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QUERCUS ALERTA PARA CONSUMO DE ENERGIA NOS APARELHOS TV POR CABO

Escrito por LUSA / RCM em 2009-07-31 05:41:13

QUERCUS ALERTA PARA CONSUMO DE ENERGIA NOS APARELHOS TV POR CABO

Os ambientalistas da Quercus estudaram os consumos de energia da televisão por cabo e concluíram que desligar os aparelhos da ficha permite grandes poupanças de energia, uma informação que pretendem que as empresas passem a facultar aos seus clientes.
Os aparelhos que permitem o acesso ao serviço de televisão por cabo, alguns deles conhecidos como "boxes", têm uma potência de funcionamento relativamente reduzida, mas, segundo os ambientalistas, como estão permanentemente ligados e o consumo em standby não é significativamente menor, conduzem a um valor total de consumo de energia eléctrica "significativo".
A Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza fez medições e cálculos sobre aqueles consumos de electricidade e concluiu que os serviços de subscrição de televisão podem representar um custo em electricidade para as famílias "superior a 50 euros por ano".
Estes cinquenta euros, acrescentam, podem representar mais de 10 por cento do consumo de electricidade de um agregado familiar médio e mais de um por cento do total de consumo de electricidade do país.
Em termos ambientais, este consumo de electricidade pode representar uma emissão de cerca de 300 mil toneladas por ano de dióxido de carbono, segundo contas da Quercus, e 0,5 por cento das emissões base para cumprimento por Portugal do Protocolo de Quioto de combate às alterações climáticas.
"Os serviços de subscrição de duas televisões e internet podem equivaler ao gasto de electricidade de cinco lâmpadas economizadoras de 11 Watts (equivalente a lâmpadas incandescentes de 60W) permanentemente ligadas, ou dois frigoríficos de classe eficiência A+, sendo que o frigorífico é o electrodoméstico que tradicionalmente mais electricidade consome em casa", referem os ambientalistas, em comunicado.
Para fazer as medições, a Quercus considerou o que chamou "a pior situação em termos de consumo" como a que os equipamentos estão sempre ligados, e contabilizou os consumos do aparelho mesmo quando está em stand by.
"Considerando uma utilização média de quatro horas por dia de televisão e de oito horas de internet, se o equipamento for desligado durante o resto do tempo, tal garantirá uma poupança da ordem dos 80 por cento no consumo de energia. Este pressuposto assume que não há gravação de programas noutras horas", acrescentam os ambientalistas.
O desligar do equipamento, para conseguir aquelas poupanças, pode ser efectuado através de tomadas com corte de corrente, um esforço que a Quercus diz poder representar uma redução de custos que pode atingir os 40 euros por ano.
Os ambientalistas vão dar conhecimento dos resultados das suas medições à Portugal Telecom, Zon, SonaeCom e Cabovisão, bem como ao regulador ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações.
"O objectivo é que informem os actuais clientes dos procedimentos que podem e devem tomar para poupar electricidade, preparem informação acessível a ser entregue aquando da instalação junto de novos clientes e comercializem equipamentos com menores consumos de energia e funções automáticas de poupança", alerta a Quercus.

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FESTIVAL GIACOMETTI

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Escrito por RCM em 2019-05-14 15:11:05

FESTIVAL GIACOMETTI

FESTIVAL DE HOMENAGEM A MICHEL GIACOMETTI EM FERREIRA DO ALENTEJO – 30 de Maio a 2 de Junho MÚSICA, GASTRONOMIA, ARTES & OFÍCIOS, DANÇA, ANTROPOLOGIA E CINEMA. Este evento anual, acolhe para si desafios culturais ao chamar um espectacular cartaz nacional e internacional de várias expressões contemporâneas, fazendo co-habitar tradição e atitude inovadora. O incontornável etno-musicólogo da salvaguarda da Cultura Popular Portuguesa, Michel Giacometti, oriundo da Córsega, deixou-nos um manancial de documentos fotográficos, sonoros e escritos, assim como uma extraordinária colecção de instrumentos musicais e objectos etnográficos, uma herança patrimonial determinante para o entendimento do contexto social, político e cultural do mundo português arcaico, infelizmente em desintegração.  Este homem tanto nos inspira e nos estimula na preservação da NOSSA TRADIÇÃO.   ………………………………………………………………   AS GUARDIÃS DA ARTE DE TOCAR ADUFE Dia 1 de Junho em Ferreira do Alentejo   Concerto pelas Adufeiras de Monsanto, numa interligação especial da artista Celina da Piedade, que toca também com dois grupos corais femininos de Ferreira do Alentejo e com o seu convidado especial Tim (vocalista dos Xutos e Pontapés), que invulgarmente vai tocar viola campaniça. O icónico Tim dos Xutos e Pontapés, diz estar encantado de se juntar às Adufeiras de Monsanto, tanto mais que vai ser um momento triunfal pois estarão dois grupos femininos de cante alentejano também em cima do palco.  O grupo das Adufeiras de Monsanto é reconhecido internacionalmente e faz jus às suas raízes nas tradições ancestrais da Aldeia Mais Portuguesa, uma terra rica em lendas ligadas aos rituais da Primavera.  Promovendo o extraordinário património cultural de Monsanto com os seus fatos coloridos, canções e ritmos do adufe, um instrumento feminino por excelência que trespassou contextos religiosos e teve a sua proliferação na Península Ibérica nos séculos XI e XII.  Na sua constituição actual, as Adufeiras de Monsanto, oferecem um autêntico privilégio para os que assistem às suas actuações. A não perder pelas 21:30 na PRAÇA COMENDADOR INFANTE PASSANHA EM FERREIRA DO ALENTEJO.

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FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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Escrito por RCM em 2019-05-05 14:12:17

FESTIVAL DA FLORES EM ALDEIA DE SANTA MARGARIDA

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PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

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Escrito por RCM em 2019-05-02 19:32:20

PÁGINAS DAS HISTÓRIA DA RÁDIO DA PORTUGALIDADE

  Rádio Clube de Monsanto há 34 anos ao Serviço do Território da Idanha, no País e no Mundo. “O nosso passado é a nossa MEMÓRIA e o que a nossa MEMÓRIA não guarda nunca ocorreu ainda que tenha ocorrido”.

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FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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Escrito por CMIN em 2019-04-30 14:43:54

FESTA DA DIVINA SANTA CRUZ EM MONSANTO

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

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Escrito por RCM em 2019-04-17 13:01:43

CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA

NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO NAMORA UM TESTEMUNHO DE AFONSO ALMEIDA BRANDÃO     Na sua fase inicial de vida é sabido que ainda chegou a exercer Medicina cerca de um ano. Posteriormente, a sua veia de Escritor falou mais forte e acabaria por escrever vários Livros excepcionais que deixaria a Título Póstumo. Conheci o Fernando Namora nos inícios da Década de 80 Anos, da 2º Metade do Séc. XX.   Ele no Inverno refugiava-se na aldeia do Magoito (localidade a cerca de 10 Km. de Sintra), na Vivenda do dono da Editora das EDIÇÕES 70, para escrever. Chegava a ficar por lá 3 a 4 meses alojado. Vinha à Vila almoçar por volta das 15 horas (sempre no Café Lé) e, à noite, ficava por casa a ver TV, outras vezes a ouvir Música Clássica ou a escrever. Invariavelmente, bebia um Chá acompanhado de uma Torradas. Deitava-se, regra geral, entre as 3 e as 4 horas da madrugada.    Eu e o Eng. Eduardo Silva --- o dono das EDIÇÕES 70, à época --- cedia-lhe a sua Vivenda gratuitamente para ele escrever. Raro era o dia em que nós os três não estávamos juntos. EU vivia no Magoito com a minha ex-Mulher (e que por lá continua) e o Eduardo vinha de Lisboa ao Magoito, todos os dias, e ficava instalado na Residencial Central, do velho Nuro Gulamhussen, um comerciante de nacionalidade indiana, mas naturalizado português há muitos anos.      Estas estadias do Fernando Namora, no Inverno, na Aldeia do Magoito, foram frequentes ao longo de vários anos. A Amizade entre AMBOS (Escritor e Editor) era uma Amizade antiga de tempos de Escola e Meninice). Recordo, com saudade, estes encontros.Já lá vão quase 40 Anos, como o Tempo passa, Meu Deus!   Por vezes EU e o Eduardo íamos visitá-lo à noite. Do Centro da Aldeia e do Café onde estávamos, à casa onde se encontrava o Fernando Namora, eram 600 metros, mais coisa-menos coisa. Aparecíamos de surpresa e ele ficava feliz por nos ver.    Numa certa noite chegou mesmo a desabafar: «Ainda bem que vocês apareceram. Estou sem paciência para escrever, não sai nada de jeito... Vamos comemorar, ouvir música e conversar. A escrita fica para amanhã...». E os três acabávamos, assim, por entrar pela Noite dentro, ao som de música Clássica (na maioria das vezes, com trechos de Chopin), tendo como única companhia uma garrafa de Whisky.Velho -- 12 Anos, um pacote de Bolacha Maria e muita conversa animada e bem disposta.   Ambos já não estão entre nós, infelizmente.Tenho Saudades, imensas Saudades deles e daquele Tempo.  São tempos que não voltam mais... nunca mais... Ficaram "enterrados" no Passado...   Recordo-os, agora e hoje, com os olhos marejados de lágrimas, estes dois bons Amigos Nobres --- e que faziam o favor de me aturar e acolher nos seus convívios e serões inesquecíveis...   Paz à Vossa Alma e até um Dia!   Afonso Almeida Brandão

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