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MÁRIO PLOSZAI
COSTEIRA DO PIRAJUBAE
FLORIANOPOLIS - SC - BRASIL

Olá amigos:

Gostaria de parabenizá-los pela excelente programação.

Escuto a Rádio Monsanto desde BRASIL, NO SUL, FPOLIS-SC.

Desde já meu muito obrigado e continuem assim, fazendo amigos em qualquer lugar do planeta.

Grande abraço.

MÁRIO PLOSZAI

2011-08-20

JOAQUIM PRUDÊNCIO - AMIEIRINHA - MARINHA GRANDE

Boas Noites:

Recordo com saudade a grande noite de há um ano atrás vivida em Relva-Monsanto com o grandioso espectáculo ADUFE.
Assim como a extraordinária recepção que me foi dispensada na vossa Aldeia Mais Portuguesa.
Continuo ouvinte da nossa Rádio e apresento aqui os meus sinceros parabéns, que conte a RCM muitos mais anos na defesa do regionalismo e da boa música Portuguesa.
Faz precisamente neste dia e a esta hora que se iniciava o estrondoso espectáculo de Tributo ao Adufe, momento inesquecível e onde os presentes ainda foram contemplados com um magnífico livro historiando a vida dos vinte e cinco anos da nossa Rádio Monsanto.
Continuo aqui na Marinha Grande, mais do que nunca, ouvinte desta nossa Rádio.
Aqui deixo e renovo os meus parabéns por mais um ano de vida e pela remodelação nas instalações do Centro Emissor em S. Miguel, no Cabeço de Monsanto.
Continue a RCM a contar muitos anos na defesa do regionalismo.

Um abraço.

Joaquim Prudêncio

2011-08-14

ADELINO DIAS DOS SANTOS - CARQUEIJO - CASAL COMBA - MEALAHADA


Olá amigo Dr. Joaquim Fonseca:

Em primeiro lugar os meus respeitosos cumprimentos e os meus parabéns por mais um aniversário da sua (nossa) Rádio Clube de Monsanto.

Mesmo vivendo longe dessa bonita terra - cujo nome é bem conhecido de todos os portugueses, ou quase todos, e agora também a sua Rádio é cada vez mais conhecida - não deixo de escutar, sempre que posso, os vossos agradáveis programas. Felicito-vos ainda - a si e à sua equipa - pela vossa forma muito peculiar de fazer rádio agradável a jovens e a menos jovens, como é o meu caso.

Devo acrescentar ainda que o meu "IPdio", sempre que é ligado, já sabe qual a estação a sintonizar, de tal forma que mesmo que tenha terminado a sessão anterior noutra estação, vai directamente para a RCM.

Um abraço e votos das maiores felicidades para si, sua família e seus colaboradores e a continuação dos maiores sucessos à Rádio Clube de Monsanto.

Adelino Dias dos Santos

2011-08-13

EDERSON BENETTI FAIZ
SERRA GRANDE
RIO GRANDE DO SUL
GRAMADO - BRASIL


BOA NOITE,

É COM MUITA ALEGRIA QUE ESCREVO PARA A RÁDIO MONSANTO.
PARABÉNS PELA PROGRAMAÇÃO.
UM GRANDE ABRAÇO AO POVO PORTUGUÊS E AOS BRASILEIROS EM PORTUGAL.

MUITAS FELICIDADES.

EDERSON BENETTI FAIZ

2011-07-18

ÁLVARO JOSÉ FERREIRA - LEIRIA

Exmo. Sr. Professor Joaquim Fonseca,

Ouvi o duplo CD "Monsanto, Memória e Tradição" que teve a gentileza de me enviar (e que muito lhe agradeço) e tomo a liberdade de lhe transmitir algumas impressões acerca do mesmo.

Começo por lhe dizer que o considero um importantíssimo testemunho do tradição etnomusical monsantina, pelo belíssimo acervo de gravações de campo que inclui, nas vozes das próprias Adufeiras de Monsanto e da Senhora Maria Amélia Fonseca, que muito provavelmente é sua parente. Gostei de todas as recolhas, e permito-me relevar três: "Linda Pastorinha", "Verónica" e "Triste Ceguinho". Por acaso, já conhecia estes espécimes tradicionais de recriações feitas por diversos artistas/grupos do nosso panorama musical (Almanaque, Maio Moço, Filipa Pais, Gaiteiros de Lisboa, etc.), mas tenho de lhe confessar que me deu um especial prazer ouvir o som da raiz. E por falar em raiz, é pertinente realçar a perfeição do latim com que a Senhora Maria Amélia Fonseca entoa o cântico da Verónica. Como certamente saberá, Michel Giacometti fez uma gravação deste cântico, sob o título de "O Vos Omnes", na vila alentejana do Redondo, mas com o latim bastante adulterado, e é esta a gravação a que vários artistas tem recorrido como aconteceu com a Filipa Pais. Quero acreditar que se tivessem conhecimento da versão da Senhora Maria Amélia Fonseca a tomariam como referência de tão sublime que é. Uma questão: estas recolhas nunca haviam sido editadas em disco? Calculo que outras haverá, pelo que se imporia a respectiva edição discográfica. Aqui as entidades oficiais da Cultura poderiam desempenhar o importante papel mas, e infelizmente, quem é colocado nos lugares de decisão (sobretudo no poder central) nem sempre mostra a desejável abertura e compreensão no tocante à preservação e divulgação do nosso património cultural imaterial. No sector privado, há dois editores que prestam uma atenção especial à música tradicional. São eles o Prof. Emiliano Toste (editora Açor) e José Moças (editora Tradisom). Na eventualidade de haver mais registos com a voz da Senhora Maria Amélia Fonseca e outras, ainda não publicadas em disco, eu não me importo nada de lhes "dar um toque". Isto, claro está, se o Professor Joaquim Fonseca me der permissão para lhes indicar o seu nome e contacto.

Mas voltando ao álbum "Monsanto, Memória e Tradição", não quero deixar de destacar, como não podia deixar de ser, o repertório de canto e adufes em que as Adufeiras de Monsanto são mestras. Os temas que correspondem às faixas 10 e seguintes do CD2 são qualquer coisa de extraordinário. Fiquei verdadeiramente deliciado ao ouvir estas pérolas. Uma delas, "Ausência", pela refinada beleza melódica e harmónica que apresenta, tocou de tal forma na minha corda sensível que não resisti a ouvi-la repetidas vezes. E sem nunca me cansar, antes com o desejo de a não largar. Dizer que estamos em presença de grande música portuguesa é pouco. Estas admiráveis peças são grande música em qualquer parte do mundo e, nessa medida, um motivo de orgulho acrescido para Portugal. Apesar disso, constata-se que as Adufeiras de Monsanto praticamente não se ouvem na rádio portuguesa (exceptuo, naturalmente, a Rádio Clube de Monsanto e eventualmente outras emissoras da Beira Interior).

O primeiro contacto que tive com as Adufeiras de Monsanto foi através do álbum "Sulitânia", da Ronda dos Quatro Caminhos (vide destaque em Grandes discos da música portuguesa: editados em 2007), e logo fiquei com vontade de conhecer mais a fundo o seu trabalho. Ainda cheguei a perguntar, na FNAC, se tinham alguma coisa do grupo, e como não havia qualquer referência a discos das Adufeiras de Monsanto no sistema informático, pus então a hipótese de nunca terem gravado qualquer disco e que a sua actividade de resumiria a actuações ao vivo e a participações em trabalhos alheios. A semana dos "Cantos da Casa" que o Sr. Armando Carvalhêda em boa hora dedicou às Adufeiras de Monsanto teve o mérito de me fazer ver que afinal havia disco. E não só um: além de "Monsanto, Memória e Tradição", que muito amavelmente me enviou, vim a descobrir que saiu outro CD, em 1995, com a chancela do International Institute for Traditional Music, de Berlim. Se calhar, é neste disco que está o tema "Venho de Macelada" (http://www.rtp.pt/play/?prog=2501&idpod=196779) que o Sr. Armando Carvalhêda passou na sua rubrica e que não consta no último álbum. E muito possivelmente também as versões dos temas "Debaixo da Laranjeira", "Senhora do Almurtão" e "Lá Acima ao Castelo" que figuram no arquivo online da referida rubrica (que não as mesmas que constam no álbum "Monsanto, Memória e Tradição").

Não imagina o que eu não daria para obter o disco em causa. Sem querer abusar, atrevo-me a perguntar ao estimado Professor Joaquim Fonseca: posso encomendar-lhe um exemplar desse álbum? A pagar, evidentemente (incluindo as despesas postais). No caso do disco se ter esgotado por completo, fica a saber que aceito de bom grado uma cópia em CD-R.

Grato e reconhecido,



Álvaro José Ferreira




2011-07-08

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CTT LANÇAM SELOS DE IDANHA-A-NOVA E ÓBIDOS CIDADES CRIATIVAS DA UNESCO

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Escrito por RCM em 2017-10-20 09:28:41

CTT LANÇAM SELOS DE IDANHA-A-NOVA E ÓBIDOS CIDADES CRIATIVAS DA UNESCO

Os CTT homenageiam Idanha-a-Nova e Óbidos numa emissão filatélica que foi lançada ontem dia 19 de Outubro, a propósito da rede de Cidades Criativas da UNESCO. Ambas as localidades receberam este reconhecimento, em virtude da promoção de iniciativas de carácter musical e literário, respectivamente, que protagonizam. Ambas têm em comum uma enorme história e tradição mas também o facto de terem sabido reinventar-se ao longo do tempo.   Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, foi reconhecida pela UNESCO por apostar em novas infra-estruturas e promover activamente a investigação das suas tradições. Esta localidade promove ao longo do ano uma grande quantidade de eventos musicais.   Óbidos, no distrito de Leiria, está assente nos fortes alicerces do seu castelo, da sua muralha e da sua história e é considerada pela UNESCO uma cidade criativa para a Literatura. Vários projectos antecederam este reconhecimento, caso da transformação de uma igreja em livraria ou de um mercado onde livros ocuparam as paredes e as bancas das frutas e dos legumes.   Estas classificações da UNESCO são um reconhecimento e um estímulo que pretendem reforçar a estratégia de desenvolvimento destas áreas, estimular a criação de riqueza e emprego e contribuir para a fixação e captação de pessoas nestas localidades.   Com esta emissão, os CTT prosseguem os objectivos de divulgação da riqueza da herança cultural, social e arquitectónica portuguesa, fixando-a em selos.   Esta emissão é composta por dois selos, ambos com o valor facial de 0,85€ e uma tiragem de 105 000 exemplares cada. O design esteve a cargo de Vasco Martins.  

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ANTIGO COMANDANTE DA PROTECÇÃO CIVIL DESVIOU MEIOS DO INCÊNDIO DE MAÇÃO

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Escrito por TSF/RCM em 2017-10-20 09:11:38

ANTIGO COMANDANTE DA PROTECÇÃO CIVIL DESVIOU MEIOS DO INCÊNDIO DE MAÇÃO

O antigo Comandante Operacional Nacional da Protecção Civil, Rui Esteves, desviou meios do grande incêndio que, em julho, devastou o concelho de Mação, contrariando o comandante distrital que alertava para a gravidade das chamas. A suspeita sempre existiu e foi levantada na altura pelo presidente da autarquia que agora recebeu a "fita do tempo" deste fogo, encaminhada pelo Ministério da Administração Interna. O documento, a que a TSF teve acesso, é claro ao dizer que o Grupo de Reforço para Incêndios Florestais vindo de Aveiro foi retirado do teatro de operações por ordem do Comandante Operacional Nacional (CONAC) da Autoridade Nacional de Protecção Civil, à época Rui Esteves, que entretanto se demitiu após o caso da licenciatura com equivalências. A retirada de meios aconteceu numa altura em que as chamas já lavravam há cerca de 20 horas e ao início de um dia que a seguir foi "devastador" para o concelho de Mação.

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INCÊNDIOS: GRUPO DE CIDADÃOS CONVOCA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA EM CASTELO BRANCO

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Escrito por RCM em 2017-10-18 11:29:27

INCÊNDIOS: GRUPO DE CIDADÃOS CONVOCA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA EM CASTELO BRANCO

Os incêndios que têm acontecido este ano estão a causar revolta entre a população. Por essa razão, estão marcadas, através da rede social Facebook, várias manifestações para os próximos dias um pouco por todo o país. Os portugueses exigem a melhoria do sistema, para que as tragédias deste ano não se voltem a repetir. Em Castelo Branco um grupo de cidadãos do distrito marcou para o próximo sábado, dia 21, pelas 16 horas, no Campo Mártires da Pátria, uma manifestação pacífica contra a "incompetência e irresponsabilidade com que tem sido tratado pelo Governo Português o flagelo dos incêndios em Portugal". O grupo criado no Facebook pretende deixar claro que não aceita lições de resiliência de gabinete e acrescenta que “os beirões têm uma resistência à adversidade que muitos desconhecem nos salões da capital. Perdemos grande parte da nossa floresta, da floresta que enchia os pulmões do presente e do futuro, que sustentava as nossas gentes. A nossa paisagem é cinza e desolação. Não hesitaremos em construir e plantar de novo, mas o mínimo que nos podem oferecer é a garantia de que a nossa tenacidade será acompanhada por equivalente empenho e honestidade dos poderes públicos na prevenção e no combate aos incêndios."  

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17 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

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Escrito por RCM em 2017-10-16 17:37:20

17 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

É uma obrigação legal na União Europeia e é um compromisso dos estados-membros. Em 2008, a Assembleia da República Portuguesa considerou que a pobreza “conduz à violação dos Direitos Humanos”. Mas, desde então, pouco ou nada mudou. Um combate sempre adiado. Mais de 25% das pessoas que vivem em Portugal estão em risco de pobreza. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE) e referem-se a 2016. Esta percentagem tem o rosto de 2 595 000 pessoas. E do total, o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento do INE revela que “18,8 por cento (cerca de 487 mil) eram menores de 18 anos e 18 por cento (cerca de 468 mil) eram pessoas com 65 ou mais anos”. As crianças e os idosos são os mais afectados. Um dos principais problemas neste ano foi o aumento das despesas em habitação, que afectou quase 30% dos mais pobres. Quase dez anos depois, Pedro Vaz Patto, o actual Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, diz que “essa resolução caiu no esquecimento. A resolução do Parlamento recomendava a definição do limiar de pobreza em função do rendimento nacional e dos padrões de vida correntes e a avaliação periódica das políticas de erradicação da pobreza tendo por base a definição desse limiar”.      

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REI VAMBA E CASQUEIRO JUNTOS EM IDANHA-A-VELHA

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Escrito por em 2017-10-14 10:07:09

REI VAMBA E CASQUEIRO JUNTOS EM IDANHA-A-VELHA

O pão casqueiro, famoso produto da região, é a estrela da festa que tem lugar este fim de semana em Idanha-a-Velha. Terá sido na antiga Egitânia, algures no séc. VII, que nasceu Vamba, rei dos visigodos. O lendário Rei Vamba e o Casqueiro, ícone da gastronomia regional, protagonizam mais um momento do ciclo de eventos oficiais das Aldeias Históricas de Portugal, sobre o tema “Nas Terras do Rei Vamba… Há Casqueiro!”. A iniciativa surge no âmbito do ciclo de eventos promovida pela Aldeias Históricas de Portugal, que tem como intuito identificar uma personagem, uma lenda ou um facto histórico, ligado a cada uma das aldeias, e a partir daí, é construído um programa com a duração, de pelo menos 2 dias. O fim de semana leva às ruas da aldeia uma festa que consagra o produto mais emblemático da zona, o pão casqueiro, entre animações de rua, música, worskhops e bancas de artesanato. A festa que tem como palco as ruínas de uma antiga cidade romana está integrada no 12 Em Rede – Aldeias em Festa, o ciclo de eventos que anima as Aldeias Históricas de Portugal.

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