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ÁREA ARDIDA ATÉ MEADOS DE AGOSTO É A TERCEIRA MAIS BAIXA DA ÚLTIMA DÉCADA

Escrito por Público em 2011-08-18 15:39:42

ÁREA ARDIDA ATÉ MEADOS DE AGOSTO É A TERCEIRA MAIS BAIXA DA ÚLTIMA DÉCADA

Os 24 mil hectares contabilizados no último relatório provisório da Autoridade Florestal Nacional (AFN) publicado esta semana mostram que até metade deste mês as chamas devastaram menos de um quarto dos perto de 104 mil hectares que arderam em média desde 2001. Isto apesar da diminuição de meios do dispositivo de combate aos incêndios, que conta este ano com menos 15 aeronaves entre Julho e Setembro, a pior época dos fogos. Menos significativa é a diminuição das ocorrências. Este ano foram registadas até 15 de Agosto 13.489 ignições, contra as 14.675 da média da última década.
Agosto está a ser um mês menos problemático que Julho, que contabiliza a maior área ardida do ano: 10.908 hectares. Na primeira quinzena deste mês arderam 3249 hectares, um número ainda provisório que, mesmo assim, já o torna o segundo pior mês deste ano. A maior parte da área ardida ocorreu em zonas de mato (16.187 hectares), tendo perto de um terço do total (7812 hectares) destruído povoamentos florestais. O maior incêndio do ano aconteceu em meados de Julho, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco, e devastou 1568 hectares, um valor muito inferior ao maior incêndio de sempre, em Niza, que em 2003 destruiu mais de 40 mil hectares.
Viana do Castelo ocupa o primeiro lugar na lista dos distritos com maior área ardida (3874 hectares). "No que respeita aos 23.999 hectares contabilizados até 15 de Agosto, cerca de 44 por cento ocorreu nos distritos de Viana do Castelo, Braga e Bragança, com áreas superiores a três mil hectares", lê-se no relatório da AFN.
O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Duarte Caldeira, atribuiu grande parte da responsabilidade dos bons resultados às condições meteorológicas, que não tem favorecido a ocorrência de incêndios. "Temos assistido neste Verão a uma instabilidade meteorológica que não se verificava há vários anos. Tem havido muita oscilação das temperaturas, mas as noites têm estado quase sempre muito húmidas", nota Duarte Caldeira. E continua: "O número de ignições diárias tem facilitado a gestão do dispositivo, que acima de um determinado número de incêndios entra em ruptura". O dia com mais fogos deste ano foi 28 de Julho, com 367 ocorrências, um número bastante inferior às mais de 500 ignições que chegaram a ocorrer o ano passado, que terminou com uma área ardida de 133 mil hectares.
Duarte Caldeira, que fala de um "ajustamento" do dispositivo de combate aos fogos, admite que talvez existisse um excesso de meios aéreos. "Se calhar está demonstrado que os 56 meios aéreos disponíveis o ano passado são desproporcionais. É possível fazer bem com os 42 aparelhos que estão a operar este ano", afirma. O responsável lamenta, contudo, a "total ausência de resultados palpáveis a montante do combate", no âmbito das políticas de ordenamento do território e gestão da floresta.

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-11 10:16:54

HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA

HOMENAGEM AO MÉDICO E ESCRITOR FERNANDO NAMORA NO CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO (15 DE ABRIL DE 1919 - 2019)       A Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior promove na sexta-feira, pelas 18 horas, uma homenagem a Fernando Namora.   A apresentação de “A medicina em Fernando Namora como celebração dos valores humanos” está a cargo de António Lourenço Marques Gonçalves da Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior e director dos cadernos de Cultura : Medicina da Beira Interior.   A cerimónia de homenagem do centenário de nascimento de Fernando Namora vai contar também com o testemunho de Joaquim Manuel da Fonseca, amigo de Fernando Namora e director da Rádio Clube de Monsanto.   Vai ainda ser feita uma leitura de textos do escritor por Otília Duarte, Mariana Galeano e Ana Celeste Azevedo.   O Museu de Francisco Tavares Proença Júnior tem no seu acervo, duas telas de Fernando Namora que revelam uma das suas facetas artística mais desconhecida e um raro e original relatório médico da sua passagem pela freguesia de Tinalhas, documento que será editado num dos próximos números da revista da “Materiaes”, órgão da Sociedade dos Amigos do Museu.   O ano de 2019 vai também trazer a reedição das obras de Fernando Namora, como a “A noite e a madrugada”, drama que decorre na fronteira de Penha Garcia.   Fernando Namora nasceu a 15 de Abril de 1919 em Condeixa-a-Nova.   Faleceu em Lisboa em 1989.   Médico de profissão foi autor de uma extensa obra, bastante divulgada e traduzida em várias línguas nas décadas de 70 e 80 do século XX , que tiveram nas paisagens geográficas e humanas da Beira Baixa , principalmente a aldeia de Monsanto os seus cenários literários.  

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-08 13:44:37

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

EM CASTELO BRANCO ASSINALA-SE O CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA,  QUE FOI GRANDE AMIGO DE MONSANTO, ONDE TEVE CASA E A FAMÍLIA AINDA MORA.

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MONSANTO CINCO ESTRELAS

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Escrito por CMIN em 2019-04-05 11:51:26

MONSANTO CINCO ESTRELAS

A aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, voltou a ganhar o Prémio Cinco Estrelas Regiões, que distingue ícones regionais de referência nacional que são reconhecidos pelos portugueses como sendo extraordinários. Monsanto, que já havia sido considerado um destino Cinco Estrelas em 2018, renova o título este ano. O Município de Idanha-a-Nova congratula todos os monsantinos, idanhenses, visitante e turistas que estão na origem desta segunda vitória consecutiva no Prémio Cinco Estrelas. Este galardão é mais um reconhecimento de Monsanto como destino de excelência, na linha de outras distinções como é a eleição frequente para listas de melhores vilas e aldeias do mundo. De acordo com a organização do concurso, o Prémio Cinco Estrelas Regiões “é um sistema de avaliação que identifica o melhor que existe em cada uma das 20 regiões (18 distritos + regiões autónomas) ao nível de recursos naturais, gastronomia, arte e cultura, empresas, património e outros ícones regionais de referência nacional”. Através de uma votação nacional os portugueses identificaram, para cada um dos distritos, o que consideram extraordinário a vários níveis. A cerimónia de entrega dos prémios deste ano terá lugar na cidade de Viseu, no dia 17 de Maio.

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FEIRA RAIANA EM IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2019-03-20 13:02:51

FEIRA RAIANA EM IDANHA-A-NOVA

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