Monsanto na História Habitacional

 

A Aldeia de Monsanto na História Habitacional

A "aldeia mais portuguesa de Portugal", Monsanto, tem um charme único que muitos ainda desconhecem. Num país que começa aos poucos a redescobrir o seu interior, esta é uma excelente oportunidade para dar a conhecer mais detalhes acerca deste ponto único do nosso país.

Ao longo das próximas linhas colocaremos o foco na forma como se viveu e vive por estas paragens. Esta é uma viagem ao longo do tempo, mas também da imaginação e um convite a descobrir pelos próprios olhos um estilo único de vida dentro de fronteiras.

Existem registos de presença humana em Monsanto desde o Paleolítico, porém é na presença de termas e de um castro que se denota a passagem dos Romanos por estas paragens. Tão antiga como a presença humana na Península Ibérica, o tempo parece ter tratado este lugar de forma singular até encontrarmos registos inscritos na história de Portugal.

 

Época Medieval

Definir uma linha ao longo dos séculos é tarefa difícil, porém a sua aura medieval está intimamente ligada a D. Afonso Henriques. A sua conquista aos Mouros resultou também na construção do Castelo de Monsanto, com um foral concedido em 1174. Seriam necessárias décadas até esta estar completa e enfrentar um dos períodos mais conturbados da história nacional.

O edifício seria praticamente destruído na guerra com o Reino de Leão e mais tarde reerguido pelos Cavaleiros Templários.

A sua vantagem geográfica explica a opção, não tendo a Coroa Portuguesa poupado meios para garantir a relevância de Monsanto, com rotas comerciais e fixando população.

 

Mudanças dos TemposManter a relevância ao longo de séculos é uma tarefa complexa que desafia em particular locais como este.

A relevância de Monsanto manteve-se inalterada sob a perspetiva militar durante mais tempo do que seria possível julgar. Porém, com a entrada na idade moderna, também esta justificação se revelou de mais difícil concretização, à medida que o interior do país ficou cada vez mais desertificado.

Felizmente, Monsanto nunca perdeu a beleza caraterística que perdura até hoje, segunda década do Século XXI. Mais relevante que nunca, torna-se inclusive num ponto atrativo para a continuação de uma das mais conhecidas séries televisivas de sempre, Guerra dos Tronos.

 

Um Salto à Era Moderna

É incerto qual será o lugar de Monsanto no decorrer dos séculos. Num mundo ideal, as caraterísticas que aqui perduram no que parece ser desde sempre serão preservadas pelas gerações vindouras.

Sob os parâmetros atuais, a vida na região não regista ainda o crescente interesse que se desejaria. Prova disso são os valores praticados no mercado imobiliário atualmente, onde o preço médio de venda de 125.358€ é extremamente económico perante a escalada a nível nacional.

 

Não sendo de perspetivar que esta aldeia venha tão cedo a perder as caraterísticas que a tornam única a nível mundial, resta a estas e futuras gerações preservar os seus valores. Mais que uma memória edificada da história de Portugal, é também uma lembrança do percurso que nos trouxe até aqui. Dos primórdios paleolíticos à sua traça medieval, aprendemos a viver e como vivemos no entretanto. Por estes motivos apenas, a aldeia mais portuguesa de Portugal vale bem uma visita.

A ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE IDANHA-A-NOVA VAI MANTER A ORGÂNICA EXISTENTE.

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Escrito por RCM em 2022-01-08 14:46:36

A ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE IDANHA-A-NOVA VAI  MANTER A ORGÂNICA EXISTENTE.

FOI FEITA JUSTIÇA AO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA.       A ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE IDANHA-A-NOVA VAI MANTER A ORGÂNICA EXISTENTE.       O Ministro da tutela reprovou a reestruturação das Escolas do Instituto Politécnico de Castelo Branco.   O despacho do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, reprovou a alteração dos estatutos do Politécnico de Castelo Branco na pretendida reestruturação organizacional das 6 Escolas Superiores, para darem origem a apenas 4 Escolas Superiores.   Esta decisão vem dar total razão ao movimento que lutou pela não extinção da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, mantendo-se a orgânica como existe no presente.   O Presidente do Politécnico, António Fernandes, não quis falar sobre esta decisão ministerial, adiantando que "apenas me pronunciarei, após o Conselho Geral convocado para o próximo dia 19 de Janeiro" . A decisão do Ministro Manuel Heitor tem a data de 21 de Dezembro e deu entrada no Instituto Politécnico no passado dia 23 de Dezembro.   O Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, referiu que "esta decisão vem ao encontro dos objectivos porque a Idanha sempre lutou”. Afirmou ainda que "o Presidente do IPCB deve apresentar já a sua renúncia à presidência do IPCB e não se apresentar às próximas eleições para o cargo".  

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FELIZ DIA DE REIS

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Escrito por RCM em 2022-01-06 10:15:40

FELIZ DIA DE REIS

FELIZ DIA DE REIS.   CONTINUAÇÃO DE BOM ANO DE 2022, ESPECIALMENTE COM SAÚDE E HARMONIA NA COMPANHIA DA FAMÍLIA E AMIGOS, LIVRES DESTA PANDEMIA.  

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SAÚDE E PAZ NO NOVO ANO DE 2022

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Escrito por RCM em 2021-12-26 18:27:15

SAÚDE E PAZ NO NOVO ANO DE 2022

CONTINUAÇÃO DE BOAS FESTAS E UM 2022 COM SAÚDE E HARMONIA. +++++ QUE O DEUS MENINO NOS PROTEJA E A TODOS LIVRE DESTA PANDEMIA.  

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AS RADIOS LOCAIS SÃO UM SERVIÇO CULTURAL DE INTERESSE PÚBLICO

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Escrito por APR em 2021-12-11 11:11:31

AS RADIOS LOCAIS SÃO UM SERVIÇO CULTURAL DE INTERESSE PÚBLICO

AS RADIOS LOCAIS SÃO UM SERVIÇO CULTURAL DE INTERESSE PÚBLICO  ...............................................   MAS… ESTÃO SUJEITAS QUASE ÀS MESMAS OBRIGAÇÕES DAS EMPRESAS COTADAS EM BOLSA!!!     ..............................................Todas as ameaças, particularmente nestes tempos de pandemia, são de preocupante gravidade para as rádios locais. A juntar-se às dificuldades de mercado, está iminente o pagamento de direitos conexos, pelas rádios, com efeitos retroactivos (ao ano de 2016). É previsível que esteja para breve a saída da decisão da Comissão de Peritos que indicará o critério e a tabela de valores a pagar à PassMúsica. É bom lembrar que desta decisão, ambas as partes, podem recorrer para o Tribunal da Relação, mas não haverá efeitos suspensivos do pagamento. Perante a decisão da Comissão de Peritos, duas coisas podem acontecer: haverá recurso; ambas as partes, aceitam a decisão e não recorrem. É muito pouco provável que não haja recurso. Embora represente um pesadíssimo encargo monetário para as rádios, da nossa parte, será aceitável se o critério e a tabela de valores forem iguais aos utilizados com a Sociedade Portuguesa de Autores. Daí para cima devemos recorrer. Apesar destas condições serem excepcionais para a PassMúsica, não acreditamos que eles as aceitariam, e muito dificilmente deixarão de recorrer. Por todos estes motivos, vai ser muito difícil implementar o sistema de pagamentos dos direitos conexos, com cada uma das rádios. Este vai continuar a ser, especialmente no próximo ano, um grande constrangimento, que implicará desperdício de tempo e energias, para além de custos financeiros brutais, absolutamente incomportáveis para a grande maioria das pequenas rádios locais, nomeadamente as do interior do país. A somar às referidas dificuldades de mercado e à ofensiva da PassMúsica, temos o desafio do digital e a respectiva concorrência dos meios insurgentes na internet. Mas é um meio regulado, com orientações e princípios editoriais e deontológicos, dando-lhe vantagem apenas na garantia de qualidade dos conteúdos que disponibiliza, invertendo, contra si, as vantagens da concorrência, porque tem que competir num mercado completamente desregulado e, ainda por cima, assistir impotente ao enorme apoio estatal dado aos insurgentes. É muito difícil falar desta dificuldade sem referir a nossa quarta grande ameaça, os constrangimentos legislativos e o posicionamento desfavorável do Governo perante o nosso sector. Até por mais outras diversas razões, muitas rádios locais estão já em agonia lenta e condenadas a encerrar a curto prazo.     ...................................................................JOSÉ FAUSTINO - Presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão  

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIO LOCAIS

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Escrito por RCM em 2021-11-04 11:33:38

A LENTA AGONIA DAS RÁDIO LOCAIS

A LENTA AGONIA DAS RÁDIO LOCAIS ..............................................................................Da totalidade das rádios, 254 têm programação própria, sendo 247 de cobertura local. A quase totalidade destas rádios locais vive apenas dos respectivos mercados de proximidade (com muita escassa publicidade), realidade que todos sabem (?), mas que parecem ignorar ou, realmente, não sabem mesmo. E a pandemia tudo veio a agravar. Há uma outra coisa que parece, mas que não é. Ao contrário daquilo que se pensa as rádios (todas elas) não beneficiam de qualquer apoio estatal para o seu funcionamento.  

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