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VÍTIMAS DA A23 QUEREM 7 MILHÕES DE EUROS EM INDEMNIZAÇÕES

Escrito por Lusa / RCM em 2010-11-11 15:33:27

VÍTIMAS DA A23 QUEREM 7 MILHÕES DE EUROS EM INDEMNIZAÇÕES

As vítimas do acidente de 2007 na A23 querem sete milhões de euros em indemnizações, disse à Lusa um dos advogados.
Mas apenas uma das seguradoras admitiu pagar e repartir uma verba inferior.
O desastre de 5 de Novembro de 2007 resultou do embate entre um ligeiro, segurado pela Zurich, e um autocarro da Câmara de Castelo Branco que transportava alunos da Universidade Sénior, com apólice da Allianz.
A condutora do veículo foi condenada pelo Tribunal de Castelo Branco em Dezembro de 2009 a quatro anos e quatro meses de prisão, com pena suspensa, enquanto o motorista do autocarro foi absolvido. A condutora recorreu da sentença para o Tribunal da Relação de Coimbra, assim como o Ministério Público, mas ambos os recursos foram negados.
João Carlos Marcelo, advogado de sete feridos e das famílias de 14 mortos, entende que, "como a condutora do automóvel ligeiro foi condenada efectivamente em processo-crime, seria de bom tom [a Zurich] pôr o dinheiro em cima da mesa" no processo relativo às indemnizações. Em vez disso, elaborou uma contestação "em que diz que o autocarro é que é responsável", referiu.
Em resposta à agência Lusa, a direcção de sinistros da Zurich justificou-se hoje dizendo estar a expor "argumentos jurídicos que ao caso se justificarão, no âmbito das acções cíveis". Por outro lado, "perante uma potencial insuficiência de capital na apólice", a companhia fala na necessidade de um "eventual rateio, caso o capital da apólice não seja suficiente para fazer face aos elevados pedidos indemnizatórios".
O seguro de responsabilidade civil do veículo ligeiro da condutora condenada não vai além dos 1,8 milhões de euros, enquanto que o mesmo seguro do autocarro da câmara de Castelo Branco, da Allianz, cobre até 50 milhões de euros.
Contactada pela agência Lusa, a Allianz disse não ter "obrigação de pagar qualquer indemnização à presente data", uma vez que as duas decisões sobre o processo-crime "condenaram a condutora da outra viatura envolvida como única e exclusiva culpada do mesmo".
Já João Carlos Marcelo entende que "mesmo a Allianz devia pagar, uma vez que há elementos suficientes no processo" para a responsabilizar. "Conhecendo as nossas seguradoras, tenho a certeza absoluta que só pagarão depois de condenadas no Supremo Tribunal de Justiça, e se puderem atrasar o processo, fá-lo-ão", destacou.
Ainda de acordo com João Carlos Marcelo, para além das duas seguradoras foram também feitos pedidos de indemnização à Scutvias, concessionária da A23. "No total, os pedidos de indemnizações ainda superam os sete milhões de euros", referiu.
A juíza do Tribunal de Castelo Branco que tem o processo em mãos está a ouvir as diferentes partes no processo, sendo que a Scutvias chamou também a sua seguradora, Chartis, e a empresa Acestrada, que participou na construção da A23.
Até agora, cada vítima do acidente só terá recebido um valor máximo de 35 mil euros, de um seguro de ocupantes opcional feito pelo município albicastrense junto da Allianz e de outro seguro de acidentes pessoais da Fidelidade contratado pela Universidade Sénior.
Ainda de acordo com João Carlos Marcelo, os pedidos de indemnizações "têm mais de meia centena de autores", entre os feridos sobreviventes e os cônjuges e herdeiros das pessoas que morreram. Há outros quatro advogados a defender famílias de dois mortos e de dois sobreviventes do acidente.

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NOVO ANO – MELHORES DIAS PARA AS RÁDIOS LOCAIS?

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Escrito por RCM em 2018-12-31 16:34:21

NOVO ANO – MELHORES DIAS PARA AS RÁDIOS LOCAIS?

  Sendo a radiodifusão um serviço cultural de interesse público não tem merecido o devido reconhecimento pelo Estado Português, sendo até praticamente ignorado nos últimos anos.  Poderá dizer-se numa óptica optimista que o sector está estabilizado, mas também não será incorrecto afirmar que ele se encontra estagnado. É bom ter a noção da realidade. O Estado parece apostado na “morte lenta” das micro e pequenas empresas, onde se incluem a maioria das rádios portuguesas. Foi, aliás, aproveitando as leis desfavoráveis para as rádios, mas altamente benéficas para os representantes do direito de autor e direitos conexos, que a PassMúsica desencadeou uma ofensiva perante as rádios locais para além de tudo o que é razoável. Continua a ser correcto e actual afirmar-se que as rádios locais se encontram confrontadas com quatro grandes ameaças: 1. Ofensiva da PassMúsica, referente aos direitos conexos; 2. Constrangimentos causados pelo Estado, nomeadamente, excesso de regulamentação, regulação e fiscalização; 3. Dificuldades de mercado, causadas pela crise económica, sem perspécticas de regressão; 4. Concorrência de novos meios tecnológicos, através da internet. A Rádio Clube de Monsanto desde sempre tem sobrevivido com graves dificuldades financeiras e carência de recursos humanos, próprias duma aldeia do interior profundo. Esperamos que no Novo Ano de 2019 a situação melhore um pouquinho…para podermos comemorar os 34 anos ao serviço do Regionalismo e da Música Portuguesa, na sua companhia amiga. Vamos resistir enquanto tivermos forças, em homenagem e preito de reconhecimento ao nosso fiel auditório, que muito nos tem ajudado desde 1985. Bem hajam e votos de excelente Ano Novo, sobretudo com saúde, paz, esperança e luz, não esquecendo as comunidades da diáspora, que nos acompanham, em todo o mundo, através do nosso site www.radiomonsanto.pt já com 9.397.034 de visitas.  

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IDANHA APROVA ORÇAMENTO DE 24 MILHÕES PARA 2019

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Escrito por RCM em 2018-12-03 10:10:07

IDANHA APROVA ORÇAMENTO DE 24 MILHÕES PARA 2019

  A Câmara de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, aprovou a proposta de orçamento para 2019, no valor de 24 milhões de euros, mais dois milhões face ao orçamento deste ano, foi hoje anunciado. O orçamento foi aprovado por maioria pelo executivo de maioria socialista, com o voto contra do vereador do PSD. Segundo o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, o orçamento para 2019 reflecte o investimento na captação de programas comunitários que o executivo conseguiu durante este ano. "2019 será um ano de muita exigência para a concretização dos projectos que temos em curso, nomeadamente no âmbito da economia verde e na afirmação de Idanha-a-Nova como biorregião", disse. O autarca adianta que vai ser um orçamento de continuidade e de afirmação da estratégia definida pelo município em áreas como a social ou a economia, com destaque para sectores como a educação, saúde e habitação. "Estamos apostados na captação de empresas inovadoras no sentido de criar mais riqueza e emprego e trazer e fixar mais famílias para o concelho", sustentou. Armindo Jacinto sublinha ainda o "forte investimento" que vai ser feito na habitação, sobretudo com a implementação de planos de acção para a reabilitação urbana em todas as freguesias de Idanha-a-Nova e não apenas na sede de concelho.  

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NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO.

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Escrito por RCM em 2018-11-29 15:15:28

NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO.

SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÓS, COMO RÁDIO LOCAL, NÃO QUEREMOS SUBSÍDIOS DO ESTADO. ................................................................................................. Queremos tão só e apenas que não nos castiguem com taxas e taxinhas, e cada dia com mais e mais exigências, inadmissíveis e absolutamente injustificadas. Até porque prestamos um SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA.   A Rádio Clube de Monsanto – A VOZ DA PORTUGALIDADE - tem um historial de 33 anos de sobrevivências com as maiores dificuldades financeiras e graves carências de recursos humanos. Simplesmente porque teimamos em resistir neste interior profundo e abandonado pelos mandantes do poder nacional e local. Estamos também a pagar o preço de sempre ter querido estar ao lado dos mais humildes, dos que lutam pela liberdade e pelos seus elementares direitos a uma digna vivência social. A liberdade é muito bonita…mas tem-nos dado muitas chatices. Mas queremos continuar a ser livres. Só não sabemos até quando temos forças para nos aguentar nesta dura batalha. Mas duma coisa temos a certeza: SÓ CAIREMOS DE PÉ. E se verdadeiramente quer ajudar a Comunicação Social, senhor Presidente da República, faça chegar este nosso angustiante apelo ao Governo que o senhor Professor Marcelo Rebelo de Sousa “teima em trazer ao colo”, com todo o devido respeito que nos merece o Supremo Magistrado da Nação.

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O MADEIRO EM PENAMACOR

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Escrito por RCM em 2018-11-22 09:36:09

O MADEIRO EM PENAMACOR

  Recorde-se o Penamacor Vila Madeiro ganhou fama de ser o maior do país. Todos os anos, com o aproximar do Natal, por todas as freguesias do concelho, os jovens em idade de cumprir o serviço militar unem-se para cortar e transportar os troncos que alimentarão a fogueira para aquecer o Menino Jesus. O grande monte de madeira, depositado no adro da igreja, é ateado ao cair da noite do dia 24, à excepção de Penamacor, que arde de 23 para 24, e mantém-se aceso durante vários dias. Depois da ceia de Natal, a população reúne-se em redor da fogueira, num gesto ritual de fraterno encontro. Em Penamacor, a chegada do Madeiro tem data marcada e o acto assume foros de festividade. De facto, no dia 8 de Dezembro, a população acorre generosamente à rua para saudar o cortejo de tractores e reboques, em número que procura sempre bater o antecedente, onde os jovens do ano, dantes só os rapazes e agora também as raparigas, empoleirados nos troncos, atiram à rebatina os frutos do ramo de laranjeira que a praxe manda trazer, cantando acompanhados à concertina.      

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7º FESTIVAL FORA DO LUGAR 2018 POR TERRAS DE IDANHA

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Escrito por CMIN em 2018-11-14 18:32:30

7º FESTIVAL FORA DO LUGAR  2018 POR TERRAS DE IDANHA

A sexta edição do Fora do Lugar volta a "ocupar" Idanha-a-Nova - UNESCO Cidade Criativa da Música - de 23 de Novembro a 8 de Dezembro de 2018 - com música, histórias, passeios, desenho, viagens, conversa, troca e aprendizagem, bagagem de cá e de lá e descoberta no "lugar mais bonito do mundo"! Resultado da parceria entre a Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova (e com o apoio do Ministério da Cultura e da Direcção Geral das Artes), este Festival assume-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa.  Com a direcção artística de Filipe Faria, o Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas é hoje um dos projectos culturais mais relevantes na área da música no país. Pondo em diálogo diferentes formas e tempos da música desafia a uma atitude perante as músicas antigas, e aborda, de um forma inovadora, os diálogos decorrentes dos conceitos binómios de erudito/popular e antigo/contemporâneo.   

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