Galeria de Fotografias

Marcos de uma Vida

Dedicada à Rádio, ao Ensino e à Comunidade

  • Joaquim Fonseca nasceu na Vila de Mêda, no distrito da Guarda, em 1 de Fevereiro de 1945, no seio de uma família humilde e numerosa.
  • Joaquim Fonseca deu os seus primeiros passos na "arte de bem dizer" na peça poética de Manuel Daniel, representada na Vila Medense, no Verão de 1959.
  • Joaquim Fonseca sentiu a sua primeira grande atracção pelos microfones nas férias de verão do  ano de 1959.
  • Joaquim Fonseca aos microfones da Estação Emissora CSB 21 -  Rádio Altitude da Guarda, no ano de 1964.
  • Joaquim Fonseca apaixonou-se por Monsanto, a Aldeia Mais Portuguesa, em 1965.
  • O senhor Presidente da República, Almirante Américo Thomaz, ladeado por Joaquim Fonseca, durante a visita aos jovens da ONMP que assistiram à inauguração da Ponte Salazar, no dia 6 de Agosto de 1966.
  • Joaquim Fonseca na estrada de Baguia, em comissão de serviço militar na Província Ultramarina do então Timor Português, em Agosto de 1969.
  • Joaquim Fonseca nos estúdios da Emissora Oficial de Timor, na cidade de Dili (1970).
  • Joaquim Fonseca em provas no Estádio Nacional, na Cruz Quebrada, para ingresso no ISEF, em 1971.
  • Joaquim Fonseca encontrou em Monsanto a jovem da sua vida.
  • Maria Amélia e Joaquim Fonseca casaram e vivem na "Aldeia Mais Portuguesa" (1972).
  • Joaquim Fonseca promoveu, em 1982, o II Festival Nacional de Folclore, para angariação de fundos para o Lar da Terceira Idade de Monsanto, construído, anos depois, precisamente no mesmo local do palco.
  • Joaquim Fonseca ofereceu uma lembrança ao senhor Presidente da República, General Ramalho Eanes, em visita a Monsanto no ano de 1983. Na foto o Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Joaquim Morão.
  • O Senhor Ministro da Educação, Professor Dr. José Augusto Seabra e o Prof. Joaquim Fonseca, na cerimónia de inauguração das novas instalações da Escola Preparatória e Secundária de Penamacor, em 24 de Março de 1984.
  • O Prof. Joaquim Fonseca no seu gabinete de Presidente do Conselho Directivo da recém inaugurada Escola C+S de Penamacor (1984).
  • Joaquim Fonseca no primeiro estúdio da RCM (1985).
  • Joaquim Fonseca  e a locutora Maria Helena no segundo estúdio da RCM (1987).
  • Joaquim Fonseca nos novos estúdios da RCM (1990).
  • Joaquim Fonseca no Centro de Emissão da RCM no cabeço do Castelo de Monsanto (1990).
  • O senhor Primeiro Ministro, Professor Dr. Aníbal Cavaco Silva recebeu uma lembrança de Joaquim Fonseca, Director da RCM (Verão de 1992).
  • Joaquim Fonseca , Director Executivo da Rádio Clube de Monsanto ( 2007).
  • Joaquim Fonseca actualiza a página da Internet www.radiomonsanto.pt (2007).
  •  O senhor Presidente da República inaugurou a exposição de homenagem ao Pintor Mestre José Manuel Soares.
  • O senhor Presidente da República, Professor Dr. Aníbal Cavaco Silva, em conversa com D. Ângela Vimonte,  esposa do Pintor Mestre José Manuel Soares e com Joaquim Fonseca, no dia 27 de Novembro de 2008.
  • O senhor Presidente da República foi sensibilizado por Joaquim Fonseca para o valioso espólio artístico do consagrado Pintor Mestre José Manuel Soares, avaliado em cerca de dois milhões de euros.
  • O senhor Presidente da República, o Presidente do Município de Mêda e Joaquim Fonseca, na inauguração da exposição de obras de arte do Pintor Mestre José Manuel Soares, no dia 27 de Novembro de 2008.
  • O senhor Presidente da República, esposa, Joaquim Fonseca e comitiva na exposição de homenagem ao Pintor Mestre José Manuel Soares, no dia 27 de Novembro de 2008, na Casa Municipal da Cultura da cidade de Mêda.
  • O senhor Presidente da República assinou o Livro de Honra da exposição de homenagem ao Pintor Mestre Soares, na Casa Municipal da Cultura de Mêda, sob o olhar interessado de D. Ângela Vimonte e de Joaquim Fonseca.

Nome: JOAQUIM MANUEL DA FONSECA
Data de Nascimento: 01/02/1945
Naturalidade: MÊDA
Distrito: GUARDA
Estado Civil: CASADO, com dois filhos.
Formado em: EDUCAÇÃO FÍSICA PELO I.S.E.F. (ex-Instituto Superior de Educação Física de Lisboa).

- Fez os estudos secundários na cidade da Guarda.
- Foi Locutor- Produtor na Rádio Altitude da Guarda, durante quinze anos.
- De1969 a 1971, foi Adjunto do Director da Emissora de Radiodifusão de Timor, em Díli e com funções de Produtor, Realizador e Locutor.
- Redactor (e Chefe de Redacção-interino) do jornal semanário militar "A Província de Timor", editado pelo (CTIT) Comando Territorial Independente de Timor.
- Professor da Escola Industrial e Comercial “Prof. Silva Cunha” de Díli, onde dirigiu o Centro de Actividades Circum-Escolares e fundou o    jornal quinzenário "Em Frente".
- Colaborou nos jornais semanários Timorenses "A Voz de Timor" e "A Seara".
- Foi correspondente da Emissora Nacional  na cidade de Díli (Timor Português).
- De Timor enviou, semanalmente, para publicação na Metrópole - em vários jornais e revistas - temas diversos, visando a divulgação Luso-Timorense, o mesmo fazendo com a transmissão de programas radiofónicos, quinzenais, na Rádio Altitude da Guarda, Estação Rádio da Madeira e Emissora Oficial de Macau.
- Em 1971, de regresso à Metrópole, foi docente na Escola Preparatória da Guarda, reatando, paralelamente, a sua colaboração na Rádio Altitude.
- Em 1976 publica o livro "Comissão em Timor", a favor da causa do povo Timorense (esgoatdo).
- Em 1979/80 faz o Estágio Clássico e Profissional na Escola Preparatória Afonso de Paiva, na cidade de Castelo Branco.
- Em 1979 é eleito Vereador da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, pela Aliança Democrática, tendo-lhe sido atribuído o Pelouro da Assistência e Assuntos Sociais.
- Em 1980/81 é colocado na Escola Preparatória de Penamacor, como Professor Profissionalizado (no ano seguinte é nomeado Professor Efectivo da Escola Preparatória de Idanha-a-Nova).
- Em 1980/81 é nomeado, pelo Ministério da Educação, Presidente do Conselho Directivo da Escola Preparatória de Penamacor (depois eleito entre 1981/1986).
- Em 1986/87 é eleito Presidente do Conselho Directivo da Escola C+S de Penamacor, desempenhando, simultaneamente, as funções de Presidente do Conselho Pedagógico e do Conselho Administrativo, mantendo-se no desempenho dessas funções até ao dia 31 de Julho de 1991. 
Curso de Formadores do "Projecto Vida" promovido em Lisboa pelos Ministérios da Justiça e da Educação, em Outubro de 1988.
- É eleito, como independente apoiado pelo PSD, para a Assembleia de Freguesia de Monsanto, em 17 de Dezembro de 1989.
- Por despacho de 18/09/1995, da Direcção da CGA, foi-lhe reconhecido o direito à aposentação de Professor do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola Preparatória e Secundária de Penamacor.
- Colaborador do Programa de Folclore "Portugal de Norte a Sul", de Guilherme Nuno, que se transmitiu em Rádio Altitude da Guarda.
- Dinamizador folclórico desde 1962. Foi membro do Rancho Folclórico do Centro Cultural da Guarda.
- Delegado da revista mensal "Folclore", editada pelo Padre Joaquim Adelino Rodrigues.
- Presidente da Comissão Cultural e Educativa da Casa do Povo de Monsanto de 1976 a 1978.
- Publica o livro "Monsanto 1938 - 1978" (esgotado).
- Dinamizador e organizador da deslocação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Monsanto ao XII Festival Internacional de Folclore da Jugoslávia (Zagreb), em 1977.
- Distinguido com a Medalha de Ouro da Federação do Folclore Português, em 1978.
- Presidente da Direcção do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Monsanto de 1979 a 1990.
- Membro do Conselho Técnico Regional da Federação do Folclore Português de 1976 a 1990.
- Dinamizador e organizador de diversos torneios de Jogos Tradicionais, exposições de fotografias de 1938, de trajos regionais e de artesanato Monsantino.
- Presidente de Direcção da Casa do Povo de Monsanto desde 1984 a 2010.
- Foi Secretário da Direcção da Associação Distrital das Casas do Povo de Castelo Branco (1985/86).
- Organizou e dinamizou os Festivais Nacionais de Folclore de Monsanto em 1978, 1982, 1984,1986 e 1988, como Presidente da     Comissão, integrando Ranchos Folclóricos do Minho ao Algarve.
- Em 1984 é co-fundador da Associação de Radioamadores da Beira Interior, com sede na cidade de Castelo Branco.
- Em 1984 é eleito Presidente da Direcção da Associação de Radioamadores da Beira Interior.
- Em 1985 funda a Rádio Clube de Monsanto, CRL para a defesa e a promoção da Música Portuguesa e dos valores tradicionais.
- Presidente da Direcção da Rádio Clube de Monsanto de 1985 a 2004.
- É convidado, por João David Nunes, a participar no III Congresso Português das Comunicações, realizado no Fórum Picoas, em Lisboa, de 14 a 16 de Novembro de 1990, apresentando a comunicação "A Rádio Local na defesa da identidade de um povo".
- Possui, em gravação magnética, numerosas entrevistas radiofónicas feitas, por si, a entidades e individualidades da vida política e cultural, como: os escritores Dr. Fernando Namora, Odette de Saint Maurice, Dr. Fernando Reis, o Pintor Mestre José Manuel Soares, o actor Fernando Curado Ribeiro, diversos Presidentes de Câmaras Municipais do distrito de Castelo Branco, o Dr. Mário Soares, o Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva, o Eng.º Eurico de Melo, o Professor Doutor José Hermano Saraiva, o Dr. Arons de Carvalho, o Director do Teatro S. João e encenador Dr. Ricardo Pais, o locutor da RPT Henrique Mendes, etc.
- Colaborador dos jornais “Luz da Beira”, “Correio da Beira”, “A Guarda”, “Raiano”, “Reconquista”, “Notícias da Covilhã”, etc.
- Dinamizador e organizador responsável pelos diversos convívios e festas de aniversário da Rádio Clube de Monsanto (em Alpedrinha, Monsanto, Teixoso, Marvão, Covilhã, etc.).
- Director Executivo das “Adufeiras de Monsanto”, de 1996 a 2010.
- Co-Fundador, em 2002, da Sociedade “Monsantorádio”- Rádio Clube de Monsanto, Unipessoal, Limitada, sendo nomeado seu Director Executivo.
- Em 2003 adquire a totalidade da quota da Sociedade “Monsantorádio”, ficando seu sócio único e Administrador Executivo, com a competente autorização prévia da Alta Autoridade para a Comunicação Social e do Instituto da Comunicação Social.

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA

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Escrito por Jornal do Fundão em 2020-03-20 15:23:27

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA JORNAL DO FUNDÃO – 19/03/2020     A Quercus considera que o projeto de instalação de novo amendoal superintensivo na biorregião de Idanha-a-Nova, em pleno Geoparque Naturtejo e nas proximidades do Parque Natural do Tejo Internacional, ameaça a saúde pública e o ambiente.   “A Quercus exige que o Governo não autorize a instalação de mais um amendoal [em Idanha-a-Nova] e apela a todos os cidadãos e empresas para participarem e contestarem esta nova área no âmbito do processo de avaliação de impacte ambiental que se encontra em consulta publica”, refere, em comunicado, aquela associação ambientalista.   Em causa está um projeto para a instalação de mais de 300 hectares de amendoal superintensivo na propriedade de Vale Serrano, em Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, à qual se pretende somar uma área com mais de 2.000 hectares, iniciativa que tem em consulta pública, até ao dia 20 de abril, a Avaliação de Impacte Ambiental.   Os ambientalistas explicam que o projeto em consulta pública prevê gastar 100 mil euros por ano em pesticidas e tratamentos agrotóxicos, e adiantam que só em glifosato está previsto a aplicação de mais de 600 quilos por ano.   “Os pesticidas e fertilizantes utilizados poderão ser lixiviados e arrastados para estes rios e para os aquíferos subterrâneos, aquífero este que apresenta uma vulnerabilidade padrão média a alta à contaminação e uma vulnerabilidade média a alta aos pesticidas. Estes impactes estão identificados no EIA e poderão ter um impacto muito maior e cumulativo com outras áreas adjacentes. O próprio projeto prevê uma área total no futuro de 2.000 hectares na região”, sustentam.   Adiantam ainda que a região de Idanha-a-Nova tem atraído, nos últimos anos, empresas e cidadãos nacionais e estrangeiros que procuram um modelo de desenvolvimento sustentável baseado nos recursos endógenos desta região raiana que tem um património natural e cultural singular, apostando na agricultura e pecuária biológica, na permacultura, no turismo, na organização de eventos e outras atividades sustentáveis.   “A instalação de grandes áreas com estas monoculturas intensivas vem por em causa este modelo de desenvolvimento mais sustentável e os cidadãos e empresas que procuravam esta região classificada e nela fizeram uma aposta de vida e investimentos nesta região”, sublinham.   A Quercus realça que a área de projeto, pela sua grande dimensão, apresenta uma sensibilidade relativamente alta e interfere inevitavelmente com o equilíbrio dos ecossistemas naturais presentes.   “São vários os problemas ambientais que têm vindo a ser relatados devido à instalação destas monoculturas superintensivas e que tem a ver com a contaminação do ar, dos solos e da água, diminuição de biodiversidade e degradação dos solos, entre outros, sobretudo derivados às práticas utilizadas e aos produtos agrotóxicos usados regularmente nos tratamentos”, concluem.

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AMÊNDOAL NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2020-03-17 18:01:44

AMÊNDOAL NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

A produção de amêndoa em Idanha-a-Nova é o objectivo do Memorando de Entendimento que acabam de assinar a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e a empresa HVCZ Industries, do Grupo Vera Cruz, que está a investir 50 milhões de euros na região. “Este Memorando de Entendimento visa criar condições para que o Grupo Vera Cruz instale em Idanha um equipamento industrial para descasque de amêndoa, numa propriedade com cerca de 194 hectares que o Município de Idanha-a-Nova irá ceder, no âmbito da estratégia de acolhimento empresarial do nosso Green Valley Food Lab”, refere Armindo Jacinto, Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova. Armindo Jacinto explica que o “amendoal a instalar será convertido em amendoal intensivo biológico, com o apoio dos membros do CoLab (Laboratório Colaborativo) que tem sede em Idanha e junta cerca de 15 entidades a colaborar no desenvolvimento de técnicas de produção alimentar saudável e sustentável, incluindo instituições académicas, grandes empresas e startups”. Refira-se que o Grupo Vera Cruz tem um projecto de investimento para os municípios de Idanha-a-Nova e do Fundão, iniciado no ano passado, que é um dos mais significativos alguma vez realizados na região, envolvendo a plantação de 3 milhões de amendoeiras, numa área até 5 mil hectares, dos quais até 2 mil hectares estão localizados no concelho de Idanha-a-Nova. Com um investimento total estimado de 50 milhões de euros, o Grupo Vera Cruz prevê a produção de 4 mil toneladas anuais de amêndoas, colocando-o assim entre os maiores produtores de amêndoa da Europa. Para além do impacto directo no sector, o projecto movimentará de forma decisiva a economia da região com a criação de emprego e a atracção de população qualificada. A empresa irá privilegiar postos de trabalho residentes no concelho de Idanha-a-Nova; recorrer a prestadores de serviço locais; colaborar com a Câmara de Idanha-a-Nova e outras entidades públicas locais na promoção da região; apoiar o desenvolvimento do ecossistema empresarial local; e a desenvolver os necessários estudos económicos e financeiros com vista à implementação, em conjunto com a Câmara de Idanha-a-Nova, da conversão da cultura de amêndoas para modo de produção biológico.

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ALDEAMENTO SUSTENTÁVEL “MONSANTO VERDE”

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Escrito por CMIN em 2020-01-29 19:03:18

ALDEAMENTO SUSTENTÁVEL “MONSANTO VERDE”

    Turismo de Portugal dá ‘luz verde’ ao aldeamento sustentável Monsanto Verde Grupo francês investe dez milhões em aldeamento sustentável em Monsanto- Idanha-a-Nova.   Um grupo francês vai construir um aldeamento sustentável com 44 moradias ecológicas em Monsanto-Idanha-a-Nova, chamado "Monsanto Verde".     Perto da aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, a sociedade de gestão "Monsanto Verde, Lda." acaba de ver aprovada a sua candidatura ao Turismo de Portugal para instalação de um aldeamento de 4 estrelas, composto por 44 moradias ecológicas e um edifício de apoio existente definido como ‘Casa da Herdade’. O complexo de 160 camas, situado numa herdade agrícola de 238 hectares, propriedade de Henri Salas, propõe um modo de vida sustentável, combinando o activo de residentes e turistas com uma envolvente total de agricultura biológica participativa. Rui Gomes-Pedro, gestor do projecto, doutorado em Estratégias Empresariais de Desenvolvimento Sustentável e docente na Universidade Sorbonne, em Paris, adianta que Monsanto Verde representa “um investimento de mais de 10 milhões de euros que contempla residências, hotelaria, restauração e explorações agrícolas diversas, todas elas biologicamente certificadas desde a sua produção à transformação para produto de consumo final. Oferecemos uma vida em plena natureza, seja para quem ali queira residir em permanência ou fazer turismo num território que é reserva natural e protegido pela UNESCO”. O número de moradias previstas responde à capacidade adequada para o território. As moradias de construção bioclimática garantem total conforto e são construídas com as mais recentes tecnologias, técnicas e metodologias ecológicas, usam materiais locais e respeitam os códigos de herança rural da região. De forma a habitar em comunhão com a natureza, houve um cuidado especial em cada localização que, de forma equilibrada, abraça a vegetação espontânea garantindo elevada privacidade e facultando também a cada posição um excelente horizonte de natureza. A privacidade e a comunhão com a natureza foram, provavelmente, os temas mais difíceis de todo o projecto face às inúmeras condições impostas para boa execução do complexo. Os acessos às moradias fazem-se pelos caminhos de outrora, parte deles já recuperados e reabilitados com a matéria local. Especialista de renome na aplicação do desenvolvimento sustentável nas empresas, Rui Gomes-Pedro explica que a escolha de Monsanto para instalação deste projecto teve em consideração factores estratégicos como a boa imagem de Portugal no mercado francófono, a centralidade ibérica da região – a meio caminho entre Lisboa e Madrid –, boas acessibilidades e políticas locais alinhadas com a promoção dos valores ambientais. Para o presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, “o empreendimento Monsanto Verde foi, desde logo, acarinhado por ir de encontro à estratégia de sustentabilidade que temos para o território. A mesma assenta na criação de riqueza e emprego, através da aposta na economia verde, na economia circular e nos circuitos curtos de comercialização, valorizando os nossos recursos naturais e o nosso património”. O projecto Monsanto Verde pretende deixar uma marca positiva na comunidade. Para além do impacto na economia local, os promotores pretendem colaborar na formação de estudantes, nos sectores da hotelaria e da restauração, em parceria com escolas de ensino profissional e superior. Reinventar a “arte de viver do futuro” é, em suma, a frase chave da Monsanto Verde. Capaz de combinar conhecimento ancestral e tecnologias recentes, mais do que vender casas ecológicas, este projecto que tem a assinatura do arquitecto Mário Benjamim, oferece um conceito de vida em harmonia com a natureza, num território inserido na rede europeia de Bio-Regiões (Eco-Regions) e com três classificações da UNESCO.  

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por RCM em 2020-01-24 14:24:47

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS.   Quem nos acode?   Por mais que tentem os operadores de Rádio, só por si, muito dificilmente ultrapassarão as dificuldades sem apoio público. É aqui que entra a opção política de quem manda no Estado.   O País necessita ou não de uma Comunicação Social livre, dispersa (propriedade) e independente? Se a resposta for sim, então vai ser necessário criar e desenvolver um sistema eficaz de apoios ou incentivos – conforme se lhes quiser chamar – indirectos que ajudem a desenvolver uma infra-estrutura digital nacional para a Comunicação Social, a suportar os respectivos custos de distribuição e de desenvolvimento de software.   Não nos castiguem com taxas e taxinhas e exigências como se fossemos uma empresa cotada em bolsa...   SOMOS UMA INSTITUIÇÃO CULTURAL DE INTERESSE PÚBLICO...mas em risco de fechar a curto prazo, se nos obrigarem também a pagar os "direitos conexos". Que nem sabemos o que isso é...   Vivemos de uma única fonte financeira: a publicidade, que em cada dia é mais escassa...pois a crise não passa e as empresas da região estão a encerrar a um ritmo desolador. Não nos vendam ilusões. O tempo não é nada animador. Fora com os vendilhões...   …………………………………………. “É uma pena que o fisco seja tão lesto no que se reporta aos pequenos devedores e deixe escapar os monstros. Querem que acreditemos que são só inertes mas já é incompetência a mais.” Rita Garcia Pereira

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UM BOM ANO PARA TODOS

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Escrito por RCM em 2020-01-01 16:37:13

UM BOM ANO PARA TODOS

  Já estamos no novo ano, o ano do duplo 20, foi um ano referido para muita coisa, mas não passou de meras referências.   Dum modo geral, a nível económico e político, nada se espera de novo, o Governo continuará a sua evolução na continuidade, tentando equilibrar as contas públicas, com reduzido investimento público e com uma pesada carga fiscal.   Não se afigura grande vontade em contrariar a crise existente na generalidade da comunicação social, todavia têm-se verificado várias pressões, especialmente do Senhor Presidente da República que não perde uma única ocasião para se referir ao assunto.   Acresce a este problema a agudização da crise no sector da imprensa e, por arrastamento, grandes dificuldades para um número significativo de jornalistas, o que sensibiliza mais os políticos do que a situação da Rádio e dos seus profissionais, muitos deles também jornalistas. Porém, se qualquer medida for tomada, dificilmente o sector da Rádio será excluído, ainda que beneficie muito menos do que a Imprensa.   Existe a dúvida, mas também a esperança, sempre a esperança… de que talvez um dia percebam mesmo o problema, poderá ser neste novo ano, assim o desejamos.

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