanha-a-Nova considerou estranho o aparecimento de chamas novamente às portas da aldeia histórica de Monsanto, depois de um dia de rescaldo. Armindo Jacinto explicou que a «prioridade é apagar o mais rapidamente possível o incêndio de modo a preservar o mais possível todos este património natural e também as casas dos habitantes de Monsanto». Questionado sobre a possibilidade de fogo posto, este autarca não confirmou este facto, mas lembrou que é estranho o fogo ter aparecido num dia de um lado e no dia seguinte do outro. «É de facto muito suspeito e demos nota disso às autoridades policiais», acrescentou Armindo Jacinto, que confirmou que as chamas chegaram ao castelo.

ESTADO DO BOMBEIRO FERIDO EM MONSANTO EVOLUI FAVORAVELMENTE

Escrito por em 2013-08-12 12:34:17

ESTADO DO BOMBEIRO FERIDO EM MONSANTO EVOLUI FAVORAVELMENTE

O Subchefe Luís Batalha, da Equipa de Intervenção Permanente, Bombeiros de Castelo Branco, foi internado no Hospital Amato Lusitano, em consequência das queimaduras de 1º grau que sofreu quando combatia um incêndio ontem, domingo, em Monsanto. Segundo o comandante dos Bombeiros de Castelo Branco o estado do Bombeiro é estável, e poderá ter alta em breve, “as queimaduras foram na zona do peito, e aconteceram devido ao calor a que esteve exposto”. O incêndio que deflagrou às 13:32, ficou controlado ao final da tarde. Estiveram envolvidos no combate, 139 homens de 11 cooperações, com o apoio de 6 meios aéreos.

GUARDA NACIONAL REPUBLICANA PERDE EFECTIVOS

Escrito por RCM em 2013-08-09 10:28:00

GUARDA NACIONAL REPUBLICANA PERDE EFECTIVOS

A GNR perdeu, ao longo dos últimos quatro anos, 2454 guardas, cerca de 10 por cento do efectivo total. Os dados constam do relatório de actividades daquela força de segurança, no qual se pode ler que "estas perdas têm ênfase no número de efectivos que passaram à reserva e no facto de não ter sido atenuado, tanto quanto necessário, por novas entradas". Em 2008, a GNR contava com 24 736 militares, um número que foi reduzido gradualmente, até aos 22 282 do ano passado. A maior queda registou-se em 2010, ano em que a GNR perdeu 1286 militares. Analisado o documento por categoria profissional, a maior perda registou-se nos guardas que, em quatro anos, viram o efectivo reduzir-se em 2462. Para este ano está previsto o ingresso de 280 militares nesta categoria. À GNR cabe, naturalmente, a missão de prevenir os actos de subversão das leis que garantem a convivência civilizada e moralmente distinta entre pessoas que se respeitam, com a recomendação de que não descurem o saudável e aplaudido bom hábito do antigo patrulhamento a pé pelos lugarejos rurais do nosso concelho. Estas forças de segurança são tradicionalmente pacatas, bem comportadas e exemplares. Se a grande maioria da população é gente bem formada e incapaz de cometer actos reprováveis contra a honra e património dos seus semelhantes, convirá que as excepções ultraminoritárias dos eventuais atrevidos, abusadores da tolerância alheia ou simples malcomportados por inconsciência dos seus deves em sociedade percebam e sintam que não têm na autoridade policial uma atitude passiva de desatenção, de excesso de confiança ou de condescendência na vigilância e repressão legítimas. Por legítima entenda-se a actuação dos “nossos” guardas que não seja persecutória ou despropositada, mas pedagógica e ajustada, simultaneamente firme, responsável e sensata, e sempre no escrupuloso cumprimento das leis que protejam e estimulam o exercício livre e legítimo da cidadania.

ESCUTEIROS ACAMPAM NA BARRAGEM DE IDANHA-A-NOVA

Escrito por RCM em 2013-08-08 12:32:09

ESCUTEIROS ACAMPAM NA BARRAGEM DE IDANHA-A-NOVA

São 550 escuteiros marítimos, entre os 7 e os 23 anos, que vão navegar na barragem até sábado. Participam em várias actividades náuticas, coordenadas por uma equipa de 50 escuteiros adultos numa actividade que envolve 74 embarcações à vela e 30 canoas, apoiadas por oito barcos a motor. O acampamento está montado junto à Barragem Marechal Carmona, num espaço próximo do Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE) de Idanha-a-Nova, que, em 2012, acolheu o acampamento nacional de escuteiros (ACANAC). Além dos jogos náuticos, o programa de actividades inclui passeios pedonais, acampamentos em terrenos vizinhos e visitas às povoações de Idanha-a-Nova e Idanha-a-Velha.

TRADIÇÂO GASTRONÓMICA DE IDANHA-A-NOVA EM LIVRO

Escrito por RCM em 2013-08-06 16:08:26

TRADIÇÂO GASTRONÓMICA DE IDANHA-A-NOVA EM LIVRO

O melhor da tradição gastronómica do concelho de Idanha-a-Nova acaba de ser editado num livro que reúne mais de 50 receitas típicas da região. Perdiz de Escabeche, filhós recheadas, cabrito assado no forno ou miga de peixe são algumas das iguarias reunidas nesta obra, intitulada “Sabores de Idanha-a-Nova – Gastronomia Raiana em Quatro Estações”. O conceito do livro, uma edição da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e Centro Cultural Raiano, foi desenvolvido por Benedita Trindade, jornalista natural de São Miguel de Acha, freguesia do concelho de Idanha-a-Nova. O livro pretende perpetuar o receituário que melhor representa a tradição gastronómica do concelho de Idanha-a-Nova, de forma a garantir que estes sabores nunca faltem à mesa das futuras gerações.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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