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AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

Escrito por RCM em 2019-07-14 14:24:24

AS RÁDIOS DIVULGAM OS ARTISTAS E AINDA PAGAM PARA TAL...

CONTRA OS VAMPIROS DAS RÁDIOS LOCAIS LUTAR, LUTAR.

 

RÁDIO CLUBE DE MONSANTO - HÁ 34 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO, DA MÚSICA PORTUGUESA E DA MARCA IDANHA, NO PAÍS E NO MUNDO - INSTITUIÇÃO DE INTERESSE PÚBLICO, SEM QUALQUER SUBSÍDIO DO ESTADO...

 

Há quem pense que a Rádio Clube de Monsanto e as outras rádios são apoiadas pelo Estado, nada de mais errado, as rádios vivem exclusivamente das receitas da publicidade.
O Estado Português não financia nem apoia as rádios!

Sob a capa da transparência, o Estado exige à sua rádio uma carga burocrática maior do que a qualquer gigante empresarial cotado na bolsa de valores mobiliários? É verdade! 
O Estado em vez de apoiar as rádios locais, asfixias com exigências, taxas e taxinhas! 

Até nos tempos de Antena somos excluídos pelo Estado. É verdade! O Estado discrimina a RCM e as outras rádios temáticas musicais…

Temos direito à indignação por a PassMúsica querer entrar nos nossos bolsos já quase vazios…

Concreta e objectivamente, para a fixação dos valores mínimos propostos exorbitantes, a pagar pelas Rádios, a PassMúsica levou em conta, segundo o seu critério, o valor mínimo de 3.000 € de receita mensal necessária para uma Rádio cobrir os custos mínimos para operar, em condições de mercado, variando a tarifa mínima em função da percentagem de música utilizada.

Sendo mais explícitos:

Pagamento mensal de música utilizada:
90% = 150,00 € - o caso, entre muitas outras, da RCM, como rádio temática musical…

Já pagamos à Sociedade Portuguesa de Autores 55,54 euros mensais...e agora estes senhores da PassMúsica querem muito mais...

As rádios divulgam - GRATUITAMENTE - os artistas e ainda têm de pagar para isso!

“Os donos disto tudo”, com a conivência do Estado, devoram tudo e retractam bem o espírito desonesto e censório que se instalou em Portugal, que constitui uma ameaça à cultura, à verdadeira cultura, que não está nem pode estar confinada ao politicamente correcto e às narrativas situacionistas.

Um Estado de direito só o é se for capaz de garantir a Justiça.

Exigimos ao Estado que faça respeitar a lei, que proteja e dignifique as instituições que ele mesmo estabeleceu e regulou.

Mas é bom também que sintamos como nossa inalienável obrigação de defender o que só a nós pertence, visto à luz do (algo esquecido) sentimento de Pudor, um dos mais legítimos pilares da Dignidade.

Trago à colação uma frase do escritor Wole Soynca: “O poder é o domínio, o controlo, uma forma muito selectiva de verdade, que é uma mentira”.

Talvez tenha razão. Também fica a dúvida.

Tudo tem um limite e não se pense que dando com uma mão e tirando com a outra as pessoas não se apercebem.

Como diz o povo: “haja moralidade e comam todos”.

Poderão os puristas achar estas palavras excessivas, dado que, aparentemente, há a liberdade para que cada um diga o que pensa, mesmos os maiores desvarios.

Mas, a censura faz-se actualmente de modo subtil, passando pelo controlo dos Órgãos de Comunicação Social e respectivas linhas editoriais e por expedientes destinados a ostracizar quem não pactue com os factos deturpadas ou cor-de-rosa e as narrativas alinhadas.

Só têm acesso à “mesa do orçamento”, com uma certa margem de tolerância (a fim de transmitir a ideia de democracia e pluralismo), os que tiverem posturas do agrado do regime, ou tolerados por este.

As excepções a este quadro, como a Rádio Clube de Monsanto, têm de sobreviver fustigados constantemente por epítetos injustos, ausência de apoios, etc.

Vamos resistir… só não sabendo até quando e como.

Recordo a Grande Senhora Palmira Bastos, na frase inesquecível, dita levantada, contra a dor: “Morta por dentro, mas de pé! De pé, como as árvores!”

 

 

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Convenção Nacional de Rádios 2019

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Escrito por RCM em 2019-10-10 18:27:51

Convenção Nacional de Rádios 2019

    A Associação Portuguesa de Radiodifusão organiza, no próximo dia 26 de Outubro, na Vila de Mafra, a Convenção Nacional de Rádios 2019.   Este evento no salão Nobre do Edifício Municipal de Serviços (Loja do Cidadão), conta com o apoio da Rádio do Concelho de Mafra, da Câmara Municipal de Mafra, da ERC, da Sitemaster, da Delta Cafés e da Fastprint.   Neste dia de trabalho destinado apenas aos associados da APR serão analisadas as seguintes matérias:   Manhã:   - Análise da situação actual; - Medidas a tomar; - Contencioso com a PassMúsica.   Tarde:   - Galgar o futuro próximo; - Da programação linear para a não linear; - Produção de conteúdos híbridos; - Plataforma digital.

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TAMBÉM NA BEIRA INTERIOR O PS GANHA

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Escrito por RCM em 2019-10-07 10:07:17

TAMBÉM NA BEIRA INTERIOR O PS GANHA

FELICITAÇÕES E PARABÉNS AOS VENCEDORES. Aos “derrotados” desejamos que tenham energia e motivação para continuarem na luta em prol dum Portugal mais justo e próspero, em paz social. Os 45,5 % de abstencionistas que meditem nas consequências por não terem cumprido o seu dever cívico… O Partido Socialista, vencedor das eleições legislativas de ontem, é também o grande dominador nos resultados da Beira Interior, ganhando nos distritos de Castelo Branco e Guarda e aumentando o número de deputados de quatro para cinco. O PSD elege apenas dois. Se em Castelo Branco o triunfo é uma repetição do que aconteceu em 2015, na Guarda é uma reviravolta, pois há quatro anos tinha sido o PSD a vencer. No distrito de Castelo Branco, o PS reforçou ainda mais o seu domínio, conseguindo este ano uma vitória esmagadora com 40,88% dos votos, contra apenas 26,33% do PSD. É uma diferença superior a 14 por cento, quando em 2015 tinha sido apenas de três por cento. Em termos de eleição de deputados pelo círculo, os socialistas elegem Hortense Martins, Eurico Brilhante Dias e Nuno Fazenda. O PSD elege apenas Cláudia André. Na terceira posição continua o Bloco de Esquerda (11,05%), seguido de CDU (4,75%), CDS (3,71%), PAN (2,38%) e Chega (1,27%). Por concelho, os socialistas mantêm as vitórias no Fundão, Covilhã, Belmonte, Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila velha de Ródão e conquistam Penamacor e Proença-a-Nova (que há quatro anos haviam votado PSD). O PSD vence em três concelhos “habituais” na zona do Pinhal: Oleiros, Sertã e Vila de Rei. A abstenção no distrito subiu e foi de 44,91% (em 2015 foi 42,54%).  

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RCM COM MAIS DE 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES

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Escrito por RCM em 2019-09-14 13:04:30

RCM COM MAIS DE 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES

             O SITE DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO JÁ ULTRAPASSOU OS 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES DE CIBERNAUTAS DO PAÍS E DO MUNDO.     Pode escutar a RCM em :   FM: 98.7 Mhz e 107.8 Mhz   em   www.radiomonsanto.pt   ou:   www.radiomonsanto.radios.pt   e ainda acompanhar a RCM na página   www.facebook.com/radiomonsanto    

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RCM COM MAIS DE 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES

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Escrito por RCM em 2019-09-08 19:54:23

RCM COM MAIS DE 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES

O SITE DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO JÁ ULTRAPASSOU OS 10 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES DE CIBERNAUTAS DO PAÍS E DO MUNDO.     Pode escutar a RCM em :   FM: 98.7 Mhz e 107.8 Mhz   em:   www.radiomonsanto.pt   ou:   www.radiomonsanto.radios.pt   e ainda acompanhar a RCM na página:   www.facebook.com/radiomonsanto                

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TOLERÂNCIA ZERO PARA A PROPAGANDA DOS POLÍTICOS

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Escrito por RCM em 2019-09-03 17:49:33

TOLERÂNCIA ZERO PARA A PROPAGANDA DOS POLÍTICOS

  A RÁDIO CLUBE DE MONSANTO não vai acompanhar as iniciativas locais no âmbito das eleições do próximo dia 6 de Outubro. A RCM decidiu voltar a boicotar a cobertura jornalística às iniciativas desenvolvidas localmente pelos vários candidatos às eleições legislativas.  À semelhança daquela que foi a posição assumida noutras circunstâncias por esta emissora, e por várias outras rádios locais do país, e recentemente na campanha para as eleições europeias, a RCM vai continuar sem acompanhar as acções de campanha promovidas localmente pelos candidatos a deputados à Assembleia da República. Na base desta decisão estão uma série de entraves que têm vindo a ser colocados às rádios locais, com decisões que podem levar, no limite, ao fechar de portas de várias estações emissoras.  “Os problemas das rádios portuguesas já são há muito tempo conhecidos pela classe política, mas a situação das rádios de proximidade está, em nosso entender, numa fase crítica, decisiva até". A não emissão de tempos de antena e a situação dos pagamentos dos direitos conexos são apenas duas das matérias referidas, sendo que "O Estado não defende os direitos das rádios locais", e que "os políticos não ouvem as rádios", por isso, "chegou o momento das rádios não ouvirem os políticos".

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