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ÁLVARO JOSÉ FERREIRA - LEIRIA

Exmo. Sr. Professor Joaquim Fonseca,

Ouvi o duplo CD "Monsanto, Memória e Tradição" que teve a gentileza de me enviar (e que muito lhe agradeço) e tomo a liberdade de lhe transmitir algumas impressões acerca do mesmo.

Começo por lhe dizer que o considero um importantíssimo testemunho do tradição etnomusical monsantina, pelo belíssimo acervo de gravações de campo que inclui, nas vozes das próprias Adufeiras de Monsanto e da Senhora Maria Amélia Fonseca, que muito provavelmente é sua parente. Gostei de todas as recolhas, e permito-me relevar três: "Linda Pastorinha", "Verónica" e "Triste Ceguinho". Por acaso, já conhecia estes espécimes tradicionais de recriações feitas por diversos artistas/grupos do nosso panorama musical (Almanaque, Maio Moço, Filipa Pais, Gaiteiros de Lisboa, etc.), mas tenho de lhe confessar que me deu um especial prazer ouvir o som da raiz. E por falar em raiz, é pertinente realçar a perfeição do latim com que a Senhora Maria Amélia Fonseca entoa o cântico da Verónica. Como certamente saberá, Michel Giacometti fez uma gravação deste cântico, sob o título de "O Vos Omnes", na vila alentejana do Redondo, mas com o latim bastante adulterado, e é esta a gravação a que vários artistas tem recorrido como aconteceu com a Filipa Pais. Quero acreditar que se tivessem conhecimento da versão da Senhora Maria Amélia Fonseca a tomariam como referência de tão sublime que é. Uma questão: estas recolhas nunca haviam sido editadas em disco? Calculo que outras haverá, pelo que se imporia a respectiva edição discográfica. Aqui as entidades oficiais da Cultura poderiam desempenhar o importante papel mas, e infelizmente, quem é colocado nos lugares de decisão (sobretudo no poder central) nem sempre mostra a desejável abertura e compreensão no tocante à preservação e divulgação do nosso património cultural imaterial. No sector privado, há dois editores que prestam uma atenção especial à música tradicional. São eles o Prof. Emiliano Toste (editora Açor) e José Moças (editora Tradisom). Na eventualidade de haver mais registos com a voz da Senhora Maria Amélia Fonseca e outras, ainda não publicadas em disco, eu não me importo nada de lhes "dar um toque". Isto, claro está, se o Professor Joaquim Fonseca me der permissão para lhes indicar o seu nome e contacto.

Mas voltando ao álbum "Monsanto, Memória e Tradição", não quero deixar de destacar, como não podia deixar de ser, o repertório de canto e adufes em que as Adufeiras de Monsanto são mestras. Os temas que correspondem às faixas 10 e seguintes do CD2 são qualquer coisa de extraordinário. Fiquei verdadeiramente deliciado ao ouvir estas pérolas. Uma delas, "Ausência", pela refinada beleza melódica e harmónica que apresenta, tocou de tal forma na minha corda sensível que não resisti a ouvi-la repetidas vezes. E sem nunca me cansar, antes com o desejo de a não largar. Dizer que estamos em presença de grande música portuguesa é pouco. Estas admiráveis peças são grande música em qualquer parte do mundo e, nessa medida, um motivo de orgulho acrescido para Portugal. Apesar disso, constata-se que as Adufeiras de Monsanto praticamente não se ouvem na rádio portuguesa (exceptuo, naturalmente, a Rádio Clube de Monsanto e eventualmente outras emissoras da Beira Interior).

O primeiro contacto que tive com as Adufeiras de Monsanto foi através do álbum "Sulitânia", da Ronda dos Quatro Caminhos (vide destaque em Grandes discos da música portuguesa: editados em 2007), e logo fiquei com vontade de conhecer mais a fundo o seu trabalho. Ainda cheguei a perguntar, na FNAC, se tinham alguma coisa do grupo, e como não havia qualquer referência a discos das Adufeiras de Monsanto no sistema informático, pus então a hipótese de nunca terem gravado qualquer disco e que a sua actividade de resumiria a actuações ao vivo e a participações em trabalhos alheios. A semana dos "Cantos da Casa" que o Sr. Armando Carvalhêda em boa hora dedicou às Adufeiras de Monsanto teve o mérito de me fazer ver que afinal havia disco. E não só um: além de "Monsanto, Memória e Tradição", que muito amavelmente me enviou, vim a descobrir que saiu outro CD, em 1995, com a chancela do International Institute for Traditional Music, de Berlim. Se calhar, é neste disco que está o tema "Venho de Macelada" (http://www.rtp.pt/play/?prog=2501&idpod=196779) que o Sr. Armando Carvalhêda passou na sua rubrica e que não consta no último álbum. E muito possivelmente também as versões dos temas "Debaixo da Laranjeira", "Senhora do Almurtão" e "Lá Acima ao Castelo" que figuram no arquivo online da referida rubrica (que não as mesmas que constam no álbum "Monsanto, Memória e Tradição").

Não imagina o que eu não daria para obter o disco em causa. Sem querer abusar, atrevo-me a perguntar ao estimado Professor Joaquim Fonseca: posso encomendar-lhe um exemplar desse álbum? A pagar, evidentemente (incluindo as despesas postais). No caso do disco se ter esgotado por completo, fica a saber que aceito de bom grado uma cópia em CD-R.

Grato e reconhecido,



Álvaro José Ferreira




2011-07-08

ÁLVARO JOSÉ FERREIRA - LEIRIA

Caro Sr. Director da Rádio Monsanto,

Inicialmente criada para defender o histórico programa de Rafael Correia, a comunidade de Amigos do LUGAR AO SUL não deixa de prestar atenção a outros programas e rubricas (da rádio pública ou não) consagrados à divulgação da boa música e poesia de língua portuguesa, como é o caso da "Alma Lusa" (rubrica diária e programa alargado) e do "Vozes da Lusofonia" (de Edgar Canelas), dos "Cantos da Casa" e do "Viva a Música" (de Armando Carvalhêda) e do "Terra Pura" (de Luís Rei). Assim, sempre que me parece pertinente, compilo numa mensagem as letras dos temas transmitidos numa determinada emissão, referenciando as autorias, os discos e os créditos instrumentais, com vista à sua difusão junto da referida tertúlia. Nessa mensagem, tenho o cuidado de colocar à cabeça o link de acesso directo ao arquivo online, para que os tertulianos possam acompanhar a audição das músicas com a leitura dos textos. Se com esta minha acção de divulgação umas centenas ou mesmo dezenas de confrades (de entre os quase cinco milhares) se sentirem incentivados a comprar os discos e/ou a irem assistir aos concertos dos respectivos artistas, é caso para dizer que valeu a pena o esforço. Na verdade, nem se trata de esforço porque é uma actividade que me dá um imenso prazer e gratificação espiritual.
Ora o novo álbum das Adufeiras de Monsanto, de título genérico "Monsanto, Memória e Tradição", já esteve em destaque na rubrica "Cantos da Casa" e eu teria imenso prazer em dar minha contribuição na sua divulgação, por o considerar de muita qualidade (embora não conheça o disco na íntegra, os temas que ouvi bastam-me para fazer o meu juízo). Com vista à referida acção de divulgação, e também para a minha própria fruição, fiquei com muito interesse em adquirir um exemplar do álbum. Dirigi-me então à FNAC, mas sem qualquer resultado pois nem registo do disco existe no sistema informático. Andei depois a pesquisar na internet na tentativa de encontrar uma página oficial do grupo, mas em êxito. A única coisa que consegui encontrar foi a notícia de lançamento do disco no site da Rádio Monsanto. Lembrei-me então de escrever ao Senhor Director para lhe solicitar o favor de me facultar o contacto (endereço de e-mail ou n.º de telefone) da pessoa que tem a seu cargo as relações públicas das Adufeiras de Monsanto. Se preferir, pode encaminhar esta mensagem para o respectivo endereço de e-mail. Fica ao seu critério.
Escusado será dizer que terei também o maior gosto em dar o devido destaque ao disco no blogue "A nossa Rádio", no âmbito da série Grandes discos da música portuguesa.
Na expectativa da melhor atenção,

Álvaro José Ferreira

2011-06-13

MANUEL MARTINS AFONSO - SANTOS - S. PAULO - BRASIL

Amigo Joaquim da Fonseca :

Não tenho palavras para lhe dizer o quanto significa a RÁDIO MONSANTO para nós que estamos fora de Portugal e ainda eu que sou ALBICASTRENSE de raça.
Estão de parabéns em tudo.
Ouço a Rádio Monsanto quase todos os dias pela Internet.
Obrigado pelas as boas músicas e notícias.
Até á próxima e muitas felicidades.

Abraço do amigo do

Manuel Afonso

2011-06-02

FERNANDO JORGE ANTUNES – TORRES NOVAS


Caros Amigos:

O meu nome é Fernando Antunes e sou apaixonado pela vossa aldeia e também pela Rádio Clube de Monsanto.

Em 1994 trabalhei no vosso distrito e passava o dia a ouvir a Rádio Monsanto desde a sua abertura até ao seu encerramento.

Parabéns e continuem assim, pois continuo a ouvir-vos não pelo FM da Rádio, que estou longe, mas pela Internet.

Obrigado e bem hajam.


Fernando Antunes

2011-05-01

EMILIA BARTZ - JABOATÃO DO GUARARAPES - PERNAMBUCO - BRASIL


Olá amigos da Rádio Monsanto:

Parabéns pela programação da Rádio Monsanto.
Foi meu amigo de Lisboa, Francisco Nunes da Silva que passou-me o endereço eletronico da Rádio Monsanto que muito adoro.

Beijos para todos desta linda cidade.

Emilia

2011-04-30

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IDANHA APROVA ORÇAMENTO DE 24 MILHÕES PARA 2019

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Escrito por RCM em 2018-12-03 10:10:07

IDANHA APROVA ORÇAMENTO DE 24 MILHÕES PARA 2019

  A Câmara de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, aprovou a proposta de orçamento para 2019, no valor de 24 milhões de euros, mais dois milhões face ao orçamento deste ano, foi hoje anunciado. O orçamento foi aprovado por maioria pelo executivo de maioria socialista, com o voto contra do vereador do PSD. Segundo o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, o orçamento para 2019 reflecte o investimento na captação de programas comunitários que o executivo conseguiu durante este ano. "2019 será um ano de muita exigência para a concretização dos projectos que temos em curso, nomeadamente no âmbito da economia verde e na afirmação de Idanha-a-Nova como biorregião", disse. O autarca adianta que vai ser um orçamento de continuidade e de afirmação da estratégia definida pelo município em áreas como a social ou a economia, com destaque para sectores como a educação, saúde e habitação. "Estamos apostados na captação de empresas inovadoras no sentido de criar mais riqueza e emprego e trazer e fixar mais famílias para o concelho", sustentou. Armindo Jacinto sublinha ainda o "forte investimento" que vai ser feito na habitação, sobretudo com a implementação de planos de acção para a reabilitação urbana em todas as freguesias de Idanha-a-Nova e não apenas na sede de concelho.  

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NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO.

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Escrito por RCM em 2018-11-29 15:15:28

NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO.

SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÓS, COMO RÁDIO LOCAL, NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO. ................................................................................................. Queremos tão só e apenas que não nos castiguem com taxas e taxinhas, e cada dia com mais e mais exigências, inadmissíveis e absolutamente injustificadas. Até porque prestamos um SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA.   A Rádio Clube de Monsanto – A VOZ DA PORTUGALIDADE - tem um historial de 33 anos de sobrevivências com as maiores dificuldades financeiras e graves carências de recursos humanos. Simplesmente porque teimamos em resistir neste interior profundo e abandonado pelos mandantes do poder nacional e local. Estamos também a pagar o preço de sempre ter querido estar ao lado dos mais humildes, dos que lutam pela liberdade e pelos seus elementares direitos a uma digna vivência social. A liberdade é muito bonita…mas tem-nos dado muitas chatices. Mas queremos continuar a ser livres. Só não sabemos até quando temos forças para nos aguentar nesta dura batalha. Mas duma coisa temos a certeza: SÓ CAIREMOS DE PÉ. E se verdadeiramente quer ajudar a Comunicação Social, senhor Presidente da República, faça chegar este nosso angustiante apelo ao Governo que o senhor Professor Marcelo Rebelo de Sousa “teima em trazer ao colo”, com todo o devido respeito que nos merece o Supremo Magistrado da Nação.

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O MADEIRO EM PENAMACOR

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Escrito por RCM em 2018-11-22 09:36:09

O MADEIRO EM PENAMACOR

  Recorde-se o Penamacor Vila Madeiro ganhou fama de ser o maior do país. Todos os anos, com o aproximar do Natal, por todas as freguesias do concelho, os jovens em idade de cumprir o serviço militar unem-se para cortar e transportar os troncos que alimentarão a fogueira para aquecer o Menino Jesus. O grande monte de madeira, depositado no adro da igreja, é ateado ao cair da noite do dia 24, à excepção de Penamacor, que arde de 23 para 24, e mantém-se aceso durante vários dias. Depois da ceia de Natal, a população reúne-se em redor da fogueira, num gesto ritual de fraterno encontro. Em Penamacor, a chegada do Madeiro tem data marcada e o acto assume foros de festividade. De facto, no dia 8 de Dezembro, a população acorre generosamente à rua para saudar o cortejo de tractores e reboques, em número que procura sempre bater o antecedente, onde os jovens do ano, dantes só os rapazes e agora também as raparigas, empoleirados nos troncos, atiram à rebatina os frutos do ramo de laranjeira que a praxe manda trazer, cantando acompanhados à concertina.      

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7º FESTIVAL FORA DO LUGAR 2018 POR TERRAS DE IDANHA

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Escrito por CMIN em 2018-11-14 18:32:30

7º FESTIVAL FORA DO LUGAR  2018 POR TERRAS DE IDANHA

A sexta edição do Fora do Lugar volta a "ocupar" Idanha-a-Nova - UNESCO Cidade Criativa da Música - de 23 de Novembro a 8 de Dezembro de 2018 - com música, histórias, passeios, desenho, viagens, conversa, troca e aprendizagem, bagagem de cá e de lá e descoberta no "lugar mais bonito do mundo"! Resultado da parceria entre a Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova (e com o apoio do Ministério da Cultura e da Direcção Geral das Artes), este Festival assume-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa.  Com a direcção artística de Filipe Faria, o Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas é hoje um dos projectos culturais mais relevantes na área da música no país. Pondo em diálogo diferentes formas e tempos da música desafia a uma atitude perante as músicas antigas, e aborda, de um forma inovadora, os diálogos decorrentes dos conceitos binómios de erudito/popular e antigo/contemporâneo.   

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RECITAIS DA PIANISTA MARIA JOÃO PIRES

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Escrito por DN/LUSA em 2018-10-27 18:16:40

RECITAIS DA PIANISTA MARIA JOÃO PIRES

A pianista portuguesa fará dois recitais em Dezembro no Centro de Artes de Belgais, um espaço cultural criado pela artista no distrito de Castelo Branco e que foi recentemente renovado e reactivado.   A informação dos recitais, marcados para 14 e 15 de Dezembro, consta da página oficial do Centro de Artes de Belgais, uma propriedade rural em Escalos de Baixo (Castelo Branco) onde anteriormente funcionou o Centro Belgais para o Estudo das Artes, fundado por Maria João Pires. Criado em 1999 como um projecto educativo, pedagógico e cultural, com impacto na região e que chegou a ter o apoio do Ministério da Educação, o Centro Belgais para o Estudo das Artes encerrou em 2009 alegando na altura uma "difícil situação económico-financeira". Quase uma década depois, o projecto cultural de Maria João Pires foi renovado e reactivado como Centro de Artes de Belgais, disponibilizando-se retiros musicais, espaço para actuações e oficinas de música. Há ainda uma valência de alojamento e de produção de azeite, como se lê na página oficial. Contactado pela agência Lusa, o administrador do Centro de Artes de Belgais, Vítor Dias, explicou que em 2009 o projecto "havia encerrado devido à ocupada agenda de Maria João Pires". "Com imensos concertos por todo mundo não tinha tempo para tantas responsabilidades tendo que optar pelo encerramento temporário. Actualmente a situação permite que o Centro volte de novo ao seu pleno", referiu, sem especificar há quanto tempo o centro foi reactivado. Em 2010, pouco depois do encerramento do anterior projecto, Maria João Pires afirmava, em diferentes entrevistas para a imprensa estrangeira, que iria avançar com um projecto social semelhante no Brasil, país onde pediu dupla nacionalidade. Ao longo da última década, a pianista admitiu algum cansaço e intenção de se retirar dos palcos, embora tenha feito algumas actuações, sobretudo fora de Portugal. Além dos dois recitais em Dezembro em Belgais, nos quais irá tocar composições de Mozart e Chopin para uma audiência de 125 pessoas, Maria João Pires mantém, para 2019, o concerto a 22 de Fevereiro no Palau de La Musica, em Barcelona.  

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