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JOSÉ ANTÓNIO LOPES DOS SANTOS – LARANJEIRO

Rui Pedro:

Começo por dizer que não conheço Timor, mas tenho acompanhado com interesse tudo quanto é noticiado relativamente ao território, devo dizer em relação a todos os territórios das ex-colónias. Quem como eu passou quase oito anos repartidos entre a Guiné e Angola não pode ficar indiferente ao que passa com os povos com quem convivemos tantos séculos. Preocupo-me quando surgem problemas como os que estão a acontecer agora na Guiné, quando o meu desejo é que aqueles povos vivam em paz e prosperidade. Lendo o seu artigo noto que existe aí um grande amor por aquele povo, que compartilho, mas também o retrato fiel das preocupações e anseios dos seus dirigentes e candidatos e, mesmo o povo aquele povo que fala preocupado com os seus jovens. Infelizmente isso também nos toca, mas Caro Rui Pedro o que diz no seu artigo corresponde á análise que fazia pelo que tenho lido e ouvido, bem haja pelo seu trabalho que a todos nos enriquece pelo conhecimento.

Os melhores cumprimentos,
José Santos

2012-04-19

ANTÓNIO DE ALMEIDA SERRANO - PALMELA


Monsanto uma aldeia a visitar

Monsanto há muito estava no meu roteiro.
Ouço, pela Internet, o Rádio Clube de Monsanto.
Sou amigo e admirador pessoal do seu director e tinha um convite, mais que repetido, para o visitar, em sua Casa. Foi muito bonito ver o edifício e o equipamento. Graças à carolice e generosidade de um homem notável, o Prof. Joaquim Fonseca, há mais de 50 anos monsantino por afinidade e adopção, que dedica a sua vida e as suas muitas capacidades, com muitos sacrifícios pessoais e até financeiros, já lá vão 27 anos, à missão de levar a voz da nossa Beira a todo o País e a todo o Mundo. Obrigado, Professor.
A povoação, a “Aldeia Mais Portuguesa de Portugal”, é um encanto. Para onde quer que nos viremos aquelas pedras têm história para contar, são portuguesas, são beirãs... As ruas, as casas, as fontes, a igreja, a torre, os miradouros, toda aquela paisagem que se avista lá do alto nos “esmaga” e exalta.
Monsanto, uma Aldeia a visitar.

Abraço,
António Serrano

2012-04-14

PALMIRA MARQUES - Dili - TIMOR-LESTE

Descrever como nos sentimos em Timor é muito difícil de explicar!
É tudo tão intenso, meu Deus!
Depois as palavras correm como ribeiras em declive, e aí, exorcizamos tudo o que nos vai na alma!
Timor está dentro de nós e é como se nunca tivéssemos saído de lá, ou por outra, por não estarmos ali, a ansiedade é tanta que nos consome!
O Rui Pedro Fonseca descreve com alma o que se passou ao visitar Timor!
Parabéns ao jornalista e ao homem, mas também a alguém que lhe mostrou o caminho!

Abraço,
Palmira Marques

2012-04-06

MARGARIDA PARDAL - LISBOA

Caro Amigo,

Uma excelente reportagem foto - jornalística do do repórter solitário Rui Pedro Fonseca sobre o longínquo Timor-Leste.

A Alma Lusa que se faz Maior, e que Abraça o Mundo Todo.

Muitos parabéns,

Margarida Pardal

2012-04-01

VIVA RÁDIO MONSANTO:

Sr. RUI PEDRO FONSECA, é um dos melhores jornalistas em Portugal. Grande contribuinte na DIVULGAÇÃO da Rádio Clube em todo o mundo.
De MONSANTO. Viajero incansáveis. Para a Ásia, Índia, Tailândia, Malásia, Laos, Espanha.
Um repórter solitário, do conhecimento maravilhoso do mundo da comunicação. Parabéns e felicidades a Rádio Clube MONSANTO,
o som popular ao serviço regionalismo Português com música, notícias é a minha Companhia para o meu dia a dia.
En www.viriato-viera.com meu site é dos anos enlace. Desde atrás, eu considerei CLUBE MONSANTO RADIO, um dos melhores embaixadores de PORTUGAL nos cinco continentes.
Don Joaquim Manuel da Fonseca, Director-Geral de MONSANTO Rádio Clube é um dos grandes homens portugueses do nosso tempo. Seu alcance para os valores culturais de Portugal, e acima de tudo, as canções e música em PORTUGUÊS é UNIQUE.
MEU DESEJO DE VOLTAR A ABRAÇAR DON MANUEL DA FONSECA JOAQUIN está vivo há muitos anos, reunidos em FAR com o serviço que FAZ PARA O MUNDO.

UN Abraço,
JOSÉ VIERA GUTIERRÉZ
Cáceres - España



Estimado Amigo ,

Li e gostei do texto elaborado pelo seu Rui Pedro em terras de Timor-Leste. Ele escreve, com sentimento, aquilo que lhe vai na alma e retrata bem aquela gente simples e humilde, onde ainda permanecem os laços de afecto ao povo português.
Curiosa é também a sua descrição sobre o território e céus de Timor... a "via láctea"!
Parabéns!
Um dia pode escrever um livro sobre as suas viagens pela Ásia, dando a conhecer a cultura do Oriente.

Um abraço de amizade
Elias Vaz


Caríssimo Amigo:

Partilho da sua alegria, ao receber de Timor esta excelente reportagem do Rui Pedro Fonseca.
Neste trabalho continua bem visível a observação atenta do repórter e a sua grande capacidade de entendimento da terra e das gentes que observa. Gosto da sua expressividade e do suficiente poder de síntese ao descrever as situações e os
cenários.
Maravilhado com a leitura deste texto tão cheio de beleza interior, mando um abraço de
agradecimento e de felicitações. O Rui merece o melhor futuro.
Manuel Daniel


Texto e fotos que me transportam de imediato aos sons, cheiros e paisagens timorenses. Timor-Leste é lindo, lindo. Obrigada meu amigo pelo seu bonito texto e fotos.
Natália Carrascalão

Vale a pena ler e apreciar as fotos. Um grande abraço para ti Mano.
João Carlos Fonseca


Meu caro amigo:

Acabo de ler o retrato de viagem feito em Timor pelo Rui Pedro Fonseca.
Provavelmente é com emoção redobrada que recorda uma terra onde certamente foi tão feliz quanto o permitiu a juventude.
É para si uma sensação de regresso ao passado com os olhos num futuro sonhado e agora descrito pelo mais comovente relator possível: o olhar do seu filho.

As fotografia são muito bonitas e fico esperançado em que terei um dia a oportunidade de sentir mais de perto esta Peregrinação.

Um abraço
Amadeu Martinho


Caro Amigo e Companheiro:

Acredita que foi com alguma emoção que li este texto sobre Timor.
Eu mesmo estive em Dili também e em Baucau.
Acredita e são várias as vezes que falo às pessoas, de que foi um povo que me deixou saudade, dócil, com uma paisagem invejável, orgulhoso do seu portuguesismo e das suas tradições locais também, que casaram
perfeitamente na herança cultural lusa.
Pena foi que os políticos tivessem estragado tanto do que era a terra e as gentes e " as lágrimas de crocodilo" que muitos andam ainda a carpir serão não de solidariedade para com o povo timorense (não é maubere) para talvez de culpas e culpas que a consciência e a história carregam.

Abraço,
José Domingos


Caro amigo:

Obrigada por partilhar comigo um pedaço do seu Timor e do absolutamente fantástico trabalho do Rui Pedro.

Grande repórter, grande jornalista, que devia estar a trabalhar para um grande jornal, para uma cadeia de televisão ou para uma revista da especialidade.

Tem que insistir com o Rui Pedro para ele mostrar o seu trabalho. É um desperdício não o fazer, ele tem que pelo menos tentar bater a algumas portas. O trabalho do Rui Pedro é tão rico e tão específico que ele vai, com certeza, obter alguma resposta positiva. Tem é que tentar e batalhar por isso.

Um abraço e um beijinho ao Rui
e saudações jornalísticas da colega
Alcina Gomes


Querido Amigo:

Nem imagina a alegria que me deu receber novas de Timor e logo através do seu filho Rui Pedro, um jovem jornalista que é bem um descendente do seu Pai.

Gostei de ler os comentários dele e as dificuldades de movimentação que tem experimentado naquele território, bem como as reacções das pessoas com quem vai falando. Em certos momentos, pareceu-me ler o seu
livro "Comissão em Timor"...
O seu filho tem o dom de descrever muito bem os lugares que visita, como eu já tinha tido ocasião de apreciar.
É muito significativa a fotografia do Cristo Rei, bem como a paisagem maravilhosa recolhida pelo bom fotografo que ele é.

Calculo que, para si, foi agradável e muito reconfortante, por ser dele e por vir daquela terra que é sagrada para todos nós, portugueses.

Com um sincero Bem Haja, vai um abraço de parabéns e de muita amizade.
Manuel Daniel


Meu estimado Amigo e antigo Professor Joaquim Fonseca:

Gostei muito de ler a reportagem da visita a Timor do seu filho Rui Pedro Fonseca.

Um abraço Fraterno do Timorense, que em breve deseja abraçá-lo em Portugal.

José Luís Madeira Valadares
Melbourne - Victória
AUSTRÁLIA

2012-03-28

2012-03-29

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CTT LANÇAM SELOS DE IDANHA-A-NOVA E ÓBIDOS CIDADES CRIATIVAS DA UNESCO

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Escrito por RCM em 2017-10-20 09:28:41

CTT LANÇAM SELOS DE IDANHA-A-NOVA E ÓBIDOS CIDADES CRIATIVAS DA UNESCO

Os CTT homenageiam Idanha-a-Nova e Óbidos numa emissão filatélica que foi lançada ontem dia 19 de Outubro, a propósito da rede de Cidades Criativas da UNESCO. Ambas as localidades receberam este reconhecimento, em virtude da promoção de iniciativas de carácter musical e literário, respectivamente, que protagonizam. Ambas têm em comum uma enorme história e tradição mas também o facto de terem sabido reinventar-se ao longo do tempo.   Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, foi reconhecida pela UNESCO por apostar em novas infra-estruturas e promover activamente a investigação das suas tradições. Esta localidade promove ao longo do ano uma grande quantidade de eventos musicais.   Óbidos, no distrito de Leiria, está assente nos fortes alicerces do seu castelo, da sua muralha e da sua história e é considerada pela UNESCO uma cidade criativa para a Literatura. Vários projectos antecederam este reconhecimento, caso da transformação de uma igreja em livraria ou de um mercado onde livros ocuparam as paredes e as bancas das frutas e dos legumes.   Estas classificações da UNESCO são um reconhecimento e um estímulo que pretendem reforçar a estratégia de desenvolvimento destas áreas, estimular a criação de riqueza e emprego e contribuir para a fixação e captação de pessoas nestas localidades.   Com esta emissão, os CTT prosseguem os objectivos de divulgação da riqueza da herança cultural, social e arquitectónica portuguesa, fixando-a em selos.   Esta emissão é composta por dois selos, ambos com o valor facial de 0,85€ e uma tiragem de 105 000 exemplares cada. O design esteve a cargo de Vasco Martins.  

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ANTIGO COMANDANTE DA PROTECÇÃO CIVIL DESVIOU MEIOS DO INCÊNDIO DE MAÇÃO

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Escrito por TSF/RCM em 2017-10-20 09:11:38

ANTIGO COMANDANTE DA PROTECÇÃO CIVIL DESVIOU MEIOS DO INCÊNDIO DE MAÇÃO

O antigo Comandante Operacional Nacional da Protecção Civil, Rui Esteves, desviou meios do grande incêndio que, em julho, devastou o concelho de Mação, contrariando o comandante distrital que alertava para a gravidade das chamas. A suspeita sempre existiu e foi levantada na altura pelo presidente da autarquia que agora recebeu a "fita do tempo" deste fogo, encaminhada pelo Ministério da Administração Interna. O documento, a que a TSF teve acesso, é claro ao dizer que o Grupo de Reforço para Incêndios Florestais vindo de Aveiro foi retirado do teatro de operações por ordem do Comandante Operacional Nacional (CONAC) da Autoridade Nacional de Protecção Civil, à época Rui Esteves, que entretanto se demitiu após o caso da licenciatura com equivalências. A retirada de meios aconteceu numa altura em que as chamas já lavravam há cerca de 20 horas e ao início de um dia que a seguir foi "devastador" para o concelho de Mação.

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INCÊNDIOS: GRUPO DE CIDADÃOS CONVOCA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA EM CASTELO BRANCO

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Escrito por RCM em 2017-10-18 11:29:27

INCÊNDIOS: GRUPO DE CIDADÃOS CONVOCA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA EM CASTELO BRANCO

Os incêndios que têm acontecido este ano estão a causar revolta entre a população. Por essa razão, estão marcadas, através da rede social Facebook, várias manifestações para os próximos dias um pouco por todo o país. Os portugueses exigem a melhoria do sistema, para que as tragédias deste ano não se voltem a repetir. Em Castelo Branco um grupo de cidadãos do distrito marcou para o próximo sábado, dia 21, pelas 16 horas, no Campo Mártires da Pátria, uma manifestação pacífica contra a "incompetência e irresponsabilidade com que tem sido tratado pelo Governo Português o flagelo dos incêndios em Portugal". O grupo criado no Facebook pretende deixar claro que não aceita lições de resiliência de gabinete e acrescenta que “os beirões têm uma resistência à adversidade que muitos desconhecem nos salões da capital. Perdemos grande parte da nossa floresta, da floresta que enchia os pulmões do presente e do futuro, que sustentava as nossas gentes. A nossa paisagem é cinza e desolação. Não hesitaremos em construir e plantar de novo, mas o mínimo que nos podem oferecer é a garantia de que a nossa tenacidade será acompanhada por equivalente empenho e honestidade dos poderes públicos na prevenção e no combate aos incêndios."  

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17 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

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Escrito por RCM em 2017-10-16 17:37:20

17 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

É uma obrigação legal na União Europeia e é um compromisso dos estados-membros. Em 2008, a Assembleia da República Portuguesa considerou que a pobreza “conduz à violação dos Direitos Humanos”. Mas, desde então, pouco ou nada mudou. Um combate sempre adiado. Mais de 25% das pessoas que vivem em Portugal estão em risco de pobreza. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE) e referem-se a 2016. Esta percentagem tem o rosto de 2 595 000 pessoas. E do total, o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento do INE revela que “18,8 por cento (cerca de 487 mil) eram menores de 18 anos e 18 por cento (cerca de 468 mil) eram pessoas com 65 ou mais anos”. As crianças e os idosos são os mais afectados. Um dos principais problemas neste ano foi o aumento das despesas em habitação, que afectou quase 30% dos mais pobres. Quase dez anos depois, Pedro Vaz Patto, o actual Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, diz que “essa resolução caiu no esquecimento. A resolução do Parlamento recomendava a definição do limiar de pobreza em função do rendimento nacional e dos padrões de vida correntes e a avaliação periódica das políticas de erradicação da pobreza tendo por base a definição desse limiar”.      

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REI VAMBA E CASQUEIRO JUNTOS EM IDANHA-A-VELHA

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Escrito por em 2017-10-14 10:07:09

REI VAMBA E CASQUEIRO JUNTOS EM IDANHA-A-VELHA

O pão casqueiro, famoso produto da região, é a estrela da festa que tem lugar este fim de semana em Idanha-a-Velha. Terá sido na antiga Egitânia, algures no séc. VII, que nasceu Vamba, rei dos visigodos. O lendário Rei Vamba e o Casqueiro, ícone da gastronomia regional, protagonizam mais um momento do ciclo de eventos oficiais das Aldeias Históricas de Portugal, sobre o tema “Nas Terras do Rei Vamba… Há Casqueiro!”. A iniciativa surge no âmbito do ciclo de eventos promovida pela Aldeias Históricas de Portugal, que tem como intuito identificar uma personagem, uma lenda ou um facto histórico, ligado a cada uma das aldeias, e a partir daí, é construído um programa com a duração, de pelo menos 2 dias. O fim de semana leva às ruas da aldeia uma festa que consagra o produto mais emblemático da zona, o pão casqueiro, entre animações de rua, música, worskhops e bancas de artesanato. A festa que tem como palco as ruínas de uma antiga cidade romana está integrada no 12 Em Rede – Aldeias em Festa, o ciclo de eventos que anima as Aldeias Históricas de Portugal.

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