CÁRITAS DE PORTALEGRE E CASTELO BRANCO ESTÁ QUASE SEM DINHEIRO
Written by Lusa / RCM em 2012-11-01 20:53:37
As receitas da Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco registam um «decréscimo cada vez maior», situação que a está a deixar sem fundos para ajudar os mais carenciados, alertou esta quarta-feira o presidente da instituição. Em declarações à agência Lusa, o presidente da Cáritas de Portalegre e Castelo Branco, Elicídio Bilé, afirmou que tem havido «um decréscimo cada vez maior» nas receitas, o que está a deixar a instituição «praticamente sem fundos». Indicando que a instituição não se encontra com o saldo a zero, o responsável alertou que esse cenário está «quase» a concretizar-se, uma vez que as pessoas «dão cada vez menos» e as receitas têm vindo a «diminuir substancialmente». A Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco apoia, em regime de acompanhamento e só em Portalegre, «mais de 410 famílias», mas, nos últimos meses, o número de atendimentos pontuais tem vindo a aumentar.
MORREU JOSÉ DA SILVA GOMES AMANTE DA ARQUEOLOGIA
Written by RCM em 2012-10-31 11:46:09
Faleceu ontem, dia 30 de Outubro, José da Silva Gomes, um dos maiores impulsionadores da arqueologia na região do Médio Tejo. Nascido na freguesia do Paço (Torres Novas), em 25 de Janeiro de 1942, José da Silva Gomes esteve ligado à Arqueologia desde a adolescência, tendo sido o fundador do núcleo de Arqueologia do Grupo Recreativo Soudoense. O Sr. Gomes não era doutor; tinha sido ranger e ferroviário. Fez carreira na arqueologia por paixão e dedicação. Calmo, metódico, com o sorriso debaixo de uma barba branca cerrada, falava pausadamente. Conseguia assim que as suas palavras ficassem pregadas na memória a quem se dirigia e ganhar o seu respeito. Este era o Professor Gomes...apesar de não ser Doutor, Professor de muitos doutores e acima de tudo uma boa pessoa. O seu jeitão militar pôs na linha uma geração de putos e alguns deles são hoje profissionais em arqueologia por que a velha paixão do Gomes os contagiou. O Sr. Gomes, como respeitosamente lhe chamavam, era um daqueles verdadeiros heróis da arqueologia portuguesa. Sem estudos superiores era o exemplo vivo de como a experiência e a inteligência podem valer muitos "canudos". Conhecia o seu território como ninguém e ensinou a gerações de jovens os princípios da prospecção e da arqueologia. Morreu no seu gabinete no CIAR, em Vila Nova da Barquinha, o que nos deixa uma certa consolação nestes tempo de doentes abandonados em corredores de hospitais ou sem cuidados médicos, afirmou Mila Simões de Abreu, da Unidade de Arqueologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
IDANHA-A-NOVA: DEPUTADOS DO PS QUESTIONAM ASSUNÇÃO CRISTAS SOBRE MEDIDAS PARA CONTER TOUROS SELVAGENS
Written by Lusa / RCM em 2012-10-30 13:10:56
Um grupo de deputados socialistas questionou esta semana a ministra da Agricultura sobre que medidas vão ser tomadas para conter touros selvagens que estão a ameaçar a população e já terão matado um pastor em Segura, Idanha-a-Nova. Numa pergunta escrita enviada à ministra da Agricultura, Assunção Cristas, cuja primeira subscritora é a deputada socialista Hortense Martins, questionam a governante sobre "quando poderá a situação ficar definitivamente resolvida". Um pastor foi encontrado morto, em setembro, com sinais de ter sido atacado por gado bravo e já no início deste mês um caçador foi ferido com gravidade por um outro animal. A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) estima que haja 250 cabeças de gado a vaguear sem controlo pela zona, numa situação de abandono de gado que se prolonga há vários anos e que já originou várias contraordenações ao alegado proprietário.
A VERGONHA DAS EQUIVALÊNCIAS
Written by Jornal de Notícias em 2012-10-27 11:44:17
Miguel Relvas teve equivalência a cadeiras que não existiam em 2006/2007, segundo revela, este sábado, o jornal Expresso. O semanário escreve que a Inspeção-geral da Educação e Ciência analisou os processos de 120 alunos que desde 2006 obtiveram a licenciatura na Universidade Lusófona com créditos atribuídos por reconhecimento da experiência profissional, onde se inclui o atual ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. Na auditoria, Miguel Relvas é apontado como não só o aluno a quem foram atribuídas mais equivalências (32 num total de 36) como o estudante a quem foram dadas equivalências a disciplinas que nem sequer existiam no ano em que estava matriculado. Recorde-se que o ministro da Educação já admitiu que a Universidade Lusófona venha a anular graus de licenciatura ou outros que tenha atribuído, se ficar comprovado que houve ilegalidades no processo de atribuição de creditações a alunos. O Ministério da Educação e Ciência aplicou uma sanção de advertência formal à Universidade Lusófona pelo não cumprimento das recomendações feitas em 2009 pela Inspeção Geral a respeito dos procedimentos de creditação profissional. O processo de creditações atribuídas pela Universidade Lusófona esteve envolvido em polémica no verão, quando se conheceu o caso da licenciatura do ministro Miguel Relvas, a quem foram atribuídos 160 créditos no ano letivo 2006/2007.
MINISTRO PODE AUTORIZAR GRAVAR MANIFESTAÇÕES
Written by RCM/ Lusa em 2012-10-26 09:15:56
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, admitiu ontem que poderá autorizar as forças de segurança a utilizarem câmaras de filmar portáteis em futuras manifestação, sempre que haja informação policial que o justifique. "O recurso a este mecanismo não é um recurso que deve ser afastado de qualquer forma e com preconceito", disse Miguel Macedo na Comissão Parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. O ministro adiantou que o recurso a câmaras de filmar está previsto na lei e "poderá favorecer o comportamento das forças de segurança" em determinadas situações. Na Comissão Parlamentar, Miguel Macedo foi questionado pelos deputados do BE e PCP sobre a utilização de câmaras de vídeo portáteis, pela PSP, nas manifestações de 21 e de 29 de setembro, após o parecer negativo da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD). O ministro explicou que autorizou as filmagens para essas manifestações, perante o pedido do diretor nacional da PSP, tendo remetido esse pedido para a CNPD, que recusou dar parecer positivo. Perante o parecer da CNPD, que não é vinculativo, Miguel Macedo mandou destruiu as imagens recolhidas nessas duas manifestações. No entanto, alertou para as consequências da destruição dessas imagens, sublinhando que "recusar por sistema o recurso que está previsto na lei pode significar, em determinados casos, a não responsabilização criminal de cidadãos que colocaram em perigo a integridade física de outras manifestantes". O ministro disse ainda que a realização de uma manifestação "não é razão automática" para que se proceda a filmagens, mas deve-se recorrer a esse mecanismo sempre que houver informação policial que o justifique.
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