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TERESA DIONÍSIO – LISBOA

Parabéns!

É Sempre bom vermos o nosso trabalho ser reconhecido não é?
O senhor merece todo o reconhecimento pela sua dedicação à nossa querida terra que, por opção, é a sua terra do coração.

Um grande bem haja pelo árduo trabalho que tem vindo a desenvolver há mais de 25 anos na Rádio Clube de Monsanto, trabalho esse que tem fortemente contribuído para a divulgação da nossa terra, dando a conhecer ao mundo o que de melhor temos para oferecer a quem nos visita.

Um grande abraço para si e para a sua família de uma Monsantina orgulhosa da sua terra e de quem luta por ela.

Teresa Dionísio


2012-04-19

JOÃO VASCO DE ÁVILA DE SOUSA BARCELOS – PONTA DELGADA - AÇORES


Meu caro Joaquim Fonseca,

Alegra-me ouvir de si na TVI e sobretudo por mais um reconhecimento do trabalho tão meritório prestado por si, como seu fundador, e pela Rádio Monsanto desde 1985 à aldeia de Monsanto, à zona Raiana e a Portugal. Também felicito a restante equipa de colaboradores, e entre eles os seus filhos, um deles jornalista, de que li há dias um artigo sobre Timor, enviado por amiga comum .
Gostei muito de o rever, e continua de aspecto jovial nos seus 67 anos e desejo-lhe muita saúde e força para continuar a aguentar as chatices com paciência como um preço que paga pela sua Liberdade de radialista, numa causa que é de dedicação e paixão e que proporciona companhia a tanta gente nesse Portugal genuíno, profundo, raiano.
Obrigado e Parabéns!!

Receba também uma genuína mensagem de reconhecimento pelo seu/vosso trabalho, dum Português açoriano que, mesmo longe, no meio do Atlântico, tem o privilégio de ouvir a sua rádio, com a sua voz duma sonoridade tão agradável, de boa música e de causas humanas e de boa fé!
Felicitações e para si um Grande Abraço de Amizade!

João Barcelos

2012-04-19


JOSÉ ANTÓNIO LOPES DOS SANTOS – LARANJEIRO

Rui Pedro:

Começo por dizer que não conheço Timor, mas tenho acompanhado com interesse tudo quanto é noticiado relativamente ao território, devo dizer em relação a todos os territórios das ex-colónias. Quem como eu passou quase oito anos repartidos entre a Guiné e Angola não pode ficar indiferente ao que passa com os povos com quem convivemos tantos séculos. Preocupo-me quando surgem problemas como os que estão a acontecer agora na Guiné, quando o meu desejo é que aqueles povos vivam em paz e prosperidade. Lendo o seu artigo noto que existe aí um grande amor por aquele povo, que compartilho, mas também o retrato fiel das preocupações e anseios dos seus dirigentes e candidatos e, mesmo o povo aquele povo que fala preocupado com os seus jovens. Infelizmente isso também nos toca, mas Caro Rui Pedro o que diz no seu artigo corresponde á análise que fazia pelo que tenho lido e ouvido, bem haja pelo seu trabalho que a todos nos enriquece pelo conhecimento.

Os melhores cumprimentos,
José Santos

2012-04-19

ANTÓNIO DE ALMEIDA SERRANO - PALMELA


Monsanto uma aldeia a visitar

Monsanto há muito estava no meu roteiro.
Ouço, pela Internet, o Rádio Clube de Monsanto.
Sou amigo e admirador pessoal do seu director e tinha um convite, mais que repetido, para o visitar, em sua Casa. Foi muito bonito ver o edifício e o equipamento. Graças à carolice e generosidade de um homem notável, o Prof. Joaquim Fonseca, há mais de 50 anos monsantino por afinidade e adopção, que dedica a sua vida e as suas muitas capacidades, com muitos sacrifícios pessoais e até financeiros, já lá vão 27 anos, à missão de levar a voz da nossa Beira a todo o País e a todo o Mundo. Obrigado, Professor.
A povoação, a “Aldeia Mais Portuguesa de Portugal”, é um encanto. Para onde quer que nos viremos aquelas pedras têm história para contar, são portuguesas, são beirãs... As ruas, as casas, as fontes, a igreja, a torre, os miradouros, toda aquela paisagem que se avista lá do alto nos “esmaga” e exalta.
Monsanto, uma Aldeia a visitar.

Abraço,
António Serrano

2012-04-14

PALMIRA MARQUES - Dili - TIMOR-LESTE

Descrever como nos sentimos em Timor é muito difícil de explicar!
É tudo tão intenso, meu Deus!
Depois as palavras correm como ribeiras em declive, e aí, exorcizamos tudo o que nos vai na alma!
Timor está dentro de nós e é como se nunca tivéssemos saído de lá, ou por outra, por não estarmos ali, a ansiedade é tanta que nos consome!
O Rui Pedro Fonseca descreve com alma o que se passou ao visitar Timor!
Parabéns ao jornalista e ao homem, mas também a alguém que lhe mostrou o caminho!

Abraço,
Palmira Marques

2012-04-06

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-11 10:16:54

HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA

HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA NO CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO (15 DE ABRIL DE 1919 - 2019)       A Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior promove na sexta-feira, pelas 18 horas, uma homenagem a Fernando Namora.   A apresentação de “A medicina em Fernando Namora como celebração dos valores humanos” está a cargo de António Lourenço Marques Gonçalves da Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior e director dos cadernos de Cultura : Medicina da Beira Interior.   A cerimónia de homenagem do centenário de nascimento de Fernando Namora vai contar também com o testemunho de Joaquim Manuel da Fonseca, amigo de Fernando Namora e director da Rádio Clube de Monsanto.   Vai ainda ser feita uma leitura de textos do escritor por Otília Duarte, Mariana Galeano e Ana Celeste Azevedo.   O Museu de Francisco Tavares Proença Júnior tem no seu acervo, duas telas de Fernando Namora que revelam uma das suas facetas artística mais desconhecida e um raro e original relatório médico da sua passagem pela freguesia de Tinalhas, documento que será editado num dos próximos números da revista da “Materiaes”, órgão da Sociedade dos Amigos do Museu.   O ano de 2019 vai também trazer a reedição das obras de Fernando Namora, como a “A noite e a madrugada”, drama que decorre na fronteira de Penha Garcia.   Fernando Namora nasceu a 15 de Abril de 1919 em Condeixa-a-Nova.   Faleceu em Lisboa em 1989.   Médico de profissão foi autor de uma extensa obra, bastante divulgada e traduzida em várias línguas nas décadas de 70 e 80 do século XX , que tiveram nas paisagens geográficas e humanas da Beira Baixa , principalmente a aldeia de Monsanto os seus cenários literários.  

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-08 13:44:37

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

EM CASTELO BRANCO ASSINALA-SE O CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA,  QUE FOI GRANDE AMIGO DE MONSANTO, ONDE TEVE CASA E A FAMÍLIA AINDA MORA.

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MONSANTO CINCO ESTRELAS

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Escrito por CMIN em 2019-04-05 11:51:26

MONSANTO CINCO ESTRELAS

A aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, voltou a ganhar o Prémio Cinco Estrelas Regiões, que distingue ícones regionais de referência nacional que são reconhecidos pelos portugueses como sendo extraordinários. Monsanto, que já havia sido considerado um destino Cinco Estrelas em 2018, renova o título este ano. O Município de Idanha-a-Nova congratula todos os monsantinos, idanhenses, visitante e turistas que estão na origem desta segunda vitória consecutiva no Prémio Cinco Estrelas. Este galardão é mais um reconhecimento de Monsanto como destino de excelência, na linha de outras distinções como é a eleição frequente para listas de melhores vilas e aldeias do mundo. De acordo com a organização do concurso, o Prémio Cinco Estrelas Regiões “é um sistema de avaliação que identifica o melhor que existe em cada uma das 20 regiões (18 distritos + regiões autónomas) ao nível de recursos naturais, gastronomia, arte e cultura, empresas, património e outros ícones regionais de referência nacional”. Através de uma votação nacional os portugueses identificaram, para cada um dos distritos, o que consideram extraordinário a vários níveis. A cerimónia de entrega dos prémios deste ano terá lugar na cidade de Viseu, no dia 17 de Maio.

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FEIRA RAIANA EM IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2019-03-20 13:02:51

FEIRA RAIANA EM IDANHA-A-NOVA

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