GUARDA NACIONAL REPUBLICANA PERDE EFECTIVOS
Written by: RCM em 2013-08-09 10:28:00
A GNR perdeu, ao longo dos últimos quatro anos, 2454 guardas, cerca de 10 por cento do efectivo total.
Os dados constam do relatório de actividades daquela força de segurança, no qual se pode ler que "estas perdas têm ênfase no número de efectivos que passaram à reserva e no facto de não ter sido atenuado, tanto quanto necessário, por novas entradas".
Em 2008, a GNR contava com 24 736 militares, um número que foi reduzido gradualmente, até aos 22 282 do ano passado.
A maior queda registou-se em 2010, ano em que a GNR perdeu 1286 militares. Analisado o documento por categoria profissional, a maior perda registou-se nos guardas que, em quatro anos, viram o efectivo reduzir-se em 2462.
Para este ano está previsto o ingresso de 280 militares nesta categoria.
À GNR cabe, naturalmente, a missão de prevenir os actos de subversão das leis que garantem a convivência civilizada e moralmente distinta entre pessoas que se respeitam, com a recomendação de que não descurem o saudável e aplaudido bom hábito do antigo patrulhamento a pé pelos lugarejos rurais do nosso concelho. Estas forças de segurança são tradicionalmente pacatas, bem comportadas e exemplares.
Se a grande maioria da população é gente bem formada e incapaz de cometer actos reprováveis contra a honra e património dos seus semelhantes, convirá que as excepções ultraminoritárias dos eventuais atrevidos, abusadores da tolerância alheia ou simples malcomportados por inconsciência dos seus deves em sociedade percebam e sintam que não têm na autoridade policial uma atitude passiva de desatenção, de excesso de confiança ou de condescendência na vigilância e repressão legítimas. Por legítima entenda-se a actuação dos “nossos” guardas que não seja persecutória ou despropositada, mas pedagógica e ajustada, simultaneamente firme, responsável e sensata, e sempre no escrupuloso cumprimento das leis que protejam e estimulam o exercício livre e legítimo da cidadania.




