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COMBATE A INCÊNDIOS

Escrito por ZAP/LUSA em 2018-05-09 16:40:28

COMBATE A INCÊNDIOS

O comandante do Grupo Especial de Combate Contra Incêndios (GIPS) da GNR afirma num email interno que “não tem meios necessários” básicos, como luvas, fatos, telemóveis, carros ou computadores, para trabalhar no combate aos incêndios.

No email interno a que o Público teve acesso, o major Cura Marques, admite que, a uma semana de terminarem a formação, os GIPS “ainda não têm equipamento de proteção individual como luvas, carros, rádios, telemóveis, computadores ou impressoras, nem sequer condições de descanso em todos os centros de meios aéreos onde vão ficar sediados”.

“Nesta data – a 15 de maio, quando concluírem a formação – passamos a contar com cerca de 1.070 militares, mas não temos equipamento de proteção individual – capacete, cogula, luvas, etc -, nem viaturas para os transportar”, destaca o comandante.

De acordo com o Público, o major Cura Marques terá escrito o email para informar os formandos, que terminam na próxima semana a formação e serão colocados em 33 centros de meios aéreos espalhados pelo país, de forma a “evitar algumas confusões“.

“Previsivelmente (com alguma sorte à mistura) podemos ter uma farda por militar, botas, cogula, óculos e capacete no dia 20 de maio. Sublinho que só teremos uma farda… não há tecido em Portugal para mais nesta altura. Esclareço também que nesta altura provavelmente não vai haver luvas (estamos a pensar em soluções ‘imaginativas’ para solucionar o problema. Até agora não vemos a luz ao fundo do túnel”, disse.

Segundo o jornal, o prazo começa a apertar para esta força que, depois de terminada a formação, tem de cumprir um mês de estágio, já em época de incêndios.

O comandante aponta também que poderão não estar em plena força a 1 de junho, salientando que “a normalidade só chegará mais tarde”, ou seja, só em julho o GIPS terá “a possibilidade de ter tudo para trabalhar a 100%”.

“Para complicar mais um bocado a nossa vida falta ainda dizer-vos o ponto de situação sobre material e viaturas. Rádios, telemóveis, computadores, impressora… Não existem“, escreve o major, acrescentando que “existem alguns rádios usados, que talvez possam utilizar”.

O major destaca também que vai ser preciso improvisar nas zonas de descanso uma vez que “camas, armários, mesas e cadeiras… não há”.

Quanto aos carros de transporte e combate, é referido que “talvez em junho, julho” possa haver “algumas pick-ups“.

O Ministério da Administração Interna contactado pelo Público disse que “estão a decorrer osprocedimentos habituais para a aquisição de novos equipamentos” e que os “militares terão o equipamento necessário e indispensável para o cumprimento da sua missão”, sem referir datas em que estarão disponíveis.

Governo assegura que Grupo Especial vai ter meios necessários para combater incêndios

O Governo assegurou esta quarta-feira que os novos elementos do Grupo Especial de Combate Contra Incêndios (GIPS), que concluem a formação a 15 de maio, serão dotados dos equipamentos de proteção individual necessários ao combate aos fogos.

Contactado pela agência Lusa, fonte do Ministério da Administração Interna sublinha que “tudo está a ser feito para garantir a disponibilidade do equipamento“.

A mesma fonte adianta que as “viaturas atualmente existentes permitem o início da missão”, adiantando ainda que o “dispositivo será progressivamente reforçado, com entregas periódicas pelos fornecedores de novas viaturas, destinadas ao ataque inicial e ao ataque ampliado e contratadas a 09 de abril”.

O MAI lembra que o GIPS duplica, este ano, a sua capacidade em meios humanos e alarga a sua intervenção a todo o território nacional.

ZAP // Lusa

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MONSANTO VERDE MAIS UM PROJECTO INOVADOR APRESENTADO EM PARIS

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Escrito por CMIN em 2018-05-25 09:33:05

MONSANTO VERDE  MAIS UM PROJECTO INOVADOR APRESENTADO EM PARIS

O Município de Idanha-a-Nova esteve presente, com um stand, no Salão do Imobiliário e do Turismo Português em Paris, representado pelo presidente da autarquia, Armindo Jacinto. Esta presença, entre os dias 18 e 20 de Maio, foi organizada em parceria com o projecto inovador Monsanto Verde, que está a ser desenvolvido por investidores franceses na aldeia histórica de Monsanto e foi lançado oficialmente no salão parisiense. Este empreendimento captou a atenção do jornal francês “Le Figaro”, que destacou a criação de “uma quinta biológica com 40 moradias ecológicas disponíveis em 238 hectares”, num projecto que visa integrar todas as componentes do desenvolvimento sustentável, nomeadamente a economia colaborativa, funcional, societal, circular e ecológica. Em comunhão com a natureza, pretende-se criar um espaço social, ecológico e economicamente responsável que se venha a assumir como o empreendimento de desenvolvimento sustentável mais completo até hoje em Portugal. Mais informações em http://monsantoverde.com/. Durante os dias do Salão do Imobiliário, que contou com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, o Município de Idanha-a-Nova promoveu a estratégia para o concelho, nas suas diferentes vertentes, divulgando as potencialidades de um território com três selos UNESCO e que é a primeira Bio Região portuguesa. 

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ESTAÇÃO BASE DO SIRESP EM MONSANTO

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Escrito por RCM em 2018-05-22 18:27:51

ESTAÇÃO BASE DO SIRESP EM MONSANTO

Foi hoje concluída a instalação de modernos equipamentos de ligação ao satélite. Mais um compromisso do SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal), no sentido de que as comunicações não irão falhar, e assim ser providenciada uma melhor protecção às populações.  

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ALERTAS DUMA INVESTIGADORA UNIVERSITÁRIA

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Escrito por LUSA/PÚBLICO em 2018-05-17 13:31:05

ALERTAS DUMA INVESTIGADORA UNIVERSITÁRIA

"...Face à especulação imobiliária na rede “Aldeias Históricas de Portugal”, há casais jovens que são levados a escolher residência fora da aldeia. Segundo Paula Reis, a esta situação soma-se a ausência de serviços como farmácia, centro de saúde ou transportes públicos, que também não ajuda a estancar o despovoamento da maioria das aldeias. O diagnóstico das 12 aldeias, com base em dados entre 2001 e 2011, deixa transparecer a situação de despovoamento: a percentagem de jovens recuou 3,69%, a população idosa aumentou 2,16%, há três aldeias que não registaram qualquer nascimento (Idanha-a-Velha, Castelo Rodrigo e Piódão) e, dos 7.885 edifícios recenseados, 24,5% necessitavam, em 2011, de reparações. Em dez anos, as doze aldeias perderam, no total, 683 pessoas, havendo casos de grande recuo populacional como Castelo Mendo (-35%), Monsanto (-28,5%), Sortelha (-23,3%) ou Piódão (-20,5%)."

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DIA DE PORTUGAL NOS EUA

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Escrito por RCM em 2018-05-16 14:34:42

DIA DE PORTUGAL NOS EUA

DIA DE PORTUGAL NOS EUA (em Newark e Bethlehem e ainda no edifício-sede das Nações Unidas em Nova Iorque).   Diversas Comunidades Portuguesas nos EUA também celebram Portugal em homenagem ao Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas.   De festas de gala em homenagem aos luso-americanos, que muito valor dão às Comunidades Portuguesas a festivais, desfiles, concertos e animação de rua, Portugal vai ser ouvido, visto e sentido um pouco por todo o lado nos EUA.            O Adufe da Beira Baixa, o Corridinho do Algarve e o Fandango do Ribatejo nos EUA vão participar nas celebrações do Dia de Portugal.   As Adufeiras de Monsanto, o Rancho Folclórico de São Bartolomeu de Messines (Silves) e o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos (Torres Novas) vão realizar um conjunto de actuações entre 8 e 10 de Junho no âmbito das festividades do Dia de Portugal em Newark e Bethlehem e ainda no edifício-sede das Nações Unidas em Nova Iorque.    

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COMBATE A INCÊNDIOS

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Escrito por ZAP/LUSA em 2018-05-09 16:40:28

COMBATE A INCÊNDIOS

O comandante do Grupo Especial de Combate Contra Incêndios (GIPS) da GNR afirma num email interno que “não tem meios necessários” básicos, como luvas, fatos, telemóveis, carros ou computadores, para trabalhar no combate aos incêndios. No email interno a que o Público teve acesso, o major Cura Marques, admite que, a uma semana de terminarem a formação, os GIPS “ainda não têm equipamento de proteção individual como luvas, carros, rádios, telemóveis, computadores ou impressoras, nem sequer condições de descanso em todos os centros de meios aéreos onde vão ficar sediados”.

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