XXIV - Aniversário da RCM

RÁDIO CLUBE DE MONSANTO

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UMA RÁDIO COM 24 ANOS DE HISTÓRIA

É DIFÍCIL FESTEJAR EM TEMPOS DE CRISE

Não dá para imaginar um mundo sem som e, se pararmos para pensar, quase todos os sons que ouvimos durante o nosso dia-a-dia, são como instrumentos musicais tocando alguma melodia: o pingar de uma torneira, a trovoada, a chuva, os grilos, o som que fazemos ao andar, as ondas na praia e tantos outros.

Com a simplicidade dos lírios do campo fazemos, a pensar em si, a Rádio Clube de Monsanto, o som popular ao serviço do regionalismo, tendo sempre assegurado a distinção entre as emissoras suas congéneres.

Como disse o escritor e poeta Manuel da Fonseca “a Rádio é sempre uma companhia”. A força desta Rádio, uma companhia amiga, de muitos que não têm outra companhia, consiste sobretudo em fazer renascer uma forma de “estar no ar” diferente da grande maioria das rádios de hoje, pela tranquilidade que se sente em toda a emissão: tempo para pequenas conversas, notícias da região, músicas que não se ouvem noutras rádios e muita proximidade com os ouvintes, num contributo de serviço público para a coesão social das regiões, rompendo isolamentos e solidões. Os amigos emigrantes e as comunidades da Lusofonia, que nos acompanham via Internet, também não são esquecidos. É muito gratificante saber que essas gentes, nas suas terras de acolhimento, se sentem mais próximas de Portugal quando escutam a Rádio Clube de Monsanto, uma das poucas ligações afectivas ao seu torrão natal, à sua língua, à sua música, aos seus artistas. Com esta “Ponte de Amizade” fazemos o longe perto e a vida de saudade é bem mais amenizada, seja no Canadá, na Austrália ou na Índia.

A RCM é um verdadeiro arauto e a voz dos que não têm voz. Sabemos que alguns não gostam que a RCM toque nas feridas, denuncie situações menos correctas ou mesmo ilegais. Sabemos que, com isso, a RCM está sujeita a perder publicidade junto dos visados ou pessoas próximas dos atingidos. É por respeito aos ouvintes que a RCM mantém, desde 1985, esta postura de dizer a verdade, doa a quem doer.

Passados que são vinte e quatro anos de actividade radiofónica, somos hoje na realidade da comunicação social regional portuguesa um caso que pode ser encarado como singular.

A RCM é justamente considerada e reconhecida como o maior promotor e difusor de Monsanto e do concelho de Idanha-a-Nova, em todo o mundo. O nosso caminho foi percorrido com muito sacrifício, tendo que ultrapassar os meandros difíceis das crises sem estarmos ligados ou debaixo do chapéu de nenhum grupo económico como hoje acontece com a esmagadora maioria das rádios locais.

A emissora da “Aldeia Mais Portuguesa”, alicerçada em princípios de verdade e responsabilidade, com realismo, força e dedicação tem sabido ultrapassar “ventos e marés”. Mas a crise toca a todos e a RCM, que sempre cumpriu os seus compromissos e não tem qualquer dívida financeira, é levada a assinalar mais um aniversário, apenas com singeleza, sem festa e sem foguetes, mas com uma significativa e importante novidade: a sua presença na Internet está, agora, completamente reestruturada e muito mais valorizada.

A jovem e competente equipa da empresa Netvidade, de Castelo Branco, utilizou na reconstrução do Website da Rádio Clube de Monsanto as mais modernas e funcionais ferramentas de programação, acompanhando, assim, as últimas novidades tecnológicas. A preocupação foi fazer mais e melhor. Melhor acessibilidade, com mais facilidade e rapidez na navegação, edição mais dinâmica, mais interactividade com os visitantes e design gráfico mais agradável. Novo sistema de NewsLetter, de inquéritos, de notícias, livro de visitas, galeria de fotos mais atractiva e rejuvenescida, na música ambiente maior diversidade de temas disponíveis, etc.

Desde o ano de 2005 o sítio www.radiomonsanto.pt já foi visitado por mais de meio milhão de pessoas de todos os continentes. Nesta nova e sofisticada versão o sítio mais português de Portugal irá receber, por certo,  um ainda maior interesse da parte de milhares de cibernautas espalhados por todos os cantos do mundo.

Aqui fica um penhorado e sincero bem-haja aos senhores ouvintes e anunciantes pela sua sintonia e preferência, para nós deveras estimulantes.

Contamos com todos para, em 2010, podermos comemorar, condignamente e com orgulho, as “Bodas de Prata”.

 

Monsanto, 14 de Agosto de 2009

Joaquim Manuel da Fonseca
Fundador e Director da RCM

17 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

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Escrito por RCM em 2017-10-16 17:37:20

17 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

É uma obrigação legal na União Europeia e é um compromisso dos estados-membros. Em 2008, a Assembleia da República Portuguesa considerou que a pobreza “conduz à violação dos Direitos Humanos”. Mas, desde então, pouco ou nada mudou. Um combate sempre adiado. Mais de 25% das pessoas que vivem em Portugal estão em risco de pobreza. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE) e referem-se a 2016. Esta percentagem tem o rosto de 2 595 000 pessoas. E do total, o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento do INE revela que “18,8 por cento (cerca de 487 mil) eram menores de 18 anos e 18 por cento (cerca de 468 mil) eram pessoas com 65 ou mais anos”. As crianças e os idosos são os mais afectados. Um dos principais problemas neste ano foi o aumento das despesas em habitação, que afectou quase 30% dos mais pobres. Quase dez anos depois, Pedro Vaz Patto, o actual Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, diz que “essa resolução caiu no esquecimento. A resolução do Parlamento recomendava a definição do limiar de pobreza em função do rendimento nacional e dos padrões de vida correntes e a avaliação periódica das políticas de erradicação da pobreza tendo por base a definição desse limiar”.      

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REI VAMBA E CASQUEIRO JUNTOS EM IDANHA-A-VELHA

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Escrito por em 2017-10-14 10:07:09

REI VAMBA E CASQUEIRO JUNTOS EM IDANHA-A-VELHA

O pão casqueiro, famoso produto da região, é a estrela da festa que tem lugar este fim de semana em Idanha-a-Velha. Terá sido na antiga Egitânia, algures no séc. VII, que nasceu Vamba, rei dos visigodos. O lendário Rei Vamba e o Casqueiro, ícone da gastronomia regional, protagonizam mais um momento do ciclo de eventos oficiais das Aldeias Históricas de Portugal, sobre o tema “Nas Terras do Rei Vamba… Há Casqueiro!”. A iniciativa surge no âmbito do ciclo de eventos promovida pela Aldeias Históricas de Portugal, que tem como intuito identificar uma personagem, uma lenda ou um facto histórico, ligado a cada uma das aldeias, e a partir daí, é construído um programa com a duração, de pelo menos 2 dias. O fim de semana leva às ruas da aldeia uma festa que consagra o produto mais emblemático da zona, o pão casqueiro, entre animações de rua, música, worskhops e bancas de artesanato. A festa que tem como palco as ruínas de uma antiga cidade romana está integrada no 12 Em Rede – Aldeias em Festa, o ciclo de eventos que anima as Aldeias Históricas de Portugal.

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IDANHA-A-NOVA RECEBE ESTE FIM DE SEMANA MARATONA BTT TRILHOS DA RAIA

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Escrito por em 2017-10-14 10:00:43

IDANHA-A-NOVA RECEBE ESTE FIM DE SEMANA MARATONA BTT TRILHOS DA RAIA

Marco Chagas, histórico do ciclismo português, com quatro vitórias na Volta a Portugal, é o padrinho desta Maratona de BTT. O tetra campeão da Volta a Portugal em Bicicleta e actual comentador de ciclismo, Marco Chagas, regressa este domingo a Idanha-a-Nova para participar na 13.ª edição da maratona de BTT Trilhos da Raia. Está é uma prova muito apreciada pelos praticantes da modalidade ciclística fora de estrada. O formato não difere dos anteriores, com uma maratona de 95 km e uma meia de 55 km. As calçadas romanas das localidades emblemáticas do concelho constituem já uma imagem de marca. Os ciclistas começam a pedalar às 9 horas, a partir do Largo do Município. O percurso segue em direcção à barragem Marechal Carmona, Alcafozes, Penha Garcia, aldeias históricas de Monsanto e Idanha-Velha e regresso a Idanha-a-Nova, onde encerra esta festa do BTT. A organização tem o selo de qualidade da ACIN – Associação de Cicloturismo de Idanha-a-Nova, em parceria com a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.

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ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO AUMENTOU EM 95% DOS MUNICÍPIOS ENTRE 2011 E 2016

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Escrito por LUSA em 2017-10-09 16:04:26

ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO AUMENTOU EM 95% DOS MUNICÍPIOS ENTRE 2011 E 2016

O índice de envelhecimento aumentou, entre 2011 e 2016, em 95% dos municípios portugueses e apenas 15 dos 308 concelhos do país registaram um decréscimo, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje revelados. De acordo com a 5.ª edição do Retrato Territorial de Portugal, publicação bienal do INE, o agravamento do índice de envelhecimento naquele período atingiu, sobretudo, municípios das sub-regiões do Interior Norte (Alto Tâmega, Terras de Trás-os-Montes e Douro) e Centro (Beiras e Serra da Estrela, Beira Baixa e Médio Tejo), com destaque para Almeida (Guarda), Vila de Rei, Oleiros e Penamacor (Castelo Branco) e Castanheira de Pera (Leiria), "que registaram um aumento em mais de 100 idosos por 100 jovens". O INE sustenta ainda que o ano passado o índice de envelhecimento "era mais elevado nos territórios rurais do que nos territórios urbanos, sendo esta assimetria mais acentuada nas sub-regiões Beira Baixa e Terras de Trás-os-Montes".  

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ÁREA ARDIDA NOS INCÊNCIOS FLORESTAIS É A MAIOR DOS ÚLTIMOS 10 ANOS

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Escrito por CM/RCM em 2017-10-06 09:19:33

ÁREA ARDIDA NOS INCÊNCIOS FLORESTAIS É A MAIOR DOS ÚLTIMOS 10 ANOS

Os incêndios florestais queimaram este ano mais de 215 mil hectares, o valor mais elevado dos últimos 10 anos, segundo o mais recente relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), esta sexta-feira divulgado. O distrito mais afectado, no que respeita à área ardida, é Castelo Branco, com 38.962 hectares, cerca de 18% da área total ardida até à data, seguido de Santarém, com 34.705 hectares (16% do total), e Coimbra, com 25.526 hectares (12% do total). O incêndio que provocou maior área ardida no distrito de Castelo Branco teve a sua origem na freguesia de Várzea dos Cavaleiros, concelho da Sertã, no dia 23 de julho, e consumiu 29.758 hectares de espaços florestais (76% do total ardido no distrito). No final de setembro, o Governo prolongou até 15 de outubro o período crítico do Sistema de Defesa da Floresta, que prevê a proibição de lançar foguetes e fazer queimadas e fogueiras nos espaços florestais, por causa das condições meteorológicas. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o mês de setembro em Portugal continental foi o mais quente dos últimos 87 anos. 

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