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AIDA RECHENA NOVA DIRECTORA DO MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA – MUSEU DO CHIADO

Escrito por RCM em 2015-12-22 10:44:49

AIDA RECHENA NOVA DIRECTORA DO MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA – MUSEU DO CHIADO

A museóloga Aida Rechena, natural de Monsanto – a Aldeia Mais Portuguesa, foi escolhida para directora do Museu do Chiado, em Lisboa, substituindo no cargo David Santos, disse à agência Lusa fonte da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC). 
De acordo com o subdirector da DGPC, Samuel Rego, Aida Rechena foi seleccionada por concurso público tendo sido a que apresentou "o projecto mais consistente e inovador para os desafios do futuro" do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado. Doutorada em Museologia, Aida Rechena era, desde 2005, directora do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco.
Entre 2012 e Setembro passado acumulou também a direcção do Museu da Guarda. 
Desde os anos 1990, a par do percurso académico, Aida Rechena foi técnica superior na Direcção-Geral de Educação, no Museu de Angra do Heroísmo, no antigo Instituto Português do Património Arquitectónico e na Câmara Municipal de Odivelas.
Em 2012, Aida Rechena foi distinguida pela Associação Portuguesa de Museologia pela tese de doutoramento "Sociomuseologia e Género. Imagens da Mulher em exposições de Museus Portugueses".
Aida Rechena assume a direcção do Museu do Chiado meses depois de concluída a primeira fase do projecto de ampliação do museu para as antigas instalações do extinto Governo Civil de Lisboa, um projecto ambicionado há mais de duas décadas pelos sucessivos directores que geriram aquele espaço museológico. 
O Museu do Chiado tem sob a sua tutela a Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves, também em Lisboa.
Felicitamos a ilustre monsantina e desejamos-lhe os maiores sucessos nesta sua nova e honrosa missão.
Um abraço de muita admiração e respeito para esta distinta colaboradora da Rádio Clube de Monsanto. BOAS FESTAS e parabéns também para a sua Família.
 

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QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA

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Escrito por Jornal do Fundão em 2020-03-20 15:23:27

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA JORNAL DO FUNDÃO – 19/03/2020     A Quercus considera que o projeto de instalação de novo amendoal superintensivo na biorregião de Idanha-a-Nova, em pleno Geoparque Naturtejo e nas proximidades do Parque Natural do Tejo Internacional, ameaça a saúde pública e o ambiente.   “A Quercus exige que o Governo não autorize a instalação de mais um amendoal [em Idanha-a-Nova] e apela a todos os cidadãos e empresas para participarem e contestarem esta nova área no âmbito do processo de avaliação de impacte ambiental que se encontra em consulta publica”, refere, em comunicado, aquela associação ambientalista.   Em causa está um projeto para a instalação de mais de 300 hectares de amendoal superintensivo na propriedade de Vale Serrano, em Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, à qual se pretende somar uma área com mais de 2.000 hectares, iniciativa que tem em consulta pública, até ao dia 20 de abril, a Avaliação de Impacte Ambiental.   Os ambientalistas explicam que o projeto em consulta pública prevê gastar 100 mil euros por ano em pesticidas e tratamentos agrotóxicos, e adiantam que só em glifosato está previsto a aplicação de mais de 600 quilos por ano.   “Os pesticidas e fertilizantes utilizados poderão ser lixiviados e arrastados para estes rios e para os aquíferos subterrâneos, aquífero este que apresenta uma vulnerabilidade padrão média a alta à contaminação e uma vulnerabilidade média a alta aos pesticidas. Estes impactes estão identificados no EIA e poderão ter um impacto muito maior e cumulativo com outras áreas adjacentes. O próprio projeto prevê uma área total no futuro de 2.000 hectares na região”, sustentam.   Adiantam ainda que a região de Idanha-a-Nova tem atraído, nos últimos anos, empresas e cidadãos nacionais e estrangeiros que procuram um modelo de desenvolvimento sustentável baseado nos recursos endógenos desta região raiana que tem um património natural e cultural singular, apostando na agricultura e pecuária biológica, na permacultura, no turismo, na organização de eventos e outras atividades sustentáveis.   “A instalação de grandes áreas com estas monoculturas intensivas vem por em causa este modelo de desenvolvimento mais sustentável e os cidadãos e empresas que procuravam esta região classificada e nela fizeram uma aposta de vida e investimentos nesta região”, sublinham.   A Quercus realça que a área de projeto, pela sua grande dimensão, apresenta uma sensibilidade relativamente alta e interfere inevitavelmente com o equilíbrio dos ecossistemas naturais presentes.   “São vários os problemas ambientais que têm vindo a ser relatados devido à instalação destas monoculturas superintensivas e que tem a ver com a contaminação do ar, dos solos e da água, diminuição de biodiversidade e degradação dos solos, entre outros, sobretudo derivados às práticas utilizadas e aos produtos agrotóxicos usados regularmente nos tratamentos”, concluem.

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AMÊNDOAL NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2020-03-17 18:01:44

AMÊNDOAL NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

A produção de amêndoa em Idanha-a-Nova é o objectivo do Memorando de Entendimento que acabam de assinar a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e a empresa HVCZ Industries, do Grupo Vera Cruz, que está a investir 50 milhões de euros na região. “Este Memorando de Entendimento visa criar condições para que o Grupo Vera Cruz instale em Idanha um equipamento industrial para descasque de amêndoa, numa propriedade com cerca de 194 hectares que o Município de Idanha-a-Nova irá ceder, no âmbito da estratégia de acolhimento empresarial do nosso Green Valley Food Lab”, refere Armindo Jacinto, Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova. Armindo Jacinto explica que o “amendoal a instalar será convertido em amendoal intensivo biológico, com o apoio dos membros do CoLab (Laboratório Colaborativo) que tem sede em Idanha e junta cerca de 15 entidades a colaborar no desenvolvimento de técnicas de produção alimentar saudável e sustentável, incluindo instituições académicas, grandes empresas e startups”. Refira-se que o Grupo Vera Cruz tem um projecto de investimento para os municípios de Idanha-a-Nova e do Fundão, iniciado no ano passado, que é um dos mais significativos alguma vez realizados na região, envolvendo a plantação de 3 milhões de amendoeiras, numa área até 5 mil hectares, dos quais até 2 mil hectares estão localizados no concelho de Idanha-a-Nova. Com um investimento total estimado de 50 milhões de euros, o Grupo Vera Cruz prevê a produção de 4 mil toneladas anuais de amêndoas, colocando-o assim entre os maiores produtores de amêndoa da Europa. Para além do impacto directo no sector, o projecto movimentará de forma decisiva a economia da região com a criação de emprego e a atracção de população qualificada. A empresa irá privilegiar postos de trabalho residentes no concelho de Idanha-a-Nova; recorrer a prestadores de serviço locais; colaborar com a Câmara de Idanha-a-Nova e outras entidades públicas locais na promoção da região; apoiar o desenvolvimento do ecossistema empresarial local; e a desenvolver os necessários estudos económicos e financeiros com vista à implementação, em conjunto com a Câmara de Idanha-a-Nova, da conversão da cultura de amêndoas para modo de produção biológico.

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ALDEAMENTO SUSTENTÁVEL “MONSANTO VERDE”

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Escrito por CMIN em 2020-01-29 19:03:18

ALDEAMENTO SUSTENTÁVEL “MONSANTO VERDE”

    Turismo de Portugal dá ‘luz verde’ ao aldeamento sustentável Monsanto Verde Grupo francês investe dez milhões em aldeamento sustentável em Monsanto- Idanha-a-Nova.   Um grupo francês vai construir um aldeamento sustentável com 44 moradias ecológicas em Monsanto-Idanha-a-Nova, chamado "Monsanto Verde".     Perto da aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, a sociedade de gestão "Monsanto Verde, Lda." acaba de ver aprovada a sua candidatura ao Turismo de Portugal para instalação de um aldeamento de 4 estrelas, composto por 44 moradias ecológicas e um edifício de apoio existente definido como ‘Casa da Herdade’. O complexo de 160 camas, situado numa herdade agrícola de 238 hectares, propriedade de Henri Salas, propõe um modo de vida sustentável, combinando o activo de residentes e turistas com uma envolvente total de agricultura biológica participativa. Rui Gomes-Pedro, gestor do projecto, doutorado em Estratégias Empresariais de Desenvolvimento Sustentável e docente na Universidade Sorbonne, em Paris, adianta que Monsanto Verde representa “um investimento de mais de 10 milhões de euros que contempla residências, hotelaria, restauração e explorações agrícolas diversas, todas elas biologicamente certificadas desde a sua produção à transformação para produto de consumo final. Oferecemos uma vida em plena natureza, seja para quem ali queira residir em permanência ou fazer turismo num território que é reserva natural e protegido pela UNESCO”. O número de moradias previstas responde à capacidade adequada para o território. As moradias de construção bioclimática garantem total conforto e são construídas com as mais recentes tecnologias, técnicas e metodologias ecológicas, usam materiais locais e respeitam os códigos de herança rural da região. De forma a habitar em comunhão com a natureza, houve um cuidado especial em cada localização que, de forma equilibrada, abraça a vegetação espontânea garantindo elevada privacidade e facultando também a cada posição um excelente horizonte de natureza. A privacidade e a comunhão com a natureza foram, provavelmente, os temas mais difíceis de todo o projecto face às inúmeras condições impostas para boa execução do complexo. Os acessos às moradias fazem-se pelos caminhos de outrora, parte deles já recuperados e reabilitados com a matéria local. Especialista de renome na aplicação do desenvolvimento sustentável nas empresas, Rui Gomes-Pedro explica que a escolha de Monsanto para instalação deste projecto teve em consideração factores estratégicos como a boa imagem de Portugal no mercado francófono, a centralidade ibérica da região – a meio caminho entre Lisboa e Madrid –, boas acessibilidades e políticas locais alinhadas com a promoção dos valores ambientais. Para o presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, “o empreendimento Monsanto Verde foi, desde logo, acarinhado por ir de encontro à estratégia de sustentabilidade que temos para o território. A mesma assenta na criação de riqueza e emprego, através da aposta na economia verde, na economia circular e nos circuitos curtos de comercialização, valorizando os nossos recursos naturais e o nosso património”. O projecto Monsanto Verde pretende deixar uma marca positiva na comunidade. Para além do impacto na economia local, os promotores pretendem colaborar na formação de estudantes, nos sectores da hotelaria e da restauração, em parceria com escolas de ensino profissional e superior. Reinventar a “arte de viver do futuro” é, em suma, a frase chave da Monsanto Verde. Capaz de combinar conhecimento ancestral e tecnologias recentes, mais do que vender casas ecológicas, este projecto que tem a assinatura do arquitecto Mário Benjamim, oferece um conceito de vida em harmonia com a natureza, num território inserido na rede europeia de Bio-Regiões (Eco-Regions) e com três classificações da UNESCO.  

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A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por RCM em 2020-01-24 14:24:47

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS

A LENTA AGONIA DAS RÁDIOS LOCAIS.   Quem nos acode?   Por mais que tentem os operadores de Rádio, só por si, muito dificilmente ultrapassarão as dificuldades sem apoio público. É aqui que entra a opção política de quem manda no Estado.   O País necessita ou não de uma Comunicação Social livre, dispersa (propriedade) e independente? Se a resposta for sim, então vai ser necessário criar e desenvolver um sistema eficaz de apoios ou incentivos – conforme se lhes quiser chamar – indirectos que ajudem a desenvolver uma infra-estrutura digital nacional para a Comunicação Social, a suportar os respectivos custos de distribuição e de desenvolvimento de software.   Não nos castiguem com taxas e taxinhas e exigências como se fossemos uma empresa cotada em bolsa...   SOMOS UMA INSTITUIÇÃO CULTURAL DE INTERESSE PÚBLICO...mas em risco de fechar a curto prazo, se nos obrigarem também a pagar os "direitos conexos". Que nem sabemos o que isso é...   Vivemos de uma única fonte financeira: a publicidade, que em cada dia é mais escassa...pois a crise não passa e as empresas da região estão a encerrar a um ritmo desolador. Não nos vendam ilusões. O tempo não é nada animador. Fora com os vendilhões...   …………………………………………. “É uma pena que o fisco seja tão lesto no que se reporta aos pequenos devedores e deixe escapar os monstros. Querem que acreditemos que são só inertes mas já é incompetência a mais.” Rita Garcia Pereira

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UM BOM ANO PARA TODOS

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Escrito por RCM em 2020-01-01 16:37:13

UM BOM ANO PARA TODOS

  Já estamos no novo ano, o ano do duplo 20, foi um ano referido para muita coisa, mas não passou de meras referências.   Dum modo geral, a nível económico e político, nada se espera de novo, o Governo continuará a sua evolução na continuidade, tentando equilibrar as contas públicas, com reduzido investimento público e com uma pesada carga fiscal.   Não se afigura grande vontade em contrariar a crise existente na generalidade da comunicação social, todavia têm-se verificado várias pressões, especialmente do Senhor Presidente da República que não perde uma única ocasião para se referir ao assunto.   Acresce a este problema a agudização da crise no sector da imprensa e, por arrastamento, grandes dificuldades para um número significativo de jornalistas, o que sensibiliza mais os políticos do que a situação da Rádio e dos seus profissionais, muitos deles também jornalistas. Porém, se qualquer medida for tomada, dificilmente o sector da Rádio será excluído, ainda que beneficie muito menos do que a Imprensa.   Existe a dúvida, mas também a esperança, sempre a esperança… de que talvez um dia percebam mesmo o problema, poderá ser neste novo ano, assim o desejamos.

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