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Comemorações dos 80 anos de Vida, 40 anos de Casa do Povo do Rancho Folclórico do Paúl

Escrito por RCM em 2018-02-25 15:13:17

Comemorações dos 80 anos de Vida, 40 anos de Casa do Povo do Rancho Folclórico do Paúl

Esta instituição tem há uns anos a esta parte, desenvolvido uma intervenção activa no quotidiano social e cultural da vila do Paul – Concelho da Covilhã.   Mesa Redonda “Uma Pequena História de uma História por Contar”  Data: 24 de Março / Hora: 14:30h / Local: Anfiteatro do Paúl    Para celebrar os Oitenta Anos de Vida, Quarenta Anos de Casa do Povo do Paul, entre outros eventos, irá realizar-se uma mesa redonda em torno dos temas da etnografia local e da cultura popular. Intitulado o evento d’Uma Pequena História de Uma História por Contar, convida populares, investigadores, representantes institucionais e os mais curiosos a se juntarem para um momento de reflexão e de recordação sobre o passado e o presente na cultura popular.   Inicia-se esta actividade com a visualização do filme “A Aldeia Mais Portuguesa de Portugal” e logo de seguida uma conversa sobre a realidade de 1938 e a de hoje, volvidos 80 anos. Procurara-se nesta mesa redonda perceber que história foi a que se contou e que histórias ficaram por contar; que património foi o que se mostrou e que patrimónios se criaram; que identidades agregaram aquelas gentes e que identidade(s) nos agregam a nós e às gerações futuras.  Para garantir a excelência deste encontro, a Mesa Redonda será orientada por um painel de seis oradores convidados. Cada um destes oradores foi seleccionado com base nos seus conhecimentos ímpares sobre o tema e/ou graças à sua experiência privilegiada na história e nas tradições desenhadas de 1938 até hoje.    Oradores:   • Carla Raposeira, Directora do departamento da Cultura do INATEL/Lisboa • Amélia Martins Mendonça da Fonseca, Adufeira de Monsanto • Lopes Marcelo, Escritor e investigador de Aranhas • Pedro Salvado, Director do Museu Arqueológico do Fundão • António Valezim, Fundador do Rancho Folclórico da Casa do Povo do Paúl • Leonor Narciso, Fundador do Rancho Folclórico da Casa do Povo do Paúl   

“MISTÉRIOS DA PÁSCOA” candidatos ao selo Boas Práticas da UNESCO

Escrito por RCM em 2018-02-20 18:33:34

“MISTÉRIOS DA PÁSCOA” candidatos ao selo Boas Práticas da UNESCO

A Câmara de Idanha-a-Nova apresentou hoje os 'Mistérios da Páscoa', manifestações de religiosidade popular ligadas ao ciclo quaresmal, cuja formalização já seguiu para inclusão na lista das melhores práticas da UNESCO.   "Este conjunto de 272 manifestações de religiosidade popular que acontecem em 90 dias integram a primeira candidatura que Portugal faz com esta classificação à UNESCO", afirmou o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto.   Idanha-a-Nova reúne um conjunto de práticas e de expressões religiosas no ciclo da Páscoa, que contempla 272 manifestações de religiosidade diferentes nas 17 freguesias do concelho e que decorrem durante cerca de 90 dias, desde a quarta-feira de cinzas ao domingo de Pentecostes.   O autarca sublinhou que a formalização do pedido de inscrição dos 'Mistérios da Páscoa' em Idanha na lista das melhores práticas da UNESCO é um processo de todos os idanhenses que ao longo dos anos têm sabido preservar e transmitir estas tradições populares.   No nosso concelho nada é feito só para aquele dia ou para teatralizar. São vivências de um povo", explica o autor da recolha e calendarização da agenda dos 'Mistérios da Páscoa', António Catana.   Já o pároco da vila, Adelino Lourenço, disse que é preciso perceber e escutar de onde vêm estas tradições. "Quem sabe são os homens e as mulheres que durante anos viveram essas tradições. E quem as quiser perceber tem que perder muito tempo a ouvir as pessoas", disse. Pároco em Idanha-a-Nova há 45 anos, Adelino Lourenço alertou para o perigo destas tradições de religiosidade popular se perderem e adiantou que uma vez que os idanhenses têm tido muito valor em segurar e diagnosticar as suas tradições, a hora é de "falar alto". "Nós, idanhenses, temos que ter muito cuidado na forma como tratamos as nossas tradições. O que há é a fé de um povo e é preciso tratá-la com muito respeito", concluiu.  

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DO PRESIDENTE RAMALHO EANES

Escrito por RCM em 2018-02-15 12:32:38

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DO PRESIDENTE RAMALHO EANES

Tem lugar no dia 25 de Fevereiro, Domingo, pelas 16 horas a apresentação do livro: António Ramalho Eanes, do jornalista Nelson Mingacho, no Museu Etnográfico da Lousa.   A sessão, que tem o apoio da União de Freguesias de Escalos de Cima e Lousa e da Associação Cultural e Etnográfica da Lousa - Lousarte, contará com a presença do jornalista Nelson Mingacho, autor da Biografia do General Ramalho Eanes, que inicia a colecção Em Nome da Beira – Biografias, na editora Alma Azul.  

DIA MUNDIAL DA RÁDIO

Escrito por RCM em 2018-02-13 16:17:32

DIA MUNDIAL DA RÁDIO

O ano de 2018 será marcado por grandes eventos desportivos que têm a capacidade de unir corações e mentes de pessoas de todo o mundo. Levando isso em consideração, o tema para o Dia Mundial da Rádio 2018, lembrado em 13 de Fevereiro, é “Rádio e desportos”. O Dia Mundial da Rádio é uma oportunidade anual de celebrar a rádio e a maneira como ela contribui com o debate democrático por meio de informação, entretenimento e interacção com o público. Desde 2012 que é comemorado oficialmente o 13 de Fevereiro como Dia Mundial da Rádio. A data escolhida pela UNESCO para a comemoração coincide com o dia em que em 1946 a Radio ONU foi estabelecida numa resolução das Nações Unidas.  Começou a transmitir desde a sede na Nações Unidas em Nova Iorque, em onda curta para o resto do mundo. Noticiários e programas com cinco línguas oficiais da ONU - Chinês, Inglês, Francês, Russo e Espanhol - durante 9 a 12 horas por dia. Em comunicado, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lembrou que a rádio é o meio de comunicação social com maior audiência no mundo. “Numa era de grandes avanços tecnológicos, a rádio mantém o seu poder de comunicação, de entretenimento, de educação, de informação e de inspiração”, disse. “A rádio é um factor de união e de reforço de comunidades de distinta natureza; e dá voz aos mais vulneráveis e marginalizados”, declarou. 

CANDIDATURA DOS MISTÉRIOS DA PÁSCOA EM IDANHA ENTREGUE NA UNESCO

Escrito por RCM em 2018-02-07 16:48:56

CANDIDATURA DOS MISTÉRIOS DA PÁSCOA EM IDANHA ENTREGUE NA UNESCO

A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova formalizou o pedido de inscrição dos Mistérios da Páscoa em Idanha na lista das melhores práticas da UNESCO. O dossier de candidatura foi entregue esta terça-feira (6 de Fevereiro) junto da Comissão Nacional da UNESCO. Manifestações de religiosidade popular ligadas ao ciclo quaresmal e pascal, os Mistérios da Páscoa são um excelente exemplo das melhores práticas de salvaguarda do património cultural imaterial do concelho de Idanha-a-Nova. O Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, explica que a sustentar este projecto “estão 250 manifestações de piedade popular que se desenrolam ao longo de 90 dias em todo o concelho, desde a Quarta-Feira de Cinzas ao Domingo de Pentecostes, as quais se traduzem numa grande riqueza cultural. Com esta candidatura, a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova pretende reforçar os processos de salvaguarda, promoção e valorização dos Mistérios da Páscoa em Idanha, ao mesmo tempo que preserva a história e a memória da população.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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