Photo Gallery

Galeria de Fotografias da RCM

Álbum fotográfico da história da Rádio Clube de Monsanto

  • Os primeiros emissores da RCM, construídos pelo rádio-amador, CT1 BJS Reinaldo Serra (1985); Transmissão do programa infantil “Clube dos Pequeninos”, com o radialista principiante Rui Pedro Fonseca (1985).
  • O rádio-amador CT1 BRJ, Joaquim Fonseca, no primeiro “estúdio pirata” da RCM (1985).
  • Uma velha telefonia, relíquia e “luz musical”  das memórias da RCM (1986).
  • Celebração da Santa Missa no primeiro convívio da RCM, no Anjo da Guarda, em Alpedrinha (15 de Junho de 1986).
  • Joaquim Fonseca agradece o apoio dos amigos da RCM presentes no convívio, especialmente da Vila histórica de Alpedrinha (15 de Junho de 1986).
  • O locutor Joaquim Fonseca entrevista a artista Ana (1986); A artista Ana na festa do primeiro aniversário da RCM (1986).
  • Joaquim Morão, Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova inaugura  os novos emissores (1987).
  • O Padre Victor Vaz procede à benção dos novos Estúdios da RCM (1987) - O Vice-Presidente da Câmara de Penamacor, Porfírio Saraiva, fala na inauguração dos novos Estúdios (1987).
  • O Presidente Joaquim Morão fala em directo  aos microfones da RCM  (1987).
  • Joaquim Fonseca saúda o Presidente Joaquim Morão, a escritora Odette de Saint Maurice, o artista Vicente e o povo presente no espectáculo  na Avenida, em Monsanto (1987).
  • A escritora Odette de Saint Maurice felicita a RCM pelo seu II aniversário (1987).
  • O artista Vicente agradece a oferta do Adufe (1987).
  • O Presidente Joaquim Morão saúda o povo presente na Avenida e felicita a RCM pelo seu II aniversário (1987) - Vicente saúda os espectadores e anuncia o repertório do seu concerto.
  • O concerto do artista Vicente foi muito aplaudido pelas centenas de assistentes na Avenida (1987).
  • O técnico, Reinaldo Serra, controla a primeira reportagem do exterior do espectáculo com o artista Vicente (1987).
  • Subida ao Castelo de Monsanto para inauguração dos novos emissores (1988).
  • Novos e mais potentes emissores, construídos pelo técnico Reinaldo Serra (1988) - O Presidente Joaquim Morão inaugura os novos emissores (1988)
  • O Presidente Joaquim Morão aplaude a entrada em funcionamento dos novos emissores (1988)
  • O locutor Joaquim Fonseca e o Delegado da RCM em Marvão, Fernando Bragança Pinheiro, gravam as declarações do Presidente Joaquim Morão (1988).
  • O poeta popular José da Silva Máximo é felicitado pelo Presidente Joaquim Morão (1988)
  • Jantar-convívio  de apoio popular à legalização da RCM (1988)
  • Em 25 de Junho de 1989 as mulheres de Monsanto preparam a sardinha para a festa popular da atribuição do Alvará de legalização da  RCM.
  • A Banda de Música da Covilhã, sob a direcção do Maestro Manuel Alves dos Santos, participou, conjuntamente, com a Banda Filarmónica da Aldeia de João Pires, na festa de atribuição do Alvará ao RCM.
  • Edifício em ruínas datado de 1909, pertença da Familia Mendonça Garcia, adquirido pela RCM em 25 de Junho de 1989.
  • A RCM faz a recuperação do edifício em ruínas, para instalação da sua futura sede (1989). Fase das obras de reconstrução da Casa da Rádio (1989)
  •  Casa da Rádio Clube de Monsanto pronta para a inauguração (1990).
  • O Povo associa-se à inauguração da Casa da Rádio (1990)
  • O Povo associa-se à inauguração da Casa da Rádio (1990)
  • As mulheres de Monsanto, com os seus adufes, animam a festa da inauguração da Casa da Rádio (1990)
  • O Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Joaquim Morão, inaugura a Casa da RCM no dia 12 de Agosto de 1990.
  • Visita à recém inaugurada Casa da Rádio (1990)
  • Apartamento da Casa da Rádio, para apoio aos colaboradores da RCM (1990)
  • As novas instalações da Casa da Rádio (1990)
  • Sala do Arquivo Sonoro em Monsanto (1990)
  • Os primeiros Serviços Administrativos de RCM (1990)
  • Recanto do "Mini-Museu" da Casa da Rádio em Monsanto (1990).
  • Pormenor da Casa da Rádio em Monsanto (1990)
  • Na Casa da RCM "os objectos e as coisas" são relíquias vivas da memória colectiva dum povo (1990)
  • O locutor Joaquim Fonseca nos novos estúdios (1990)
  • O animador João Carlos Mendonça nos novos estúdios (1990)
  • Maria de Lurdes, uma das diversas estagiárias que passaram pela Rádio Clube de Monsanto (1990).
  • Os novos estúdios da RCM (1990)
  • Rui Pedro Fonseca animador em 1990 e actual jornalista profissional da RCM .
  • Os jovens de Monsanto ajudam na montagem das novas antenas (1990) - Lanço a lanço, com a força braçal, foi erguida a torre de 60 metros  (1990)
  • Subida dos últimos 3 metros da torre para a colocação das antenas (1990) - A imponente torre de antenas da RCM, a 850 metros de altitude (1990)
  • Novo Centro de Emissão da RCM (1990)
  • Na Casa da Rádio faltava um abrigo para a carrinha de reportagem da RCM e a solução foi encontrada neste espaço (1991).
  • Fachada actual da Casa da Radio Clube de Monsanto, vendo-se a carrinha de reportagem a sair da garagem subterrânea (1991).
  • Convívio dos Amigos da RCM em Marvão (1991)
  • Inauguração da viatura de exteriores da RCM em Marvão, no dia 28 de Abril de 1991.
  • Convívio de ouvintes da RCM na vila alentejana de Marvão (1991)
  • Convívio de ouvintes da RCM na vila alentejana de Marvão (1991)
  • O Presidente da Câmara de Marvão fala para a RCM (1991)
  • Convívio de ouvintes da RCM em Santo António das Areias (1991)
  • Para além daquilo que se ouve, existe o gesto que, repetidamente, cumpre a vontade de servir (Foto de Carlos Pedro - 1991)
  • Convivio dos amigos ouvintes da RCM na Serra da Estrela (1991)
  • Convívio dos ouvintes da RCM na Serra da Estrela (1991)
  • Festa popular dos ouvintes da RCM no parque de merendas da Covilhã (1991)
  • A RCM foi pioneira na adesão às novas tecnologias (1991)
  • O senhor Primeiro Ministro, Prof. Cavaco Silva visita a RCM (1992)
  • O Senhor Professor Anibal Cavaco Silva e sua esposa, no jardim da Rádio Clube de Monsanto (1992)
  • O senhor Professor Aníbal Cavaco Silva recebe uma lembrança do Director da RCM (1992)
  • Centro Emissor da micro-cobertura da RCM nas Termas de Monfortinho (2000)
  • José Luis Dias
  • Arqtº Bruno Barros (Colaborador Especializado - Arquitectura) - nos estúdios da Rádio de Monsanto (2005)
  • Edifício onde funciona a Delegação da RCM em Castelo Branco (2005)
  • Estúdio para debates e entrevistas na Delegação da RCM em Castelo Branco (2005)
  • Controle do Centro de  Produção e Emissão da RCM em Castelo Branco (2005)
  • Serviços Administrativos da Delegação da RCM em Castelo Branco (2005)
  • O Presidente da Câmara Albicastrense, Joaquim Morão, discursou na inauguração da Delegação da RCM em Castelo Branco, no dia 20 de Janeiro de 2005
  • Benção da Delegação da RCM em Castelo Branco, no dia 20 de Janeiro de 2005
  • O Engº. Álvaro Rocha, Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, marcou presença na inauguração da Delegação da RCM em Castelo Branco, no dia 20 de Janeiro de 2005
  • Muitos  amigos estiveram presentes na inauguração da Delegação da RCM em Castelo Branco, no dia 20 de Janeiro de 2005
  • Panóplia de Rádios e Gravadores antigos da colecção da RCM (2005)
  • Apresentação oficial do "site" da RCM, no dia 10 Novembro de 2005, no Arquivo Distrital de Castelo Branco.
  • As Adufeiras de Monsanto, com a sua alegria musical, abrem a sessão de apresentação do "site" da RCM, perante as entidades oficiais e dezenas de convidados.
  • O Director da RCM, Dr. Joaquim Fonseca, escuta atentamente as Adufeiras de Monsanto
  • A Mesa de Honra constituída  pela Engª. Sandra Muralha, Dr. Amadeu Monteiro, Presidente Joaquim Morão, Engº. Alvaro Rocha e Dr. Joaquim Fonseca.
  • Homenagem ao Pintor Mestre José Manuel Soares, na pessoa de sua esposa, D. Angela Vimonte, também ela distinta pintora.
  • A Eng.ª Sandra Muralha, responsável da empresa Netvidade, faz a apresentação  do “site” da Rádio Clube de Monsanto, no dia 10 de Novembro de 2005.
  • A Neve  envolve o  casario da RCM (2010)
  • A Neve na  Casa da Rádio
  • A Neve na noite na RCM
  • A Neve na Rádio Clube de Monsanto (2010)

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

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Written by RCM in 2019-08-14 10:02:29

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985

CONSIGO DESDE 14 DE AGOSTO DE 1985   BEM HAJA A TODOS OS AMIGOS DA RCM POR TANTA SIMPATIA E CARINHO   QUEREMOS CONTINUAR A SER A SUA COMPANHIA AMIGA   Fazer Rádio não é tarefa fácil, especialmente em comunidades onde todos se conhecem e onde os órgãos de comunicação social dependem, em maior ou menos grau, dos poderes instituídos, tantas vezes merecedores de reparo. Há até quem calcule os apoios, os louvores e a colaboração com a Rádio em função das referências elogiosas ou críticas. A RCM tem sabido, ao longo destes trinta e quatro anos ao serviço do concelho de Idanha-a-Nova e da região, resistir à tentação de se amesendar à conta do orçamento. Não queremos nenhuma medalha. “Dar medalhas a toda a gente tira o valor da medalha e tira o valor a quem a recebe”…Os exemplos recentes de condecorados escandalosamente devem levar-nos a meditar no verdadeiro país em que vivemos. Sabemos que certos senhores não gostam do nosso sentido crítico, que consideramos próprio do acto comunicativo. Informar não é apenas dizer. É também valorar, ajuizar… Em democracia todos têm direito a pensar pela sua própria cabeça. E este direito de cidadania não pode ser negado por aqueles que detêm, ainda que por algum tempo, o poder, seja ele político, económico ou religioso. Esta Estação Emissora teve, desde sempre, uma situação financeira frágil, agravada pela crise dos últimos tempos.  Nunca nos hipotecámos ou prostituímos e chegámos até aos dias de hoje cumprindo todos os compromissos e não devemos um cêntimo a ninguém.  Na actual conjuntura a nossa Emissora não reúne condições económicas para comprar foguetes e festejar mais um ano de vida. Assinalamos a passagem singela de mais um aniversário sem euforia, entremeada sim de preocupações sociais sem conta. Mas, mesmo contra ventos e marés, estamos animados a seguir em frente, pois esta emissora tem sido erguida, desde 1985, com um esforço ímpar sobre o milenário granito das serenas paisagens da Campina da Idanha.   Vamos continuar a ser um baluarte forte das coisas e dos valores verdadeiramente portugueses. Claro que o futuro da RCM depende, fundamentalmente, daquilo que os ouvintes e anunciantes forem capazes de dar ao seu Rádio Clube. Estamos confiantes de que o merecido e justo apoio não faltará, para bem da região e desta voz independente e livre. Não nos calaremos contra as injustiças e o abandono destas terras e gentes tão marginalizadas por parte dos “donos disto tudo”. A nossa luta não pára e a RCM quer continuar a ser a sua companhia amiga. Contamos, mais uma vez, com a sua ajuda, para que ninguém ouse calar esta voz popular ao serviço do regionalismo.

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AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

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Written by RCM in 2019-07-14 14:24:24

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

CONTRA OS VAMPIROS DAS RÁDIOS LOCAIS LUTAR, LUTAR.   RÁDIO CLUBE DE MONSANTO - HÁ 34 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO, DA MÚSICA PORTUGUESA E DA MARCA IDANHA, NO PAÍS E NO MUNDO - INSTITUIÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO, SEM QUALQUER SUBSÍDIO DO ESTADO...   Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. O Estado Português não financia nem apoia as rádios! Sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências, taxas e taxinhas!  Até nos tempos de Antena somos excluídos pelo Estado. É verdade! O Estado discrimina a RCM e as outras rádios temáticas musicais… Temos direito à indignação por a PassMúsica querer entrar nos nossos bolsos já quase vazios… Concreta e objectivamente, para a fixação dos valores mínimos propostos exorbitantes, a pagar pelas Rádios, a PassMúsica levou em conta, segundo o seu critério, o valor mínimo de 3.000 € de receita mensal necessária para uma Rádio cobrir os custos mínimos para operar, em condições de mercado, variando a tarifa mínima em função da percentagem de música utilizada. Sendo mais explícitos: Pagamento mensal de música utilizada: 90% = 150,00 € - o caso, entre muitas outras, da RCM, como rádio temática musical… Já pagamos à Sociedade Portuguesa de Autores 55,54 euros mensais...e agora estes senhores da PassMúsica querem muito mais... As rádios divulgam - GRATUITAMENTE - os artistas e ainda têm de pagar para isso! “Os donos disto tudo”, com a conivência do Estado, devoram tudo e retractam bem o espírito desonesto e censório que se instalou em Portugal, que constitui uma ameaça à cultura, à verdadeira cultura, que não está nem pode estar confinada ao politicamente correcto e às narrativas situacionistas. Um Estado de direito só o é se for capaz de garantir a Justiça. Exigimos ao Estado que faça respeitar a lei, que proteja e dignifique as instituições que ele mesmo estabeleceu e regulou. Mas é bom também que sintamos como nossa inalienável obrigação de defender o que só a nós pertence, visto à luz do (algo esquecido) sentimento de Pudor, um dos mais legítimos pilares da Dignidade. Trago à colação uma frase do escritor Wole Soynca: “O poder é o domínio, o controlo, uma forma muito selectiva de verdade, que é uma mentira”. Talvez tenha razão. Também fica a dúvida. Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem. Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos”. Poderão os puristas achar estas palavras excessivas, dado que, aparentemente, há a liberdade para que cada um diga o que pensa, mesmos os maiores desvarios. Mas, a censura faz-se actualmente de modo subtil, passando pelo controlo dos Órgãos de Comunicação Social e respectivas linhas editoriais e por expedientes destinados a ostracizar quem não pactue com os factos deturpadas ou cor-de-rosa e as narrativas alinhadas. Só têm acesso à “mesa do orçamento”, com uma certa margem de tolerância (a fim de transmitir a ideia de democracia e pluralismo), os que tiverem posturas do agrado do regime, ou tolerados por este. As excepções a este quadro, como a Rádio Clube de Monsanto, têm de sobreviver fustigados constantemente por epítetos injustos, ausência de apoios, etc. Vamos resistir… só não sabendo até quando e como. Recordo a Grande Senhora Palmira Bastos, na frase inesquecível, dita levantada, contra a dor: “Morta por dentro, mas de pé! De pé, como as árvores!”    

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

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Written by RCM in 2019-07-07 15:26:58

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

É PRECISO AVIVAR A MEMÓRIA.   O FALSO APOIO DO ESTADO   É preciso dizer a verdade às pessoas, o Estado não dá nada às Rádios Locais, nem nunca deu, estas vivem apenas com as receitas da publicidade que emitem, sendo essa a sua única fonte de receitas. Mesmo a questão das migalhas dos incentivos que apoiam apenas 50% dos investimentos de uma minoria de Rádios tem de ser bem explicado para que não haja dúvidas ou equívocos. É também necessário dizer que a grande maioria das Rádios Locais nem sequer pode concorrer ao sistema de incentivos, porque tomara terem dinheiro para pagar ao Estado e aos fornecedores quanto mais para os restantes 50% necessários. Que seja dita toda a verdade e nada fique por dizer! Existe mesmo um mito que importa desmistificar. Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e todas as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade. É mentira! O Estado português não financia nem apoia as rádios! TRANSPARÊNCIA   Sabia que, sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade!  O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências!  Confesso-me muito “constrangido” só em pensar na eventualidade de a curto prazo ter de encerrar a emissora que ajudei a criar (com outros bons companheiros) e onde estou há já 34 anos, como modesto prestador de serviço (não remunerado) às populações raianas e não só…projectando a marca Idanha no País e no mundo.   DIREITOS DE AUTOR E CONEXOS   Sempre pagámos uma taxa mensal fixa aos autores das letras e músicas que emitimos na nossa antena. Sabia que agora os cantores, músicos e a poderosa indústria discográfica, querem 5% da facturação das rádios locais, mas com um valor mínimo garantido exorbitante? Será isto justo? E, sabia que esta imoralidade é incentivada pelas leis do Estado que lhes dá todos os direitos e os nega às rádios? É verdade. O Estado não defende os direitos das rádios! Assim está muito difícil manter no ar este Som Popular em prol da Música Portuguesa e das terras e gentes Raianas deste interior profundo.   Valha-nos Deus, que, com estes políticos, mais valia estarmos entregues aos bichos.   A Verdade, mais cedo do que se julga, virá à superfície.    

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AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

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Written by RCM in 2019-07-05 10:20:11

AMENDOAL NA BEIRA BAIXA A PENSAR NUM FUTURO PROMISSOR.

  Um investimento de perto de 50 milhões de euros irá fazer com que o grupo luso-brasileiro Veracruz faça germinar, na Beira Baixa, um amendoal composto por mais de três milhões de amendoeiras e dois mil hectares de terra – os quais estarão espalhados por diversas herdades do Fundão e de Idanha-a-Nova.  Quando a plantação estiver totalmente instalada e a produção a decorrer normalmente, espera-se que saiam, destes campos, cerca de quatro mil toneladas anuais de amêndoa de variedades tradicionais mediterrânicas. No futuro, e através da abertura de capital a outros investidores, a Veracruz pretende chegar aos cinco mil hectares de amendoal implantados. Prevendo exportar cerca de 70% da sua produção, este novo amendoal irá permitir a criação de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos. O empreendimento da Veracruz prevê, até 2021, a instalação de uma fábrica de descasque e de processamento de amêndoa na mesma região. Além de parcerias científicas e tecnológicas com institutos e universidades locais, a Veracruz pretende apoiar startups de agrotech, disponibilizando parte das suas terras como campos de exploração e showroom para estes novos projectos.   A apresentação do projecto decorreu esta semana numa visita às plantações de amendoeiras da Veracruz, incluindo a maior propriedade do grupo, a Herdade Vale Serrano em Idanha-a-Nova, com a presença do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, e dos empresários da Veracruz, David Carvalho e Filipe Rosa. O Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, referiu que "a atribuição ao projecto do estatuto de Interesse Nacional demonstra a forma de estar do Estado perante quem quer fazer coisas que podem transformar territórios do país", uma vez que "encontramos neste investimento pioneiro um compromisso com a terra e uma dimensão social, bem como uma visão sustentável e inteligente da utilização dos recursos naturais, desde o solo à água ". A gestão da água, em particular, será um aspecto a privilegiar. Depois do autarca Armindo Jacinto ter manifestado disponibilidade para investir e apoiar a reabilitação do regadio da campina de Idanha no âmbito da sua inclusão no futuro Quadro Comunitário de Apoio, o governante Miguel Freitas respondeu positivamente ao repto, afirmando: "Vamos trabalhar em conjunto porque sinto que há aqui um momento novo que obrigará a um investimento para reabilitar este regadio". Na Herdade Vale Serrano, Filipe Rosa, sócio cofundador da Veracruz, adiantou que "Idanha é a área onde queremos expandir mais o nosso projecto por haver mais terra disponível e água em abundância". Com efeito, este responsável explica que a escolha da Beira Baixa se ficou a dever, não só ao clima e solos perfeitamente adaptados à cultura, como também “à disponibilidade de terra e de água. E, tão importante, à vontade política demonstrada pelos autarcas em acolherem o nosso projecto. Somos um ‘projecto-âncora’ que visa criar um cluster de produção para valorizar esta região. Vamos criar mais de 150 postos de trabalho directos e indirectos nos próximos anos e assumimos o compromisso de contratar, sempre que possível, mão-de-obra local”. Ainda em Idanha-a-Nova, David Carvalho, o outro sócio cofundador da Veracruz, disse que "pelas suas características edafoclimáticas, Portugal tem todo o potencial para se assumir como uma importante referência na cultura de amêndoa" e anunciou planos para a construção e extensão de barragens para garantir as condições de rega necessárias.

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CONTRA O LÍTIO

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Written by LUSA in 2019-06-01 10:14:07

CONTRA O LÍTIO

Idanha-a-Nova manifesta-se contra pedidos de prospecção mineira no concelho A Câmara de Idanha-a-Nova manifestou-se contra a possibilidade de prospecção e pesquisa de depósitos minerais no concelho por considerar que irá prejudicar a estratégia de desenvolvimento do município.   A nossa posição, nesta fase, foi de estar contra este tipo de acção, apesar de saber que estamos a falar de um fase inicial de prospecção", afirmou hoje à agência Lusa, o presidente deste município do distrito de Castelo Branco.   Armindo Jacinto explica que a autarquia tomou uma posição que teve em conta as questões técnicas do processo e teve em linha de conta a forma como poderia ser defendida a posição de Idanha-a-Nova.   "Tomámos uma posição pública contra [a prospecção] e tecnicamente defendemos esta nossa posição", sustentou. O autarca entende que, apesar de se falar de prospecção, o processo pode pôr em causa a estratégia de desenvolvimento delineada para o concelho. "O que temos conseguido em Idanha-a-Nova, de valorização do património histórico, cultural e natural, estes processos de prospecção, em tudo vem prejudicar a nossa estratégia de desenvolvimento sustentado e colocar em causa toda a estratégia delineada pelo município", concluiu. A área em causa é a denominada "Carrapeteiro" e abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão e Penamacor, num total de 429,014 quilómetros quadrados. A empresa Fortescue Metals Group Exploration Pty Ltd. requereu direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco, cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados neste concelho. LUSA

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