AUTARCA DESAFIA ARQUITECTOS A APRESENTAREM PROJECTOS PARA MELHORAR ACESSO AO CASTELO DE MONSANTO
Written by: RCM/ Lusa em 2014-07-17 12:41:53
A intervenção sobre o património pode ser um factor de criação de riqueza e emprego, "sempre que contribua para a sustentabilidade das populações que residem no território".
A convicção é do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.
No arranque da segunda edição do FRONTEIRAS, um seminário luso-espanhol de arquitectura, património e paisagem, que decorre até sábado em Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto desafiou os participantes a apresentarem projectos para melhorar a mobilidade no acesso ao castelo de Monsanto e para preservar e valorizar "o riquíssimo património histórico-cultural de Idanha-a-Velha".
Mais de 85 pessoas dos dois lados da fronteira, entre estudantes e profissionais de arquitectura, estão a participar neste encontro durante toda a semana, trabalhando as realidades das aldeias históricas de Idanha-a-Velha e Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, e ainda de Alcântara, em Espanha.
O seminário visa promover as relações transfronteiriças, dando especial atenção às questões relacionadas com a desertificação do interior e do desenvolvimento territorial.
Para isso, promove workshops, sessões críticas e conferências com conceituados arquitectos portugueses e espanhóis.
O FRONTEIRAS tem como promotores institucionais o município de Idanha-a-Nova, a Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova e o Ayuntamento de Alcântara.




