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QUERCUS ALERTA QUE UM QUARTO DOS MUNICIPIOS NÃO TEM PLANO CONTRA INCÊNDIOS

Escrito por em 2017-08-22 13:04:34

QUERCUS ALERTA QUE UM QUARTO DOS MUNICIPIOS NÃO TEM PLANO CONTRA INCÊNDIOS

Mais de um quarto dos municípios não tem um plano municipal contra incêndios.

O alerta foi lançado esta semana pela associação ambientalista Quercus.

“A Quercus considera em comunicado muito preocupante que um quarto dos municípios de Portugal Continental não cumpra as suas obrigações no âmbito da legislação de defesa da floresta contra incêndios”.

A associação esclareceu que a existência desses planos implica “um planeamento e calendarização de acções de silvicultura preventiva”, designadamente limpezas, “com o objectivo de evitar que os fogos atinjam grandes proporções e o de proteger eficazmente pessoas e bens”.

De acordo com a Quercus, “na lista dos 72 municípios que não estão a cumprir a legislação estão alguns que este Verão ficaram bem conhecidos pelas piores razões, como Alijó, Fundão, Vila de Rei, Castanheira de Pêra e Pedrógão Grande”.

Ainda segundo a associação ambientalista, existem somente três distritos do continente nos quais 100% dos municípios têm o seu Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios em vigor e operacional: Viseu, Guarda e Portalegre.

“A legislação não prevê nenhuma penalidade para os municípios que não cumprem esta obrigação legal, para além de não poderem ter acesso a fundos comunitários destinados à prevenção de incêndios e protecção da floresta”.

A Quercus assinala ainda que, embora a legislação determine que os Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios aprovados e em vigor devem estar disponíveis para todos na página de internet do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), “isto não acontece”.

A Associação Nacional de Conservação da Natureza “considera fundamental, e do mais elementar direito, que estes Planos possam ser consultados por todos os cidadãos interessados, para que possam verificar rapidamente e inequivocamente, se estão a ser feitas as obrigatórias reduções de combustíveis junto a estradas, casas e povoações”.

“Deste modo, os cidadãos poderão alertar atempadamente as autoridades competentes para eventuais situações de incumprimento e ter um papel activo na defesa das suas vidas e dos seus bens”, remata a ONG.

Os municípios de Alijó e do Fundão contestam alerta da Quercus, que aponta para 72 municípios sem Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios.

Em declarações à Renascença, o vice-presidente da Câmara de Alijó, José Paredes, fala em “notícia enganosa” e olha para esta informação da associação ambientalista com estranheza.

 

“Alijó tem aprovado um plano municipal de defesa da floresta contra incêndios. Esses planos são válidos por cinco anos. Foi revisto e actualizado em finais de Dezembro de 2014 e foi remetido ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas um parecer positivo, no dia 30 de Dezembro de 2014. Até à data, suponho porque estavam à espera de uma alteração legislativa ao decreto de lei 124, que dá corpo a este plano, não comunicaram ao município de Alijó nem a sua aprovação nem a sua desaprovação”, explica José Paredes.

A autarquia diz ter recebido informação de aprovação do plano de forma oficiosa e aguarda a informação oficial do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), que tem competência para publicar o plano.

“O assunto está nas mãos do ICNF, que é um organismo do Estado. O ICNF que responda, porque não aprovou ou não comunicou oficiosamente essa decisão ao município. Nós temos um plano de 2009 e um plano revisto e actualizado em 2014, que está para aprovação do ICNF.”

A Renascença levantou já esta e outras questões junto do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas e aguarda uma resposta.

José Paredes, que também é vereador da protecção civil da Câmara de Alijó, sublinha que o plano tem sido colocado em prática e tem sido feito investimento “muito significativo” na prevenção. “O resultado está à vista”, afirma.

O vice-presidente da Câmara do Fundão, Miguel Gavinhos, garante que também esta autarquia tem este e outros planos activos e no terreno.

“O plano de defesa da floresta contra incêndios foi aprovado no dia 12 de Janeiro, numa primeira reunião da comissão de protecção civil, e ratificado numa reunião da mesma comissão a 12 de Abril”, esclarece o autarca.

Também aqui a prevenção dos incêndios tem sido uma prioridade. “O município do Fundão, nestes últimos dois anos, teve um investimento superior a um milhão de euros nestas áreas. Foi um esforço muito grande para o município do Fundão, que se considera exemplar no que toca à prevenção e riscos de incêndio florestal”, afirma Miguel Gavinhos.

 

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CINCO MUNICÍPIOS DA REGIÃO CENTRO LANÇAM PROJECTO CULTURAL EM REDE

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Escrito por Lusa em 2018-01-08 15:22:40

CINCO MUNICÍPIOS DA REGIÃO CENTRO LANÇAM PROJECTO CULTURAL EM REDE

Os municípios de Idanha-a-Nova, Águeda, Lousã, Óbidos e São Pedro do Sul apresentaram o projecto "5 municípios, 5 culturas, 5 sentidos", cujo objectivo é afirmar novas centralidades culturais fora dos grandes centros urbanos. O projecto liderado pela Câmara de Idanha-a-Nova, envolve mais quatro municípios da Região Centro e tem uma duração de três anos, sendo que os objectivos passam pela promoção de iniciativas culturais inovadoras, estimulação da criação artística e a reinterpretação cultural, através da imagem externa dos municípios envolvidos enquanto territórios que acolhem as artes e a criatividade.  

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MONSANTO RECEBE UM MILHÃO DE EUROS DE INVESTIMENTO PARA VALORIZAÇÃO TURÍSTICA

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Escrito por Lusa em 2018-01-08 15:19:31

MONSANTO RECEBE UM MILHÃO DE EUROS DE INVESTIMENTO PARA VALORIZAÇÃO TURÍSTICA

A aldeia histórica de Monsanto, em Idanha-a-Nova, vai receber um milhão de euros de investimento para a sua valorização e qualificação enquanto destino turístico no âmbito do programa Valorizar. O contrato assinado no posto de turismo de Monsanto, entre o município de Idanha-a-Nova e o Turismo de Portugal, tem como objectivos principais valorizar o acesso à aldeia histórica, a instalação de um sistema inteligente de gestão de tráfego e de estacionamento, aquisição e instalação de uma ferramenta digital com informação sobre Monsanto e sobre a rede de aldeias históricas de Portugal. "Este projecto com o Turismo de Portugal visa valorizar Monsanto. Estamos a ter problemas de crescimento. Temos queixas por falta de estacionamento que têm causado muito desconforto a quem nos visita", explicou o presidente do município de Idanha-a-Nova durante a apresentação do projecto. Armindo Jacinto explicou que este investimento, no âmbito do programa Valorizar, é feito em cooperação com outros que a Rede de Aldeias Históricas de Portugal está a promover.  

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MORREU O PINTOR, MESTRE JOSÉ MANUEL SOARES

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Escrito por RCM em 2017-12-31 16:42:46

MORREU O PINTOR, MESTRE JOSÉ MANUEL SOARES

PARTIU O PINTOR DA PORTUGALIDADE O Grande Mestre José Manuel Soares, com 85 anos de idade, terminou, nesta madrugada, do último dia do ano de 2017, em sua casa, na Rua de Timor, na Costa de Caparica, um Calvário de grande sofrimento, por doença desde 2002. Merecia (em vida) ter sido melhor HONRADO, JUSTIÇADO E LEMBRADO, premiando a sua vastíssima obra, com representação em museus nacionais e estrangeiros, bem como em galerias e colecções particulares.  O Pintor JOSÉ MANUEL SOARES encarnou o verdadeiro espírito épico de Portugal.  Exemplarmente pincelado por um dos maiores artistas contemporâneos. NESTA HORA, DE LUTO E DOR,VEM-ME AO PENSAMENTO O ESCRITO DE MIGUEL ESTEVES CARDOSO, IN “ÚLTIMO VOLUME”: “Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está? As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre…. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar. É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si, isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução… Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado. O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. " Um sentido abraço solidário à esposa, Dona Ângela Vimonte, e aos muitos admiradores e amigos do Mestre Soares. Para a posteridade, ficam as milhares de obras de arte, nomeadamente no Museu com o seu nome, na cidade de Pinhel Falcão, desde 2014. Que a sua Alma repouse em Paz.

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AUTARQUIA E BOOM FESTIVAL ACORDAM COOPERAÇÃO PARA OS PRÓXIMOS 10 ANOS

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Escrito por RCM em 2017-12-21 10:10:31

AUTARQUIA E BOOM FESTIVAL ACORDAM COOPERAÇÃO PARA OS PRÓXIMOS 10 ANOS

A Câmara de Idanha-a-Nova e a organização do Boom Festival assinaram um protocolo de cooperação para os próximos 10 anos com o objectivo de tornar o concelho na “Capital do Bem-Estar em 2028”. Num comunicado conjunto, o município de Idanha-a-Nova reconhece a importância dos eventos organizados pela Associação IdanhaCulta, responsável pela gestão da Herdade da Granja e do Boom Festival, para a economia local. A autarquia compromete-se a colaborar com a organização e a criar condições favoráveis a vários projectos de sustentabilidade ambiental com base na herdade de 150 hectares. Para o efeito, a associação IdanhaCulta quer criar um Parque de Artes e Natureza que seja um ícone mundial e contribuir deste modo para tornar Idanha-a-Nova na “Capital do Bem-Estar em 2028”.  

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CENTRO REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO TEVE EMISSÃO INTERROMPIDA

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Escrito por RCM em 2017-12-13 14:25:10

CENTRO REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO TEVE EMISSÃO INTERROMPIDA

Na noite do passado dia 10, o Centro Emissor da Rádio Clube de Monsanto, nas Termas de Monfortinho ficou sem emissão por causa das adversas condições climatéricas e devido a algumas interrupções de energia eléctrica, que afectaram os nossos equipamentos e as antenas naquela localidade de fronteira.   Também por dificuldades de acesso à serra contígua, só hoje, cerca das 11 horas foi possível normalizar a emissão, e a desejada retoma da cobertura da zona raiana, que inclui a estremadura espanhola, que a RCM assegura regularmente desde o ano de 1999.   Apresentamos desculpas aos senhores ouvintes pelos transtornos.  

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