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QUERCUS QUER QUE O GOVERNO DIGA NÃO À CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ

Escrito por RCM em 2017-01-11 11:51:42

QUERCUS QUER QUE O GOVERNO DIGA NÃO À CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ

A associação ambientalista Quercus disse hoje que é fundamental que o Governo português diga, de forma inequívoca, que não quer a central nuclear de Almaraz a funcionar depois de 2020. Em comunicado a Quercus explica que vai estar presente na quinta-feira, a partir das 18:00, em frente ao consulado espanhol em Lisboa, na manifestação antinuclear, pelo encerramento da central nuclear espanhola de Almaraz. Esta acção de protesto foi convocada pelo Movimento Ibérico Antinuclear (MIA), de que a Quercus faz parte, e pretende mais uma vez exigir que os Governos português e espanhol tomem medidas no sentido de colocar em marcha o encerramento de Almaraz. A central de Almaraz tem tido incidentes com regularidade e Portugal pode vir a ser afectado, caso ocorra um acidente grave, quer por contaminação das águas, uma vez que a central se situa numa albufeira afluente do rio Tejo, quer por contaminação atmosférica, pela grande proximidade geográfica existente. Além disto, os ambientalistas referem que Portugal "não revela estar minimamente preparado para lidar com um cenário deste tipo, pelo que, a acontecer um acidente grave, isso traria certamente sérios impactes imediatos para toda a zona fronteiriça, em especial para os distritos de Castelo Branco e Portalegre".

MÁRIO SOARES PARTE AOS 92 ANOS

Escrito por ZAP/LUSA em 2017-01-07 18:33:16

MÁRIO SOARES PARTE AOS 92 ANOS

O antigo Presidente da República faleceu este sábado no hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, onde estava internado desde dezembro passado. De acordo com o diretor clínico do Hospital da Cruz Vermelha, Manuel Pedro Magalhães, o ex-Presidente da República faleceu este sábado, às 15h28m, aos 92 anos de idade, na“presença constante” dos seus filhos, Isabel e João Soares. Mário Alberto Nobre Lopes Soares nasceu a 7 de dezembro de 1924, na cidade de Lisboa, tendo estado omnipresente na vida pública do país, tanto nas décadas anteriores à revolução de 25 de Abril de 1974, como nos primeiros 40 anos da democracia portuguesa. Licenciou-se na Universidade de Lisboa, primeiro em Ciências Histórico-Filosóficas, em 1951, e depois em Direito, no ano de 1957. Desempenhou os mais altos cargos em Portugal e a sua vida confunde-se com a própria história da democracia: combateu a ditadura, foi fundador do PS e Presidente da República. Preso político e posteriormente exilado em São Tomé e Príncipe e em França durante a ditadura, Soares regressou “em ombros” à sua pátria em 1974 para desempenhar as pastas dos Negócios Estrangeiros dos primeiros governos provisórios, liderar os I, II e IX Governos Constitucionais (1976-78 e 1983-85), até chegar à Presidência da República, no Palácio de Belém, onde ficaria por dois mandatos (1986-1996). Foi o responsável por pedir a adesão à então Comunidade Económica Europeia (CEE), em 1977, e a assinar o respetivo tratado, em 1985. Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República recordou Soares como “um lutador pela liberdade” e prometeu que o seu legado vai ser honrado, “um combate que iremos vencer, dele nunca desistiremos, tal como Mário Soares nunca desistiu de um Portugal diferente, Europa livre no que era decisivo foi sempre vencedor“. António Costa, que está numa visita de seis dias à Índia, teve conhecimento da morte do histórico socialista em Nova Deli. O primeiro-ministro deixou os seus pêsames à família mas anunciou que não vai cancelar a visita de Estado. “Perdemos hoje aquele que tantas vezes foi o rosto e voz da nossa liberdade. (…) Ser-lhe-emos eternamente gratos”, afirmou Costa anunciou que vão ser decretados três dias de luto nacional e que serão prestadas “honras de funeral de Estado”. ZAP // Lusa

AS PRIMEIRAS AMEAÇAS DO ANO

Escrito por José Faustino em 2017-01-04 13:17:32

AS PRIMEIRAS AMEAÇAS DO ANO

Sem querer lançar o pânico, antes pelo contrário, vou falar das duas primeiras ameaças que desde já temos de enfrentar. Uma delas já era esperada, a outra é uma surpresa pela maneira e circunstâncias em que aparece. A esperada é o aumento do salário mínimo nacional – com todas as implicações que terá na massa salarial do sector – constituindo o primeiro desafio que as rádios têm pela frente, conseguindo vencê-lo, ou não, sem recorrerem ao despedimento de funcionários. Apesar de tudo, acredito que, com um esforço hercúleo, as rádios mais uma vez vencerão este desafio, pelo menos, nesta primeira investida de início de ano, mas como é facilmente previsível a ofensiva contra as micro empresas não vai ficar por aqui, sendo possível ainda um novo aumento durante este ano, tudo dependendo da força dos Sindicatos e dos parceiros da coligação que suportam parlamentarmente o Governo. As rádios têm conseguido aguentar até aqui, com grande sacrifício, as sucessivas investidas que o Estado tem infligido ao sector – constituído maioritariamente por micro e pequenas empresas – não se sabendo até quando será isso possível. A outra, inesperada, grande ameaça que paira sobre as rádios, não vindo do Governo, vem daqueles que deviam olhar para as rádios como suas parceiras e aliadas e não como mera fonte, de rendimentos, mas que o Estado tanto tem protegido através de diversa legislação produzida sobre a matéria ao longo dos tempos, ostracizando as rádios e prejudicando os seus direitos. Refiro-me às entidades representantes dos direitos conexos ao direito de autor, GDA – Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes ou Executantes, CRL e Audiogest – Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos (produtores fonográficos), unidas na plataforma “PassMúsica” que resolveram, após um silêncio de cinco anos, colocar as rádios locais perante uma enorme ameaça, apresentando a exigência da cobrança de direitos a estas pequenas rádios. É natural que cada sector defenda os seus interesses e que o Estado procure uma melhoria de vida para os cidadãos, mas os direitos de uns não podem ser o fim ou a morte de outros e o Estado deve defender todos por igual e quando tiver de discriminar que o faça em favor dos mais desprotegidos. Ora acontece que as rádios são a parte mais fraca e, infelizmente, a menos protegida. Como sabemos estamos sozinhos, por nossa própria conta e risco, não podemos contar com a ajuda do Estado, a única força que dispomos é a da nossa unidade e a capacidade que tivermos de mobilizar os cidadãos para as nossas causas. Temos de pensar bem na nossa vida e defender o nosso direito de existência.   JOSÉ FAUSTINO – Presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão

A RÁDIO CLUBE DE MONSANTO DESEJA-LHE UM BOM ANO DE 2017

Escrito por RCM em 2017-01-01 13:12:12

A RÁDIO CLUBE DE MONSANTO DESEJA-LHE UM BOM ANO DE 2017

RUI ESTEVES É O NOVO COMANDANTE NACIONAL OPERACIONAL DA PROTECÇÃO CIVIL

Escrito por RCM em 2016-12-29 11:34:03

RUI ESTEVES É O NOVO COMANDANTE NACIONAL OPERACIONAL DA PROTECÇÃO CIVIL

O comandante nacional operacional da Protecção Civil, José Manuel Moura, vai deixar o cargo. José Manuel Moura já tem substituto: Rui Esteves, actual comandante distrital de Operações de Socorro de Castelo Branco. A proposta de substituição de José Manuel Moura por Rui Esteves foi feita pelo novo presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Joaquim Leitão, e aceite pelo Ministério da Administração Interna. A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, defendeu entretanto que é "absolutamente natural" a nomeação de um novo comandante para a Protecção Civil. Muitos dos dirigentes da ANPC (Autoridade Nacional de Protecção Civil) estão em regime de substituição. Há um novo presidente, que tem toda a legitimidade para escolher e propor uma nova equipa para trabalhar com ele”. Todos os comandantes distritais de Operações de Socorro estavam em comissão de serviço quando o actual Governo assumiu funções, que decidiu não renovar essas comissões e deixar a decisão para o final deste ano. O presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, Fernando Curto, já saudou a escolha de Rui Esteves, sublinhando o seu percurso e experiência. “Estamos satisfeitos com a escolha. Tem todas as condições para fazer um bom comando”, disse à Lusa.

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CINCO MUNICÍPIOS DA REGIÃO CENTRO LANÇAM PROJECTO CULTURAL EM REDE

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Escrito por Lusa em 2018-01-08 15:22:40

CINCO MUNICÍPIOS DA REGIÃO CENTRO LANÇAM PROJECTO CULTURAL EM REDE

Os municípios de Idanha-a-Nova, Águeda, Lousã, Óbidos e São Pedro do Sul apresentaram o projecto "5 municípios, 5 culturas, 5 sentidos", cujo objectivo é afirmar novas centralidades culturais fora dos grandes centros urbanos. O projecto liderado pela Câmara de Idanha-a-Nova, envolve mais quatro municípios da Região Centro e tem uma duração de três anos, sendo que os objectivos passam pela promoção de iniciativas culturais inovadoras, estimulação da criação artística e a reinterpretação cultural, através da imagem externa dos municípios envolvidos enquanto territórios que acolhem as artes e a criatividade.  

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MONSANTO RECEBE UM MILHÃO DE EUROS DE INVESTIMENTO PARA VALORIZAÇÃO TURÍSTICA

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Escrito por Lusa em 2018-01-08 15:19:31

MONSANTO RECEBE UM MILHÃO DE EUROS DE INVESTIMENTO PARA VALORIZAÇÃO TURÍSTICA

A aldeia histórica de Monsanto, em Idanha-a-Nova, vai receber um milhão de euros de investimento para a sua valorização e qualificação enquanto destino turístico no âmbito do programa Valorizar. O contrato assinado no posto de turismo de Monsanto, entre o município de Idanha-a-Nova e o Turismo de Portugal, tem como objectivos principais valorizar o acesso à aldeia histórica, a instalação de um sistema inteligente de gestão de tráfego e de estacionamento, aquisição e instalação de uma ferramenta digital com informação sobre Monsanto e sobre a rede de aldeias históricas de Portugal. "Este projecto com o Turismo de Portugal visa valorizar Monsanto. Estamos a ter problemas de crescimento. Temos queixas por falta de estacionamento que têm causado muito desconforto a quem nos visita", explicou o presidente do município de Idanha-a-Nova durante a apresentação do projecto. Armindo Jacinto explicou que este investimento, no âmbito do programa Valorizar, é feito em cooperação com outros que a Rede de Aldeias Históricas de Portugal está a promover.  

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MORREU O PINTOR, MESTRE JOSÉ MANUEL SOARES

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Escrito por RCM em 2017-12-31 16:42:46

MORREU O PINTOR, MESTRE JOSÉ MANUEL SOARES

PARTIU O PINTOR DA PORTUGALIDADE O Grande Mestre José Manuel Soares, com 85 anos de idade, terminou, nesta madrugada, do último dia do ano de 2017, em sua casa, na Rua de Timor, na Costa de Caparica, um Calvário de grande sofrimento, por doença desde 2002. Merecia (em vida) ter sido melhor HONRADO, JUSTIÇADO E LEMBRADO, premiando a sua vastíssima obra, com representação em museus nacionais e estrangeiros, bem como em galerias e colecções particulares.  O Pintor JOSÉ MANUEL SOARES encarnou o verdadeiro espírito épico de Portugal.  Exemplarmente pincelado por um dos maiores artistas contemporâneos. NESTA HORA, DE LUTO E DOR,VEM-ME AO PENSAMENTO O ESCRITO DE MIGUEL ESTEVES CARDOSO, IN “ÚLTIMO VOLUME”: “Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está? As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre…. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar. É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si, isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução… Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado. O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. " Um sentido abraço solidário à esposa, Dona Ângela Vimonte, e aos muitos admiradores e amigos do Mestre Soares. Para a posteridade, ficam as milhares de obras de arte, nomeadamente no Museu com o seu nome, na cidade de Pinhel Falcão, desde 2014. Que a sua Alma repouse em Paz.

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AUTARQUIA E BOOM FESTIVAL ACORDAM COOPERAÇÃO PARA OS PRÓXIMOS 10 ANOS

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Escrito por RCM em 2017-12-21 10:10:31

AUTARQUIA E BOOM FESTIVAL ACORDAM COOPERAÇÃO PARA OS PRÓXIMOS 10 ANOS

A Câmara de Idanha-a-Nova e a organização do Boom Festival assinaram um protocolo de cooperação para os próximos 10 anos com o objectivo de tornar o concelho na “Capital do Bem-Estar em 2028”. Num comunicado conjunto, o município de Idanha-a-Nova reconhece a importância dos eventos organizados pela Associação IdanhaCulta, responsável pela gestão da Herdade da Granja e do Boom Festival, para a economia local. A autarquia compromete-se a colaborar com a organização e a criar condições favoráveis a vários projectos de sustentabilidade ambiental com base na herdade de 150 hectares. Para o efeito, a associação IdanhaCulta quer criar um Parque de Artes e Natureza que seja um ícone mundial e contribuir deste modo para tornar Idanha-a-Nova na “Capital do Bem-Estar em 2028”.  

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CENTRO REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO TEVE EMISSÃO INTERROMPIDA

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Escrito por RCM em 2017-12-13 14:25:10

CENTRO REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO TEVE EMISSÃO INTERROMPIDA

Na noite do passado dia 10, o Centro Emissor da Rádio Clube de Monsanto, nas Termas de Monfortinho ficou sem emissão por causa das adversas condições climatéricas e devido a algumas interrupções de energia eléctrica, que afectaram os nossos equipamentos e as antenas naquela localidade de fronteira.   Também por dificuldades de acesso à serra contígua, só hoje, cerca das 11 horas foi possível normalizar a emissão, e a desejada retoma da cobertura da zona raiana, que inclui a estremadura espanhola, que a RCM assegura regularmente desde o ano de 1999.   Apresentamos desculpas aos senhores ouvintes pelos transtornos.  

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