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PENAMACOR: TERMAS ABERTAS AO PÚBLICO SEM LICENCIAMENTO

Escrito por Lusa / RCM em 2009-08-04 11:43:23

PENAMACOR: TERMAS ABERTAS AO PÚBLICO SEM LICENCIAMENTO

As centenárias termas da Fonte Santa, na freguesia de Águas, em Penamacor, estão abertas ao público, mas não possuem licenciamento, disse à Agência Lusa fonte da Direcção-Geral de Saúde.
As termas funcionam e levam movimento à aldeia, como explicou uma das moradoras, Maria Pereira, salientando que "este ano, estão a funcionar há cerca de um mês, pelo menos durante parte do dia”.
Outros relatam que têm levado familiares até às termas e há quem já tenha visto marcações remetidas para Setembro. No concelho, “as pessoas sabem que as termas funcionam”, acrescentou um residente em Penamacor à Agência Lusa.Segundo Vítor Gabriel, vereador da oposição na Câmara de Penamacor, “tínhamos a informação de que as termas estavam em fase experimental, com uma autorização provisória" mas "saber que não tem licenciamento foi uma surpresa para nós”.
No entanto, segundo Paulo Viegas, chefe de divisão de Saúde Ambiental da Direcção-Geral de Saúde (DGS), responsável pelo licenciamento destes equipamentos, “as termas nem existem. Se estão abertas, não deviam. Estão a funcionar clandestinamente”.A DGS não tem capacidade inspectiva, mas “qualquer outra entidade, como a ASAE ou a delegação de saúde local, pode mandar fechar o espaço”, realçou Paulo Viegas.
Para já, aquele responsável pretende alertar o presidente da Câmara de Penamacor, Domingos Torrão, com o qual prevê reunir-se terça-feira, na companhia de um geólogo, para começarem a tratar do processo de licenciamento.
“Sei que querem tratar do processo”, mas não deverá estar concluído “antes de 2011”, acrescentou. Falta avaliar análises para qualificar o recurso como água mineral natural, seguidas de um estudo médico-hidrológico “sujeito a uma comissão de avaliação técnica”.
Só depois pode arrancar a fase de estudo piloto, com avaliação de utentes, explicou.
Depois destes passos estarem concluídos, as termas poderão ser legalizadas com respectiva publicação de actividade em Diário da República, concluiu Paulo Viegas.
Contudo, o equipamento está já a ser explorado pela Junta de Freguesia de Águas, que juntamente com a Câmara de Penamacor está a tratar do licenciamento, disse à Agência Lusa fonte municipal.
Apesar das tentativas, a Agência Lusa não conseguiu obter quaisquer esclarecimentos junto do balneário termal, nem dos autarcas.
Maria Pereira, residente em Águas, já trabalhou nas termas há mais 20 anos e recorda os tempos áureos daquela estância.
“Cheguei a fazer 120 banhos de manhã e outros 60 a 80 de tarde. Era feito um leilão e só quem tinha dinheiro é que conseguia assegurar um lugar”, recorda.
As termas destinavam-se a quem sofria de bronquite e dores reumáticas. Há cerca de nove anos a Junta de Freguesia fez obras de renovação do balneário e novas captações de água, mas ainda faltam as licenças para que o processo esteja concluído.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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