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Galeria de Fotografias de Monsanto

A Aldeia Mais Portuguesa de Portugal

  • Inselberg ou Monte-Ilha de Monsanto
  • Panorâmica da aldeia de Monsanto, vista no caminho para o Castelo.
  • Panorâmica da aldeia de Monsanto, vista entre penedos, no Castelo
  • Vista áerea de Monsanto, com a Torre de Lucano em destaque.
  • Vistas da aldeia de Monsanto, com a Torre de Lucano.
  • A aldeia de Monsanto vista do Campanário da Capela de São Pedro de Vir-a-Corça
  • Vista geral de Monsanto, com o canhão do Baluarte. Foto de Julho de 2006.
  • A Torre de Lucano (século XV).
  • Rua típica da Aldeia Histórica de Monsanto, numa pintura a óleo do Mestre José Manuel Soares.
  • Cruzeiro e Gruta no caminho para o Castelo de Monsanto.
  • A chamada ´casa de uma só telha `, a caminho do Castelo de Monsanto.
  • Explosão de penedos em Monsanto, a ´Nave de Pedra`, como lhe chamou o escritor Fernando Namora
  • Capela de São Miguel e o Campanário
  • Igreja de S. Miguel, século XII, perto do Castelo.
  • Interior da Igreja de S. Miguel, estilo românico.
  • Sepulturas antropomórficas, ao lado da Igreja de S. Miguel.
  • Ao centro a Capela de Santa Maria e as muralhas do Castelo de Monsanto.
  • Fortaleza Suevo-Visigótica e Capela de Santa Maria.
  • Cerco dos Romanos ao Castelo de Monsanto, numa pintura a óleo do Mestre José Manuel Soares.
  • Cerco dos Árabes ao Castelo de Monsanto, numa pintura a óleo do Mestre José Manuel Soares.
  • Castelo Medieval reconstruído pelo Templário D. Gualdim Pais de Mareco.
  • Castelo Medieval reconstruido pelo Templário D. Gualdim Pais
  • A chamada "Porta Falsa" no Castelo de Monsanto
  • As Pedras do Castelo de Monsanto são páginas gloriosas da História de Portugal
  • Interior do Castelo de Monsanto, em 1988, com a primeira torre de Antenas da RCM, implantada no penedo onde, noutros tempos existiu uma histórica Torre de Vigia
  • Interior do Castelo de Monsanto, em 1988, com a primeira torre de Antenas da RCM, implantada no penedo onde, noutros tempos existiu uma histórica Torre de Vgia
  • Maria da Graça Martins uma saudosa referência na arte do tocar do milenar Adufe.
  • Monsanto celebra a tradicional Festa do Castelo em cada 3 de Maio
  • Adufeiras de Monsanto com os seus trajes de romaria
  • Xaile bordado à mão com o ramo tradicional de Monsanto.
  • As Adufeiras de Monsanto, no Castelo, num jogo de roda, com os seus lindos xailes.
  • O "Galo de Prata" conquistado pelos monsantinos no concurso da "Aldeia Mais Portuguesa", promovido pelo SNI em 1938.
  • Monsantinos com os seus trajes de romaria.
  • Um "par de namorados" monsantinos em traje de romaria
  • Pastorinha de Monsanto com o seu melhor traje domingueiro
  • As Marafonas são bonecas de trapo, feitas à mão e constituem o genuíno artesanto tradicional da "Aldeia Mais Portuguesa"
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Monsanto, em Zagreb, com a direcção do Professor Joaquim Fonseca e do ensaiador José Augusto Rocha (1977).
  • Monsantinos no Festival Internacional da Jugoslávia, em Zagreb (1977).
  • O melhor da nossa tradição com o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Monsanto na década de 80.
  • Em 18 de Setembro de 1988, uma multidão em festa assinala os 50 anos da conquista do título de "Aldeia Mais Portuguesa de Portugal".
  • O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Monsanto, com a direcção do Professor Joaquim Fonseca, organiza e dinamiza as comemorações dos 50 anos do concurso da "Aldeia Mais Portuguesa" (1988).
  • Maria  Amélia Fonseca , Coordenadora das Adufeiras de Monsanto (1995).
  • Adufeiras de Monsanto no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova (1998)
  • Adufeiras de Monsanto no Festival Internacional das Mulheres, em Hamburgo-Alemanha (1999).
  • Capa do CD das Adufeiras de Monsanto editado na Alemanha (2000)
  • Torre Sineira da Capela de S. Miguel; sapateiro, profissão já em extinção na aldeia de Monsanto.
  • Moinho de Vento datado de 1870. Exemplar de tipologia tecnológica rara na região. Por tal, merece uma urgente reparação.
  • O "Ti Zé Castiço" foi o último moleiro de Monsanto. Na foto junto aos seus moinhos na Ribeira do Amial.
  • A padeira e o forno comunitário em vias de extinção na Aldeia de Monsanto.
  • Natureza viva nos penedos de Monsanto
  • Homenagem aos que, em Monsanto, teimam em ficar e "acarinham", com as suas mãos calejadas, a terra que lhes dá a subsistência.
  • Na década de 50 as uvas eram pisadas nos pios do campo ou fazenda. O vinho era depois transportado no velho burro, em cântaros de lata, para as pipas nas casas de Monsanto.
  • Ruralidade em Monsanto, ainda em 2008.
  • A barragem da Morracha, nos arrabaldes de Monsanto.
  • Os caprichos da natureza, no Rio Ponsul, no sítio chamado ´Salto do Lobo`
  • Ribeira do Amial, sítio do Moinho do Batatas
  • Um momento de lazer, nas águas límpidas do Rio Ponsul
  • Em Monsanto até as pedras dão rosas silvestres, a que o povo chama de "Rosas Albardeiras".
  • Até nos barrocais da ´Aldeia Mais Portuguesa` brotam lindas flores.
  • A Casa da Rádio é "abraçada" pelo casario da aldeia de Monsanto.
  • O Madeiro do Natal foi transportado em carros puxados por juntas de bois, pela última vez , na década de 50. No adro da Igreja Matriz há todos os Natais festa rija.
  • A Tradição da queima do Madeiro do Natal em Monsanto é revivida em 2008.
  • As Adufeiras de Monsanto no Festival da Primavera a convite do Centro Cultural de Belém, com o melhor da nossa tradição (2000).
  • Vista do antigo Baluarte, com os canhões vindos do Castelo de Monsanto. Foto de Setembro de 1952.
  • Vista actual do Baluarte, com os canhões vindos da antiga fortaleza no alto do Castelo de Monsanto. Foto de Julho de 2006.
  • A Neve envolve o casario da Rádio (2010)
  • A Neve na casa da RCM
  • A Neve na noite na RCM
  • A Neve na Rádio Clube de Monsanto (2010)
  • Bandeira Portuguesa ao lado da Bandeira da RCM, Rádio que tem sido erguida com um esforço ímpar sobre o milenário granito das serenas paisagens da campina da Idanha.

CTT LANÇAM SELOS DE IDANHA-A-NOVA E ÓBIDOS CIDADES CRIATIVAS DA UNESCO

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Written by RCM in 2017-10-20 09:28:41

CTT LANÇAM SELOS DE IDANHA-A-NOVA E ÓBIDOS CIDADES CRIATIVAS DA UNESCO

Os CTT homenageiam Idanha-a-Nova e Óbidos numa emissão filatélica que foi lançada ontem dia 19 de Outubro, a propósito da rede de Cidades Criativas da UNESCO. Ambas as localidades receberam este reconhecimento, em virtude da promoção de iniciativas de carácter musical e literário, respectivamente, que protagonizam. Ambas têm em comum uma enorme história e tradição mas também o facto de terem sabido reinventar-se ao longo do tempo.   Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, foi reconhecida pela UNESCO por apostar em novas infra-estruturas e promover activamente a investigação das suas tradições. Esta localidade promove ao longo do ano uma grande quantidade de eventos musicais.   Óbidos, no distrito de Leiria, está assente nos fortes alicerces do seu castelo, da sua muralha e da sua história e é considerada pela UNESCO uma cidade criativa para a Literatura. Vários projectos antecederam este reconhecimento, caso da transformação de uma igreja em livraria ou de um mercado onde livros ocuparam as paredes e as bancas das frutas e dos legumes.   Estas classificações da UNESCO são um reconhecimento e um estímulo que pretendem reforçar a estratégia de desenvolvimento destas áreas, estimular a criação de riqueza e emprego e contribuir para a fixação e captação de pessoas nestas localidades.   Com esta emissão, os CTT prosseguem os objectivos de divulgação da riqueza da herança cultural, social e arquitectónica portuguesa, fixando-a em selos.   Esta emissão é composta por dois selos, ambos com o valor facial de 0,85€ e uma tiragem de 105 000 exemplares cada. O design esteve a cargo de Vasco Martins.  

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ANTIGO COMANDANTE DA PROTECÇÃO CIVIL DESVIOU MEIOS DO INCÊNDIO DE MAÇÃO

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Written by TSF/RCM in 2017-10-20 09:11:38

ANTIGO COMANDANTE DA PROTECÇÃO CIVIL DESVIOU MEIOS DO INCÊNDIO DE MAÇÃO

O antigo Comandante Operacional Nacional da Protecção Civil, Rui Esteves, desviou meios do grande incêndio que, em julho, devastou o concelho de Mação, contrariando o comandante distrital que alertava para a gravidade das chamas. A suspeita sempre existiu e foi levantada na altura pelo presidente da autarquia que agora recebeu a "fita do tempo" deste fogo, encaminhada pelo Ministério da Administração Interna. O documento, a que a TSF teve acesso, é claro ao dizer que o Grupo de Reforço para Incêndios Florestais vindo de Aveiro foi retirado do teatro de operações por ordem do Comandante Operacional Nacional (CONAC) da Autoridade Nacional de Protecção Civil, à época Rui Esteves, que entretanto se demitiu após o caso da licenciatura com equivalências. A retirada de meios aconteceu numa altura em que as chamas já lavravam há cerca de 20 horas e ao início de um dia que a seguir foi "devastador" para o concelho de Mação.

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INCÊNDIOS: GRUPO DE CIDADÃOS CONVOCA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA EM CASTELO BRANCO

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Written by RCM in 2017-10-18 11:29:27

INCÊNDIOS: GRUPO DE CIDADÃOS CONVOCA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA EM CASTELO BRANCO

Os incêndios que têm acontecido este ano estão a causar revolta entre a população. Por essa razão, estão marcadas, através da rede social Facebook, várias manifestações para os próximos dias um pouco por todo o país. Os portugueses exigem a melhoria do sistema, para que as tragédias deste ano não se voltem a repetir. Em Castelo Branco um grupo de cidadãos do distrito marcou para o próximo sábado, dia 21, pelas 16 horas, no Campo Mártires da Pátria, uma manifestação pacífica contra a "incompetência e irresponsabilidade com que tem sido tratado pelo Governo Português o flagelo dos incêndios em Portugal". O grupo criado no Facebook pretende deixar claro que não aceita lições de resiliência de gabinete e acrescenta que “os beirões têm uma resistência à adversidade que muitos desconhecem nos salões da capital. Perdemos grande parte da nossa floresta, da floresta que enchia os pulmões do presente e do futuro, que sustentava as nossas gentes. A nossa paisagem é cinza e desolação. Não hesitaremos em construir e plantar de novo, mas o mínimo que nos podem oferecer é a garantia de que a nossa tenacidade será acompanhada por equivalente empenho e honestidade dos poderes públicos na prevenção e no combate aos incêndios."  

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17 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

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Written by RCM in 2017-10-16 17:37:20

17 DE OUTUBRO – DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

É uma obrigação legal na União Europeia e é um compromisso dos estados-membros. Em 2008, a Assembleia da República Portuguesa considerou que a pobreza “conduz à violação dos Direitos Humanos”. Mas, desde então, pouco ou nada mudou. Um combate sempre adiado. Mais de 25% das pessoas que vivem em Portugal estão em risco de pobreza. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE) e referem-se a 2016. Esta percentagem tem o rosto de 2 595 000 pessoas. E do total, o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento do INE revela que “18,8 por cento (cerca de 487 mil) eram menores de 18 anos e 18 por cento (cerca de 468 mil) eram pessoas com 65 ou mais anos”. As crianças e os idosos são os mais afectados. Um dos principais problemas neste ano foi o aumento das despesas em habitação, que afectou quase 30% dos mais pobres. Quase dez anos depois, Pedro Vaz Patto, o actual Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, diz que “essa resolução caiu no esquecimento. A resolução do Parlamento recomendava a definição do limiar de pobreza em função do rendimento nacional e dos padrões de vida correntes e a avaliação periódica das políticas de erradicação da pobreza tendo por base a definição desse limiar”.      

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REI VAMBA E CASQUEIRO JUNTOS EM IDANHA-A-VELHA

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Written by in 2017-10-14 10:07:09

REI VAMBA E CASQUEIRO JUNTOS EM IDANHA-A-VELHA

O pão casqueiro, famoso produto da região, é a estrela da festa que tem lugar este fim de semana em Idanha-a-Velha. Terá sido na antiga Egitânia, algures no séc. VII, que nasceu Vamba, rei dos visigodos. O lendário Rei Vamba e o Casqueiro, ícone da gastronomia regional, protagonizam mais um momento do ciclo de eventos oficiais das Aldeias Históricas de Portugal, sobre o tema “Nas Terras do Rei Vamba… Há Casqueiro!”. A iniciativa surge no âmbito do ciclo de eventos promovida pela Aldeias Históricas de Portugal, que tem como intuito identificar uma personagem, uma lenda ou um facto histórico, ligado a cada uma das aldeias, e a partir daí, é construído um programa com a duração, de pelo menos 2 dias. O fim de semana leva às ruas da aldeia uma festa que consagra o produto mais emblemático da zona, o pão casqueiro, entre animações de rua, música, worskhops e bancas de artesanato. A festa que tem como palco as ruínas de uma antiga cidade romana está integrada no 12 Em Rede – Aldeias em Festa, o ciclo de eventos que anima as Aldeias Históricas de Portugal.

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